História Puppy - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Uepa~~


Primeiro de tudo eu quero agradecer quem quer que tenha feito as imagens que eu usei tanto na capa da fanfic como aqui no capítulo. Eu não consegui achar quem fez, mas mesmo assim agradeço.

Ok, essa é primeira vez que eu escrevo um lemon e o meu cu tá na mão por causa da insegurança, sorry.

Provavelmente se alguém que lê TFATC estiver lendo isso, vai querer me matar por ter tempo de postar uma fic e não atualizar. No worry, TFATC não foi esquecida, eu fiz uma pausa mas continuo escrevendo, pretendo voltar a postar lá quando tiver uma boa quantidade de capítulos prontos.

Capítulo 1 - As posições se invertem rápido demais nesse jogo


Fanfic / Fanfiction Puppy - Capítulo 1 - As posições se invertem rápido demais nesse jogo

O quão longe você iria por amor? Qual é o limite humano quando o assunto é a pessoa mais importante da sua vida? Quanto você aguenta?

Eu já perdi a conta de quantas vezes essas mesmas perguntas passaram pela minha cabeça nos últimos minutos ou, pelo menos, desde que Bakugou decidiu que gostaria de tentar algo novo dessa vez. “Vai ser divertido, não se preocupe” é o que ele diz, e eu, como o completo pateta apaixonado que sou, caí na lábia dele como um patinho.

– Você está gostando, Ei-kun? – meu namorado disse, fazendo uma voz excessivamente manhosa. Minha expressão de poucos amigos não se altera ao ouvir sua voz sedutora.

– Sinceramente, tudo o que posso pensar e dizer é: – faço uma pausa dramática. – O que foi que eu te fiz? – olho para o loiro deitado sobre meu peitoral e arqueio uma sombrancelha, recebendo um sorriso ladino em resposta, o que me faz suspirar em derrota.

Confesso que hoje de manhã quando meu namorado disse para mim que queria variar um pouco na cama, eu acreditei com todo o meu ser que se tratava de alguma posição sexual nova ou algum fetiche que ele gostaria de experimentar, por isso aceitei sem nem pensar duas vezes. Todavia, ao ver a fantasia ridícula de cachorro — poderia ter sido uma mais sensual com orelhas, rabo e uma cueca sexy, mas era um daqueles macacões idiotas que as vezes eu usava com o Kaminari para fazer alguma brincadeira boba — que o loiro trazia consigo, repensei seriamente minhas escolhas de vida.

Eu ia recusar, juro, mas as vezes o estressadinho consegue ser tão fofo e persuasivo que não há pessoa no mundo que consiga contrariá-lo. E eu, como namorado, sou especialmente mais fraco para os seus charmes e barganhas, o que me deixa vulnerável a esse tipo de palhaçada.

Por isso eu estou aqui deitado preguiçosamente na cama enquanto o loiro está debruçado sobre o meu corpo me abraçando como se eu fosse uma pelúcia que ele havia acabado de ganhar. Estaria tudo bem se ficar deitado fosse a única coisa que eu tivesse que fazer, a verdade é que Katsuki havia me feito agir como um cachorro o dia inteiro; latindo, dando a patinha, passeando, eu só me livrei de ter que andar nas quatro patas.

Nem parece que ontem fez os vizinhos virem reclamar do volume dos gemidos dele. – penso, inconformado.

– Você é tão fofo que eu quero te explodir. – Bakugou afundou mais uma vez o rosto no meu peitoral e me apertou forte.

Apesar de não estar totalmente de acordo, não tenho como negar que o momento é muito adorável. Estar com ele — mesmo que vestido — é algo que eu amo fazer. O loiro parece estar amando essa brincadeira; então fico feliz por pelo menos ele estar se divertindo e agindo de uma maneira tão adorável.

Mesmo eu sendo evidentemente o mais meloso de nós dois, eu realmente adoro esses momentos onde os papéis se invertem e o Katsuki age todo grudento e fofo enquanto eu fico um pouco mais recluso. São raros, então não é nada injusto eu me aproveitar.

– Posso te abraçar? – indago fazendo uma expressão exagerada de cachorrinho que caiu da mudança. Como o cachorro que atualmente sou, tenho direito de aproveitar-me de expressões ou termos de cachorrinho.

– Cachorrinhos não falam. – a expressão fofa alterou-se quase que imediatamente para uma de raiva extrema, como já era característico dele. Por que é tão difícil convencer ele? E como ele faz isso tão facilmente comigo? – Cala a porra da boca ou lata. – a voz raivosa era algo que sempre me fazia rir. Tão fofo!

