História P.S. Eu Te Amo versão Stony - Capítulo 11


Escrita por:

Postado
Categorias Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Anthony "Tony" Stark, Bucky, James Rupert "Rhodey" Rhodes, Loki, Natasha Romanoff, Pepper Potts, Sam Wilson (Falcão), Steve Rogers
Tags Avengers, Capitão América, Homem De Ferro, Iron Man, Steve Rogers, Stony, Tony Stark, Vingadores
Visualizações 24
Palavras 1.959
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Sim, eu demorei bastante, mas está aqui.

Boa leitura ❤

Capítulo 11 - Capítulo 11


Fanfic / Fanfiction P.S. Eu Te Amo versão Stony - Capítulo 11 - Capítulo 11

- Ai, Bucky, eu odeio ele - Tony resmungou para seu amigo ao telefone mais tarde aquela noite.

- Ignore-o, Tony, ele não tem jeito, é um idiota - respondeu ele, com raiva.

- Mas é isso que mais me irrita. Todo mundo diz que ele não tem jeito ou que não é culpa dele. Ele é um homem feito, Bucky. Tem 36 anos. Deveria bem saber manter a boca fechada. Ele diz essas coisas de propósito - disse ele.

- Não acho que ele faça isso de propósito, Tony - disse Bucky para acalmar o amigo. - Acredito que ele tenha visitado com a intenção de desejar feliz aniversário...

- Claro! E para quê? Desde quando ele vem à minha casa para me dar um presente de aniversário? Nunca!

- Bem, trinta anos é uma idade mais importante que as outras...

- Não, para ele não é! Ele disse isso em um jantar a semanas. Se me lembro bem, ele disse exatamente assim: "Não gosto de comemorações tolas, blá-blá-blá... sou mais blá-blá-blá" - disse ele, imitando a voz dele. - Ele é um idiota, mesmo.

Bucky riu do amigo, que estava falando como uma criança de 10 anos.

- Certo, então ele é um monstro malvado que merece morrer no inferno!

Tony fez uma pausa. - Bem, eu não quero chegar a tanto, Bucky...

Bucky riu. - Ah, não tenho como agradar a todos, certo?

Tony esboçou um sorriso. Steve saberia como ele estava se sentindo, o que dizer exatamente e saberia exatamente o que fazer. Ele daria um de seus famosos abraços e todos os problemas desapareceriam. Ele pegou um travesseiro da cama e o apertou. Não conseguia se lembrar de quando havia abraçado alguém pela última vez, de verdade. E o mais deprimente era não conseguir imaginar-se abraçando outra pessoa da mesma maneira.

- Alô? Terra chamando Tony? Você ainda está aí ou estou falando sozinho de novo?

- Sinto muito, Bucky, o que você disse?

- Eu perguntei se você voltou a pensar na ideia do karaokê.

- Bucky! - gritou Tony. - Não tenho mãos no que pensar sobre esse assunto!

- Certo, acalme-se, homem. Eu estava pensando que podíamos alugar um aparelho de karaokê e montá-lo na sua sala de estar. Assim, você vai fazer o que ele quer, mas sem vergonha! O que acha?

- Não, Bucky, a ideia é ótima, mas não vai dar certo; ele quer que eu cante no Club Diva, seja lá onde for.

- Ah, que meigo! Por que você é o Disco Diva dele?

- Acho que foi daí que surgiu a ideia - disse Tony com tristeza.

- Puxa, que ideia adorável, mas o Club Diva? Nunca ouvi falar.

- Bem, melhor assim, se ninguém sabe onde fica, então posso simplesmente não fazer nada, certo? - perguntou Tony, feliz por ter encontrado uma saída.

As duas se despediram e assim que Tony desligou, o telefone tocou de novo.

- Oi, querido.

- Mãe! - disse Tony em um tom de acusação.

- Ai, meu Deus, o que eu fiz agora?

- Recebi uma visitinha do seu filho malvado hoje e não estou muito feliz.

- Sinto muito, amor, eu tentei telefonar mais cedo para avisar que ele estava a caminho, mas so caía na maldita secretária eletrônica.

- Não é essa a questão, mãe.

- Eu sei, sinto muito. Por quê? O que ele fez?

- Ele abriu a boca. Esse é o problema!

- Ai, não, e ele estava tão animado para lhe dar aquele presente.

