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História P.S: I love You, Baby! - Noart - Capítulo 23


Escrita por:


Notas do Autor


Hum, podemos dizer que isso foram algumas interações um tanto quanto inesperadas. Tipo, eu esperava algum vídeo no canal do N.U em que eles tivessem juntos, e tals, algo só superficial. Mas não. Recebo uma foto junto da So, e outra com a So e a Yoon.
Tô bem não. Tive umas três paradas cardiorrespiratórias aqui.

E outra. Não sei se perceberam, mas Nofya e Beauliawal estão bem juntinhos e rendendo bastante mimos a nós. E eu estou amando isso.
Mas o meu medo, é que a parte mais tóxica do Fandom estrague essas amizades, assim como fizeram com Noart, Beauany (se bem que eles estão até que voltando), Joaley, entre outras.
Por favor, não estraguem essas e outras amizades tão bonitas.

E Hinani que está nos tendendo tantos mimos? Elas estão se tornando a melhor parte do meu dia.

Sobre o capítulo...

⚠️Contém cenas de tentativa de estupro⚠️
⚠️Contém cenas de disparo de arma de fogo⚠️

Boa leitura babys 🥰

Capítulo 23 - -23


Fanfic / Fanfiction P.S: I love You, Baby! - Noart - Capítulo 23 - -23

POV Sina Deinert

Quando abri os olhos, ele já não estava mais aqui. Mas mesmo assim, fiquei feliz em saber que ele está ciente do que aconteceu, e de que vai fazer o possível pra reverter a situação. Assim como eu, é claro.

Assim que levantei, me lembrei do sonho de ontem... 

Estávamos em um parque, haviam muitas crianças brincando em volta de nós, e ele estava olhando para elas com um brilho nos olhos. E eu sabia o que aquele brilho significa. Ele também queria ter filhos, e assim, que eu fosse a mãe deles. 

Mas é melhor deixar isso pra lá, foi só um sonho e não tem o menor sentido eu levar isso pra vida. Vai ver ele nem quer ter filhos na realidade, vai ver ele não quer que eu seje a mãe deles.

Decido ir até o banheiro, onde vi que havia um bilhete. Estava escrito que ele havia ido embora para a cidade ainda de madrugada, e que hoje estaria entrando em contato com Tom. 

Amassei o papel, o jogando na lixeira. Então, tirei todas as minhas roupas, e entrei atrás do box. 

Tomei um banho tranquilo. Bem no finzinho, escutei barulho de alguém entrando ou saindo do meu quarto. Ignorei, já que estava sozinha aqui. 

Quando desliguei o chuveiro, o barulho de algo sendo posto encima de cerâmica se fez presente. Abri o box despreocupada, mas o fechei rapidamente. 

Luke havia invadido meu banheiro, e estava observando o box. 

— Vamos abra isso garota! — forçou o box contra mim, que o tentava fazer ficar fechado. — Não tem o que se esconder, menina! — ele colocou tanta força que chegou a partir o box no meio. 

— SAI DAQUI! — grito, tentando tampar meu corpo.

— Não precisa se tampar! — tira bruscamente a mão que estava tampando os meus seios. — Agora deita e abre as pernas, o resto é comigo! — sua mão foi até o cinto da calça, o abriu e tirou do cós da roupa. 

— SAI DAQUI! — dou um grito ainda mais alto. 

— Aqui quem manda sou eu! — segura firme meus dois pulsos na frente do próprio queixo. — Vai, deita e abre a porra das pernas. — vira de costas, e abaixa todas as roupas.

Em um ato de impulso, corro até a pia, onde ficava de frente a ele.

— Pode por favor ir embora! — sussurro, já com lágrimas nos olhos. 

— Oh, ela veio dar atenção a ele antes! — diz ignorando completamente o que eu falei. Sem ele perceber, levei a mão até a pia, onde ele havia posto uma arma. — Anda vadia, ajoelha! — o obedeço, escondendo a arma. O que pretendo fazer? Bem, apenas atirar bem ali, onde vocês devem saber. — VOCÊ ME ESCUTOU? — ajoelho com a arma em mãos. Com um certo nojo, levo as mãos até seu membro. Me senti suja tocando aquilo, mas fazer o que. — Ah! — e tba a cabeça para trás. Aproveito esse momento, e levanto a arma. — Usa a boca, imprestável! — nem me empenhei nisso. Seguro a arma nas duas mãos, e sem mira, sem ter noção do estrago que podia causar, apertei o gatilho. A bala pegou na glande, e perfurou-o por completo. 

— Desmaiou? — pergunto, abaixando para ver o homem que havia caído no chão — Sim.