Suspiro e volto a minha posição inicial, parado de braços abertos enquanto era acariciado e não podia retribuir. Se eu soubesse que ele ia me torturar assim nunca teria aceitado a ideia da fantasia!

Não sei se foi algum tipo de divindade me ajudando ou se o meu namorado apenas percebeu o quão descontente eu estava, mas por algum motivo Bakugou decidiu sentar no meu colo enquanto acariciava minha barriga e dizia que cachorrinhos sempre gostam de um carinho na barriga.

Provavelmente minha mente só está me pregando uma maldita peça, mas cara, foi exatamente nessa posição que nós transamos ontem, as memórias ainda estão vividas na minha cabeça. É impossível que ele não tenha feito isso de propósito.

– Desce um pouquinho mais. – murmuro já sentindo o calor familiar apossando meu corpo e concentrando-se, principalmente, no meu pênis. Bakugou bufou, com o olhar pegando fogo de raiva.

– Cachorros só podem latir, caralho. Já disse centenas de vezes. – ele rosnou, realmente irritado. Apesar de não aprovar muito a ideia de não poder falar, decido fazer; afinal eu sempre faço tudo que ele quer, do mesmo modo que ele sempre se esforça para ser um bom namorado, mesmo que as outras pessoas não percebam.

Contudo, mesmo fazendo as necessidades dele, eu ainda tenho uma reputação que faz jus ao nome; não sou conhecido por ser um brincalhão à toa. Se ele quer que eu lata, vai ser nos meus termos.

– Au, au, au, pega no meu pau. – começo a gargalhar e como consequência levo um soco no estômago que me faz perder o fôlego, mas não a piada.

– Você é um cãozinho muito malvado, vou te dar uma lição. – ele sorri de canto, mas era evidente a raiva nas suas palavras e no modo de agir. Acabo sorrindo de ansiedade, feliz por finalmente fazer algo mais divertido.

O loiro puxa o zíper da roupa — ficava na frente, então foi fácil — e exibe minha camiseta branca e parte da minha cueca, cujo era a única coisa contendo uma ereção poderosa que havia se instalado ali antes mesmo que eu percebesse. Suspiro aliviado e quando menos esperava, Bakugou levantou minha blusa e começou a beijar toda a extensão do meu abdômen definido.

– Se essa é a minha punição, eu vou sempre ser mau, au, au. – brinco novamente, exibindo um largo sorriso satisfeito. Que burrada!

Meu namorado parou com os beijos suaves e quentes e passou a morder meu corpo com tanta força que eu desconfiei seriamente que haviam alguns sangramentos na área. Se estivéssemos fodendo isso seria maravilhoso, excitante na medida perfeita; entretanto, naquele momento tudo o que eu sentia era uma dor excruciante atravessando meu corpo como se meus órgãos estivessem sendo arrancados cruelmente.

– AI BAKUGOU! – começo a me remexer na cama tentando me livrar da mandíbula de aço que está estraçalhando meu corpo.

– Peça desculpas e eu paro. – ele riu maldoso e me mordeu mais uma vez, me fazendo gritar de dor.

– DESCULPA! – continuo tentando me livrar dele, mas Bakugou era forte demais para que eu conseguisse fugir dele apenas me remexendo. Na verdade, ele conseguiu me deixar completamente imobilizado com facilidade, à mercê das vontades sádicas dele.

– Não é assim que cachorros se desculpam, seu vira-lata. – ele se aproxima do meu rosto e com uma das mãos aperta minhas bochechas com firmeza, me deixando com uma expressão engraçada. – Não tente bancar o espertinho. – ele rosnou e eu assenti hipnotizado por ter aquele rostinho maravilhoso tão próximo ao meu.

Todos reclamavam sobre o quão desagradável a personalidade explosiva do loiro podia ser às vezes mas, para mim, o modo agressivo e rude dele o torna tão sensual, tão... devasso. Talvez seja pelo contraste que a minha personalidade calma tem com a personalidade intensa dele, mas o fato é que quando ele é tão mandão, grosseiro e arrogante, eu não consigo pensar em nada a não ser no quão fodidamente gostoso ele fica com todo essa birra. E, além disso, Bakugou fica tão submisso e manhoso quando estamos fazendo amor que chega a parecer outra pessoa; lembrar que esse é um lado dele que só eu conheço me deixa em êxtase.

Aproveito que estou parcialmente livre para poder inverter nossas posições com uma agilidade quase surreal — são nesses momentos que eu vejo os resultados do meu treino diário —, mas nada que não estivéssemos acostumados. Bakugou sorri de canto enquanto eu desço meu corpo até ficar em frente aos pés do garoto, onde deposito um beijo delicado — amém termos tomado banho há pouco — e o encaro do modo mais sedutor que eu consigo.

