História Punishment - Capítulo 1


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Notas do Autor


Hooooy!!! Essa é a minha primeira fanfic kakasaku depois de taaaanto tempo sem escrever.
A ideia inicial da fanfic era para ser inspirada na música do type o negative, christian woman, só que acabou saindo de controle e a história ficou diferente do que acabei imaginando. Mas, por incrível que pareça, eu acabei gostando????
Espero, de fundo do meu coração, que vocês também gostem da história.
Tem algumas partes da história, como a questão da deusa solar, que não contextualizei muito bem, porque, como é uma one, não achei que seria necessário fazer isso - até por que o meu, lado prolixa ia falar mais alto kkk
Essa one também esta sendo publicada no wattpad (Nick: lettersofengel)
E... acho que é só isso??? Espero que vocês aproveitem muito bem dessa história. *piscadinha*

Ps: espero que a formatação da fanfic tenha ficado decente, porque estou postando pelo celular e por aqui é meio... Complicado.

Capítulo 1 - Capítulo único


Abril de 1980 


 Em um cubilico, desprovido de qualquer luxo imposto pela vida mundana, vivia uma jovem de cabelos tão róseos que, por infimos momentos, ela se permitia pensar na pena que seria ter que escondê-los em nome da fé. 

 Desde cedo, Sakura vive unicamente para honrar o chamado para vocação divina que, segundos seus pais, foi feito ao seu nascimento quando a bebê voltou a vida após ser dada como morta — algo que nem mesmo os médicos puderam explicar, então coube a fé, até então fraca, da senhora Haruno entender que aquilo só poderia ser alguma mensagem dos céus para que a família Haruno retornasse ao caminho dos deuses. E, graças a isso, Sakura viveu a sua vida em prol de um dia chegar àquele minúsculo quarto, dentro de um casarão de servas solares, localizado aos fundos da única igreja da pequena cidade interiorana de Konoha. 

 Sakura não sabia muito bem o que pensar dessa história, mas continuava a seguir fervorosamente o caminho já construido pela mãe. 

Assim, ajoelhada na fria cerâmica, defronte à cama que, por poucos centímetros, não tornava a sua estadia um tanto quanto desconfortável, Sakura pedia para que a deusa solar protegesse a todos naquela noite sem lua. As noites sem lua eram caracterizadas como a noite dos demônios: onde eles, sem qualquer vigília do Deus lunar, aproveitavam para possuir as pessoas e quiçá levar algumas almas consigo. E, justamente por isso, os habitantes da pequena Konoha tem a tradição, que começou há dois anos, de se manterem acordados, em uma reza contínua até que a deusa solar aparecesse na manhã seguinte

 Em meio a suas preces, Sakura sentia que seria incapaz de pedir para que a deusa a resguardasse, junto com os habitantes de Konoha, de baixo de seu véu dourado. Ela era uma pecadora e pecadores como ela mereciam ser punidos. Ela sabia que ele viria para fazer isso. Ela sabia que em noites sem lua ele aparecia. 

 O pecado corroía cada parte do seu corpo, mas nada conseguia ser tão abrasador quanto as memórias das noites regadas a luxúria que ele conseguia proporcionar para Sakura. Aquele era o castigo de Sakura, um castigo que ela merecia, um castigo que ela se permitia sentir intricisecamente. O calor em meio suas pernas aumentava conforme Sakura rogava pela proteção alheia. Ele estava chegando. O arrepio em seus pelos enunciava que o cheiro dele circundava o ar: a mistura amadeirada, com um leve odor da chuva que se fundia sutilmente com um aroma mentolado, fazendo a rosada sentir a umidade sugir em meio às suas pernas. A respiração falha, da jovem de cabelos rosa, e os tremores em suas pernas entregavam que ele já se fazia presente no quarto. Naquele momento, Sakura agradecia por estar de joelhos. Todos os seus sentidos foram tomados de si quando ela ouviu aquele suspiro que, por mais tedioso que parecesse, carregava uma lascividade tão característica de seu dono, que restava a Haruno se prender ao pouco da sanidade que insistia em permanecer em seu corpo. 

 — Demorei muito? — O tom divertido em sua pergunta fazia Sakura sentir um ódio de si mesma por ser tão entregue àquele ser. 

 — Não sei. Não estava a sua espera. — Mesmo com os olhos teimosamente fechados, Sakura sabia que ele estava dando-lhe o melhor sorriso. — Aliás, estava pedido para que a deusa solar te mantivesse no inferno de onde você veio. 

 — Inferno não existe. E a deusa está ocupada demais para se preocupar com a fiel mais temente que ela tem — Ainda de joelhos, porém com pernas mais apertadas possiveis, numa falha tentativa de conter a excitação, Sakura sentiu o calor da respiração dele ao pé de seu ouvido. Com uma força abissal, a rosada permanecia incrivelmente imóvel, não se permitindo entregar ao ser de cabelos prateados que de forma tão fácil a tinha na palma de sua mão. 

