História Psycho - Capítulo 9


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Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Tags Psicopata
Visualizações 93
Palavras 1.584
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, babys!!!
Me desculpe pela demora, dias corridos por aqui. Mas creio que agora nas férias vou conseguir postar com mais frequência.❤️
Boa leitura!

Capítulo 9 - 08.Seria eu a cura ou a destruição de Justin?


Fanfic / Fanfiction Psycho - Capítulo 9 - 08.Seria eu a cura ou a destruição de Justin?

Point of View – Justin Bieber

Mia permecia o caminho todo calada, com os seus olhos marejados e expressão cabisbaixa em seu rosto.

– O que foi? – a olhei rapidamente para não perder o foco da estrada, mas ela me ignorou completamente. – Hey, eu não gosto de te ver assim. – acariciei o seu rosto e então senti o mesmo molhado pelas lágrimas.

Mia permeceu calada sem dizer nada.

– Mia... Eu... Ainda sou o mesmo. O senhor J. – suspirei. Era nítido que ela estava com medo de mim. E isso era a última coisa que eu queria. – Me desculpe se eu te machuquei.

– Não, você não é ele. – disse. – O senhor J, jamais faria o que você está fazendo. Ele jamais me sequestraria e jamais me obrigaria a fazer sexo com ele. Você é só um monstro psicótico, o qual eu odeio muito.

Apertei o volante em minhas mãos e trinquei os dentes.

– Você se lembra quando você aceitou sair comigo?... Aliás... Com o senhor J. – ri pelo nariz.

– Eu não sei do que você está falando. Eu nunca saí...

– Você deixou um bilhete pedindo para encontrá-lo atrás do colégio no fim da aula.

Mia engoliu em seco.

– Ele foi. Te levou presentes e estava feliz que finalmente sairia com a garota da sua vida. Ele não queria sexo e nem nada disso, ele só queria passar um tempo com você. – disse sem olhar para ela. – Mas você não foi. O Dylan foi por você.

– Foi uma armação minha e dele. – afirmou. – Mas ele não me disse que era você o senhor J. Ele disse que você não foi ao encontro.

Ri pelo nariz.

– Percebe-se o tanto que eu era significante pra você naquela sala. – disse debochado. – Eu faltei duas semanas inteira, tentando me recuperar da surra que levei.

– E foi nessas duas semanas que o meu vídeo saiu. – pensou alto. – E pela primeira vez eu me senti sozinha, pois nem o senhor J havia escrevido para mim.

– O que eu escreveria? – perguntei. – Obrigado pela surra, pelo visto você o pagou muito bem por isso.

– Eu não sabia que ele iria te bater...

– Sabia. Você sabia sim. – disse. – Você conhecia o Dylan mais do que ninguém e sempre soube do seu temperamento. Mas a verdade é que você própria queria que alguém quebrasse a cara do nerd que não se cansava de te encher o saco.

Mia abaixou a cabeça.

– Você só não esperava que ele fosse capaz de ferrar com você também. – sorri. – E pra mim isso foi mais do que o suficiente. Ver sua reputação manchada pelo o seu próprio cúmplice. Eu nem precisei me dar ao trabalho de me vingar de você. – ri.

– Ótimo. Você se vingou o suficiente  de mim agora. Satisfeito?

Parei o carro em frente ao nosso destino.

– Mia, entenda uma coisa. – a olhei. – Eu nunca me satisfaço. – lhe beijei ferozmente.

– Aonde nós estamos? – perguntou olhando para a mansão.

– No seu novo lar.

– É o que? – perguntou e eu desci do carro, vendo-a fazer o mesmo. – Justin, você prometeu.

– Sim, eu prometi que tiraria do porão e tirei. – sorri.

– Eu te odeio! – começou a dar socos no meu peito, até eu para-la com um tapa na cara.

Mia, olhou desnorteada por todos os lados e tentou correr em direção ao portão, enquanto eu observava sua ação em vão.

Logo os seguranças a imbolizaram e a trouxeram até mim.

– ME SOLTA! – começou a se debater.

– Levem ela para o quarto dela. – ordenei.

– NÃO!!!! ME DEIXE IR!!! SOCORRROOOOOOOOOO! – gritava enquanto os seguranças a arrastava para dentro da mansão.

– Querida, você acha mesmo que vão te ouvir onde estamos? – perguntei debochado.

Mesmo se ouvissem não fariam nada, pois digamos que  os meus “vizinhos” são tão ou até mais cruéis do que eu.

Assim que entramos dentro da mansão, os seguranças a direcionou até a escada.

– Princesa, tome um banho e descanse, mais tarde eu quero usar você. – disse.

– VOCÊ NUNCA MAIS VAI TOCAR EM MIM. EU TE ODEIO!!!!! SEU DESGRAÇADO!!! EU ODEIO VOCÊ, JUSTIN! – gritou em prantos e tudo o que eu fiz foi dar de ombros.

Fui até o meu escritório e acendi um cigarro, antes de convocar Trixie e os garotos para uma reunião.

[...]

– Fala, Dude! – disse Chaz me cumprimentando com um aperto de mão. – Feliz Aniversário aí, caralho.

– Feliz Aniversário, Drew!! Muitas felicidades, grana e vadias. Te desejo excelentes fodas durante seus 18 anos. – disse Ryan.

– Parabéns, mano! – disse Chris.