O sangue estava despejado por todos os lados. Peguei a chave do banheiro, e o tranquei por fora. Já no meu quarto, vesti uma roupa. 

E agora vou fugir. É uma opção super perigosa? É. 

Mas eu vou e não há ninguém que vá me impedir disso. 

Em cima da cama, estava uma chave de carro. Pego e saio do quarto o mais rápido que posso. Voltei rápidamente ao banheiro, e peguei sua carteira. Preciso de dinheiro. Cuidei para que ninguém me visse chegando no estacionamento, e lá entrei no carro em que a chave abriu. 

Sem nem pensar duas vezes, e nem sabendo dirigir direito, sai dali. Os primeiros quilômetros da viajem até não sei onde, consegui controlar o carro. Mas acabei pegando um engarrafamento no meio da estrada federal. 

A fila passava de trinta ou quarenta quilômetros. Fiquei ali, a tarde quase inteira. Quando o sol estava se pondo, meus pensamentos voltaram a tona.

Eu estou realmente arriscando a minha vida. Não só a minha. A de muito gente. 

Uma imbeciu, isso que sou. E se me matarem e matarem todos aqueles que eu amo? E se matarem Karina? Winter? Sabina? Shivani? E se matarem ele? 

Não sei como, mas consegui levar o carro até uma cidade. Reconheci por Los Angeles. Mas onde eu estava... isso eu não tenho a menor ideia. 

Não comi o dia todo, e minha barriga está doendo muito. Continuei dirigindo, até que cheguei na escola. Olhei em volta, e vi uma cafeteira ou algo parecido. Estava aberta. Estacionei o carro por ali, e desci correndo.

— Boa noite, no que posso ajudar? — uma garota me atende.

— Boa noite! — digo com um pouco de cansaço, não como o dia todo — Um hambúrguer dos mais completos, por favor. E uma boa garrafa de água. 

Ela anota tudo e sai. 

E agora, o que faço da minha vida? A uma altura dessa, todo mundo já está sabendo que fugi. 

Será que eu volto? Será melhor eu voltar sabe, dizer que fui abduzida ou coisa do tipo. 

— Sina? — uma voz conhecida me chama — O que faz aqui?

Reconheci ser Jhon. Sorrio para ele, e digo:

— Enorme história, nem vale a pena! — respondo a ele, sorrindo.

— Então tá! — se senta ao meu lado. Bem perto na verdade... — O que aconteceu que você parou de me ajudar?

E se aproximou um pouco mais... 

— Problemas pessoas... — sorrio, envergonhada. Ele está muito perto...

— Certo... — perto de mais... — Mas me diga, como vai o relacionamento?

— Nós terminamos! — minha voz falha. Ele está muito perto.

— Posso saber o motivo? — inclina o rosto na direção do meu rosto.

— Jhon eu não acho que isso seje da sua con... — como eu ia dizendo, perto de mais.

— Não é da minha o que... — sussurra, bem perto.

— Jhon... — não consigo terminar a frase.

A tensão ali estava forte. Parecia que eu era um ímã, e ele um pedaço de metal. Foi como um raio, e ele me beijou. 

Nem me recusei a negar, retribui de cara. Ele me beijou com vontade, isso não se pode negar.

— Hum! — alguém disse, do outro lado da mesa. 

Me viro assustada, e completamente vermelha. A garçonete entrega o meu pedido, e volta até o balcão.

Quando eu ia falar algo, ele me beijou novamente. Dessa vez tentei e consegui negar. Até porque vi duas criaturas surgirem no meio do salão. Não. Ele não. Não agora. 

— Sina? — sua voz foi abafada por um suspiro vindo do outro.

— Achei que você também quisesse! — me olha indignado. 

— Tom... Noah! — digo, completamente vermelha.

— Vaza daqui, moleque! — Tom ordenou a Jhon, que nem se mecheu — Eu mandei sair daqui. — agarra o garoto pela gola da camiseta, e joga fora do local — Anda.

Jhon sai de car fechada.

— Como foi que você saiu de lá? — Noah pergunta, ao mesmo tempo com medo e com raiva.

Explico então, toda a história para eles, que ouviram tudo. Uma coisa que me surpreendeu, foi que Tom escutou tudo, e disse que me apoiava em relação a fuga. Isso é muito estranho.

Após toda a explicação, Tom diz:

— Eu não devia fazer isso mas... — e tira um papale de dentro da carteira — James está distribuindo isso pela cidade toda. Estão a procura de você, Sina.

— Eu imaginei isso. — respondo o óbvio.

