História Ps: Você é especial para mim - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amigos, Eli, Eliza, Elizabeth, Emilly, Especial, Família, Mim, Para, Romance, Theo, Você
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Palavras 810
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, LGBT, Literatura Feminina, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Elizabeth


 

Me chamo Elizabeth e esse é um pequeno fragmento da minha vida.

Acordo com uma forte dor de cabeça, provavelmente por não ter dormido o suficiente e acordar na hora de ir para a escola. 06:20 para ser exata.
Ao levantar da cama percebo que minha mesa, de frente para minha cama, está bagunçada e cheia de desenhos, o meu cavalete desorganizado e grande parte dos meus matérias de desenho esparramados e como sempre tudo uma zona. Provavelmente isso reflita meus sentimentos.
Pego minha calça jeans e uma blusa qualquer e me visto, penteo o cabelo e corro para escovar os dentes. Desço as escadas e vejo minha mãe olhando para baixo mais uma vez, com os olhos inchados.
"Só está assim porque quer"
É uma situação comum ver ela assim grande parte das manhãs; eu me lembro vagamente da época feliz da minha vida, na qual meu pai ainda estará vivo e eu concerteza era a pessoa que sorria verdadeiramente.
Respirei fundo, dei bom dia e segurei a mão de Emilly para sairmos da casa onde deveria ser o lugar de segurança.
Cheguei no ponto de ônibus da pequena cidade de flowers, me sentei e como mais uma manhã comecei a chorar, as lágrimas desciam enquanto eu sofria calada.
Sinceramente eu não superei a morte do meu pai, e ver minha mãe ser tratada como um lixo humano não ajudou nem um pouco  com o meu, digamos, "problema".
-Eliza não chora. - a pequena disse com os olhos preocupados.
A abracei de lado, ela me lembrava muito meu pai, incluindo os dentes tortos e os olhos escuros; da mesma forma o tom mais escuro de pele.
Limpei rapidamente minha lágrima ao ouvir a voz de uma de minhas amigas, Charlotte , e o garoto que gosta dela,Onix.
Sorri e os dei bom dia, como fiz com minha mãe, sorri e tentei me distrair com a conversa deles.
Entrei no ônibus, e fui para a escola. Desci um ponto antes para deixar minha irmã na escola e segui descendo até o lugar, que inacreditavelmente, é o meu favorito. Onde eu posso estar com quem eu gosto e por alguns instantes sair da minha vida deprimida e assustadora. É estranho ver minha vida assim.
Entrei na escola, e a primeira pessoa que vi foi James, meu melhor amigo, comprimentei e me sentei perto dele. Alice, chegou e sorriu perguntando se eu estava vendo ela, por eu usar óculos sua pergunta era frequente. Uma brincadeira que me rendia um sorriso.
O sinal barulhento toca, e as aulas começam, primeira aula do dia, debate; gostava muito de defender os pontos porém evitava algumas coisas para tentar ganhar, mas não era uma escolha de futuro.
Penso sempre que seria incrível me tornar advogada, apenas para por Charles, o marido de minha mãe, na prisão; o lugar certo para um lunático que agride uma mulher.
Suspiro, e quando já percebo é hora do intervalo da manhã. O sistema da escola é diferente do resto do pais, era dividido em dois horários, manhã e tarde, as materias obrigatórias eram na parte da manhã e de tarde a escola nos encaminhavam para trabalhos ou mantinha na escola com aulas como: artes, culinária e outros.
Saio da sala junto aos meu amigos e nos encontramos com, Lucy e Samanta. Sentamos e começamos a puxar assuntos variáveis, como por exemplo o novo membro da Família da Alice, seu cãozinho; ou o novo namorado da mãe de James.
Eu me esforcei muito para não tocar no assunto de minha família, principalmente dessa manhã, na qual eu não conseguia olhar nos olhos da minha mãe, vê-la machucada e conformada com a situação onde ela mesma se enfiou, infelizmente minha tática de falar de livros apenas não adiantou muito.
- Eliza, como anda sua mãe? Você não comenta muito dela ultimamente. - Perguntou James. Acredito que ele já sabia o porque eu evitara falar.
- Bem, ainda desempregada. - Sorri.
- É sério Liza, você parou de falar, não contou nada que sua psicóloga ou oque ela disse. Anda cansada e parece sempre estar aérea. - Lucy disse séria com um tom forte.
- Continua a mesma situação difícil, minha mãe aceitando tudo, Charles me ofendendo e sendo um escroto com Emilly. Acredito que isso que mais me deixa brava. - suspiro - Eu sei que é chato ouvir eu falar dessas coisas, para mim é ruim até mesmo falar dessa situação. Eu só queria ser teletransporta para uma realidade onde minha mãe se livra dele e para de ser uma mulher dependente de uma cara que a agride quando defende suas filhas, ou simplesmente bate nela por estar bebado.
- Ei, vai ficar tudo bem. Se você quiser eu ligo para a polícia, ninguém vai saber que foi eu. - Disse Samara.
- Não precisa, obrigada. Eu vou dar um jeito. 


Notas Finais


Desculpa erros gente


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