 Involuntariamente, um leve gemido saiu dos lábios rosados conforme Hatake — como a forma dizia se chamar — se apertava contra Sakura, que ainda se encontrava de joelhos. Ela não conseguia se manter impenetrável por tanto tempo. Cada parte do seu corpo estava impregnada pela heresia que era a relação dos dois. Seu corpo gritava para que eles consumassem o pecado. E assim, eles fariam. 

 De forma totalmente dominadora, Hatake empurrou parte do corpo de Sakura, para cima da cama, fazendo com que ela ficasse de quatro. A visão da bunda empinada, pedia para que a longa camisola de cetim branco fosse arrancada, dando lugar à vista despida, avantajada e timidamente úmida que Sakura escondia com longos tecidos sem forma e cores. A língua do homenzarrão salivava diante das intimidades de Sakura. Ela empinava a bunda, mostrando impaciência e um desejo tão grande, quanto do Hatake, de ser chupada até sentir o ápice do prazer que aquele homem era capaz de lhe dar. Mas ele não o faria... não naquele exato momento. A tortura era tão pertencente ao Hatake quanto a garota de cabelos rosa. E ele precisava fazer jus a sua características principal. Com dois dedos, ele os escorregou pela intimidade de Sakura que já se encontrava tão encharcada que era como se pedisse para ser "secada" pela língua habilidosa do prateado. Numa tentativa aliviar essa vontade, Hatake levou os dedos à boca, saboreando o gosto doce e cheio de luxúria de alguém que faria de tudo para ser fodida pelo mastro que se mostrava cada vez maior dentro da calça. 

 Palavras desconexas, que saiam da boca da rosada, reclamavam por mais. 

 Com as mãos carregadas de desejo, Hatake vira o corpo de Sakura, movido pela tentação que era ver o rosto dela se contorcer diante da impiedade que ele teria em provocá-la. Assim, a jovem Haruno finalmente pôde ter uma visão de seu parceiro de noites sem lua revelando, conforme se despia, um corpo copiosamente escupido que fazia Sakura questionar se existia alguma possibilidade dele ser uma criatura divina. Curiosamente, os olhos dela fixaram em um ponto que se destacavam pela lascividade de seu tamanho — os esverdeados do olhar da garota ganharam um brilho cheio de volúpia e cobiça. Após notar o desejos sucumbindo de Sakura, Hatake se livrou da peça que continha o seu membro. Finalmente, e sem qualquer peça de roupa para atrapalhar ambos, Hatake puxou as pernas de Sakura para si, encaixando-se de tal forma que o prateado pudesse ficar por cima da garota, afim de dar atenção aos seios medianos que estavam com os mamilos entumecidos a nível do Hatake não conseguir deixá-los para depois. 

 Com bastante avidez, ele distribuia atenção, igualmente, para ambos os seios: enquanto um seio era agraciado por chupadas e lambidas cheias de excitação; o outro era contemplado pela mão hábil que sabia como ninguém que bastava um beliscão no mamilo de Sakura para que ela começasse a implorar verbalmente por atenção. — P-por... favor... me foda!! — Os olhos suplicantes e de uma inocência surreal contrastava de forma contrária aos impulsos de seu corpo: incessantemente, Sakura remexia o quadril buscando sentir, e quiçá ter dentro de si, o descomunal pênis do homem. Mas, todos os seus esforços, levavam apenas a sentir de raspão a glande rosea escorrendo, com uma facilidade absurda, pelo clitóris embebido pelos fluidos de garota. Aquilo já era o suficiente para fazer Sakura se contorcer e jogar a cabeça para trás, com a convidativa boca entreaberta que, continuamente, implorava para que aqueles atos profanosos a levasse ao gozo. 

Com as bocas a centímetros uma da outra, o hálito de ambos se misturavam tornando as respirações uma só. A corrente de ar calido se quebrou dando lugar a um beijo carnal que se alimentava da ânsia de ambos se fundirem, assim, permanecendo eternamente juntos de forma impetuosa. Com a habilidosa língua, Hatake se unia a Sakura em uma dança sensual que era agraciada por mordidas no lábio inferior que, agora, se encontrava no mais puro tom de carmesim. 