– Me desculpe, mestre. – digo baixo, com a voz um pouco mais grave que o normal. Bakugou cruza os braços atrás da cabeça e me encara com os olhos brilhando em expectativa.

Vou deixando beijos suaves por todo o caminho desde seus pés até suas coxas, onde deixo uma mordida suave e um chupão, o que faz o loiro arfar. A mania de Bakugou de não usar calças no próprio quarto é muito conveniente às vezes, principalmente em momentos como este.

– Você me perdoa, mestre? Au, au. – digo a última parte em tom de brincadeira e o loiro solta uma risada anasalada, o que me alegra.

– Vai precisar de mais que isso, cãozinho. – ele fecha os olhos, parecendo muito confortável enquanto esperava minha próxima ação. Contudo, o relevo na sua cueca branca desmentia sua falsa tranquilidade.

Eu geralmente torturo Bakugou o máximo que consigo antes de foder ele, nossa vida sexual é repleta de joguinhos e torturas deliciosas. Porém hoje é diferente, hoje eu não sou o Kirishima de sempre, que beija o corpo todo do loiro, que diz palavras carinhosas, dá beijos calmos, faz carinho, entre outras coisas; hoje eu sou o cãozinho vira-lata do Bakugou, e se ele quer que eu aja como um animal, então eu vou foder como um também.

Justamente por isso que eu rasguei a roupa íntima do meu namorado com tanta brutalidade que ele chegou a dar um grito de surpresa, provavelmente espantado por eu nunca ter feito isso antes. Antes que ele reclame pela peça ou me bata, abocanho seu pênis e início um boquete tão intenso que beirava o agressivo, chupando e lambendo seu membro como se fosse algum doce — o sabor era doce, todavia —. Bakugou tentava não gemer, mas dava para ver no seu rosto o quão difícil a tarefa estava sendo, afinal ele cobria o rosto com as mãos enquanto fazia uma expressão sôfrega e respirava com dificuldade.

Eu conheço meu namorado, conheço bem o suficiente para saber quando ele vai gozar apenas pela sua maneira agressiva de fechar as pernas sem se importar se eu estou lá no meio ou não, me obrigando a abrir suas pernas a força muitas vezes para impedir que eu morra sufocado ali — não que seja ruim, mas não é assim que eu me vejo morrendo —. Justamente quando eu senti suas coxas pressionando minha cabeça que eu parei de chupá-lo, recebendo um rosnado agressivo em troca.

– Quer morrer, porra? – pelo visto ele ainda não está excitado o suficiente, já que seu jeito mandão ainda não havia sido substituído pela passividade adorável que eu amo ver.

– Só se for de prazer. – sorrio para ele e então me levanto, ficando de pé do lado da cama.

Minha ereção já estava quase rasgando minha cueca e, sinceramente, aquilo estava me matando de dentro para fora. Eu e meu autocontrole merecemos um prêmio nobel por não surtar vendo um Bakugou de pernas abertas com cada pelo do seu corpo irradiando tesão, as bochechas coradas e a expressão de alguém desesperado para conseguir gozar. A vista me deixa hipnotizado e, em uma tentativa falha de aliviar o tesão, começo a massagear meu membro por cima da cueca e da fantasia idiota.

– Venha aqui, cachorrinho. – Bakugou diz com a voz trêmula, provavelmente devido ao prazer intenso que ele ainda sentia mesmo após eu parar de tocá-lo. Talvez isso tenha sido um pouco egocêntrico, mas não posso fazer muita coisa quanto a isso, principalmente por ser algo que o próprio esquentadinho já havia me dito que ocorria algumas vezes. – Eu quero te dar um carinho. – ele olhou para minha ereção evidente e mordeu os lábios de leve, sem nem tentar disfarçar o desejo. Gosto da atitude descarada dele.

– Bakugou... – rosno baixo e meu namorado me olha surpreso, talvez porque eu nunca rosno quando vamos transar. Entretanto, sua surpresa logo se transformou em tesão, transparecendo em seus olhos como se fosse uma chama intensa queimando-o de uma maneira torturante e, ao mesmo tempo, muito prazerosa.

– Vai rosnar para o seu mestre? – ele brinca, mas eu já estava excitado demais para continuar com essas brincadeirinhas bobas que sempre fazemos.

– Cale a boca. – rosno novamente, mais agressivo dessa vez. Katsuki percebeu no mesmo instante que eu já havia perdido a paciência, foi possível ver isso no seu rosto.