- Não estou negando que o presente foi muito bacana e gentil da parte dele e todas as coisas maravilhosas, mas ele disse algumas das coisas mais ofensivas sem pestanejar!

- Quer que eu converse com ele?

- Não, tudo bem; somos grandes agora. Mas obrigado, mesmo assim. E então, o que está fazendo? - Tony queria mudar de assunto.

- Christine e eu estamos assistindo um filme do Denzel Washington. A Christine acha que vai se casar com ele um dia. - Maria deu risada.

- Eu vou! - gritou Christine ao fundo.

- Sinto muito por acabar com o sonho dela, mas ele já é casado.

- Ele já é casado, querida - Maria transmitiu o recado.

- Esses casamentos de Hollywood... - Christine resmungou.

- Vocês duas estão sozinhas? - perguntou Tony.

- Howard está no bar e Peter, na faculdade.

- Faculdade? Mas são dez da noite! - Tony riu. - Era provável que Peter estivesse por aí fazendo algo ilegal e usando a faculdade como desculpa. Não  acredito que a mãe fosse tão ingênua para acreditar naquela história, principalmente depois de outros quatro filhos.

- Ah, ele é muito esforçado quando decide fazer alguma coisa, Tony, ele está realizando um projeto. Não sei do que se trata. Quase nunca presto atenção.

- Sei - respondeu Tony, não acreditando em nenhuma palavra.

- Bem, meu futuro genru voltou para televisão e eu preciso desligar. - Maria riu. - Quer vir para ficar conosco?

- Obrigado, mas eu não quero, mãe. Estou bem aqui.

- Tudo bem, querido, mas se mudar de ideia sabe onde nos encontrar. Tchau, amor.

De volta à casa vazia e silenciosa.


°°°


Tony acordou na manhã seguinte ainda totalmente vestido e deitado na cama. Percebeu que estava voltando aos antigos hábitos. Todos os pensamentos positivos das últimas semanas estavam desaparecendo pouco a pouco a cada dia. Era muito cansativo tentar ser feliz o tempo todo, e ele simplesmente não tinha mais energia para isso. Quem se importava com a bagunça da casa? Ninguém além dele ficaria ali, e ele não se importava se ficaria limpa ou suja. Quem se importaria se ele não tomasse banho por uma semana? Ele certamente não tinha intenção de impressionar ninguém. O único homem que ele andava vendo com frequência era o entregador de pizza e ainda precisava dar uma gorjeta para que ele sorisse.

Quem se importava? Seu telefone vibrou ao seu lado, mostrando que ele havia acabado de receber uma mensagem. Era de Bucky.


Club Diva Tel: 36700700

Pense bem. Seria legal.

Faça pelo Steve!


Ele sentiu vontade de responder que o Steve estava morto. Mas desde que ele havia começado a abrir os envelopes, ele não parecia estar morto. Era como se ele estivesse viajando de férias e escrevendo cartas para ele, por isso não havia partido de verdade. Bem, o mínimo que ele poderia fazer seria telefonar para o clube e analisar a situação. Não significava que ele tinha que ir até o fim.

Ele digitou o número e um homem atendeu. Ele não conseguiu pensar em nada para dizer, por isso desligou rapidamente. Vamos, Tony, ele disse a sim mesmo, não pode ser tão difícil, diga apenas que um amigo está interessado em cantar.

Tony se preparou e teclou REDIAL.

A mesma pessoa atendeu. - Club Diva.

- Olá, gostaria de saber se vocês fazem noites de karaokê.

- Sim, fazemos, às... - ele escutou o homem folhear algumas páginas - ...às quintas.

- Quintas?

- Não desculpe, um minuto... - Ele voltou a mexer em alguma papéis. - Não, às terças.

- Tem certeza?

- Sim, sem dúvidas são às terças.

- Certo, bem, eu estava pensando se... bem... - Tony respirou profundamente e começou a frase de novo. - Um amigo meu pode estar interessado em cantar e queria saber o que tem que fazer.

Fez-se longa pausa do outro lado.

- Alô? - Aquela pessoa era idiota?

- Oi, peço desculpas, mas é que eu não organizo as noites de karaokê, então...