 Não obstante, a mão curiosa do prateado rumou em direção ao meio das pernas de Sakura que já se encontrava escancarado, pronto para recebê-lo. Conforme a mão descia, Sakura sentia labaredas de fogos sendo deixadas durante a extensão do seu corpo. Ela não sabia se seria possível, mas sentia que a qualquer momento seu corpo entraria em autocombustão. Assim que a mão encontrou com a boceta de Sakura era como se todas as parte do corpo Hatake tivessem sido feitas unicamente para dar prazer a jovem. A mão era de um encaixe tão perfeito que, por trás de toda luxúria, existia uma sensação de conforto ao sentir que algo lhe pertencia. Os dedos curiosos do Hatake escorregaram levianamente na vulva túmida: com movimentos circulares, o homem tentava manter os dedos focados no clitóris de Sakura, mas a umidade do local tornava a tarefa deliciosamente difícil. Os gemidos de Sakura eram contidos por beijos vorazes que facilmente levariam Sakura a um orgasmo.

Propositalmente, os dedos do prateado se moveram para tentadora entrada que pedia por algo maior e mais grosso. Com os dedos indicador e médio, Hatake escorregou para dentro da garota com uma facilidade que só era possível devido a exitação viçosa que escorria para as pernas da garota. Com movimentos de vai e vem, o prateado bombava a garota com uma urgência fugaz de fazê-la chegar ao ápice do prazer em poucos segundos. Juntamente a isso, o pescoço alvo de Sakura era acalorado por beijos que se misturavam à lambidas efevercentes. 

Antes mesmo que Hatake pudesse descer com a boca para o clitóris de Sakura, ele sentiu o líquido ardente trespassar os seus dedos. Com um sorisso lascivo, Hatake respondeu a rosada que tentava recompor a respiração de volta ao seu ritmo normal. As pupilas vermelhas do prateado refletiam qual seria o seu próximo ato. Sem ao menos ter se recuperado, Sakura foi tomada por um sensação de prazer esplendorosa proporcionada pela língua do prateado que, vagarosamente, movia o clitóris de um lado ao outro, objetivando na tortura de sua parceira. Os gemidos de Sakura, abafados pelas grossas paredes de pedra do quarto, eram uma lamúria para que o homem abocanhesse de vez de toda sua região íntima. Mas aquele era o castigo dela. E como todo bom castigo ela iria sofrer antes de ter o seu deleite no final. Com um sopro leve sobre a vulva, Hatake fixou as orbes escarlete no rosto de Sakura, discontraidamente, se divertindo com a inquietação da rosada.

 — Diga-me, Sakura, o que você quer? — O hálito quente de Hatake trazia novas sensação à vulva encharcada da garota.

 — V-você sabe o que eu quero. — Sem olhar para o Hatake, numa falha tentativa de ignorá-lo, Sakura foi tomada de si quando o homem passou deliciosamente a língua sobre o clitóris.

 — Vamos, diga! — Sakura sentia sua sanidade escapando junto com líquido que fluía de sua boceta. Quaisquer resquícios de orgulho se foram diante daquele homem. 

 — Me chupe, me foda, faça o que quiser! Mas, por favor, me castigue logo. — O riso do Hatake fez com os pelos da rosada se enriçasem. 

 — Boa garota. — A respiração de Sakura voltava a ficar descompassada e com uma lambida, que Kakashi deu nos próprios lábios, ela perdeu o rumo de qualquer pensamento que insistia em ficar em sua cabeça. 

Como que em um piscar de olhos, a boceta de Sakura foi abocanhada de uma forma tão sedenta que nem mesmo a fruta mais doce existente poderia ter sido chupada com o mesmo prazer que ela estava sendo. Era como se fosse um beijo entre a vulva de Sakura com os lábios de Kakashi: a língua dele se movia por todas as partes em busca de provar cada centímetros da região; chupões eram alternados entre o clitóris e os lábios maiores e menores; e, atrevidamente, o dedo médio se aventurava no orifício que tremulava desejo. 

Se continuasse daquele jeito, logo mais Sakura teria seu segundo orgasmo. 

Mas não era isso que o Hatake queria; ele queria senti-la gozando em cima de seu pau enquanto a sua língua saboreava cada parte de seu pescoço.

 Subitamente, Hatake se afastou. Com a própria língua, o prateado limpou os lábios afim de não deixar nenhuma gotículas adocicada de Sakura ser desperdiçada. Antes que a rosada tivesse tempo para formular alguma reclamação, Hatake pegou o seu glorioso mastro e se posicionou próximo à boceta da Haruno. A garota deu suspiro de exaltação. Ele estava tão próximo que uma leve jogada de quadril seria mais do que suficiente para ser penetrada.

 Com um desinteresse totalmente teatral, Hatake aproximou sua glande do clítoris desejoso. Um sorriso maléfico se instaurou nos lábios do prateado quando ele começou a pincelar a glande durante toda a extensão vaginal, que ia do grelo até o tímido orifício abaixo. O corpo da Haruno se contorcia de um lado ao outro. Hatake se contraía conforme os gemidos de Sakura aumentavam.

 Ambos se precisavam, urgentemente, um dentro do outro. 

