História Pseudônimo: Em busca de Justiça - Capítulo 50


Escrita por: ~

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Categorias Ariana Grande, Fifth Harmony, One Direction
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Harry Styles, Lauren Jauregui, Louis Tomlinson, Normani Hamilton, Zayn Malik
Tags Camren, Larry, Mistério, Norminah, Policial, Romance, Serial Killer, Vercy
Visualizações 551
Palavras 2.765
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hi Guys!

Boa Leitura.

Capítulo 50 - Você é pior do que eu!


Camila P.O.V

Eu estava horrorizada com a cena que me deparei no porão da casa de Austin, okay, eu não gostava dele, mas isso não é motivo para tortura-lo e em seguida mata-lo. Como a assinatura do IV estava em sua nuca precisaríamos convocar Normani, é o primeiro caso em que sua vitima é um homem. Lucy, Harry e Kevin haviam descido assim que eu os chamei.

- Wow... O IV não brinca em serviço! – diz Harry encarando o cadáver amarrado na cadeira – Bom, ao menos ele me poupou o trabalho de esgana-lo com as minhas próprias mãos.

- Harry! – o repreendi e ele deu de ombros – Não temos o direito de matar ninguém, por mais que ele tenha feito ao errado, devemos leva-lo a justiça e não fazer justiça com as próprias mãos.

- Me desculpe capitã, mas eu concordo com o Harry! – diz Kevin – Ele procurou por isso.

- Vou ligar para a Mani e pedir que uma equipe forense venha com ela. – diz Lucy se retirando do local.

- Eu vou com você, esse porão está acabando com a minha pele! – diz Harry a seguindo.

Ficamos apenas Kevin e eu, ele olhava para o corpo de Austin de maneira interessada e eu comecei a andar pelo local, claro que sem colocar a minha mão em nada, afinal, eu não estava de luvas. Ao julgar pela cena, presumo que não houve luta corporal, o que pode indicar que Austin o conhecia, pois não deixaria um estranho entrar em sua casa e não há sinais de arrombamento. Kevin se retirou e eu decidi sair também, o odor do local já estava ficando forte, ao chegar a sala pedi para que Harry e Lucy fossem averiguar se algum vizinho ouviu alguma coisa, ou viu alguma movimentação estranha no dia anterior, eu estava esperando a equipe forense quando meu celular tocou.

Ligação On

- Alo! – atendo.

- Oi Camz! – sorri involuntariamente.

- Oi Lo, aconteceu alguma coisa? Você já recebeu alta?

- Não, eu ainda não recebi alta. – ela suspirou – Recebi um cartão do IV.

- O que? O que ele disse?

- Diz que: O primeiro já foi, agora só faltam duas. Não se preocupe, o que é delas está guardado! – IV. – abri minha boca chocada – Eu não entendi o que ele quis dizer.

- Bem... Eu acho que eu entendi! – pigarreei – Encontramos o suspeito de ter te esfaqueado.

- Sério? – murmurei um “sim” – Quem foi?

- O Austin! – ouvi um “Oh” – Mas ele... Am... Ele está morto, Lauren!

- Como?

- O encontramos agora a pouco em seu próprio porão. – suspirei – Tudo indica que ele foi torturado a noite toda e... Ele tem a assinatura do IV, estamos aguardando a Mani para confirmar.

- Então... Se for mesmo o IV, ele ainda irá matar mais duas pessoas. – diz ela – É o que diz no cartão, faltam duas, Camz. Você precisa encontra-las antes que ele as encontre.

- Eu só queria saber como ele descobriu isso! – digo frustrada – Se o Austin não estava sozinho, então... Você acha que as duas pessoas que faltam foram as mandantes?

- Bem, eu acho que sim. – ela pareceu pensar – Ele não faria isso se não o tivessem pagado, mesmo me odiando, ele ainda tinha uma carreira a zelar, não faria isso só porque não gostava de mim. – ela tem razão – Peça para a Vero rastrear as contas dele, veja se alguma quantidade fora do normal entrou na conta dele nos últimos dias.

- Farei isso, obrigada! – Vejo Mani chegar – Eu preciso desligar, mas eu ainda vou te buscar quando receber alta.

- Eu sei que vai, até mais tarde, Camz!

Ligação Off

Desliguei e fui até Normani que me aguardava na sala, os peritos entraram e começaram a procurar evidencias, enquanto Kevin e seu parceiro cercavam a casa com a famosa fita amarela.

- Vocês foram rápidos! – diz ela de maneira divertida.

