História Psycho Love - Loki - Capítulo 24


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Categorias Os Vingadores (The Avengers), Quarteto Fantástico, Thor
Personagens Fandral, Frigga, Heimdall, Jane Foster, Lady Sif, Loki, Maria Hill, Nick Fury, Odin, Thor, Victor von Doom (Dr.Destino)
Tags Chrishemsworth, Loki, Loki Original, Loki X Oc, Mitologianórdica, Ninadobrev, Thor
Visualizações 655
Palavras 5.499
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Pansexualidade, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá fadas.
Já digo aqui, que só tem tiro hoje, se abaixem por favor.

Sobre o Gif, nas notas finais eu explico.
Leiam as notas finais! Sempre explico coisas importantes por lá.

Capítulo 24 - Sem Escolhas, Poucas Saídas


Fanfic / Fanfiction Psycho Love - Loki - Capítulo 24 - Sem Escolhas, Poucas Saídas

Roza

Me sentia feliz, protegida e aquecida.

Os braços em torno de mim passavam essa sensação, com minha mão segurei o braço que estava em torno de minha cintura.

Abro os olhos lentamente, minha visão ganha foco.

—Ahhh! —Grito e caio da cama.

Não era possível, é Loki dormindo comigo.

—Ai meu Deus. —Falo me enrolando nos lençóis.

Loki abre os olhos lentamente e sorri.

—Que droga aconteceu!? Não me diga que nós... nós...

—Não. —Diz Loki e eu me alivio.

Suspiro.

—Porque eu estou aqui? —Indaguei brava.

Loki sentou na cama.

Estava sem a usual armadura, com roupas de dormir normais.

—Você me procurou ontem à noite. —Afirmou ele.

Sua voz estava meio rouca.

—Eu não acredito, está mentindo! Se você tocou em mim eu...

—Pode me chamar de muitas coisas, mas nunca me acuse de algo tão baixo. —Disse Loki com certa irritação.

Eu grunhi arrependida.

—Desculpe... eu não lembro como vim parar aqui. —Confessei.

Tudo que lembrava, era que eu tinha saído do jardim após o ataque de Frigga, eu e Bryan fomos para meu quarto, onde eu contei a ele o que sabia dos reinos e de alguns Deuses, contei sobre a S.H.I.E.L.D, e o fiz contar o que minha mãe e Rose faziam enquanto eu estava fora.

Havia sido uma tarde agradável.

A noite havia chegado e eu deitei ao lado do meu filho, cantei uma música baixinha enquanto acariciava seus cabelos, até que ele dormiu.

Lembro que dormi ao seu lado... mas agora acordo no quarto de Loki?

Isso é muito estranho.

—Eu dormi ao lado do meu filho... não era para ter acordado do seu lado. —Digo séria.

—Eu cheguei de uma rebelião em Vanaheim, quando entrei no meu quarto, você estava aqui, totalmente fora da realidade, me contou o que Frigga fez a você. Tudo. —Nesse instante arregalei os olhos com a confissão de Loki.

Senti uma pontada no peito.

—O que eu contei a você? —Indaguei séria, temendo que eu pudesse ter revelado algo que me prejudique.

—Devo dizer que a noite anterior foi bem divertida, seus delírios mentais são algo que não se vê todo dia. —Disse Loki debochado.

Franzi o cenho.

—Eu não me lembro de nada... —Contei.

Loki assentiu.

—Eu expliquei a você ontem à noite, o feitiço que Frigga lançou na sua mente a embaralhou, existem efeitos colaterais após um sortilégio, perda de memória é um deles. —Falou Loki que passou a mão pelos cabelos.

O gesto me hipnotizou por alguns instantes, ele viu que eu olhava e sorriu, desviei o olhar.

—Eu só dormi? vim pra cá apenas para dormir? —Indaguei incrédula.

Loki riu.

—Bem... você quis tomar banho comigo. —Disse Loki e eu quase gritei. —Mas não tomou. —Afirmou ele.

Com raiva e alivio atirei o lençol que eu segurava nele.

Loki o pegou na mão e jogou ao seu lado na cama.

—Não se brinca com algo assim! —Bradei.

—Claro que não Midgardiana, afinal, não fui eu quem a procurou a noite, pelo contrário, foi você que fez isso. —Debochou Loki que fechou os olhos e repousou a cabeça no travesseiro fechando os olhos.

—Então a gente conversou? —Indaguei querendo saber.

—Depois que você tentou me beijar, sim, conversamos. —Falou Loki com um tom de deboche.

—Eu não faria isso. —Falei nervosa.

—Talvez... mas é uma pena, pois nunca vai saber. —Disse Loki me desafiando.

—Fale a verdade Loki! —Exigi com raiva.

Loki suspirou.

—Eu já disse tudo que tinha para dizer. —Afirmou ele.

