História Punhos De Ferro (Imagine Taehyung - BTS) - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Personagens Originais, V
Tags Bebidas, Hoseok, Imagine Taehyung, Jimin, Jin, Jungkook, Kim Taehyung, Luta, Minho, Namjoon, Pockyx, Shinee, Taehyung, Violencia, Você, Yoongi
Visualizações 1.444
Palavras 1.764
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu nem deveria estar postando, eu falei que daria um tempo de tudo e que não iria mais e não sei o que, mas esse capítulo estava quase pronto e bem... Não vi de não ter um porquê de não postar ele.

Enfim...

CARALHOOOO
MAIS DE 200 FAVORITOS APENAS COM UM CAPÍTULO... VOCÊS QUEREM ME MATAR, SCRR

Ah mano, eu to muito feliz, obrigada por isso, sério, eu tinha perdido o ânimo, mas depois de ver que tantas pessoas gostaram, eu estou até desistindo dê as meu hiatus. Enfim...

Espero que gostem do segundo capítulo.

⚠PLÁGIO É CRIME, SEJA CRIATIVO⚠

Capítulo 2 - Chapter II


Fanfic / Fanfiction Punhos De Ferro (Imagine Taehyung - BTS) - Capítulo 2 - Chapter II

Hoseok me pegou no colo e me sentou na cadeira. Eu estava meio farto de todos os dias serem assim, eu queria voltar a andar logo, paciencia é algo que eu realmente não tenho.

Entramos em casa e eu fui direto para o quarto, fechei a porta e respirei fundo. Lágrimas rolavam por meu rosto. Eu não aguentava mais, era como se eu fosse a única pessoa diferente. Sei que sou. Mas... Eu só quero voltar a andar. 

Deus com toda a certeza deve me odiar, por que ele fez isso comigo? O que eu fiz a ele? Nada, sempre fui uma pessoa boa. Sempre! 

Arrumei minhas pernas na cama e me deitei. Até mesmo isso incomoda, eu posso virar meu tronco, mas minhas pernas não me respondem, elas continuam imóveis e isso é um fardo desgraçado. 

Respirei fundo, eu só preciso manter a calma, logo eu voltarei a andar, eu terei minhas pernas de volta, as luvas e enfim o ringue de luta. Meu mustang preto e talvez uma garota ao meu lado. 

- Taehyung? - Hoseok bateu na porta e em seguida a abriu. 

- Que foi? - Perguntei levantando minha cabeça. 

- Você quer que eu faça o jantar ou eu peço pizza? - Cruzou os braços e se encostou na parede. 

- Pode ser pizza. - Ele assentiu, saindo e fechando a porta. 

Hoseok foi o único que quis ao meu lado, os meninos... Eu sentia vergonha de mim, eu não queria que eles soubessem que virei um alejado desgraçado. 

Suspirei de novo. Eu só não queria ter olhares de pena, já não basta os de Hoseok e Diana, os das pessoas que não conheço, ai meus amigos vem me ver e me olham como se fosse uma formiga sendo esmagada por uma pedra. Coisa que nunca fui, nunca fui esmagado, eu esmago. 

- Merda. - Baguncei meu cabelo. 

Fiquei fitando o teto, vendo que ali continha manchas meio amareladas por conta do forro ser branco. Olhei pro lado e peguei o notebook. Me arrumei na cama, me arrastando até conseguir me sentar. Assim que consegui, liguei o notebook. 

Coloquei em um filme qualquer, peguei meus fones e os coloquei em meu ouvido. Ou seria melhor assistir séries? Tirei do filme e coloquei em outra série.

Não sei quanto tempo passou, mas foi tempo passou, mas foi tempo suficiente de Hoseok entrar no quarto com um prato, o qual continha três fatias de pizza, e um copo de refrigerante.

Eu estava permanentemente proibido de colocar qualquer resquício de álcool em minha boca, por conta dos remédios. 

Se eu soubesse... Eu teria ouvido Hoseok naquele dia, eu teria pedido para ele me levar em casa. Mas eu fui imprudente, fui um idiota que não pensou em nada. 

Quando eu vi, Hoseok já tinha afastado o notebook e se sentado ao meu lado, me abraçando com força e deixando que eu chorasse no ombro dele. 

