História Psycho, but sweet. - Capítulo 68


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys, Bts, Min Yoongi, Suga
Visualizações 151
Palavras 2.276
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


lEIAM AQUI RAPIDÃO.
Os capitulos estão atrasando, eu sei, mas é por contas das provas que estão chegando.
Favor sejam pacientes.
beijos beberes e boa leitura.

Capítulo 68 - Sixty eigth.


Fanfic / Fanfiction Psycho, but sweet. - Capítulo 68 - Sixty eigth.

Aos poucos despertei. Minha cabeça doía e meus olhos ardiam com a luz daquela sala, meu olhar vagava pela sala até encontrar meu braço que estava preso a um soro pendurado logo ao lado. Fechei novamente meus olhos e então suspirei lentamente tentando fazer aquela dor amenizar.

- Que bom que despertou.

Segui a voz com o olhar e então pude ver uma enfermeira colocando uma bandeja com comida ao lado da cama. Ela estava sorridente e retribui o sorriso, mas de maneira leve.

- O que estou fazendo aqui? – Perguntei ainda confusa sobre como tinha parado naquela cama.

- Você teve muita sorte. – Falou aproximando da cama aos poucos.

- Sorte? Por quê? O que houve? – Apoiei os cotovelos no colchão e então sentei na cama devagar para ouvi-la explicar.

- Você teve uma reação alérgica a um dos medicamentos...

Não consegui entender muito bem o restante, naquele momento a cena estava nítida em minha mente. Parecia que estava acontecendo naquele exato momento. Changkyun segurou meu braço e injetou algo ali, foi buscar as agulhas que disse ter esquecido e então ursinho Pooh entrou na sala também injetando algo em meu braço.

- Desculpe – Falei balançando a cabeça para voltar a consciência – pode repetir? Me perdi um pouco.

- Você teve uma reação alérgica a um medicamento. Não sei qual a enfermeira ou médico que ajudou você, mas você teve muita sorte.

Ao que a enfermeira explicava, pude ver Changkyun entrar no quarto. Quando terminou a explicação, ela se despediu e me deixou a sós com ele. Puxou a poltrona para mais perto da minha cama e sentou-se ali.

- Como você ta? – Perguntou me encarando. Mantive meu olhar fixo ao vazio que tinha a minha frente.

- Você quase me matou. – Pronunciar essa frase foi tão difícil quanto tudo o que estava acontecendo ao meu redor. Meus lábios estavam ressecados e pude sentir a pele superior soltar lentamente do inferior quando pronunciei. Eram como se rasgassem.

- Não fiz isso proposital, Aut. Eu –

- Você namorou comigo por um tempo, um longo tempo. – Agora observei seu olhar. Ele tinha um semblante preocupado. – Você sabe que sou alergia a um medicamento e que fico com falta de ar quando injetam em mim ou algo assim.

- Como eu ia saber que –

- Você sabia. Droga. – Soltei uma risada fraca. – Você sabia. Você estava comigo quando descobri essa alergia, quando eu quase – Suspirei – quando quase morri.

- Como pode ter tanta certeza? – Ele sorriu, mas sabe aquela expressão “rindo de nervoso”? Era exatamente isso. – Como acha que eu poderia tentar matar você? Por qual razão faria isso?

- Está escrito na sua cara. Sei quando mente, mas a questão é... por quê? Por que tentou me matar?

- Não tentei matar você. – Levantou gritando e batendo a mão na bandeja de comida que agora eram restos no chão. – Agora, me diz. Quem entrou na sala? Quem injetou o antialérgico? Porque não lembro de deixar o antialérgico na sala. Alguém teria que ir correndo até a farmácia e eu estava lá. Não vi ninguém entrar.

- Não sei, não consigo lembrar. – Menti.

Ele não me ouviu mais, apenas saiu do quarto batendo a porta.

- Será que ele realmente não sabia de nada? – Resmunguei – Aish...

Sentei na cama e retirei tudo relacionado ao soro que estava preso ao braço, caminhei até o armário e peguei as roupas. Alguns minutos depois, estava no corredor do hospital tentando adivinhar em qual quarto Dress estaria. Mas depois de um longo tempo procurando, não consegui encontrar, afinal o hospital era enorme. Segui para o banheiro, precisava lavar o rosto e espairecer a mente.

- Não achei que fosse encontrar você aqui.

Uma voz disse logo atrás de mim ao que abaixava para lavar o rosto na pia, não cheguei a fazer, apenas virei para olhar aquela pessoa que estava bem ali de pé.

- E eu não queria encontrar você em lugar nenhum, s/n.

- Por que está me tratando assim? Não fiz nada a você. – Caminhou devagar e parou ao meu lado.

- Não quero discutir com você. Não estou com animo muito menos com paciência para isso.

- Não tem animo para falar comigo, mas para trair a amiga e depois vir dar uma de irmãzinha vindo visitar, tem.

