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História PULSE - Capítulo 9


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Notas do Autor


Boa leitura!🤗🤗❤️

Capítulo 9 - Capítulo Nove


MINATOZAKI POV:


Tzu: eu nunca realmente acreditei no amor. Parece patético aos meus olhos. Para mim é um conceito inútil e vai continuar assim, todos que se envolveram comigo entenderam isso. -- eu a escutava sem reação, até então eu não tinha dito uma palavra sequer sobre sua "incapacidade de amar".

Sana: então... Que tal nós apostarmos nisso?

Tzu: hum?

Sana: tenho dois anos até eu precisar do transplante... Talvez até menos. Se dentro desses dois anos, eu conseguir fazer você se apaixonar por mim... Você tem que concordar que vai ser a única a me operar. Combinado?

    Tzuyu ficou seria por alguns minutos, mas logo sua expressão se formou em um sorriso debochado

Tzu: e o que eu ganho com isso? -- colocou as mãos em seu bolso

Sana: estou fazendo isso para testar uma teoria, doutora. Você não tem nada a perder. -- aquele sorrisinho idiota não saia de seus lábios

Tzu: brincando de herói agora? Acho que você não sabe no que está se metendo. -- ela começou a andar lentamente ao meu encontro, eu por outro lado estava recuando. Minhas costas bateram em um corrimão. Tzuyu aumentou seu sorriso cretino e se aproximou ainda mais. -- deixa eu adivinhar... "Amor" por sexo? Estou avisando você agora... Brinque com fogo e sairá queimada.

   Senti um arrepio quando seu rosto se encaixou na curvatura do meu pescoço.

Tzuyu: Mas tudo bem ... Se você quer mesmo que eu aceite, então vou brincar do seu joguinho -- tzuyu levou seus lábios até meu ouvido, fazendo meu coração disparar -- mas vamos jogar com as minhas regras. "Sexo"... E pronto. Nada a mais.

   Tzuyu se distanciou bruscamente ao ouvirmos um estrondo ensurdecedor vindo da rua em nossa frente. Era um acidente. Dois carros haviam se chocado, ambos capotaram. Era uma cena horrível, várias coisas estavam destruídas na pequena estrada. Tinha muitos gritos desesperados.

???: Alguém chama a ambulância!! -- uma mulher gritou, ela estava bem próxima do carro destruído. -- por favor! Meu marido... Ele está preso nas ferragens. Você tem que salvar ele.

    A mulher gritava enquanto tentava falar com um guarda que já isolava o local. Mas o guarda apenas a mandou se acalmar.

  
    CHOU POV:

  Tentei passar em meio ao aglomerado de pessoas que já formavam um círculo em volta dos carros.

Tzu: com licença... Estou passando. -- tentei passar a fita que isolava o local mas o guarda colocou a mão em meu peito me barrando.

Guarda: ei, você não pode ultrapassar aqui!

Tzu: sou médica! -- peguei minha carteira e mostrei minha licença de cirurgiã pra ele que ficou desconfiado mas logo acenou positivamente -- ninguém ferido? Estou qualificada para prestar cuidados de emergência médica. -- tentei passar mas ele me impediu novamente. Bufei irritada

Guarda: os paramédicos estão tentando libertar ele dos destroços. Há uma boa chance do veículo explodir, por isso é melhor você se manter longe. -- dois homens tiraram o rapaz de dentro do carro, ele tinha um enorme pedaço de vidro em seu abdômen.

Tzu: EI! NÃO O PEGUEM ASSIM!

       Gritei, mas acho que era tarde demais, já que assim que falei isso o vidro se quebrou, ficando um enorme pedaço fincado em seu interior. Agora havia sangue para todo lado. Passei pelo guarda e corri para perto do homem ferido.

Tzu: droga! Deitem ele! Puta merda... O estilhaço provavelmente cortou uma artéria principal, preciso de panos! Muitos panos!! -- ele estava perdendo muito sangue, se alguém chegasse ali naquela hora, não saberiam dizer quem estava ferido, pois minha blusa que era branca estava completamente vermelha, assim como meus braços.

    Peguei meu celular com dificuldade e disquei o número do hospital onde trabalhava.

Tzu: Alô, é a doutora Chou. Estou atualmente acudindo uma vítima de um grande acidente de trânsito. Homem, parece que está na metade de seus trinta anos. Mandem uma ambulância!

     Desliguei a chamada sem esperar uma resposta. Voltei a pressionar o ferimento para estancar o sangue e tentar manter ele vivo até a ambulância chegar. Não demorou muito e a ambulância tinha chegado, colocando o homem corretamente na maca, enquanto eu ainda pressionava contra o ferimento.

Tzu: vá para o hospital principal, é cerca de quinze minutos daqui, no máximo. Eu informei o departamento de emergência sobre a situação.

Paramédico: entendido!

Tzu: espere... -- apertei meus olhos com força. Eu estava esquecendo alguma coisa!... Ah! Sana! Olhei em volta e a encontrei petrificada ao lado da multidão -- aquela garota está comigo.

    Sana se aproximou com a ordem do guarda. Ela parecia assustada.

Tzu: sana. Sangue assusta você?

Sana: U- uh.... N- não...?

Tzu: então entre! -- quando sana entrou outro homem se juntou a ela e fechou a porta da ambulância. Precisávamos correr se queremos salvar a vida desse homem. Suspirei.

Tzu: desculpa por tudo isso. -- Sana me olhou perdida, parecia bastante confusa.

Sana: huh?

Tzu: desculpe pelo nosso pequeno passeio hoje... Terminou um pouco ruim. Bem... Me desculpe por arrastar você junto comigo.

Sana: bem... O que você poderia fazer? Eu vim para passar o tempo com você. -- sorriu para mim, me fazendo relaxar um pouco.

Tzu: eu não podia te deixar no meio daquela multidão e fazer você voltar sozinha. Vou compensar você da próxima vez, okay? Eu levo você em casa. -- estava me sentindo cansada

Sana: não acho que tudo isso seja assim tão ruim ... Na verdade, acho que esse pode ser o melhor encontro que já tive! -- arregalei os olhos ao ver seu enorme sorriso. De longe esse era o pior primeiro encontro que qualquer um poderia ter. E ela gostou? 

    Chegamos ao hospital depois de uns dez minutos. Nós médicos sabemos como cada segundo é precioso, as vezes a diferença de meio minuto pode ser fatal.

Tzu: os sinais vitais dele estão estáveis por agora!  Vá direto para sala de emergência. Preparem-se para uma cirurgia. 


Notas Finais


Agora eu vou dormir que amanhã vou acordar bem cedinho para ir viajar.... Até a próxima atualização ( que pode demorar um pouco, ou talvez não)❤️


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