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História Psycho - Jaehyun - NCT - HOT - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Oi gente!

Olha só eu de novo...
Essa história foi um pedido de uma leitora e eu sei que demorei bastante tempo para fazer, massss aqui estamos!
Por isso, não desistam de mim hahahha, sempre que tiver algum pedido, eu irei fazer, mesmo que demore.
@bolinhadesabao aqui está! Espero mesmo que goste!
Espero que todos vocês gostem!
Aproveitem a leitura!

Capítulo 1 - Prólogo


- Como está a agenda de amanhã, Yoona? – perguntei à minha secretária, retirando por fim meu jaleco e olhando distraído meu celular. A cerveja com os caras estava confirmada.

- Dr. Jung, amanhã temos ao todo 6 pacientes, um deles será a primeira consulta e pediu dois horários reservados.

- Caramba! Dois horários? É algum psicopata perigoso? – falei rindo e vendo a expressão de desgosto na cara da minha secretária. Ela não gostava das minhas piadas sem graça e sempre levava muito a sério o seu trabalho. Era por isso que já trabalhava comigo há 7 anos.

- Não Dr. Jung, pelo menos não é o que aparenta. É uma mulher, jovem, de 24 anos. Ela é artista plástica, pintora.

- Você foi pesquisar sobre nossa paciente? – meu tom de repreensão a deixou corada.

- Desculpa doutor... mas fiquei curiosa para saber sobre ela.

- Tudo bem... bom, vamos embora, amanhã saberemos como é essa nova paciente.

- Ok, até amanhã doutor.

- Até!

 

Seria apenas mais um dia comum de trabalho... tirando o fato dessa paciente, que pediu dois horários. Ele deve mesmo ter muitos problemas...

Entrei no meu carro e segui para um bar em Gangnam-gu, iria encontrar meus amigos e colegas de profissão. Éramos em 5 médicos, nos conhecemos ainda na faculdade de medicina e nosso grupo se mantinha firme e forte, eram caras legais. Eu era o único psiquiatra da turma, o melhor, diga-se de passagem. Era conhecido por ir fundo nos problemas dos pacientes, sempre tentando o melhor para tratá-los. Taeil era cirurgião plástico, extremamente competente, o melhor também. Johnny era ginecologista e obstetra... fazia uma planilha de todos os partos que já havia feito. Doyoung era neurocirurgião e era a cara dele e por fim, Jungwoo, o médico mais tranquilo de todos, não no sentido da profissão, mas como pessoa, ele era pediatra. Com sua aparência de bom moço, agradava todas as crianças... e também suas mães. Ele inclusive namorava uma mulher que tinha uma filhinha.

Era esse meu grupo de amigos e semanalmente, sempre as quintas-feiras, nos encontrávamos para tomar uma cerveja e colocar o papo em dia. Esses encontros só mudavam quando algum de nós tivesse algum compromisso, como por exemplo, as cirurgias intermináveis de Doyoung ou algum parto de emergência do Johnny.

 

- E aí Jung? Muitas consultas hoje? – mal me sentei e Doyoung já foi me questionando.

- Umas 8 e vocês? Algum caso raro? – tomei um gole da minha cerveja e esperei que eles começassem.

- Hoje tive um parto normal, levou 9 horas ao todo... estou exausto – disse Johnny, com a aparência bem abatida.

- Eu atendi 15 crianças, 7 com sintomas de tosse. Primavera se aproximando é sempre assim – disse Jungwoo com sua voz calma e olhar um tanto pensativo.

- Eu vou operar os seios de uma atriz famosa. Mas atendi mais 4 pessoas, todas querendo fazer a cirurgia de pálpebra dupla. – falava Taeil com seu típico sorriso aberto no rosto.

- Eu estou num caso de tumor benigno, mas de difícil acesso. – Doyoung estava sério, devia ser algo complicado.

     - É gente... nunca estaremos entediados nessa profissão...

 

Continuamos conversando e bebendo, até que me lembrei da tal pintora que pediu dois horários.