- Não tão rápidos quanto o IV. – ela fez uma careta e me seguiu até o porão, assim que ela viu o estado do Austin ela arqueou uma sobrancelha – Eu acho que ele sofreu um pouquinho.

- Eu tenho certeza. – diz ela colocando as luvas para verificar a assinatura, ela se aproximou e se curvou para olhar – É, foi o IV.

- Que droga! – digo passando a mão em meus cabelos – Como ele descobriu primeiro que nós?

- Bem, não sou a Laur, mas imagino que além do IV ser alguém próximo a você, ele teve um pouco de sorte, não sei! – ela responde retirando as luvas. – Vou realizar a autopsia e ver se encontro alguma informação relevante.

- Obrigada!

Ela assentiu antes de nos retirarmos do porão. De volta à sala resolvi procurar por alguma pista, não encontrei nada e a equipe forense também parecia não ter nada. Encontrei o celular de Austin no quarto dele e o coloquei dentro de um saquinho de evidencias, vou leva-lo para Vero analisar, quem sabe ela encontre alguma coisa. Harry e Lucy haviam voltado e segundo eles, os vizinhos disseram que não ouviram nada.

[...]

De volta ao departamento deixei o celular do Austin com Verônica e fui para a minha sala, eu precisa intimar os principais vizinhos de Austin para depor formalmente, além de verificar os circuitos de segurança das residências próximas, alguma deve ter gravado algo, não é possível que ninguém tenha visto nada, não é como se o IV tivesse planejado tudo assim como fez com suas outras vitimas, ele não teve tempo para fazer isso. Almoçamos no restaurante do Ziam e como sempre, ele e Chee se juntaram a nós, Dinah ficou chocada quando Harry contou sobre o estado que encontramos Austin, já Ziam se lamentou por ter perdido um cliente assíduo, mas também lamentou o ocorrido, ninguém merece morrer assim. Depois do almoço nos reunimos em minha sala para repassar as informações que tínhamos até o momento, quando...

- Encontrei! – diz Vero ao invadir a sala sem bater na porta – Houve um deposito no valor de cinquenta mil dólares na conta dele há duas semanas.

- E quem fez o deposito? – indago interessada.

- A transferência veio de uma conta fora do país. – ela responde – Alexa está tentando identificar a quem ela pertence.

- Okay, então ele realmente foi pago para matar a Lauren, porém não conseguiu. – digo pensativa – Você encontrou algo no celular dele?

- Ainda não olhei. – assenti – Mas já vou verificar, não é tão difícil. Até o final do dia te dou uma resposta.

- Obrigada!

Verônica se retirou e nós voltamos a analisar o caso, agora estava comprovado de que ele agiu a mando de alguém, e pelo cartão que a Lauren recebeu foram duas pessoas. Quem a queria morta? As horas voaram e eu precisava ir busca-la no hospital, sinceramente, não quero encontrar com a Jenny, ela me mostrou um lado que eu não conhecia e eu não gostei. Já no hospital, Lauren já estava vestida e pronta para sair, ela falava com alguém no telefone e eu preferi esperar para me aproximar, ela parecia descontente, mas pelo que eu pude perceber era sua medica.

- Oi! – digo assim que ela encerrar a ligação.

- Oi. – ela responde se aproximando lentamente para depositar um beijo rápido sobre meus lábios – Podemos ir? Eu realmente odeio hospitais.

- Claro, o médico já assinou a sua alta! – ela assentiu sentando-se na cadeira de rodas, é procedimento deixar o hospital de cadeira de rodas. – Não vai me mandar ter cuidado com a direção?

- Se você não souber guiar uma cadeira de rodas, aí eu vou começar a achar que você tem problemas. – ela responde divertida, enquanto eu guiava a cadeira pelo corredor ouço me chamarem.

- Cabello?! – era o sniper que eu não me lembro do nome. – Oi, achei que estava me confundindo, que bom que era realmente você.

- Olá!

- Hum... Veio buscar sua amiga? – diz ele e Lauren bufa impaciente.

- Sim, então... Nos vemos por aí! – digo e começo a andar, mas ele parece não se tocar e caminha junto conosco.

- Poderíamos almoçar juntos qualquer dia desses, o que você me diz? – ele pergunta esperançoso.

- Ela te diz que já é comprometida, então... Não perca o seu tempo! – Lauren responde antes de mim.

- Ah... Am... Eu... Me desculpe... Eu não sabia! – diz ele de maneira nervosa. – Eu não quis ser indelicado, me desculpe... Ei, você é Lauren Jauregui!

