História Psychosis: The Killer - Capítulo 7


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Categorias 2NE1, Bangtan Boys (BTS), Big Bang, SHINee, Super Junior, TWICE
Personagens Chaeyoung, Jinki Lee (Onew), Jungkook, Minji, Personagens Originais, T.O.P, Yesung
Tags 2ne1, Assassinato, Bangtan, Bangtan Boys, Bts, Esquizofrenia, Horror, Jeon, Jungkook, Psicopata, Psicose, Psicótico, Serial Killer, Shinee, Suju, Super Junior, Terror, Twice
Visualizações 19
Palavras 1.405
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Pronto Priscila, não precisa mais me ameaçar kkkkk

Capítulo 7 - Where is it? Pt.2


Fanfic / Fanfiction Psychosis: The Killer - Capítulo 7 - Where is it? Pt.2

*Jungkook POV*

Acordei com os gritos de Sunhee no porão, era cedo, 6:20 da manhã, não consegui dormir de novo então fiquei enrolando na cama ouvindo música até ter coragem pra levantar. Minha mente viajava, eu ficava me lembrando do passado, de quando ainda era apenas uma criança inocente, e não tinha noção de que me tornaria a pessoa que sou hoje, essa pessoa fria, que mata por ordens ou simplesmente por puro prazer. Ainda me lembro do dia que decidi me tornar o que sou, decidi abrir mão dos sentimentos, tais como: Amor, amizade, compaixão!!

[Flashback On]

-Jungkook, levanta, está na hora da sua primeira aula- Meu pai abria as janelas e puxava minha coberta

-aula de quê papai? -disse baixinho enquanto coçava os olhos com as costas da mão e tentava me acostumar com a claridade

-Você já tem 8 anos, acha que eu vou te proteger pra sempre? Acha que vou te dar tudo de graça? Você vai ter que me ajudar nos negócios, e para isso, precisa aprender auto-defesa e algumas táticas a mais- Eu ainda não estava entendendo muita coisa, mas apenas ouvia calado e sem questiona-lo- Desça em 10 minutos, tome café da manhã e vá para a sala de treino, começaremos com adagas e Jiu Jitsu

Fiz tudo como foi mandado, neste momento eu estava tentando acertar um alvo com uma adaga, eu já tinha feito alguns cortes nas mãos, várias tentativas e nenhum acerto, e a cada erro uma cintada nas pernas, se eu reclamava, levava uma nas costas, depois do vigésimo erro eu já sentia as minhas pernas começarem a ceder, várias partes das minhas mãos sangravam. Errei mais uma vez, dessa vez eu não apanhei, porém, meu pai agarrou meu braço com força e começou a me arrastar escada abaixo me levando até o final de um corredor escuro; lá possuía uma porta no chão, ele a abriu

-Entra Jungkook, vai passar a noite aí- Ele apontava para dentro do local

-Mas pap- antes de terminar de responder ele acertou um forte tapa em meu rosto fazendo com que eu caísse no chão

-Já disse pra não me questionar garoto!! e a partir de hoje não quero que me chame de Papai, eu não sou seu pai! quero que me chame de Dakho, entendido? -apenas fiz que sim com a cabeça -agora entra nessa porra antes que eu perca a paciência e acerte você com o caralho dessa adaga

Entrei sem dizer mais nada, ele fechou a porta com força e ouvi o barulho de um cadeado sendo trancado, eu definitivamente estava sozinho, no escuro, decidi deitar em um canto qualquer e tentar dormir até o dia amanhecer, mas eu não conseguia, o ambiente era frio, úmido e fazia barulhos assustadores, mas não, eu não posso ter medo, eu repetia para mim mesmo as 8 palavras que sempre eram ditas para mim: "Faça o seu medo ter medo de você"

Foi naquele momento que eu percebi que eu teria que mudar, que eu não poderia mais ser o garotinho imbecil, que queria sair para jogar bola ou ir a escola, eu deveria ser o que Dakho esperava que eu fosse, eu tinha que ser o melhor, eu tinha que dar o meu melhor, e não poderia focar em sentimentos, mesmo sendo uma criança, eu sabia que aquilo me atrapalharia, principalmente o medo.

[Flashback Of]

Acordei de meus pensamentos, sentei na ponta da cama, peguei a adaga e comecei a gira-la entre meus dedos; ria sozinho me lembrando de tudo o que passei para chegar ali

Finalmente resolvi levantar, eu teria um trabalho para fazer hoje, precisaria pegar o cara cuja esposa está morta, eu queria te-la matado pois seu jeito e os seus gritos me irritavam, mas Dakho o fez antes tirando toda a minha diversão.