Talvez ele estivesse falando a verdade. Mas e se eu tivesse tentado beija-lo mesmo, isso é vergonhoso demais, o que ele vai pensar de mim?

Mas eu me conheço, eu jamais dormiria ao lado dele.

—Tem algo errado, eu não ia dormir aqui, não sou louca nem nada do tipo. —Afirmei e Loki abriu os olhos me olhando.

—Você estava com medo de Frigga, quase implorou para ficar. —Disse Loki todo orgulhoso.

Bufei.

—Se eu fiz isso... saiba que não vai mais se repetir. —Falei séria e tomei o rumo da saída.

—Ótima ideia sair por essa porta, os guardas que a guardam vão vê-la saindo do meu quarto, imagine o que pensarão? —Indagou Loki da cama.

Me virei para ele.

—Só pode ser brincadeira. —Falei parando perto da porta.

Saí dali e voltei até Loki.

—O que eu faço? —Questionei o olhando.

—Você entrou aqui ontem à noite, assim como entrou, saía. —Falou Loki com normalidade.

—Eles vão pensar que dormi com você. —Falei venenosa.

—Mas você dormiu comigo. —Disse Loki.

—Não nesse sentido idiota. —Falei brava e Loki riu.

—Você tem duas saídas. —Falou Loki sério.

—Quais? —Inquiri.

—Você pode sair agora e ficar com a imagem suja, porque uma dama que saí de uma quarto real pela manhã sozinha, não é vista com bons olhos. —Alertou Loki e eu revirei os olhos. —Mas se nós dois saírmos juntos, não terão o que falar de você. —Disse ele por fim.

—Se nós saírmos juntos, eles vão pensar que nós... você sabe. —Falei revoltada.

—Saindo sem mim ou não, os mesmos vão pensar a mesma coisa. —Comentou ele.

—O que eu faço... deve haver outra opção. —Peço o olhando.

—Você pode sair e dizer que passou a noite conversando comigo. —Indicou Loki.

Bufei.

—Eles nunca acreditariam. —Afirmei séria.

Qual pessoa vai acreditar que uma mulher vai entrar num quarto com um Deus, que ainda por cima é lindo de morrer e vai passar a noite conversando com ele?

Ninguém acreditaria nisso.

—Então te restam as duas saídas que lhe dei. —Falou Loki.

—E qual a diferença de ambas? —Indaguei.

Saindo ou não desse quarto, com ou sem Loki, todos pensariam que eu transei com ele.

—Em Asgard quando uma dama saí de um quarto desacompanhada, todos a vem como uma vadia comum, que saí as escondidas de cabeça baixa, mas se a mesma saí acompanhada por aquele com quem dormiu, as coisas são um pouco diferentes; ela continua sendo uma vadia, mas ninguém vai julgar. —Disse Loki que sorriu e deu curtas risadas.

Senti calor subindo pelo meu rosto, raiva e incredulidade tomavam meu ser.

—Loki, você não tem escrúpulos. —Falei decepcionada.

Tive outra ideia, andei até as portas duplas que levavam a sacada e as abri, o sol irradiou o quarto de Loki.

Andei até a mureta e olhei para baixo.

Eu poderia pular dali, mas morreria.

Voltei para dentro do quarto dele.

—Não me diga que considerou pular daí? —Questionou Loki desacreditado.

—Cogitei a possibilidade, mas é melhor não fazer isso. —Digo e ponho as mãos na cintura.

Deve haver outra forma de sair desse quarto.

Olhei Loki e sorri.

—Você ainda tem magia, pouca, mas a tem, usa um daqueles seus feitiços de esconder as coisas, saía comigo e ninguém vai me ver. —Dou a ideia e ele ri.

—Isso tiraria toda a graça da situação. —Disse Loki sarcástico.

—Você é um desgraçado. —Digo aflita. —Te diverte isso? —Indaguei.

—Sim. —Confirmou Loki.

Apenas não me surpreendi porque sei bem que isso faz parte da vida dele, essas brincadeiras doentias que por vezes dão super errado.

A diversão da vez sou eu, tenho que sair dessa.

—Mas se sairmos por aquela porta, não só minha imagem vai ser corrompida, mas a sua também, o que acha que vão pensar de você? —Indaguei manipulativa.

—Sinceramente, já não me importa nada o que dizem sobre minha pessoa. —Afirma ele.

—Sua imagem pode estar corrompida, mas a minha não, eu tenho um filho, imagine o que ele vai pensar de mim? —Questionei tentando tocar os sentimentos de Loki.

—Bem, ele vai pensar que a mãe tem bom gosto. —Disse o debochado.

Nesse momento me enchi de raiva, quando estou com raiva eu enlouqueço.

Deixei um sorriso psicótico sair de meu rosto, a ideia que tive é maquiavélica.