- Primeira e única! – ela fala sem demonstrar qualquer emoção.

- Oh, eu li todos os seus livros. – diz ele empolgado e ela arqueia uma sobrancelha – Minha irmã quem me deu os livros, para que eu lesse nas horas vagas enquanto estava no Afeganistão. – ele não parava de falar – Nossa, ela não vai acreditar que eu te encontrei pessoalmente, eu vi no jornal que você havia sido atacada, espero que melhore logo.

- Bem, nós precisamos ir. – ela fala – Diga a sua irmã que mandei um abraço...

- Ah, Alessandro Dellisola, muito prazer! – ele lhe estende a mão e ela aceita – Bom, não vou mais incomodar, você deve estar cansada. – ele se virou para mim – E mais uma vez me desculpa, Cabello, eu realmente não sabia.

- Tudo bem, acontece! – digo meio sem jeito. – Tchau!

Durante o caminho até o seu apartamento, Lauren falava sobre os possíveis mandantes, eu ouvia com atenção, apesar de que acho que o IV será mais rápido, infelizmente. Em seu apartamento ela pegou algumas roupas e tudo o que precisaria para passar uns dias em meu apartamento. Assim que chegamos ao meu edifício, Ernest nos recebeu sorrindo como sempre, já em meu apartamento deixei que ela se acomodasse em meu quarto, ela disse que iria tomar um banho e eu avisei que iria ao supermercado, minha dispensa estava vazia, ops! Comprei tudo que precisava, passei na farmácia para comprar os remédios da Lo, e voltei para o apartamento, o supermercado não era longe então, não demorei muito.

- Vou tomar um banho antes de preparar o nosso jantar. – digo ao encontra-la na sala. – Já volto!

- Tudo bem, a casa é sua! – diz ela se sentando com um pouco de dificuldade no sofá.

Tomei um banho consideravelmente rápido, preferi não me estender, pois ela deveria estar com fome. De volta à sala a encontrei assistindo ao noticiário de maneira concentrada.

- Farei uma sopa...

- Ah não, por favor, sem sopas! – ela me interrompeu quase que desesperada.

- Ei, não vai ser igual a do hospital. – ela arqueou uma sobrancelha – Você vai gostar e eu irei comer também.

Caminhei para a cozinha e comecei a preparar os ingredientes, me assustei quando a vi sentada na bancada me encarando com o queixo apoiado sobre as duas mãos. Ela sorriu e eu voltei ao que estava fazendo.

- Tem certeza de que sabe cozinhar? – ela pergunta.

- Claro que tenho. – respondo sem me virar – Não cozinho com frequência por falta de tempo, mas eu sei fazer algumas coisas.

- Não vá estragar o prato colocando coisas estranhas nele!

- Apenas relaxe! – digo me virando para encara-la – Confie em mim, eu sei o que eu estou fazendo.

- Sim senhora! – diz ela deitando a cabeça sobre os braços.

Até que terminei rápido, ela continuava com a cabeça sobre o braço e me olhava com... Admiração?! Sim, acho que era isso. Coloquei a mesa e me sentei de frente para ela.

- Sirva-se. – ela assentiu e começou a se servir – Está delicioso!

- Vamos ver... – diz ela desconfiada, ela levou uma colherada a boca enquanto eu me servia – Hum... Isso está delicioso! – ela comeu outra colherada – Porque eles não servem sopas assim no hospital?

- Não sei. – respondo – Mas minha mãe costumava fazer essa sopa para mim quando eu ficava doente.

- Não sei o que minha mãe fazia quando eu adoecia, mas deveria ser algo parecido. – diz ela com uma pontada de tristeza.

Narrador P.O.V

Enquanto isso, em um apartamento não muito distante do de Camila, uma mulher abria a porta para que IV entrasse. Ele entrou sem nem ao menos cumprimenta-la o que a fez revirar os olhos, ele se jogou no sofá pegando o controle remoto da TV.

- Quer alguma coisa, cerveja, água, suco? – ela pergunta indo para a cozinha.

- Um chá de hortelã cairia bem! – ele responde zapeando os canais. – Porque está toda irritadinha? Isso é falta de sexo, sabia?

- Rá, Rá, Rá... Como você é engraçado! – ela responde ao voltar com duas canecas com de chá. – Estou irritada porque você matou um investigador, inútil, mas ainda sim ele é a porra de um policial!