Me levantei e tomei um banho, sai do banheiro só com a toalha amarrada na cintura enquanto secava os cabelos, quando olhei pra frente a vadia da Sook estava sentada na minha cama

-Vaza do meu quarto, vadia- disse sem olha-la

-Poxa, eu só queria brincar- ela disse dando um sorrisinho safado e com aquela voz irritante de piranha

-Se não sair do meu quarto agora a bala da minha arma vai brincar com a sua cabeça

-Nossa Jeon, vai pra puta que pariu

-Ta ta, agora sai- empurrei ela pra fora e tranquei a porta

-Garota chata da porra- disse para mim mesmo

Finalmente pronto, desci pro arsenal, peguei a minha Taurus 58 hc plus e a Glock 18c tactical apenas por segurança, embora seja um trabalho fácil, eu sempre me previno, alguém sempre tenta dar uma de engraçadinho.

Eu e Dakho seguimos em direção ao cemitério, ficamos apenas observando, esperando todos irem embora e ficar apenas o puto do Choi Seunghyun, quando finalmente ficou, nós nos aproximamos, ele dizia um monte de baboseiras pra esposa morta, um pouco ao longe vi uma garotinha com dois velhotes, me aproximei deles que estavam de costas, goolpeei os dois na cabeça e peguei a criança deduzindo ser a filha do otário; Quando ele terminou de dizer aquele monte de blablabla Dakho bateu palmas e começou a falar

-Nossa, belas palavras, pena que ela não vai ouvir, é realmente uma pena. A minha adaga até que gostou da barriga dela, e está louquinha pra conhecer a sua, mas, ainda não, ainda preciso de algumas informações. Aliás, como se sente sabendo que a culpa é sua? Mas não se preocupe, sei que Minji era uma mulher teimosa, tenho certeza que tentou impedi-la, mas ela era um tanto quanto persuasiva, porém, você deveria ter tentado mais, ah se deveria, porque agora ela está mortinha e a Culpa é de quem? SUA- Dakho ria frenéticamente e o homem se virou para ele

-Cala a boca, CALA A PORRA DA BOCA - Vi ele fechar a mão em punho pronto para dar um soco, me aproximei dele, apontei a arma para sua cabeça com a mão direita e com a esquerda eu segurava o braço da garotinha

-É bom você ficar quietinho e me obedecer ou eu estouro os seus miolos aqui e agora, não vai querer que sua filha veja isso não é mesmo?- disse com desdém

-Minha filha? O QUE VOCÊ FEZ COM ELA?- Odeio quando gritam, e é melhor esse cara ficar quieto ou mato ele msm sem antes ter pego as informações

-Opa, opa, opa, eu disse quietinho. Querida Chae, dê oi ao seu papai- disse a garotinha que aparentemente não estava entendendo nada! Criança burra

-Papai? Porquê esse moço ta fazendo isso?

-Fique calma querida, papai vai tirar a gente dessa

-Ata, okay, boa sorte - comecei a rir escandalosamente

Acertei a arma em sua cabeça fazendo ele desmaiar, e ouvi a menina gritar, é bom ela não me estressar ou vou adorar estourar a cabeça dela.

Entreguei a garota para Dakho e comecei a amarrar o homem, por último coloquei um saco preto em sua cabeça e o carreguei para o carro que me aguardava na entrada do cemitério.

Levamos ele até o container, que eu tenho o prazer de chamar de: "Onde a brincadeira começa"

Quando ele finalmente acordou, entrei na sala para inciar a sessão

-Okay Seunghyun, é bom você cooperar, não vai querer que sua filha seja órfã não é mesmo? - Passava a ponta da adaga levemente em seu braço causando leves arranhões, além disso, disse sobre a filha para o desgraçado cooperar mais facilmente- Agora me responda, onde está?

-Eu não sei - Dei um tapa forte em seu rosto

-ONDE ESTÁ? -Gritei agressivamente

-EU DISSE QUE NÃO SEI- ele gritou de volta me tirando do sério, agora ele vai ver o que é bom

-Okay, tragam ele aqui por favor -Dois dos homens que me acompanham o tiraram da cadeira e jogaram de cara na banheira- Me diga onde está

-Não diria nem se eu soubesse onde está -Dei um chute forte na boca de seu estômago

-Diga- Ele se manteve em silêncio- Okay, você que pediu - O puxei pelos ombros e afundei sua cabeça na água, ele se debatia muito, mas como estava fraco era fácil segurá-lo, eu afundava e puxava diversas vezes, mas ele não conseguia dizer mais nadaEle me puxou pelos , na última vez deixei ele um pouco mais tempo para que perdesse a consciência- Me chamem quando ele acordar, estarei na minha sala

Andava pelo corredor até chegar na minha sala, fui parado por Dakho no caminho

-Descobriu garoto?- ele disse com a voz firme

-Ainda não, ele estava bancando de fodão, mas eu ainda tenho cartaz na manga- continuei o caminho- Alias, peça a Sook para ir a minha sala


Notas Finais


Aqui está a visão do JK, espero que tenham gostado!!!


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