Olhei para o lado e vi uma grande estante de madeira, sobre ele duas longas adagas.

Andei até lá e peguei uma delas em mãos, tinha sangue na mesma, mas a essa altura do campeonato não me importo.

Ouvi a risada de Loki.

—Não me diga que vai tentar me matar? —Indagou ele.

—Não querido, tenho uma ideia melhor. —Falo e com a lâmina começo a rasgar o vestido.

O tecido caí ao chão.

Nesse momento Loki levanta da cama incrédulo.

O olho e sorrio.

—No três, eu vou sair correndo gritando assédio, e quero ver como isso vai acabar para você. —Digo com minha voz mais ameaçadora.

Loki franze o cenho incrédulo.

—Um. —Digo.

—Está blefando. —Fala Loki.

—Dois. —Falo com ansiedade.

Loki me olha pagando para ver.

—Um. —Digo e saío correndo até a porta de saída do quarto.

A figura de Loki ao lado da cama não se move, apenas me acompanha com o olhar.

—Asséd....

Tento gritar mas alguém tapa minha boca.

Arregalo os olhos e vejo Loki na minha frente.

Olho para a cama e vejo o Loki que estava ao lado dela se desfazer.

Dou socos eu seu peito, o que é inútil.

—Eu juro pelos Deuses que eu vou cortar a sua língua, Midgardiana. —Diz Loki de forma baixa e ameaçadora.

Tento me afastar mas ele não deixa.

Loki sorri psicótico.

—Sabe, talvez você saia desse quarto, mas apenas quando acabarmos. —Disse Loki que tapou minha boca com mais força e me arrastou para a cama.

Apavorada comecei a me debater.

Pavor tomou conta de mim.

Tentei morde-lo, mas esses malditos Asgardianos tem a pele mais dura que pedra.

Loki me jogou na cama e subiu sobre mim, ainda tapando minha boca.

Eu grunhi de raiva e terror.

—Nunca mais; eu sua vida; faça algo desse tipo; pois não responderei por mim. —Disse Loki entre dentes, pausadamente.

Eu assenti tremendo.

Não me contendo comecei a chorar como uma criança.

Loki estranhado se afastou de mim, tirando a mão de minha boca.

Sem me conter desatei a chorar mais e mais, cobri o rosto com as mãos, em seguida empurrei Loki com força e apenas me arrastei da cama o suficiente para cair no chão de joelhos.

Sem me importar se ele debocharia de mim, chorei mais ainda, cobrindo meu rosto com as mãos.

Abracei a mim mesma em uma tola tentativa de me proteger.

Logo os soluços passaram e me encolhi chorando silenciosa.

Ele ia fazer comigo o que meu pai fez com minha mãe.

O tempo passou.

—Roza. —Me chamou e eu ignorei.

Senti mãos em meus ombros mas as afastei com violência.

Vi uma sombra se agachar ao meu lado, ergui o olhar temerosa.

—Eu nunca faria isso a você, nem a qualquer outra mulher, não sou cruel a esse ponto. —Afirmou Loki com a voz mais serena que já vi.

Suspirei entrecortada.

—Você... me assustou. —Falei enrolada.

—Desculpe-me. —Pediu ele agora sentando no chão na minha frente.

Algo muito raro.

Fiquei em silêncio olhando o chão.

—Tem alguma coisa que queira me contar? —Indagou Loki.

O olhei arisca.

Loki suspirou.

—Às vezes eu perco o controle sobre meus atos, Jotunheim é uma das vítimas de disparates meus. —Contou Loki.

O olhei.

—O que você fez a Jotunheim? —Questionei curiosa.

—Destruí metade da mesma usando o portal da Bifrost. —Contou Loki e eu suspirei.

Fiquei em silêncio.

—A forma como você me olhou, o jeito que chorou, não me diga que o pai do seu filho fez algo a você contra sua vontade? —Inquiriu Loki.

Levantei o olhar séria.

—Porque todos vocês pensam isso? —Indaguei. —Claro que não. —Falei por fim.

—Todo esse receio pelo pai do seu filho, nos faz pensar o pior. —Disse Loki.

Eu sequei minhas lágrimas e me recompus.

Me levantei e passei as mãos por meu vestido.

Loki me olhou de baixo sem entender.

—Escolho a segunda opção. —Falo séria.

—O que? —Questiona ele.

—Vou sair daqui acompanhada por você. —Falei tentando sorrir.

Loki se levantou.

Tocou meus ombros com as mãos, eu ia me afastar, mas fiquei parada, se ele tentasse algo eu metia um soco em seu nariz.

—Az vezes desconfio que você é insana. —Diz ele sério.

—Por que acha isso? —Indago desentendida.

—Você chorou desesperada e agora está diante de mim como se nada tivesse acontecido. —Enalteceu Loki.