Termino de descer o zíper da fantasia mas não a tiro, afinal eu até que estou gostando dessa brincadeira de cão e mestre. Puxo meu membro para fora e solto um longo suspiro de alívio quando meu pênis fica finalmente livre.

Percebo que Katsuki olha para minha rigidez com os olhos brilhantes e com a boca quase salivando, provavelmente desejando me chupar ou que eu o foda, ou os dois. Sorrio de canto para ele, tão devasso que até o próprio diabo ficaria excitado em ver aquele sorriso.

Foda-se a presunção, foda-se o egocentrismo. Excitado como estou não tenho tempo para perder me preocupando com as palavras ou expressões que vou usar para que eu não pareça uma pessoa ruim. Na hora do prazer não importa se você é uma pessoa boa ou má, tudo o que interessa é dar e sentir prazer — por isso dizemos “hora do prazer”, duh —.

Katsuki engatinha sobre a cama até ficar cara a cara com o meu pau. Sua ansiedade era tanta que eu podia senti-la daqui, como se fosse algo palpável; ser desejado assim me deixou ainda mais excitado, se isso for possível.

– Abra a boca. – ordeno de maneira autoritária e ele o faz de imediato, me encarando com aqueles olhos pidões que o faziam facilmente ser confundido com alguém dócil. – Você agora é a minha cadelinha, entendeu? – o loiro confirmou ainda de boca aberta, o que me fez sorrir um pouco. Era isso que eu queria ver, o Katsuki submisso que implorava para foder.

Começo a esfregar lentamente minha glânde sobre a língua quente e rosada do meu namorado, me deliciando com as arfadas dele e soltando alguns gemidos baixos vez ou outra. Bakugou vez ou outra tenta fechar sua boca ao redor do meu pênis para iniciar um boquete de verdade, mas eu o impeço saindo de perto antes que ele consiga.

– Você foi muito cruel quando me deu aquelas mordidas, Katsuki. – digo baixo, vendo o loiro observando as marcas vermelhas que ele havia deixado com certo orgulho. – Para me vingar do que você fez eu vou te privar de algo que você ama fazer. – eu nem sequer precisava concluir a minha frase, já que ambos sabíamos que eu estava me referindo à um boquete. Eu sofreria um pouco sem ter a língua quente e habilidosa do loiro rodeando e chupando o meu pau, mas ele sofreria bem mais que eu, isso é fato.

Retiro meu pênis da boca dele e fico parado na sua frente segurando-o. Katsuki me olhava com um desejo intenso brilhando no seus olhos, fazendo com que suas íris se comprassem a duas jóias preciosas brilhando em ansiedade para foder.

– Me masturbe, e nada de gracinhas comigo. – dou mais uma ordem e sou prontamente obedecido. Jogo a cabeça para trás e gemo quando sua mão quente envolve meu falo e começa os movimentos de vai-e-vem.

– Eu quero te chupar, Kirishima. – ele súplica, algumas palavras soam mais arrastadas devido ao tanto de manha presente na sua voz. Meu corpo se arrepia por completo só de ouvir aquilo. – Ou me foda de uma vez, por favor. – ele beija meu pênis lentamente, me provocando bem do jeitinho que ele sabe que eu amo ser provocado. Não posso ceder! Não posso ceder!

– Eu já não mandei você calar a sua boca, Katsuki? – sussurro, fingindo estar enervado com seus pedidos, quando no fundo eu desejava o mesmo que ele. – Venha aqui. – indico com a mão para que Katsuki aproxime o rosto do meu e ele logo o faz, me encarando de uma maneira depravada, que fez meu pau pulsar em ansiedade.

Puxo o quadril do loiro e logo o envolvo em um beijo lascivo, algo que me faria ser preso caso eu fizesse em um local público. Sua língua — que, como eu já havia dito, era extremamente habilidosa — envolveu a minha de uma maneira tão deliciosa e quente que eu cheguei a desconfiar que Bakugou estava me beijando e imaginando estar chupando meu pau, pois a habilidade que ele teve ao me envolver naquele ósculo é surreal.

Ainda no meio do beijo, desço minha mão e início uma masturbação dupla maravilhosa, que faz Katsuki gemer na minha boca. Ele separa o beijo quando não consegue mais controlar os gemidos, e eu consigo ver nos olhos dele o quão desesperado ele estava para que eu o fizesse gozar logo, seja transando, masturbando, chupando, o que for.

Sem parar com a masturbação, curvo-me para o lado e tento pegar o lubrificante com certa dificuldade. Bakugou teria mais facilidade em fazer isso, mas o seu corpo parecia tão debilitado que eu não quis provocá-lo ainda mais o mandando pegar o frasco.

