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História Psycological - Capítulo 14


Escrita por: MangakaPudim

Notas do Autor


Olaaaaa tudo bom? Mais um cap lançado para vcs e hoje canos ver o resultado dessa fuga maluca.
P.s- A música aqui é The Puppet Song (a original é o Thryhardninja, mas aqui é um dueto com o mesmo mais a Sailorurlove) e Estátua da Xuxa (pq eu sou retardado(a))

Capítulo 14 - Dia D parte 2- E agora?


Fanfic / Fanfiction Psycological - Capítulo 14 - Dia D parte 2- E agora?

Enquanto a chuva se intensificava lá fora e as horas passavam de uma maneira despercebivel, os psicologos não sabiam no que deu em seus pacientes para os mesmos quererem  os proteger de assassinos contratados para mata-los, porque eram tal importantes para eles para assim os ajudarem a sair desse pesadelo que os cercava naquela hora.

Sem tempo a perder os Genocidas param de discutir o plano, se viram para os quatro médicos e o líder diz:

- Escutem bem para não fazerem errado dessa vez- disse a voz autoritaria de Naegi- Enquanto distraídos os assassinosbde aluguel, vocês correm para o andar de baixo tentando não chamar a atenção.

- E se chamarmos acidentalmente?- pergunta Byakuya.

- Nos vamos acompanhando vocês mas vamos ter que nos separar aqui - Falou a garota loira abrindo a porta com o Machado em maos- Vamoa gente.

Os quatro genocidas vão saindo tranquilamente pela porta en direção aos corredores enquanto os médicos saiam logo depois mas em grupo sem quererem sair de perto um do outro e assim vão se arriscando até o fundo.

Enquanto isso, ouve-se um som de piano tocando uma melodia meio melancólica e finalmente se escuta a voz dos genocidas:

[Hajime]

Taken way too soon

I'm not at all what used to be

[Kaede]

Shifting in a box

The past is nothing more than just a dream

[Makoto]

Now I hear the call of evil growing once again

[Shuichi e Kaede]

I'm powerless to change your fates

But in the end I'll shelter you

My friends

[Todos]

Tonight we roam

And if they listen really close

They can hear us sing our song

Nessa hora os quatro se organizam se escondendo de trás de alguns vãos que a parede deixava para poderem ter melhor visão dos seus alvos e mata-los com sucesso para os médicos poderem descer um andar:

[Todos]

And I can't give you back the things you had

But you don't have to do this on your own

Even if you're never going home

You're not alone

You're not alone

You're not alone

Ao dizerem isso os genocidas voaram com suas armas para cima dos assassinos, fazendo um barulho enorme por todo lugar, enquanto os médicos desesperados e sem olhar para trás corriam em direção às escadas, eles conseguiram descer o andar mas lá embaixo estava repleto de assassinos, assim, ouve-se outro coro de vozes:

[Hajime]

In our own little world

Forever lost to passing time

[Kaede]

No one knows what it's like to wear a mask

That you are trapped inside

[Makoto]

One day the purple clouds that hover over us will fade

[Shuichi e Kaede]

Then we'll be free to cut the strings

To wipe the tears

But now we walk in chains

Ouve-se os passos dos genocidas descendo as escadas e eles pareciam bem sérios e não demonstravam medo nenhum, típico de seu comportamento psicotico e começaram a cantar em conjunto:

[Todos]

Tonight we roam

And if they listen really close

They can hear us sing our song

Depois de dizerem isso os psicologos acham uma brecha e conseguem correr dali já que toda a atenção estava neles quatro e a música foi ficando mais tensa enquanto eles corriam para sima dos assassinos:

[Todos]

And I can't give you back the things you had

But you don't have to do this on your own

Even if you're never going home

You're not alone

You're not alone

You're not alone

A batida tensa se deu inicio e com ela os gritos de todos aqueles que morriam pela mão dos genocidas e os psicologos tentavam escapar e as vezes se encontravam com um corpo morto tinham que tapar os olhos de Nagito para o mesmo não gelar de medo e acabar com a fuga bem planejada de seus pacientes, esperavam escondidos para finalmente poderem seguir pela porta da frente e parecia que os Genocisas cada vez mais estavam mais perto, o que significava que estavam acabando com a maioria dos assassinos.

Porém, na porta da frente, haviam muitos assassinos co tratados, mas os genocidas não se deram por vencido e foram para a linha de frente enfrentar os caras enquanto os psicologos os seguiam, ouve-se a vo de Hajime gritando:

- Aproveitem! Fujam!