Eu suspirei, precisava desmentir esse disparate meu.

—Eu me assustei, só isso. —Menti.

Loki riu, mas sem deboche, como se duvidasse de mim.

—Eu tenho 1500 anos, conheço bem esse olhar, você pensou que eu faria mal a você, está em seus olhos que teme algo assim, vi o medo em você. As pessoas temem aquilo que pode prejudica-las. —Diz Loki com seriedade.

Engulo em seco.

—É impressão sua. —Digo e me afasto.

—Você é cheia de segredos, Midgardiana. —Disse Loki incrédulo.

—Existem coisas que devem ser guardadas apenas em nossa memória. —Falo em minha defesa.

Tomo o rumo da saída, nem me importo com o que vão pensar de mim.

—Espere. —Pede Loki. —Deixe eu me vestir que levo você até seu quarto, usando um feitiço de ocultação. —Fala ele.

—Tá. —Digo rendida.

Me encosto em uma das paredes do quarto de braços cruzados.

Loki anda até seu roupeiro e revira o mesmo.

Como quem não quer nada eu me aproximo.

—Quer ajuda ai? —Indago.

—Não tenho certeza de qual delas vestir. —Disse Loki apontando para duas armaduras dobradas sobre outras dezenas.

—A verde fica ótima em você. —Falo lembrando da última vez que o vi com uma armadura dessa cor.

Ele pega a mesma, mais abaixo do roupeiro segura um par de botas e vai para o banheiro.

Eu fico andando no quarto de um lado ao outro.

Em pouco tempo Loki saí do banheiro.

Anda até a porta de saída do quarto e a abre, faz sinal para mim segui-lo.

Eu o faço.

De fato existem alguns guardas ali.

Os mesmos se quer nos vêm.

—Eles não podem nos ver ou ouvir? —Indago curiosa.

—Não. —Responde Loki.

—Pensei que estava sem magia. —Falo séria olhando seu bracelete que brilhava.

—Consigo fazer o básico, o bracelete apenas me limita. —Conta Loki.

Eu paro diante de um dos guardas e passo a mão aberta diante de seus olhos, ele olha para frente, como se não me visse.

—Não abuse, Midgardiana. —Alerta Loki e eu me afasto do soldado.

—Sabe, isso é bem legal, essa magia. —Confesso sorrindo.

O percurso até meu quarto foi em silêncio.

Ao chegarmos na frente do mesmo, Loki suspira.

—Sobre o que aconteceu nos meus aposentos... peço que tente esquecer, pode me xingar, acusar das mais diversas profanidades, mas eu nunca faria mal a uma mulher, mesmo que ela merecesse muito. —Fala Loki mexendo nas mãos enquanto me olhava.

—Eu vou tentar. —Digo e entro no quarto fechando a porta atrás de mim.

Fico com a mão sobre a textura de ouro da porta, a mesma é fria, suspiro.

—Mamãe? —Chama Bryan e eu tenho um sobressalto.

—Oi. —Digo e ando até o mesmo.

—O que houve com seu vestido? —Indaga meu filho.

Olho a vestimenta e vejo que o tecido das pernas tem vários rasgos e algumas manchas de sangue seco deixada pelas adagas de Loki.

—É... eu estava na cozinha e virei suco de geleia em mim. —Minto rindo.

—E os rasgos? —Indaga Bryan.

Meu filho é tão inteligente que as vezes me coloca em situações inconvenientes.

—Um gato arisco pulou em mim, mas os guardas o pegaram a tempo. —Digo me aproximando de Bryan e começo a fazer cocegas no mesmo.

Ele ri e se contorce.

Me afasto e dou um beijo em seu rosto.

—Eu vou tomar um banho e trocar esse vestido horroroso. —Falo a ele.

Saío da cama e ando até meu roupeiro.

Abro o mesmo e pego um vestido roxo escuro que tem alças finas e busto com corte quadrado, o tecido do mesmo é franzido e desce até os pés.

Olho meus pés e noto que estou sem sapatilhas, certamente as deixei no quarto de Loki.

Pego um novo par e ando até o banheiro.

—Já volto. —Aviso a Bryan e entro no banheiro.

Fecho a porta e tomo um banho relaxante.

Durante ele tento esquecer o que aconteceu.

Eu errei em me deixar fraquejar diante da ameaça de Loki.

Mas no momento eu pensei o pior, temi por mim, tive medo de ter o mesmo destino de minha mãe, ser violada...

Não; devo afastar isso de minha mente.

Saío do banho me seco e  visto-me vagarosa.

Faço uma trança de lado e a deixo caída ao lado do meu ombro.

Olho meu pescoço e os chupões dados por Loki são agora quase invisíveis, a trança os cobre.

Suspiro e saío do banheiro, nada vai estragar meu dia, nada.