– Parabéns, meu amor! – disse Beatrice me dando um selinho. – E ele não precisa de vadia nenhuma, Ryan. Ele já tem quem o satisfaça. – disse ela.

E tá lá em cima. – sorri ao pensar nisso.

– Mas e aí cara, o que manda? – perguntou Ryan. – Festinha hoje? Tuts, tuts, tuts, tuts... – imitou uma dança de balada e eu logo tratei de cortar o barato dele.

– Não, nada de festa. – disse.

– Eu falei que ele não ia fazer nada. – resmungou Chaz. – Esse cara é um porre.

– Dá pros viados pararem de fofocar e prestarem atenção em mim?

– Dá sim, cara. Foi mal, ae! – Debochou Ryan e eu revirei os olhos.

– Como vocês sabem, daqui a um mês, será o assalto. – disse me referindo ao assalto que faríamos no banco central de Houston.

Eles sorriram ansiosos pelo dia.

– E eu não estou vendo ninguém trabalhando para não errar no dia e eu não ter que estourar os miolos de ninguém. – sorri forçado.

– Eu e o Christian chamamos o Ryan para treinar e fazer algumas simulações, mas ele só quer saber de comer a loirinha amiga da sua mina.

– Fala sério que você ainda tá fodendo aquela idiota? – perguntei.

A verdade é que a Harper não passa de um par de peitos.

– Ah, me desculpe se eu sou um homem de bom coração que foi consolar a menina que acabou de perder o namorado. – disse ele se fazendo de bondoso.

– Deixa eu ir lá consolar ela também. – disse Chaz.

– Meu querido, só o meu pau tem esse tipo de poder. – disse simulando o tamanho de sua genital com as mãos.

Chaz revirou os olhos.

– Mais iludido não tem. – disse Somers.

– Tá bom, já chega! Eu só quero que esteja tudo pronto no dia. – disse. – Butler, tudo certo com os carros?

– Tudo em ordem, Dude. – disse ele.

– Chaz e o sistema do banco?

– Tudo ok. – disse Chaz.

– Chris e Trixie, já verificaram a estrutura do prédio? – perguntei.

– Sim. Já fomos algumas vezes lá. E já dá pra ter uma noção do horário de pico e os horários de troca de funcionários. – disse Chris.

– O meu e o do Beadles está na reta como sempre. – reclamou Trixie.

– Que isso, gatinha?! Vocês foram disfarçados e outra, entra mais de um milhão de pessoas ali, diariamente, você acha mesmo que eles vão reparar logo no nosso casal? Relaxa, amor. Fica na paz!

Não pude deixar de notar o desconforto de ambas as partes, quando Chaz os mencionou como um casal.

– Beleza então, agora vazem daqui. – disse me sentando na minha cadeira de couro.

– Eu vou mesmo. Tenho mais o que comer. – disse Ryan “ofendido”.

– Eu vou é encher a cara. – disse Chaz.

– Vou pra casa que ganho mais. – disse Chris.

– Você não vai lá pra casa hoje? – perguntou Trixie.

Na verdade moramos todos juntos, mas eu tenho essa mansão individual para mim, e como Mia está aqui, eu não posso deixá-la e muito menos pretendo levá-la para conviver com esses porra.

– Hoje não, eu tenho coisas para fazer aqui. – respondi.

– Ih, cara! Você tem certeza que vai deixar esse dois sozinhos na mansão? – perguntou Chaz se referindo a Chris e Trixie e eu ri.

– Cala a boca, Charles. – disse Beatrice irritada e Chris deu um tapa na cabeça de Chaz que resmungou um “ai”.

– E quem disse que eu vou estar sozinho, Somers?! – disse Chris com um sorriso malicioso no rosto, fazendo Trixie bufar e revirar os olhos.

– Vocês são todos uns idiotas. – saiu do escritório batendo o pé.

– Ih, Chris, você deixou a Rivera com ciúmes. – zombou Chaz.

– Seu rabo, Somers! – gritou  ela do lado de fora da mansão.

Ri da situação e balancei a cabeça negativamente, vendo-os sair.

Bom, agora é hora de eu aproveitar o meu aniversário, não é mesmo?!

Me levantei indo em direção ao quarto de Mia.

Abri a porta do quarto e a vi deitada na cama, dormindo serenamente.

Sorri e então me sentei ao lado dela.

– As coisas deveriam ser diferentes, Mia. – disse acariciando os seus cabelos. – Eu não queria que você conhecesse esse meu lado. Mas você me machucou tanto, que mesmo que eu te ame mais do que a minha própria vida, eu quero que você sofra, assim como todo mundo que um dia me feriu. – disse e ri pelo nariz. – As coisas seriam mais fáceis se eu não te amasse. Eu só teria que te matar e pronto. Mas eu não consigo. Por mais que eu tenha vontade, eu não consigo nem se quer imaginar um mundo sem você. Você é a mulher da minha vida. – disse. – Eu te amo, meu pequeno raio de sol.

[...]

Point of View – Mia Clarke

– Eu te amo, meu pequeno raio de sol. – o ouvi dizer, trazendo à tona a lembrança de um pequeno verso de uma das cartas do senhor J.

“E então, em meio a minha escuridão, você se tornou o meu pequeno raio de sol. Destruindo o terrível monstro que existe em mim e tornando-me uma pessoa melhor.

Eu te amo, meu pequeno raio de sol.

Com amor, senhor J.”

Seria eu a cura ou a destruição de Justin?


Notas Finais


Até o próximo capítulo.❤️


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