- Obrigado. - Falei entre soluços. 

- Não tem que agradecer, sou seu amigo, acima disso, seu irmão, sempre vou estar ao seu lado, você querendo ou não. - Apertei a jaqueta dele e chorei mais um pouco. - Ok, não chora, aqui, eu pedi a pizza que você ama. - Me entregou o prato. 

- Valeu. - Peguei uma fatia, a mordendo em seguida. 

- O que estava vendo? - Se arrumou ao meu lado, me empurrando e arrumando minhas pernas. 

- Os defensores, é só uma nova série que lançaram. - Dei de ombros. 

Hoseok pegou uma de minhas fatias e eu reclamei, dando um soco abafado no peito dele. 

Tirei o fone e deixei que ele me acompanhasse naquela série interessante. 

- Você tá babando, cara. - O empurrei quando ele estava quase dormindo. 

- Meu pau que eu to. - Fiz uma careta e ele riu baixo. - Acho que vou dormir, amanhã você tem que ir fazer uma bateria de exames, durma também, ok? - Assenti. 

Ele arrumou meu corpo na cama. Hoseok parecia uma mãe, sempre cuidando e zelando por mim. Ele queria que eu voltasse a andar, talvez ele quisesse mais do que eu. 

(...)

Pela manhã, Hoseok me acordou. Ele me ajudou no banho e em tudo que eu precisava, como sempre. Me ajudou a trocar de roupa e em seguida me sentou na cadeira. 

Assim que tomamos café, saímos de casa, ele me colocou dentro do carro e em seguida guardou a cadeira de rodas no porta-malas. 

Entrou no carro e seguiu em direção ao hospital. Hoseok dirigia calmamente pelas ruas, sempre tomando cuidado, parando no sinal vermelho e respeitando todos os pedestres. 

- Hoseok, se eu voltar a andar... - Ele me olhou. - Você não vai me deixar pra trás, né? - Ele riu. - Digo... Você sabe que somos irmãos... 

- Eu sei seu idiota, tá apavorado, tá com medo de ficar sem mim, eu sei que você me ama. - Revirei meus olhos. 

- Babaca. - Rimos mais um pouco.

Eu poderia estar na merda, nadando nela, mas a única pessoa que mudava meu humor e me deixava feliz, é meu amigo Hoseok, podem até dizer que isso é meio gay, mas nem ligo. Hoseok é sim o meu irmão, o único que vai me tirar risadas quando eu estiver no fundo do poço. 

Não demorou muito para ele chegar ao hospital. Fazendo sempre o mesmo processo para me tirar do carro. Seguiamos agora pelo corredor branco do hospital, tendo em vista que eu tinha hora marcada com o médico e não poderia me atrasar. 

Hoseok bateu na porta e logo pediram para que entrassemos. Assim fizemos, o médico levantou e nos deu bom dia. 

- Como esta senhor Kim? - Ele perguntou. 

- Na merda, na bosta, no chão, no lixo, mais alguma pergunta? - Cruzei meus braços, Hoseok me olhou com cara feia. 

- Como tem sido seus últimos dias? - Perguntou. 

- Acho que me superei, to nadando na merda. - Meu médico riu. 

- Seu humor é contagiante, sabia? - Revirei meus olhos. - Sei que se sente de uma maneira diferente e que realmente isso é estar na merda, mas tem muitas pessoas que estão pior, pessoas que estão vegetando, pessoas tetraplégicas, as quais não tem nem 25% de chance de se curar, você tem sorte, suas chances são 80%. - Passei a mão em meus olhos. 

- Ok, da pra fazer logo essa droga de exame? Eu quero ir pra casa, pra voltar a olhar pro teto e repensar na minha vida de merda. - Ele suspirou. 

Hoseok me ajudou a sentar na maca, tirei minhas roupas com a ajuda dele e em seguida coloquei aquela camisola de cor azul clara. Fui sentado na cadeira novamente e saímos da sala para poder fazer a bateria de exames.

Assim que entramos eu logo fui direcionado para a maca que examinaria meu corpo. Fui deitado nela com a ajuda do médico, já que Hoseok não poderia ficar perto, ele fica em uma divisória separada, apenas me vendo pelo vidro. 