- Mas e vocês?- pergunta Nagito sem olhar para ele.

- Esquece a gente!- disse Kaede- Corram logo!

Obedecendo eles correram o mais rápido que conseguiram para fora dali mas o albino tropeçou em um dos corpos e caiu em cheio no chão enquanto os outros sem escolha tiveram que dar dali, Komaeda sentia o sangue do corpo penetrando em sua pele e suas roupas, gelou e começou a chorar sem ter o que fazer, mas alguém o levanta e o carrega pelo braço até a porta de saída e lá ele o joga para fora da construção e, assim que percebem, a pessoa tranca os genocidas e os assassinos dentro do Manicômio.

Quando viram Nagito ser quase arremecado para fora do lugar eles correm até o mesmo que estava desmaiado e Kokichi diz tentando o acordar:

- Nagito! Nagito! Acorda pelo amor de Deus.

- Hã...? Gente?...- ele se levanta do chão meio torto e olha para eles- O que... aconteceu?

- Você caiu no meio do caminho e acabou desmaiando mas Hajime o trouxe aqui para fora mas...- Rantaro aponta para a porta- eles se trancaram lá dentro.

- . . .- Nagito se levanta com o braço meio dolorido e vai em direção a porta ainda ouvindo os gritos- Vocês já chamaram a polícia?

- Sim acionamos a polícia, a diretora Mukuro, ate chamamos uma ambulancia e as pessoas especializadas em corpos-  disse Byakuya- Eles logo logo chegam aqui.

- Espero que até eles sobrevivam- disse Komaeda com um apontada de preocupação- Queria agradecer ao Hajime e os outros genocidas pelo que eles fizeram pela gente e...

- Galera...- Rantaro interrompe o discurso de Nagito- Vocês estão ouvindo esse som?

- Que som?- perguntou Kokichi- To ouvindo nada.

- Agora que você mencionou Cabelo de abacate- disse o loiro com as mãos em seus ouvidos- Estou ouvindo o som.

- Vem da janela do segundo andar- abordou Nagito- Vamos lá ver.

Mesmo caindo um torneio, os quatro vão para um lugar observar melhor a janela na qual vinha o som, e então vê- se um piano saindo da janela acompanhado por gritos e nao acreditavam no que viam; os quatro genocidas estavam em cima do piano que voava através da janela e que quando caiu no solo o instrumento musical os protegeu da queda de sei lá quantos metros. Os psicologos correm até eles para verem se estavam bem de maneira um tanto preocupados:

- Kaede! Kaede está bem? Se Machucou? Tá doendo em algum lugar?

- Eu estou bem Rantaro, não se preocupe, só tô com uma dorminhoco nas costas mas tô bem.

- Consegue levantar?

- Aham, obrigada.

- Shuichi tá tudo bem?!

- Ouma-kun preocupado comigo? Só posso estar no ceu~

- Oh ser das trevas, eu quero saber se está doendo em algum lugar ou quebrou alguma coisa.

- Naum eu estou bem- Shuichi abraça seu psicólogo- Obrigado pela preocupação Ouma-kun~

- E você anão de jardim? Está tudo bem?

- To sim tô sim- Makoto tenta ficar de pé mas diz- Ai!

- Esta ferido, senta aí e me deixe ver- o garoto se senta no chão e o psicogo vê grandes arranhões em sua perna e ralados- Logo os médicos vão chegar para ver isso tá?

- Ok ok...

- Hajime!- Nagito corre para onde o genocida de olhos bicolor estava e parecia bem machucado por causa dos cacos de vidro e provavelmente entrou em conflito com um dos assassinos- Hajime olha o seu estado, está conseguindo andar?

- Eu... me viro... ah...

- Vem eu te ajudo.

Komaeda estica seu braço e Hajime segura a mão do mesmo que o ajuda a ser carregado para fora da chuva e ficam na frente do Manicômio esperando a cavalaria chegar.

Depois de mais um tempo, quando a chuva parou, a polícia chega no local junto com os médicos, enquanto os genocidas eram tratados pelos médicos os psicoligos davam seu depoimento para a polícia sobre o que aconteceu lá dentro e entre muitas outras coisas em questão, Mukuro chega correndo até os quatro e diz aliviada:

- Ah graças a Deus vocês saíram vivos dali, mas é os outros enfermeiros?

- Não sabemos senhora- disse Kokichi- Quando chegamos não havia enfermeiro nenhum aqui.

- Não?

- Não senhora.