Após isso ninguém mais falou nada. Mas sabia que Noah tinha um assunto a tratar comigo. Isso eu sabia. Tom percebeu isso.

— Bem, vou deixar vocês a sós... — levanta da mesa, e não tenho a menor ideia de onde ele foi. 

— Olha eu posso explicar! — começo, assim que ele sumiu de vista.

— Não quero explicações! Só quero que saiba que me magoou isso, muito! — vira a cara para o outro lado.

— Foi ele que me... — tento, mas ele nem estava me olhando.

— Você é solteira, pode fazer o que bem entender! — cruzou os braços. 

— Olha aqui — altero a voz — Eu não fugi pra vir aqui beijar ele. Foi ele quer veio atrás de mim aqui. Foi ele que beijou, foi ele. Eu tentei me esquivar, mas nem sempre é fácil. E achei que você já sabia que eu te amo doidamente. 

— Você não é copaz de amar, Sina... — disse, se levantou e saiu. 

Minha única reação foi ir atrás dele. Ah ele vai me ouvir. 

Ele não pode estar achando que fiz isso de propósito, pode? Se tiver...

Ele entrou no seu carro, mas não trancou as portas. Por isso, entrei na porta do carona. 

— Noah! — ele confiava sem querer olhar pra mim — Noah. — se ele não vai me ouvir assim, vou ter de usar outros talentos. Ele simplesmente ficou parado no seu banco. Com isso, subi em cima dele. — Agora você vai me escutar.

— Pode por favor sair? — diz, tentando não aproveitar o momento. 

— Você acha que eu me arrisquei e arrisquei a vida de outras pessoas pra isso? — sussurro calmamente em seu ouvido — Acha? — pergunto, e começo então a mecher a cintura contra ele. — Hein? — agora acrescentei beijos e mordidinhas no pescoço. 

Ele estava resistindo ao máximo, mas não demorou muito e uma pressão se fez presente logo abaixo de mim.

— Se você não sair daí, vai se arrepender! — finalmente ele parece ter se rendido. Ele me pediu pra parar, mas fiz o contrário. Continuei me mechendo e beijando seu pescoço — Vai pro banco de trás, agora... — se entrega por completo.

— Só se você acreditar no que estou dizendo... — não parei um segundo. 

— Eu acredito! — foi meio que grosseiro mas firme ao mesmo tempo — Agora vai pro banco de trás, por favor! Eu preciso que me ajude...

E assim foi feito. 

Quando chegamos no banco traseiro, nem falamos mais nada. Aliás, nem era minha intenção fazer isso, mas já que estamos aqui... 

Ele abriu a calça, e sem falar e fazer nada, o tomei na boca. O que  não cabia por atrás dos meus lábios, usava as mãos. 

As vezes, intercalava ente chupar e lamber. 

Quando ele finalmente chegou lá, parei tudo e voltei até o banco da frente. 

— Quem sabe você não devia realmente acreditar em mim... — disse, de lá da frente.

— Eu acredito em você. E aliás, eu também quero brincar! — voltou até o banco da frente.

— Agora falando sério... — segurei sua mão, que estava sobre o câmbio do carro. — Eu só preciso de um lugar onde eu possa ficar.

— Lá em casa. — diz, sorrindo um pouco — Aliás, Milena está morando lá.

— Como assim? — pergunto.

— Ah, ela está meio que junto do meu pai e... acho que falamos isso ontem, não? — pergunta, começando a dirigir. 

— Não lembro — encostei a cabeça no banco — Mas vai ser bom eu ir pra onde ela está.

— Então vamos até minha casa... — e passamos uma meia hora ainda na estrada. 

Quando finalmente chegamos, eu estava morta de fome, de sede, de cansaço, de tudo. 

— Não encomende ninguém! — digo, assim que entramos na casa — Eu só quero dormir!

Ele acente e me leva até o que suponho ser seu quarto. Nem falamos mais nada, apenas me joguei na cama e apaguei. Amanhã o dia vai ser cheio.


Notas Finais


Tipo assim, eu amei esse final, muito mesmo.

Mudando o assunto...

Eu tenho aula de educação financeira. EU TENHO AULA DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA. Isso eu não estava esperando.

As minhas aulas voltaram hoje, e como estou indo pro primeiro ano, vou ter matérias a mais.

Mas educação financeira, por essa eu não esperava. Nem tô feliz por isso.

E outra, hoje eu fui cortar o cabelo, e deu TRINTA E OITO centímetros de cabelo. Pois é. Eu tinha um cabelo gigante. Mas agora os fios vão para a Upecan. Deles vão ser feitas perucas.

É isso, até amanhã babys 🥰


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