- Não tenho que dar satisfações a ninguém, muito menos a você. Afinal, o que faz aqui?

- Vim visitar Dress, ela precisa de uma amiga nesse momento difícil.

- Olha aqui – Falei ficando bem a frente dela, queria encarar seus olhos naquele momento – Fica longe da Dress. Entendeu?

- Você não-

- Você não tem nada a oferecer de bom a ela. Fica bem longe dela, entendeu? Se você machucar ela... Juro que...

- O quê? Vai me matar? – Ela soltou aquelas palavras e sorriu.

Não respondi aquela pergunta, apenas sorri também. Chega um momento da sua vida que você se fode tanto, mais tanto, que você levanta as mãos para o mundo e mostra o dedo do meio. Você simplesmente dá foda-se, simplesmente coisas insignificantes se tornavam apenas mais insignificantes. Queria poder dizer a s/n que sim, que seria capaz de mata-la se tentasse algo contra Dress ou a qualquer um dos meus amigos – até mesmo Jimin, que naquele momento eu mesma queria mata-lo depois do que fez; mas a verdade é que não sei. Quem sabe. Mas uma coisa é certa, se quiser aborrecer ainda mais quem você não gosta, apenas fique quieta, sorria e dê as costas. Foi isso o que fiz naquele exato momento, e ver s/n fervendo de raiva foi melhor do que ir a um show de humor.

- Quer um óleo para passar nessa sua cara de pau? – s/n perguntou ao me ver afastando.

- Toma cuidado s/n, que eu saiba piranha morre fora d’água. – Falei indo em direção a porta.

- Que vadia. – Ela resmungou.

Apenas mostrei meu dedo do meio a ela enquanto caminhava para fora dali. Agora sim. Agora estava dando um belo “foda-se” ao mundo e tudo o que era insignificante apenas ficava mais insignificante.

Minha cabeça estava cheia. Tudo estava confuso para mim. Ursinho Pooh queria me matar e agora ele me salvou? Dress está no hospital e não pude vê-la. Não sabia ao certo o que fazer, mas, de certa forma, sabia onde deveria ir.

 

A chave sempre ficava logo abaixo do tapete e isso era bem obvio, mas ele insistia em deixar ali para não esquecer. Apanhei a chave que ficava ali debaixo do tapete e abri a porta sem nenhum problema. Retirei os calçados e fechei a porta, ele estava deitado no sofá mexendo em seu celular, mas levantou rapidamente ao me ver.

- O que faz aqui?

- Preciso de você... – Falei baixo, pude perceber que ele aproximava. Levei meu olhar ao dele a medida em que aproximava. – Preciso de você agora. – Meus olhos estavam marejados.

Ele não perguntou absolutamente nada, sabia que estava mal e preferiu não perguntar, mas no fundo muitas perguntas sem resposta tomavam de conta de sua mente. Ele permaneceu ali imóvel sem saber ao certo como agir.

- Eu-

Não chegou a terminar, o puxei. Agarrei seu pescoço e o beijei como nunca fizera antes. Há quem diga que quando você termina com alguém, seu amor simplesmente vai embora, mas mesmo já terminando e ficando com outras pessoas, o meu amor por Min Yoongi não ousava em ir embora. Já tentei ficar dias longe dele, já tentei odiá-lo, até transei com outras pessoas; mas o desejo que sentia por ele parecia aumentar cada vez que tentava afastá-lo de mim e naquele momento tinha certeza que era reciproco, afinal, ele não pensou duas vezes até me erguer contra a parede e retribuir àquele beijo voraz.

Suas enormes mãos seguravam minha bunda com firmeza, como se não quisesse deixar escapar nada dali. Seus lábios deslizavam por meu pescoço e meu corpo arrepiava, cada vez mais o puxava para mim e ele fazia questão de morder, chupar e fazer tudo o que desejava naquele momento com meu frágil pescoço. Não que isso me incomodasse. Nem um pouco.

Não demorou até me deitar sobre seu sofá. O lugar era o que menos importava, por mim, até o chão seria o melhor lugar para senti-lo encaixar-se a mim. Talvez s/n estivesse certa sobre mim, talvez eu fosse mesma uma vadia, mas a verdade era que não conseguia resistir a esse homem por mais que tentasse. Então, por mim tudo bem em ser vadia, mas a vadia de Min Yoongi.

Seus lábios vagavam devagar por meu decote e desciam por minha barriga até chegar a região da minha cintura, fechei meus olhos para apreciar cada momento enquanto o mais velho desceu meu short. Não demorou até que eu retirasse sua roupa e alguns minutos depois – claro, depois daquela breve roçadinha e preliminares deliciosas –, encaixou.

 

- Vai me contar agora?

Min Yoongi perguntou quando estávamos deitados sobre o sofá logo após o nosso sexo ali, minha cabeça estava apoiada sobre seu peito. Já tinha um longo tempo que não deitávamos dessa forma.