Loki

Devo me punir mentalmente, me irritei e passei dos limites com a Midgardiana.

Posso ser um tirano que ama ter sangue em mãos, mas não de mulheres.

Apenas quis assusta-la, é assim que submeto as pessoas aos meus desejos e ordens, ameaçando ou manipulando quando assim for mais fácil.

Mas nunca pensei que Roza reagiria de tal forma, chorando com medo de mim.

Talvez o feitiço de Frigga ainda esteja fazendo efeito em Roza, a deixando vulnerável.

Após deixar Roza em frente aos seu aposentos e me forçar a pedir perdão.

Volto para meu quarto e me tranco.

Ter deixado Roza dormir aqui foi um erro, um erro que cometi sem pensar ao quase implorar para que ela ficasse.

Mal me aproximo da cama e vejo as sapatilhas de Roza jogadas ali.

A última coisa que quero é que as criadas as encontrem, se isso ocorresse, meu feitiço de ocultação teria sido usado atoa.

Pego o par de calçado e escondo em cima do meu roupeiro.

Depois disso ando até a sacada e fico um tempo lá.

Até que ouço batidas em minha porta.

Ando até as mesmas as abrindo, atrás delas está uma das anciãs do palácio.

—Bom dia príncipe, o café da manhã será servido. —Avisou a serva que fez reverencia e saiu da minha presença.

Suspiro.

Droga, não tenho comparecido aos cafés da manhã do palácio.

Não me conformo em ter que encarar Odin e toda aquela corja perto de mim.

Mas não posso dar desfeita e não ir, não posso fugir disso para sempre.

Vou até o banheiro e lavo meu rosto, o seco.

Mais uma vez arrumo meus cabelos.

Respiro fundo.

Saío do quarto e começo a andar tranquilamente.

—Loki! —Gritou a voz infantil.

Me viro para trás e lá está Bryan, logo atrás dele, Roza que estava elegante com um de seus vestidos.

Não podia continuar meu percurso os deixando para trás, então parei os esperando.

Logo o garoto correu para meu lado, Roza veio mais devagar.

—Ele gosta de você. —Disse ela me olhando.

Desvio o olhar da mesma e olho o garoto.

Que raro, uma criança que gosta de mim.

—Como você está Loki? —Indaga o menino.

—Bem, e você? —Devolvo a pergunta.

—Ótimo. —Responde o menino e eu solto uma breve risada.

Olho Roza.

—E você? —Pergunto.

—Eu o que? —Diz ela confusa.

—Como você está? —Questiono me referindo aos acontecimentos ocorridos em meu quarto.

Roza suspirou.

—Superando. —Respondeu e fiquei de certo modo aliviado.

Nós vimos o arco do grande salão de café da manhã e entramos.

Poucos estavam a mesa.

Senti um frio no estômago, certo nervosismo.

Bryan viu Frigga e correu até ela, a abraçando.

Minha mãe olhou Roza com certo pesar, olhei a Midgardiana e ela havia abaixado o olhar.

Odin estava sentado na ponta oposta da mesa.

Tudo da sala era rustico e elegante.

Thor chegou com seus guerreiros, todos menos Sif.

O que será que aconteceu com a mesma?

Todos começaram a sentar.

Sentei um tanto distante de Frigga, o garoto Bryan sentou ao meu lado esquerdo e Roza ao lado dele.

Frigga olhou a todos.

—E Lady Sif? —Questionou.

—Indisposta. —Respondeu Fandral.

—Vamos ao banquete. —Disse Odin.

O mesmo ergueu sua taça com vinho para cima, e todos fizeram o mesmo, até Roza.

A mesma é boa observadora, sabe se ajustar a qualquer situação.

Quando Odin abaixou a taça todos começaram o banquete.

Eu não sentia fome, apenas observava furtivo a todos.

—Então esse é o jovem garotinho Bryan. —Disse Odin e minha atenção foi a ele.

—Primeiro e único. —Respondeu o garoto divertido e todos riram.

—Bem vindo a Asgard. —Disse Odin.

—Obrigada vovô. —Disse Bryan e notei quando Roza quase engasgou.

Todos ficaram em silêncio.

Roza olhou Bryan incrédula.

Odin começou a rir, assim que o fez todos começaram a rir.

—Essa criança é muito espirituosa, gosto dela. —Falou Odin sorrindo.

Engraçado, Odin gostando de uma criança, deve ser a idade amolecendo seus miolos.

Bebi meu vinho pensativo.

—E a rebelião em Vanaheim, Loki? —Indagou Odin me olhando, todos olharam.

—Contida com sucesso. —Respondi e Odin sorriu.

—Thor? —Indagou ele.

—Exatamente isso, foi uma das melhores rebeliões que controlamos. —Respondeu o mesmo.

—Ótimo, fico alegre. —Disse o pai de todos.