- Pois eu fiz um bem para a sociedade! – ele responde antes de sorver o chá. – Miami está melhor sem ele, ele traficava, aceitava propina, entre outras coisas.

- Mesmo assim! – diz ela virando-se para ele – Você não vai matar as duas mandantes. – ele iria retrucar, porém ela ergueu o indicador o fazendo calar – Eu não estou brincando, você irá dar um jeito para que esses arquivos cheguem às mãos da Cabello e, ela irá prendê-las, mesmo com todo o dinheiro do mundo, nenhum advogado será capaz de livra-las das acusações, esse é o maior castigo que você pode dar a elas, morrer seria fácil demais.

- E porque eu faria isso? – ele pergunta com deboche.

- Porque elas não são como as outras. – diz a mulher de forma dura – Elas são ricas e conhecidas, se você mata-las o prefeito colocará o exercito atrás de você. Isso é uma atenção desnecessária, a Lauren ficará afastada por alguns dias, deixe a Cabello entretida e utilize este tempo para encontrar nosso pai, aquele pilantra nos passou a perna e se você pretende confrontar a Jauregui, ele será de suma importância.

- Tá... Okay, você tem razão. – ele fala após alguns minutos em silencio – Eu acho que já sei aonde aquele mentiroso se enfiou. Vou enviar os arquivos para a Camila, mas se elas não forem presas... Eu irei mata-las!

- Não se preocupe. – diz ela sorrindo de lado – Afinal, aquele inútil serviu para alguma coisa, o que tem naqueles arquivos irá mantê-las na prisão por um bom tempo e ninguém garante que elas não irão cometer suicídio lá dentro, ou que se desentendam com outra presa.

- Você é pior do que eu! – ele fala negando com a cabeça.

- Por isso somos irmãos!

Camila P.O.V

Lauren comeu bem, ela realmente gostou da minha sopa. Após o jantar ainda ficamos um tempo assistindo na sala até que percebi que seus olhos estavam pesados, ela estava cansada, mas estava se esforçando para me dar atenção.

- Vamos dormir! – indago estendendo-lhe a mão. – Vem.

- Não precisa se deitar só por minha causa, Camz. – diz ela aceitando a minha mão e se levantando.

- E perder a chance de vê-la em minha cama pela primeira vez?! – pergunto divertida ajudando-a a caminhar e ela sorri.

- Agora a sua insistência para que eu viesse para o seu apartamento faz todo o sentido. – diz ela também divertida. – Mas você sabe que não posso me dar ao luxo de romper os pontos antes da hora.

- Eu sei, prometo manter meus brinquedinhos sexuais trancados em meu closet! – ela me encarou com os olhos arregalados – Estou brincando... Ou não!

- Camila, Camila, Camila! – ela fala negando com a cabeça – Sua carinha de anjo engana muito bem.

Gargalhei e ela foi escovar os dentes e vestir um pijama, esperei ela terminar e quando ela saiu do banheiro foi a minha vez de escovar meus dentes. Como eu sei que ela não está em condições, preferi não usar nada sedutor, não seria justo provoca-la, então optei por um shortinho de algodão e uma regata, voltei ao quarto e ela já estava deitada, me aproximei e me deitei ao seu lado, ela se virou de lado para me encarar.

- Por que me encara tanto? – ela indaga.

- Você confia em mim? – pergunto com sinceridade e ela franze o cenho.

- Confio. – ela afirma – Porque está me perguntando isso?

- Nada, apenas continue confiando em mim. – ela semicerrou os olhos – Independente do que venha a acontecer, apenas, confie em mim.

- O que você está aprontando? – suspirei – Okay, não irei insistir, mas te conheço o suficiente para confiar em suas decisões.

- Obrigada! – digo puxando-a de encontro ao meu corpo, ela deitou sua cabeça em meu ombro envolvendo minha cintura com o braço. – Boa noite, Lo!

- Boa noite, Camz!

Amanhã eu e Lucy daremos inicio a primeira fase do plano “The Pied Piper”, e eu espero sinceramente que a Lo confie em mim, apesar de não parecer, eu sei o que eu estou fazendo.


Notas Finais


Demorei mais que o normal, né? Mas eu sou só uma e eu canso, eu vou para a universidade de lá para o estagio do estagio eu vou treinar, não se preocupem que eu não desisti da fic, ao contrario, ela está mais viva do que nunca.
Erros corrijo depois.
Ps: No próximo capitulo a flauta será tocada! (entendedores, entenderão!)

To Be Continued...


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