Respirei fundo e fechei meus olhos quando aquilo se movimentou, os reabri, vendo diversas luzes se movimentarem e iluminarem meu corpo. Senti lágrimas em meus olhos e tive vontade de seca-las, mas não podia me movimentar. 

Respirei fundo mais uma vez. As lágrimas rolaram com mais intensidade. 

Não demorou muito e a maca se moveu novamente. Olhei para o médico, o qual já segurava o raio-x de meu corpo em suas mãos, tinha do torax, minhas pernas, dentre outras partes que não precisava ser feito, mas mesmo assim, insistiam em fazer. 

- Então? - Apoiei meus ante braços na maca. 

- Se continuarmos assim... - Ele sorriu e me olhou. - Em, no máximo dois anos, você melhorará. - Abri minha boca. 

- Dois anos? Tudo isso? - Ele suspirou. 

- Vejo que as consultas e os remédios estão fazendo efeito. Taehyung, uma pessoa que não está motivada, desiste e acaba ficando sem andar até morrer, você quer viver de novo, quer ter suas pernas e eu vejo motivação em seus olhos, por favor, como seu médico eu pesso isso, não pare de lutar, não pare de tentar. - Ele massageou o lado esquerdo de meu ombro. 

- Não sei se aguento, dois anos... É muito. - Ele negou. 

- Você demorou quanto tempo para subir no ringue de luta? - Franzi o cenho e pisquei meus olhos algumas vezes. 

- Três ou quatro anos. - Ele me ajudou a sentar na cadeira de rodas. 

- Então, quanto tempo de treino você teve? - Revirei meus olhos. Ele ia me dar lição de moral, tenho absoluta certeza. 

- Eu comecei aos dez... Demorou cinco anos para eu aprender e dois para eu subir nos ringues, não podia subir com a idade muito baixa, por isso mandaram eu esperar eu atingir uma certa idade. - Ele sorriu. 

- Dois anos é muito pouco, ok? Apenas seja  paciente e não falte na fisioterapia. - Revirei meus olhos. 

- Tá, ok, mais alguma indicação, doutor? - Ele riu. 

- Não se esqueça de mim quando voltar a andar, seu moleque. - Bagunçou meu cabelo. 

Soltei um riso, doutor Lee sempre foi upaciente. Mesmo quando eu tinha começado a frequentar a clinica. Eu era grosso demais, mesmo que eu saiba que ele apenas estava me ajudando, eu apenas queria mandar todo mundo a merda. 

Saímos da sala e logo vi Hoseok, ele sorriu e se colocou a minha frente. 

- Vamos, você tem que ir pra fisioterapia. - Suspirei. 

Assenti e me despedi de meu médico. Hoseok começou a empurrar a cadeira pelo corredor. Apertei o encosto do braço e respirei fundo. Não queria ter que encarar Diana depois daquele meu ataque de idiota, não queria ter a tratado daquela maneira. Eu apenas estou afim da minha médica. Ou apenas coloquei isso na cabeça depois que Hoseok falou aquilo. 

Saimos do hospital e logo fomos em direção ao seu carro. Hoseok abriu a porta e me pegou no colo, me sentando no banco e sorrindo pra mim. Revirei meus olhos e ele riu alto. Logo fechou a porta e colocou a cadeira de rodas no porta-malas. Entrou no carro e o ligou. 

- Você está feliz hoje. - Ele falou. 

- Estou paciente e tranquilo, ouvir o que o Doutor Lee falou... - Soltei um suspiro, encostando minha cabeça no banco. - Foi algo... Que me tranquilizou. - Meu amigo sorriu. 

- Independente do futuro, vou sempre estar com você... Até o fim de nossas vidas. - Sorri com as palavras dele. 

Hoseok sempre esteve ao meu lado. Que coisa gay. 


Notas Finais


Se preparem para o próximo capitulo, eu tenho pensado em várias formas de o fazer, mas já sei por onde irei começar.

Mano, que bom que gostaram tanto, obrigada pelos mais de 200 favoritos, vou até chorar, obrigada s2

Me sigam para não perderem nenhuma atualização de nenhuma das minhas outras estórias.
Perfil: @pockyx

Me digam o que acharam... e...

Até o próximo capítulo ^^


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