 

- Amanhã atenderei uma nova paciente. Uma jovem pintora.

- Depressão? – questionou Johnny.

- Não tenho ideia. Só sei que ela pediu 2 horários. Estou curioso.

- Dois horários? Será que é mais uma daquelas mulheres que você comeu uma vez e nunca mais ligou e agora está voltando com um novo nome, exigindo uma segunda rodada? – perguntou Jungwoo rindo, claramente tirando uma com a minha cara.

- Vai se ferrar Kim! Você fala assim por puro recalque! Invés de namorar a mãezinha doce e meiga, bem que você queria estar no meu lugar, pegando cada semana uma gata diferente – disse o rebatendo, tentando deixá-lo irritado com minha brincadeira. Era apenas brincadeira afinal, a namorada de Jungwoo era linda e o fazia feliz.

- Hahaha, não seja cretino Jaehyun, do que adianta você ser o pegador, conquistador, se nunca se envolve de verdade com ninguém? Prefiro ter minha namorada, meiga e doce, como você disse.

- Ei, não vão brigar agora né? Jaehyun é um cafajeste mesmo, ninguém se admira se for mesmo alguma mulher recalcada, querendo a ligação do dia seguinte. E você Jungwoo, queria uma mãezinha dessas pra mim – disse Taeil, batendo sua cerveja na do Kim.

 

Acabamos gargalhando de Taeil, nunca brigávamos na verdade, apenas nos provocávamos. Eles tiravam com a minha cara por ser mulherengo, namorador e por principalmente afirmar que mandava e desmandava nas mulheres.

Claro, eu tinha minha ética e não saía com pacientes, nunca havia saído, portanto, era bem improvável que essa paciente fosse algum tipo de ex amante.

Ficamos até tarde da noite bebendo, mas infelizmente tivemos que ir embora. Dia seguinte tínhamos compromissos e nossa profissão vinha sempre em primeiro lugar.

 

***

Por algum motivo, acordei eufórico, tenso, nervoso. Tomei um bom banho frio, tomei meu café da manhã e segui para o consultório. Que comece o dia.

 

- Bom dia Yoona.

- Bom dia Dr. Jung.

- Nosso primeiro paciente já chegou?

- Sim, é o senhor Sung.

- Certo, mande-o entrar em 10 minutos.

 

E assim comecei meus atendimentos. Três pacientes na parte da manhã e três na parte da tarde. A tal pintora seria minha última paciente do dia. Sabe-se lá o motivo, eu estava nervoso com esse atendimento.

 

- Dr. Jung, a paciente das 4 horas chegou. – ela estava 10 minutos atrasada e eu, cada vez mais nervoso.

- Ótimo, mande-a entrar.

 

Dois minutos depois, a porta da minha sala se abriu e minha paciente entrou. Senti um arrepio forte percorrer minha espinha... algo nela me dava pavor, medo, curiosidade. Olhei discretamente toda sua figura. Uma mulher de aparência angelical e selvagem, ao mesmo tempo. Estrangeira, alta, com curvas insinuantes, cabelos acima dos ombros e negros. Seu sorriso parecia com o de um anjo, mas seus olhos... esses pareciam com os de um demônio. Eu era psiquiatra há 8 anos, poderia ser extremamente observador em apenas segundos. Sua roupas elegantes apenas complementavam sua figura extremamente hipnótica.

 

- Olá, senhorita Kimberly Stay, sente-se por favor – falei indicando a poltrona a minha frente.

- Doutor Jung... – me cumprimentou com uma breve reverência e se sentou, cruzando as pernas de modo muito sensual – me chame apenas de Kim.

- Tudo bem...

 

Seu sorriso me deixava sem reação, sua voz macia, com um leve sotaque, me causava tremores. Eu estava instável e isso nunca havia acontecido antes...

 

- Então, o que te traz aqui, senhorita...

- Kim, apenas Kim.

- Certo, o que te traz aqui, num consultório de psiquiatria, Kim?  


Notas Finais




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