O café da manhã ocorreu em silêncio, com poucas conversas.

Logo a mesa foi ficando vazia.

Estávamos apenas eu, Roza, Bryan e Odin.

Fiz menção em me levantar.

—Loki? —Chamou o velho.

—Sim? —Indaguei.

—Parabéns pela missão em Vanaheim. —Disse ele eu sorri com escárnio.

—Se me dão licença. —Digo a todos e saío daquele maldito lugar.

Odin finge que se importa, eu duvido muito.


Roza

Aquele café da manhã não foi tão tenso como pensei.

Tirando a parte em que Bryan chamou Odin de avô, meu filho não tinha jeito, depois iriamos conversar.

Após aquele longo café, aos poucos as pessoas foram saindo.

Loki antes de sair foi elogiado por Odin, mas pareceu não ter gostado.

Estávamos nós três ali agora.

Odin, eu e Bryan.

O rei de Asgard pousou a taça na mesa assim que Loki saiu.

—Talvez ele nunca me perdoe. —Disse o mesmo.

O olhei.

Era visível a decepção do ancião.

Suspirei.

—Certas coisas levam tempo, e vocês tem muito tempo para resolverem essas adversidades, Loki está apenas magoado com tudo isso, deve ser difícil sair da prisão e retomar a vida depois de tudo que ocorreu. —Relato e Odin assente.

—Eu esperava que a rotina neste palácio voltasse a ser como era no passado, mas isto é tolice. —Disse o mesmo.

—As coisas vão dar certo, farei o possível para darem. —Prometi.

—Suas palavras me trazem um pouco de esperança, Midgardiana. —Disse ele honesto.

O mesmo se ergueu da mesa devagar.

—Gostaria de conhecer os arredores? —Indagou Odin ao meu filho.

Bryan me olhou.

—Eu posso mamãe? —Perguntou.

—Claro que pode. —Respondi sorrindo.

—Se me dá licença. —Diz Odin.

—Toda. —Digo.

Odin saí com Bryan dali.

Fico somente eu.

Logo me levanto e vou caminhar pelo palácio.

Andando, ouço o som de pancadas dentro de um dos salões.

Empurro as portas com cuidado e paro de solavanco.

Sif está ali, socando um tipo de busto.

A mesma usa um tipo de top de couro, e uma calça do mesmo material.

—Oh me desculpe. —Digo a olhando.

A mesma suspira.

Eu viro de costas para sair, mas volto e fecho a porta ficando com Sif ali dentro.

Sim isso é loucura, mas gosto das coisas certas.

—Está tudo bem com você? —Indago me aproximando.

—Isso importa, Midgardiana? —Questiona ela socando o busto.

Sorrio envergonhada.

—Hey, se foi pelo que falei ontem, eu peço perdão, não foi minha intensão. —Digo e ela me olha.

Pela primeira vez, Sif sorri.

—Por um lado você tinha razão, somos todos preconceituosos e mesquinhos. —Disse a Deusa.

Eu rio.

—Começamos com o pé direito, podemos ser amigas? —Indago tentando ser gentil.

Sif ri.

A mesma anda até o lado oposto da sala e pega duas longas espadas.

Ela me dá uma.

—Eu não sei usar isso. —Afirmo.

—Minhas amizades começam assim, na base da luta. —Diz ela que ergue a espada em frente ao rosto, num alinhamento perfeito.

Eu ri.

Faço o mesmo com a minha.

Sif faz menção de grudar a espada em mim, mas eu bloqueio.

—Você não está lutando sério. —Digo olhando Sif.

—Não. Estou apenas tentando não derrota-la. —Diz ela rindo.

—Ha! —Digo ofendida e debochada.

Tento a atacar e ela bloqueia meus golpes com maestria.

Após alguns minutos de golpes inúteis eu cansei.

—Desisto, você ganhou. —Falo sorrindo.

Sif pega minha espada e a dela e coloca as mesmas suspensas na parede onde estavam.

—Você tem potencial para aprender. —Fala ela.

—Não seria útil, na terra as pessoas não lutam com espadas. —Digo.

—Nunca se sabe quando uma pessoa precisará se defender, uma arma, é uma arma, em qualquer circunstância. —Alerta Sif.

Noto que a mesma é uma pessoa agradável.

—Porque você não gosta de mim? —Ouso indagar.

—Não tenho nada contra você, Midgardiana. Apenas não estou acostumada a interagir com os da sua raça, e devo admitir que fiquei um pouco ressentida com sua escolha em salvar a vida de Loki. —Revela a Deusa.

É fato que ela não gosta de Loki.

—Por mais que ele tenha errado e propagado o caos, eu não conseguiria viver com a morte do mesmo sobre os ombros, fiz mais por mim, do que por ele. —Digo a Sif e ela suspira.