- Tudo bem. - Tony estava perdendo a paciência. Ele havia precisado reunir muita coragem para conseguir fazer a ligação e um tolo qualquer sem conhecimento não ia arruinar tudo. - Bem, alguém daí pode me dar informações?

- Não, não tem ninguém, o clube não abriu ainda, é muito cedo - foi a resposta sarcástica.

- Bem, muito obrigado, você me ajudou demais - disse ele, com o mesmo tom sarcástico.

- Olha, se tiver mais um pouco de paciência, vou tentar conseguir mais informações para você. - Tony ficou esperando e foi obrigado a escutar "Greensleeves" por cinco minutos.

- Alô? Você ainda está aí?

- Quase desligando - disse ele, com raiva.

- Bem, sinto muito pela demora, mas eu acabei de fazer um telefonema. Qual é o nome do seu amigo?

Tony ficou paralisado, pois não havia se preparado para aquilo. Bem, talvez ele pudesse dar o próprio nomes pedir para o "amigo" telefonar e cancelar, se mudasse de ideia.

- Bem, o nome dele é Tony Stark.

- Certo, tudo bem, às noites de terça são reservadas para as competições de karaokê. Dura um mês e todas as semanas dias entre dez pessoas são escolhidas até a última semana do mês, quando as seis pessoas cantam de novo na final.

Tony se assustou. Não queria fazer aquilo.

- Mas, infelizmente - ele continuou -, os nomes foram dados com alguns meses de antecedência por isso diga ao seu amigo Tony que ele pode tentar de novo no Natal. É quando acontecerá a próxima competição.

- Ah, tudo bem.

- A propósito, o nome Tony Stark não me é estranho. Ele seria irmão de Peter Stark?

- É sim, por quê? Você o conhece? - perguntou Tony, chocado.

- Não diria que o conheço, apenas o conheci rapidamente em certa noite, quando ele estava aqui com o irmão.

Será que Peter andava apresentando garotos como se fosse seu irmão? Que menino maluco e... Não, não podia ser.

- O Peter fez um show no Club Diva?

- Não, não - ele riu -, ele tocou com a banda dele no porão, aqui embaixo.

Tony rapidamente tentou assimilar a informação até finalmente entender
- O Club Diva fica na Shield?

Ele riu de novo. - Sim, fica no andar de cima. Talvez eu deva fazer mais propaganda!

- É o Stephen que está falando? - Tony perguntou sem pensar e então se arrependeu ao perceber a estupidez.

- É, sim, eu conheço você?

- Não! Não conhece. É que o Tony citou você em uma conversa, só isso. - E então percebeu a impressão que havia passado. - Muito brevemente - acrescentou. - Ele disse que você deu um banquinho a ele.

Tony começou a bater a cabeça na parede.

Stephen riu de novo.

- Ah, sim, diga a ele que se quiser cantar no karaokê no Natal, posso incluir o nome dele. É inacreditável a quantidade de pessoas que querem se inscrever.

- É mesmo? - disse ele. Sentia-se um tolo.

- Ah, a propósito, com quem estou falando?

Tony caminhou pelo quarto.

- Com Bucky. Você está falando com Bucky.

- Certo, Bucky. Estou com o seu número no identificador de chamadas, por isso vou ligar se alguém desistir.

- Certo, muito obrigado.

E ele desligou.

E Tony pulou na cama, jogando o cobertor em cima da cabeça, sentindo as bochechas esquentaram de vergonha. Escondeu-se embaixo da cobertas, xingando a si mesmo por ser tão tolo. Ignorando o toque do telefone, tentou convencer a si mesmo que não tinha feito papel de idiota. Por fim, depois de se convercer de que podia mostrar a cara do mundo de novo (demorou bastante), ele saiu da cama e apertou o botão da secretária eletrônica.

"Oi, Bucky, você deve ter acabado de sair. É o Stephen, aqui do Club Diva". Ele fez uma pausa e então, rindo, disse: "Aqui da Shield. Bem, eu estava analisando a lista de nomes na agenda e parece que alguém já inscreveu o Tony há alguns meses, na verdade, é um dos primeiros nomes. A menos que exista outro Tony Stark...". Ele titubeou. "Bem, ligue para mim quando puder, para podermos ver aconteceu. Obrigado."

Tony sentou-se em choque na beirada da cama, sem conseguir se mexer por muito tempo. 


Notas Finais


Espero que tenham gostado ❤


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...