História Psycho Love - Capítulo 1


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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Visualizações 12
Palavras 590
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura

Capítulo 1 - Control


Flórida Estados unidos 1997

O sangue escorria por meus dedos e o sorriso sádico brincando em meus lábios. Os olhos da vítima perdendo o brilho, era minha parte favorita de tudo Isso. 

O jovem de cabelos curtos e escuros, me olhava, e em seus olhos eu podia vê claramente arrependimento. Mas o que adianta se arrepender agora.

Caminhei em passos lentos até a pequena mesa que havia ali, e peguei a pequena faca que estava a poucos segundos repousada sobre a mesa, e agora estava em minhas mãos.

Levei a mão livre até o cabelo curto do rapaz a minha frente, e o puxei para trás, fazendo sua cabeça arquear para trás. Passei a ponta da faca afiada sobre a bochecha do jovem que não tinha mais forças para gritar.

O sangue escorria por sua bochecha e isso me satisfazia de uma forma inexplicável.

Desci com a ponta da pequena faca até seu pescoço e quando eu finalmente iria acabar com minha presa, um barulho irritante me acordou de meu sonho.

Abri meus olhos e senti meus nervos a flor da pele. Levantei e fui direto para o banheiro. Olhei meu reflexo no espelho e vi perversidade em meus olhos.

Fiz minha higiene e desci para a cozinha.

-bom dia Camila- minha mãe me comprimentou e se sentou na mesa, com uma xícara de café nas mãos.

Permaneci em silêncio e fui até a cafeteira, e peguei uma pequena xícara e despejei uma boa quantidade de café dentro. O gosto amargo logo foi sentido pelo meu paladar.

Terminei meu café e fui para o quarto novamente e peguei minha mochila sobre a cama e vesti um casaco preto.

Fui caminhando pela rua até o ponto de ônibus. Esperei por uns cinco minutos, e logo o ônibus escolar estava parado a minha frente com as portas abertas.

Quase todos os lugares estavam ocupados. Andei pelo pequeno corredor do ônibus e recebi olhares sobre mim.

Me sentei no último banco e encostei minha cabeça no vidro e deixei que meus pensamentos vagacem nas diversas formas que eu poderia matar um a um nesse ônibus.

O ônibus parou enfrente a escola e eu fui a última a descer. 

Entrei na escola e fui direto pro meu armário. Estava pegando os livros quando uma mão espalmou na porta do outro armário ao lado do meu.

- Olá Camilinha- a voz irritante de Austin inundou meus ouvidos.

Fiquei em silêncio e senti seu corpo se aproximar do meu. Em um ato rápido ele levou sua mão ao meu cabelo e nessa hora eu deixei de pensar em algo racional.

Puxei o canivete do bolso do meu casaco em com toda força que eu tinha em meu corpo, eu prensei o corpo do garoto que eu adoraria torturar até a morte.

Pequenas vozes ecoavam em minha cabeça e tudo que eu queria era vê o sangue do jovem manchar minhas mãos.

Levei o canivete até o pescoço do jovem a minha frente, e pude ver medo em seus olhos.

Senti uma mão em meu ombro e uma voz baixa falar para eu parar

Mas eu não tinha controle sobre isso, eu não queria ter controle sobre isso. Eu ansiava vê o corpo do garoto sem vida no chão.

Mas tudo que eu ouvia era voz que eu reconheci ser do direitor, me pedindo calma e controle sobre meus atos.

Passei a faca com de leve sobre a pele do pescoço do jovem a minha frente e vi seu sangue deslizar lentamente sobre a lâmina do meu canivete. Nessa hora os braços do direitor me tiraram de perto do garoto que estava assustado.

Controle? Bom eu não tinha controle sobre isso. 


Notas Finais


***


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