—Pois bem, todos acham que você é capaz de trazer razão para aquela mente conturbada, você acha que consegue? —Indagou Sif.

—Eu ainda não sei, mas acho que sim, posso trazer equilíbrio a Loki. —Afirmo e Sif assente.

Se faz silêncio e Sif volta até o busto socando-o.

O clima fica meio tenso naquele lugar.

—Se quiser conversar sobre qualquer coisa, eu estou por ai, faz falta alguém para conversar, uma pessoa do sexo feminino. —Digo serena e tomo o rumo da saída da sala de treinamentos.

—Roza. —Chama ela.

Paro na porta e a olho.

—Podemos ser amigas. —Diz a Deusa e meu sorriso vai de ponta a ponta.

Eu assinto feliz e saio do lugar.

Ainda no corredor penso sobre tudo que aconteceu com Sif.

Não posso acreditar que a mesma e eu estamos de bem, menos um problema em minha vida.

Tomo o rumo do meu quarto, entro no mesmo.

Sem muita coisa para fazer, começo a organizar as coisas, a mochila de Bryan está esparramada.

Vejo algo se mexer debaixo dos lençóis, me aproximo e o descubro.

—Caramelo, ai está você. —Digo e pego o furão dos braços.

Acaricio sua cabeça e costas, o bicho fecha os olhos e grunhi satisfeito.

O solto no chão e começo a arrumar minha cama.

Quando termino de organizar tudo, pego Caramelo em mãos e o ponho sobre a cama, o mesmo se afunda debaixo dos lençóis e se estira dormindo.

Tem uma estante ao lado da cama, sobre ela alguns livros que peguei emprestados da biblioteca, um deles é em latim, por sorte entendo a língua, não completamente, mas o suficiente para entender.

Início uma leitura calma.

O livro conta sobre a história de Odin, o mesmo tinha mais irmãos, mas no fim, foi o mesmo que subiu ao trono.

Deixo esse livro de lado e pego outro, o mesmo é um romance Asgardiano, eu rio pois não tem muita diferença com os da terra, a única diferença é que a mocinha, se te der um soco, você voa longe, pois a mesma é uma deusa.

A noite caí e eu não noto.

Só caio em mim quando a porta do quarto abre e Bryan entra correndo.

—Odin me levou em uma carruagem enorme pra conhecer os tais de vilarejos, me contou a história de cada um, eu vi as pessoas com lojinhas vendendo coisas, vi crianças como eu que erguiam coisas pesadas, eu vi de tudo, vi cavalos bem grandões, depois Odin me mostrou um cavalo preto com várias patas e eu vi tudo e amei tudo, muito bom esse lugar! —Gritava Bryan eufórico e feliz.

Eu ri.

—Respira filho. —Digo serena.

—Cadê o Caramelo? —Indaga.

—Debaixo do lençol. —Digo.

Bryan sobe na cama e revira os lençóis atrás do furão.

O encontra e o pega em mãos.

—Gosto muito desse lugar mamãe, gosto de todos que moram aqui. —Diz ele me olhando com aqueles grandes olhos azuis.

—Eu também gosto, mas lembre-se que temos casa na terra, e que sua avó e sua tia devem estar sedentas de saudades de nós dois. —Digo e Bryan sorri.

Converso um pouco com o mesmo e ele deita em meus braços, ouvindo contos aleatórios.

Quando ele dorme eu sinto uma imensa vontade de ver Loki.

Negando minha própria razão eu levanto da cama.

Caramelo me olha com os olhos brilhantes.

—Você fique caladinho. —Digo olhando o furão.

O mesmo grunhi e se esconde debaixo das cobertas.

Saío do quarto lentamente.

Os corredores do palácio são iluminados por tochas aleatórias.

Tudo está silencioso.

Tanto os guardas quanto os membros do palácio devem estar dormindo a essa altura.

Ando tranquila, estou aprendendo bem a me localizar dentro do palácio. Não demora e chego em frente ao quarto de Loki.

Com educação bato na mesma, espero alguns instantes e nada.

Curiosa a empurro, entro e tudo que encontro é um quarto vazio.

Onde Loki estava?

Fico confusa.

Saío dali e me assusto ao ver Sif cruzando o corredor.

Ela me olha estranhada, ela tem uma pêra em mãos.

—O que você faz a essa hora, saindo dos aposentos de uma serpente? —Indaga ela séria.

Engoli em seco.

—Queria saber se estava tudo bem com ele, o café da manhã de hoje, não foi muito aceitável para Loki. —Conto e Sif ri.

—Se te conforta, afirmo que Loki deve estar muito bem, suponho que ele não esteja no quarto. —Diz Sif.

A olho com seriedade.

