História Psycho Love (Imagine Jungkook) - Capítulo 10


Escrita por:

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts Psycho Love Jungkook
Visualizações 543
Palavras 1.001
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oie! Olha quem voltou não é mesmo? Me desculpem pela demora. Mas o importante é que o capítulo está aqui. Boa leitura!

Capítulo 10 - Alley


Fanfic / Fanfiction Psycho Love (Imagine Jungkook) - Capítulo 10 - Alley

 

Entrei correndo em minha casa e tranquei a porta. Subi as escadas pensando no que poderia ter acontecido se eu continuasse no carro com o Tae. Separei meu pijama e fui tomar banho.

 

 

No dia seguinte, acordei super animada. Levantei da cama e fui saltitando ao banheiro para fazer minhas higienes.

 

–Nossa, hoje você acordou tão bonita senhorita (S/N) - eu disse à mim mesma me olhando no espelho.

 

–Aish, não diga coisas assim (S/N)! - me repreendi –Assim eu fico envergonhada. - sorri largo para meu reflexo.

 

Saí do banheiro ainda sorrindo e vesti uma roupa quentinha para o frio que fazia. Desci a escada pulando de dois em dois degraus. Liguei a TV que passava a previsão do tempo para hoje e fui para a cozinha.

 

–Ah não... - me desanimei –Não comprei a torradeira...

 

–... E hoje em Seul fará muito frio. Agora que o frio do inverno está chegando, usem casacos bem quentes e não esqueçam suas máscaras em casa!... - a voz do meteorologista vinha da televisão.

 

- suspirei –Ok, você tem apenas uma chance (S/N) e ela não é opcional. Ou você vai naquele mercado comprar a torradeira e pães frescos, ou você vai morrer de fome. - me ordenei.

 

–Ou eu posso comer na cafeteria. - me sugeri. Sim, essa ideia é bem melhor. Espero que o Hope esteja lá.

 

Arrumei meu cabelo em um coque mal feito, calcei meu tênis e saí de casa. Não queria pegar ônibus então fui andando até a cafeteria. Depois de um longo e cansativo caminho, eu finalmente chego. Abro a porta ouvindo o sininho acima dela tocar. Novamente senti o delicioso cheiro de café impregnado no ar. Olhei para a cozinha, mas de início ele não apareceu. De repente ele pula em cima de mim, me assustando. Conversamos um pouco mas logo teve que voltar pra cozinha.

 

Uma menina na faixa dos trinta anos estava no caixa, atendendo os clientes com um sorriso. Sentei-me na mesa mais afastada e esperei ser atendida.

 

–Olá, bem vinda ao Kim's Coffee, gostaria de pedir alguma coisa? - um jovem garoto me atendeu.

 

–Um chocolate quente e uma porção de Yakwa por favor. - o garoto se curvou e foi até a cozinha. Botei a mão do bolso, retirei meu celular e meu fone.

 

Hoje eu teria que trabalhar, não posso demorar muito aqui. Preciso falar com a Sra. Kim sobre minha roupa. Todos os funcionários aqui estão vestindo seus uniformes.

 

O jovem voltou com uma bandeja em mãos com uma caneca e um pratinho. Ele colocou na mesa, se curvou e saiu.

 

{...}

 

Cheguei em casa apressada. Já marcavam 13:00, mas pelo menos eu tinha almoçado em um restaurante que tinha por perto. Corri para meu quarto e tomei banho. Me arrumei e desci apressada. Corri até o ponto onde o ônibus que eu precisava pegar já estava parado. Por sorte, corri e cheguei bem a tempo.

 

Cheguei na cafeteria 14:06.

 

–Boa tarde Sra. Kim. - me curvei para a senhora.

 

–Boa tarde (S/N). - tomei o lugar dela no balcão e esperei pelos clientes pacientemente. Olhei para aquela mesma mesa no canto que a Sra. Kim foi ontem e havia um homem de costas. Ele tinha cabelos negros medianos, nem tão comprido, nem tão curto. Ele bebia um café calmamente enquanto mexia no celular. Logo a senhora foi até a mesa fazer o homem sair de lá. Enquanto ele levanta, observo atentamente cada movimento seu. Antes de passar pelo balcão, de cabeça baixa, ele veste o capuz de seu casaco preto me impedindo de ver seu rosto. O sigo com o olhar até ele sumir da minha visão virando a esquina.

 

Alguns clientes vêm pedir um café para viagem, parecem apressados, vestem ternos e roupas formais. Outros vêm e ficam por horas, pedindo sempre os mesmos tipos de café, lendo seus livros, ouvindo suas músicas ou apenas passando o tempo livre.

 

Hope, quando não tinha nenhum café a preparar, ficava no balcão comigo. Conversávamos sobre diversas coisas, até nos conhecemos melhor agora. Ele me disse que queria que os amigos dele me conhecessem. Perguntou se eu estava livre amanhã. Eu respondi que sim.

 

Marcavam 20:00, meu turno acabou. Arrumei minhas coisas e saí da cafeteria, andando lentamente para o ponto de ônibus na esperança do Taehyung aparecer milagrosamente oferecendo carona como fez ontem. Os minutos pareciam horas e nenhum ônibus passava por ali. Alguém passou a mão pelo meu cabelo soltando meu coque e eu virei rapidamente para ver quem era, assustada. Não havia ninguém. Virei para frente olhando um ponto fixo do outro lado da rua, um muro todo pixado já quase desmoronando. Havia uma abertura em uma parte dele fazendo o papel de uma porta. Lá dentro era escuro, quase sem nenhuma iluminação. A única luz que adentrava aquele lugar era a luz do poste da rua. Abri um mapa na internet. De acordo com o mapa, se eu passasse andando por ali, eu chegaria em casa bem mais rápido. Era um atalho. Fiquei receosa. O ônibus não chegava, ficava cada vez mais tarde e eu queria logo ir para casa. Pensava no que poderia acontecer comigo se eu decidisse passar por aquele beco. Poderia ser sequestrada por homens sequestradores de garotinhas como eu. Ri. Ou eu poderia apenas passar por um beco mal cuidado e escuro e continuar meu caminho até em casa. É, vou acreditar mais na segunda opção. Levantei do banco do ponto determinada a passar por aquele beco. Guardei meu celular no bolso da frente da calça e suspirei. Agora um farol iluminava a rua. Olhei para a minha esquerda e lá estava ele. O ônibus chegou.

 

 

 

 

 

 

Subi e paguei minha passagem. Sentei em um dos bancos vazios e observei a rua. O ônibus começou a andar quando eu vi um homem encapuzado encostado na parede próxima ao banco que eu estava sentada. Ele mexia no celular e vestia um casaco preto. Eu conseguiria ver seu rosto se o ônibus não tivesse acelerado.

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado! Desculpem pelos erros e comentem para eu saber o que vocês estão achando! Ajuda muito!

Até o próximo capítulo meus amores!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...