Sem qualquer aviso e com uma habilidade inumana, Hatake pegou Sakura no colo, como se ela não pesasse nada, enquanto se sentava na cama, com seu pênis ostensivamente endurecido, pronto para recebê-la. E como quem ansiasse por aquilo há anos, Sakura sentou abruptamente no mastro que clamava para ser rodeado pelo orificio úmido e quente.

 Calmamente, ambos começaram a fazer movimentos rítmicos que eram atiçados pelos gemidos, que se tornavam como música para dança sensual da qual os corpos faziam. Os olhos verdes de Sakura se encontram com os Carmesim do Hatake. O choque de olhar intensificou os movimentos da Haruno. Com os braços trêmulos, a garota rodeou o pescoço do Hatake, em busca de equilíbrio e dos lábios que gemiam por seu nome. 

Com um beijo apaixonante, o prateado relembrou do terno desejo pela pele da rosada: assim, invocando a posição de controlador, Hatake puxou vigorosamente a parte de trás do cabelo de Sakura, desejando ter completo acesso ao pescoço e busto de sua parceira, que, naquele momento, balançavam eloquecidamente, seguindo o ritmo das estocadas. 

 Contendo o gemido entre os lábios, Hatake devorou o pescoço da Haruno, fazendo uma torturosa trilha até os seios que, agora, se mantinham no lugar graças a boca devassa do prateado. Aquilo extasiou mais ainda, se é que fosse possível, a garota de cabelos rosa. As calvagadas de Sakura acentuavam conforme mais perto ambos chegavam do êxtase. Hatake fazia máximo para se segurar; ele queria que a rosada aproveitasse de cada momento em seu pau.

 Os movimentos ininterruptos; as palavras indecentes — mas de muita decência para a ocasião; os corpos um contra o outro, banhados pelo suor e luxúria; os gemidos que terminavam em beijos voluptosos. 

Assim, como se fosse combinado, ambos se entregaram ao deleite final do prazer, sentido os fluídos de ambos se misturando, trazendo feições aprazíveis às faces dos dois. Mesmo se sentido esgotada, não teria cansaço capaz de tirar o sorriso libertinoso do rosto da Haruno.

 Sakura caiu sobre Hatake, fazendo com que ambos deitassem em cima da cama. Ele poderia continuar dentro dela, pois Sakura sabia que daqui alguns minutos Hatake já estaria altivo pronto para outra. Entranto, ela gostava desses momentos que sucediam uma transa, pois era ali, embriagados pelo prazer, que Sakura sentia que não somente o corpo do Hatake estava despido, mas ele por completo. 

 Ao se deitar de lado, os olhos de Sakura foram magnetizados pelos do prateado, automaticamente um sorriso puro surgiu dos lábios de ambos. E era em momentos assim, que a luxúria era deixada de lado, dando lugar a um calido sentimento que Sakura sempre evitava entender.

 — Venha comigo. — inesperadamente, disse Hatake

 — Você sabe que eu não posso. Nem te conheço direito! Nem sei dizer se... você é humano. — A feição apaixonada, mas Sakura negaria isso até a morte, foi substituída pela surpresa da fala do Hatake. 

 — Se você vier comigo, eu prometo te responder tudo que você quiser. — O olhar suplicante mexeu em algo dentro de Sakura. 

 — Mas....

 — Só por um dia! Se você não gostar, é só voltar no final do dia; mas se gostar, continuará comigo e prometo te fazer a mulher mais feliz desse mundo. — Com um toque cálido, Hatake pegou as mãos de Sakura e distribuiu beijos tão quentes quanto as bochechas de Sakura.

 Como se as palavras tivessem sidos tomadas de si, Sakura o beijou. Um beijo terno e carregado de todo os sentimento que a rosada ignorava. Um beijo que dizia sim para todas as dúvidas do Hatake. Um beijo que só terminaria depois de uma sucessão de prazeres que, pela primeira vez, não seriam dados como punição. 


 Desde então, Sakura nunca mais apareceu... e nem as noites sem lua.  


Notas Finais


Entãaaaaao, eu sei que parece meio confuso esse final, sem muita explicação, mas eu queria deixar uma coisa aberta para que vocês pudessem teorizar. Eu, particulamente, gosto dessa coisa sem explicação, sabe? Então, fica a cargo de vocês pensarem o que quiser dessa conclusão kkk
Espero, de verdade que vocês tenham gostado. Tive uma certa dificuldade com a parte do hentai, porque não é algo que eu estava preparada para escrever — mas eu precisava urgentemente criar uma hot kakasaku porque essa casal é um absurdo de tanta química que tem. Então, prometo melhorar nessa parte para trazer mais fics hot desses dois <3 Por enquanto, só tô com planos de umas fics kakasaku/itasaku mais fofas.

Btw, obrigada por terem lido!!! <3


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