História Psychopath - Capítulo 4


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Psicopata, Terror, Yaoi
Visualizações 12
Palavras 301
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 4 - Paper boat


Fanfic / Fanfiction Psychopath - Capítulo 4 - Paper boat

“Você tem dores morando em lugares que dores não deviam morar”- Outros jeitos de se usar a boca

16 de janeiro de 1920

Querido mar do infinito.

Dias de chuva me acalmam, pois ela é responsável por tantas coisas, como criar ou destruir.

As vezes mesmo em baixo de um guarda-chuva, eu ainda me sinto como as cores que escorrem uma tela, que é melhoda com as gotas grossas e densas que caem do céu. Mas mesmo assim gosto de me apoiar na madeira perto do lago, e observar os pequenos soldadinhos que se formam ao impacto das gotas na superfície de terra.

Mesmo com a garoa, os barcos de papel levados pelas correntes fortes permanecem fortes a procura do grande arco. E eu vi pela primeira vez meu arco íris depois de uma longa época de tempestades.

Seus olhos brilhantes como o sol me atraíram quando ele atravessou aquela porta. Seu calor irradiou a sala gelada, e seus trasos delicados atraíram meu olhar furtivamente por cima da tela branca que eu havia montado.

Eu nunca agraditei que poderia sorrir novamente, mas aconteceu como se meu ser fosse naturalmente programado para aquilo.

Meu coração fora acertado com um espinho, meu corpo se arrepiou, e todos meus desejos ruins foram para um gigantesco buraco negro. Mesmo sendo algo tão impossível, me senti em uma viagem em um mar calmo.

Pela primeira vez pedi para os céus que alguém se aproximasse mas não para mata-lo.

Meu pincel deslizou cuidadosamente, deixando traços confiantes, em meio a minha confusão de pensamentos novos.

Agora eu não sentia como se a neve do lado de fora gelasse meu espírito, mas sentia quente como a mão que tocou em meu ombro.

Naquela tarde aprendi que talvez existisse um remédio para aquele grande abismo.

Talvez eu aprendesse a ser eu novamente.

Com carinho de um pequeno quebra cabeça em construção ”


Notas Finais


Desculpa a demora


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