- Contar o quê? – Perguntei, mesmo já sabendo do que se tratava. Apenas queria fugir do assunto.

- Você sabe. – Sentou aos poucos para poder me encarar. Também sentei para poder encará-lo.

- Hm, que tal... pedirmos comida? – Mudei de assunto.

- Que tal você me contar o que aconteceu? E por que estava no hospital?

- Como sabe?

- Alguém esqueceu de retirar a pulseira de identificação – Falou apontando para o meu braço.

“droga.” Pensei.

- Não foi nada demais... Apenas me cortei. – Deitei um pouco o braço para que pudesse ver.

- Por quê? Não vai me dizer que...

- Não. Não tentei me matar novamente se é o que quer saber.

- Então, o que houve?

- Prefiro não comentar... – Suspirei.

- Vai guardar segredo?

- Você não guarda algum?

- É... claro, mas é diferente. – Coçou a nuca.

- Por quê? De qualquer forma me esconde algo. Igual da s/n. Você não me contou que a conhecia, escondeu por um longo tempo.

- Se eu te contar o meu segredo... Não posso fazer. Não agora.

Levantei e comecei a vestir minha roupa o mais rápido que podia.

- Pra onde vai? – Perguntou.

- Embora.

- Aish! Então vai!

- Vou mesmo! Nem sei porquê vim. – Reclamei.

- E eu não sei por que aceitei você aqui. Vai. Pode ir.

Novidade? Brigamos. Só pra variar. Por mais que nos amassemos, não conseguíamos ficar um dia sem brigar, era algo raro. Ele continuava o mesmo birrento cabeça dura desde que nos conhecemos, e misterioso como sempre. Aquilo me irritava. Sei que deveria ter dito a verdade a ele, mas o que ele faria se soubesse? Afinal, foi um acidente – né?

Sai dali e segui para casa. Enquanto aproximava, pude ver Taehyung na porta com uma garota e me escondi por entre as flores para não atrapalhar. Aquilo me fez sorrir. Estava feliz por finalmente ele resolver encontrar uma garota. Afinal, passou um longo tempo dizendo que não queria uma namorada que fosse ausente e com um amor unilateral como a última.
Ele estava quase entrando em casa quando ela o puxou e sussurrou algo em seu ouvido. Queria ser uma pequena mosca para poder ouvir sobre o que falavam. Até um besouro resolver dar uma picadinha em minha perna, quase gritei, mas levei as mãos até a boca para não deixar nem um pequeno gemido escapar. Fiquei mais alguns minutos ali, mas parecia estar queimando! Então resolvi sair e segui em direção a porta.

No momento em que me viu aproximar a garota saiu quase correndo dali, eu a assustei? Mas, sabe... Ela me lembrava alguém. Estava escuro, para conseguir distinguir, mas ela me lembrava muito alguém e não gostei daquela sensação.

- Boa noite, jagi. - Taehyung cumprimentou.

- Boa noite, Tae. – Falei dando alguns passos mancos, minha perna realmente queimava. – Hm... Estava namorando? – Dei um sorrisinho malicioso – Quem era a mocinha? Hm?

- Ah – Ele sorriu sem jeito, colocou as mãos em seus bolsos e então abaixou a cabeça – Ela não é minha namorada.

- Jura? Porque eu vi, hein! – Soltei um risinho breve.

- Aut! Pare. – Ele falou rindo – Não é minha namorada. Ei, o que foi isso?

- Isso o quê?

- Sua perna. – Apontou.

Olhei para minha perna e também assustei. Ela estava com uma marca vermelha enorme, não é atoa que estava queimando tanto.

- Um besouro me picou.

- Um besouro? Qual o tamanho desse bicho? Porque olha, esse negócio ta feio.

- Eu sei... – Falei dando outro passo manco.

- Espera, eu te ajudo.

Falou já me pegando em seus braços e entrando comigo em casa, aquilo me fez rir. Ainda mais quando ele tropeçou e caímos sobre o sofá. Foi engraçado, até meu corte doer e a perna arder, mas agora meu pescoço doía. Autumn, A mais azarada. Taehyung fingiu que nada aconteceu e foi buscar algumas coisas para limpar meu novo ferimento na perna. Me sentia a mulher do Frankenstein.  Sentou-se a minha frente e então molhou um algodão com remédio.

- Onde estão todos? – Perguntei.

- Foram visitar Dress.

- Você não foi?

- Não... – Falou colocando o remédio no ferimento. – Você está melhor?

- Melhor? Pelo que houve?

- Sim... Jimin, né?

- Quero ter uma conversa com ele, séria.

- Talvez não adiante muita coisa – Comentou enquanto enfaixava minha perna – Já pensou em apenas agradecer a quem te salvou e esquecer tudo isso o que aconteceu?

Não entendi bem o que Taehyung disse naquele momento. Como assim a quem me salvou? A que exatamente ele se referia?



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