- . . .- ela se cala por um tempo e depois diz- Que bom que sobreviveram, mas como?

- Eles nos ajudaram- Nagito aponta para os genocidas que estavam sendo tratados pelos médicos- O que farão com eles?

- Presumo que os colocarap na solitaria da cadeia, já que não podemos deixa-los a soltar por aí.

- Mas... eles nos ajudaram- falou Kokichi.

- Sim mas não podemos abrir o Manicômio que está sob investigação, a não ser que tenham uma ideia melhor sou toda ouvidos.

- Então deixa cada um deles morar com a gente.

-OI?!- disseram todos ao mesmo tempo olhando para ao indivíduo de cabelo verde.

- Rantaro comeu merda por acaso?!- perguntou Byakuya- Deixar um Genocida morar com cada um de nós é suicídio!

- Mas podemos ter o equipamento wue eu usei com Kaede no dia que fomos para a biblioteca não podemos? Então acho uma troca justa, a salvação de nossas vidas por um teto temporário.

- . . .- Mukuro pensa e diz colocando as mãos no bolso e tirando de lá as pulseiras de eletrochoque- Muito bem, mas tenham consciência do que estão se metendo, falem com eles ok? 

- Certo, obrigado diretora- eles fazem uma reverencia.

"É... algo está para mudar", pensou Mukuro ao ver os jovens conversando com os genocidas que pareciam ter uma expressão de gratidão em seus rostos. Mas um dos policiais achando que ia dar merda disse apondandoa  arma para os quatro genocidas:

- Vocês quatro loucos aí! Se levantem agora e mão na cabeça!

- Mao na cabeça?- perguntou Makoto se levantando com o restante- Certeza?

- Coloquem logo a porta da mão na cabeça.

Os quatro se olham e do nada começa a tocar uma musiquinha que chama a atenção de todo mundo e os genicidas fazem uma coisa inusitada e foi só assim:

[Makoto]

Mão na cabeça

[Kaede]

Mão na cintura

[Shuichi]

Um pé na frente e o outro atrás

[Hajime]

Agora ninguém pode se mexer, estátua!

Eles estavam cantantando e dancando com os comandos da música que cantavam mas ai param de se mecher fazendo caretas, todos se entre olham confusos e o policial ainda puto diz:

- Oh que caralhos vocês paren de se meche r braço para cima

- Você quem manda- diz Makoto- Ai galera bora obedecer!

[Makoto]

Um braço pra cima

[Kaede]

Um braço pra frente

[Shuichi]

Cruzando as pernas

[Hajime]

Bumbum para trás

[Os quatro]

Agora ninguém pode se mexer, estátua!

- Que que deu neles?- perguntou Nagito para o restante.

- Não procure respostas onde não existem- fala Kokichi olhando fixo para os loucos-  Só falta falarem que vão rodar por aí.

- Rodando!- grita Makoto

[Os quatro]

Rodando, rodando

Braços esticados

Não pode parar continue rodando

Quero saber quem é que consegue ficar parado

Estátua!

- Só podem estar zoando- Disse Byakuya sem expressão- Eles sao loucos mesmo... que não se repita

- Repetindo!

- Shuichi! Cala a boca!- fala o loiro mas tarde de mais.

[Makoto]

Mão na cabeça

[Kaede]

Mão na cintura

[Shuichi]

Um pé na frente e o outro atrás

[Hajime]

Agora ninguém pode se mexer, estátua!

Um braço para frente

[Os quatro]

Mexendo a cabeça 

Mechendo as mãos 

Faz o shake shake até o chão

Quero saber quem aqui consegue

Ficar parado...

A gente vai ter que rodar

Roda, roda no lugar

Ninguém aqui pode cair

E eu vou contar pra terminar

3, 2, 1, estátua!

Os quatro ficam imóveis sem se mecher um centímetro, todos se entre olham até que:

- Atchiiiiimmm!

-IIIIIIHHHHHHH! SE MECHEU!- disseram os três genocidas rindo.

- Ei! Meu nariz coçou! Não vale!

- Nananinanao! Se mecheu perdeu- disse Shuichi rindo.

- Ah vão se fuder seus loucos!

"É... vai dar trabalho", pensaram os quatro psicologos olhando os quatro se 


Notas Finais


Eiraaaaaaa pessoal! Olha que doideira não? Mas é agr? Qual casal vocês querem ver juntos indo para casa dos psicologos? Rolará romance?
Só no prox cao para saberem.
Até laaaaa 😘😘😘😘😚😚😚😚😚😚


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