—Ele não está. —Confesso e ela sorri com escárnio

—Deve estar com alguma das amantes que cultiva pelo reino, não entendo o que elas vem naquele couro traiçoeiro. —Diz Sif anojada. —Boa noite Roza. —Diz por fim e retoma seu percurso.

Sinto ódio e raiva, tanto que cerro os punhos para me controlar.

Traidor infeliz.

Mas pouco me importa, a vida de Loki não me condiz.

Volto para meus aposentos.


Loki

Depois daquele fatídico café da manhã, eu me tranquei em meus aposentos.

Pensei em inúmeras formas de tirar o bracelete, todas inúteis como sempre.

Sem nada para fazer, resolvi ler meus costumeiros livros sentado no chão de mármore da sacada.

Quando a lua subiu no céu de Asgard eu tive uma ideia insana.

Uma vontade me abateu.

Saío furtivo do quarto, usando um de meus feitiços de ocultação.

Me retiro do palácio e tomo o rumo dos estábulos, onde pego meu garanhão e o selo.

Em seguida cavalgo veloz para dentro da floresta sombria, onde eu buscaria alguma solução para resolver o impasse do maldito bracelete.

Logo o vento começa a assoviar, o clima ameno vai dando lugar ao frio.

Vejo um sobrado de dois andares, construído com pedras quadrangulares, localizado no meio da floresta, sorrio.

Selo o cavalo em uma das árvores e ando até a frente da porta de madeira escura.

A mesma é iluminada por um candelabro que arde em chamas.

Mal tenho tempo de bater na porta, que está se abre.

Quem eu vejo me faz sorrir.

—Amora. —Digo.

A ruiva a minha frente me olhava surpresa, logo sorri pulando em mim.

Me abraçou.

—Pensei que estava preso, ou pior, morto. —Disse beijando meus lábios.

Beijo que recebi sem lutar.

A afastei.

—Preciso de ajuda. —Alerto.

A mesma me olha entendendo.

—Entre logo. —Diz Amora.

Faço o que a mesma pede e adentro o lugar.

O interior do sobrado é aconchegante.

Estávamos no hall de entrada.

O chão era de madeira polida, coberto por um tapete de pelos brancos.

Haviam móveis de madeira e uma lareira na entrada, está estava acessa com fogo crepitando sobre ela, perto da lareira uma grande poltrona.

—Quando soube o que aconteceu em Midgard e que estava vivo eu fiquei tão feliz, mas depois descobri que foi preso e que poderiam mata-lo, fiquei horrorizada. —Disse ela se aproximando novamente.

Segurei sua cintura e olhei seus olhos azuis com seriedade.

—Frigga prendeu parte de minha magia com esse bracelete. —Digo erguendo o pulso.

Amora pega minha mão e observa a relíquia.

—A essência de Frigga está forte, a mesma deve ter usado muita magia para selar esse objeto. —Diz Amora.

—Tentei de tudo, mas nada é capaz de tirar o mesmo de mim, penso que outro feiticeiro pode ser capaz de quebrar o feitiço e liberar minha magia. —Conto.

A ruiva de olhos azuis me olha.

—Farei o possível para tira-lo de você. —Disse ela.

A mesma vestia um vestido vermelho longo, apertado na cintura.

Sorriu maliciosa e pegou minha mão colocando em volta de si.

—Senti sua falta. —Disse tocando meus lábios brevemente com os seus.

Em seguida tocou meu rosto com as mãos.

—Também senti a sua. —Digo.

Na verdade não senti falta da mesma, gosto de Amora, mas não ao ponto de sentir loucamente sua falta.

A mesma me beija com luxuria, devolvo o beijo a mesma.

—Temos que tirar o bracelete lembra. —Digo entre seus beijos.

Ela ri.

—Temos a noite toda. —Fala maliciosa e me empurra sobre a poltrona aveludada.

Eu sorrio.


Notas Finais


No GIF é minha Amora.

É agora que o ódio corre solto minha gente.

Sim olha aí hahaha

Loki vai dormir com ela.

As meninas do grupo do Whats sabiam de algumas coisinhas que aconteceriam hoje, pois sempre dou alguns spoilers para elas, vamos nos juntar ao grupo?

É só me chamar no número: 051 995533875

Tadinha da Roza foi procurar o dito cujo para dialogar e o safado tinha saído do palácio atrás da diva feiticeira.

Não sou muito fã da Amora, por isso foi fazer a mesma do meu jeito, quem vai interpreta-la será a Deborah Ann Woll, mas conhecida por interpretar a vampira Jessica Hamby na série de vampiros, True Blood.

Sobre o Odin arrependido, eu não gosto do safado, por isso vou caracteriza-lo do meu jeito.

Deixo vocês com esse capitulo bombástico, o maior até hoje e me retiro para o grupo, onde aguardo as leitoras eufóricas com o fogo do Loki.

Até o próximo capítulo fadas.


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