– O que você acha de ficar de quatro para mim, minha cadelinha? – sussurro no ouvido dele e ele apenas assente com a cabeça. Seu corpo já estava a beira de um colapso quando ele empinou a bunda para mim, e mesmo em meio a tanto tesão eu fiquei com um pouco de medo de ele desmaiar ou algo do tipo.

Derramo lubrificante sobre o ânus do loiro e ele grita quando sua pele fervorosa entra em contato com o líquido frio. Lentamente, porém prático, penetro dois dedos em Bakugou e começo a fazer movimentos circulares dentro dele, sendo agraciado pelos gemidos de aprovação do meu namorado. Havíamos transado ontem, então não era como se ele estivesse apertado quando fui o preparar.

Para minha surpresa, Katsuki gozou assim que eu tirei os dedos de dentro dele, soltando um rosnado alto e sofrego. Seu corpo caiu sobre a cama e ele ficou tendo espasmos por quase vinte segundos, aproveitando ao máximo a sensação do orgasmo.

– Está se sentindo bem? Quer parar? – e o Kirishima calmo estava de volta. Faço um carinho gentil nas costas trêmulas de Katsuki, que me encara apaixonado.

– Ainda estou excitado. – ele murmura e eu sinto meu pênis pulsar ao ouvir ele dizer aquilo.

– Então se levante. – peço gentilmente, ainda acariciando as costas dele. Katsuki volta a ficar de quatro, empinando a bunda de um jeito que me dava visão completa da entrada do loiro, que contraia-se de ansiedade. – Eu te amo. – dou um beijo molhado na base das costas dele e sinto seu corpo tremer um pouco.

– Não precisa ser tão legal assim, vira-lata. – acho que isso foi um gatilho, pois o Kirishima dominador instantâneamente voltou, e voltou com força.

Debruço-me sobre o corpo do meu namorado, roçando meu membro na sua bunda de maneira provocativa. Katsuki suspira baixo.

– Sua arrogância voltou bem rápido, cadelinha. – mordo o lóbulo da orelha dele e me delicio com o gemido baixo que ele soltou.

– Realmente precisamos transar assim? Gosto de olhar seu rosto. – ele realmente pretende tentar mandar em mim? Logo agora?

– Você queria que eu fosse um cachorro, então eu vou te foder como um. – volto a minha posição inicial e, sem perder mais tempo, penetro-o devagar.

Katsuki arfa e eu também, ambos aproveitando ao máximo a sensação de preenchimento que foder proporciona à ambos. Quando toda a minha extensão já estava dentro dele, fico parado esperando para que ele se acostume com a sensação de ser penetrado antes que eu comece a me movimentar. Posso ser um merda, mas não há nada no mundo que seja capaz de me fazer machucar o Katsuki, nada!

– Vai. – ele geme e eu começo a me mexer calmamente.

Vou acelerando meus movimentos gradualmente, até que logo eu já havia engajado em um ritmo extremamente intenso, onde era possível ouvir as batidas altas da cama contra a parede e dos meus testículos batendo nas coxas do Bakugou até aparecerem alguns vermelhos na região. Katsuki e eu gemiamos alto, hipnotizados com a sensação intensa de foder e inebriados com o aroma de suor e sexo que já havia dominado o quarto inteiro.

Eu gozei primeiro, soltando um som gutural que você pode tranquilamente chamar de urro e despejando uma quantidade absurda de porra dentro do ânus do meu namorado. Katsuki gozou pouco tempo depois, após eu começar a meter e masturba-lo enquanto dizia palavras sujas no seu ouvido — cujo eu prefiro não dizer aqui para manter o resto de moral que eu ainda tenho intacta — e beijava seu pescoço.

Após os orgasmos intensos, apenas nos jogamos na cama e ficamos alguns minutos parados para recobrar o fôlego e a razão. Havia sêmen espalhado por todo o lençol e corpo do Bakugou, então tratei de limpar a maior parte daquilo com os lenços que sempre estavam ao lado da cama.

– Já posso tirar essa roupa? – indago quando já havíamos terminado de organizar o quarto, deitados da mesma forma que estávamos antes de tudo acontecer. O loiro me encarou com as bochechas coradas e com uma expressão que denotava que ele ia sugerir alguma coisa. Exatamente a mesma expressão que me fez concordar em vestir essa fantasia estúpida. – Katsuki... – alerto, tentando me prevenir do que ele iria oferecer dessa vez.

– O que você acha em uma fantasia de gato na próxima vez? – ele sorriu e eu acabei por rir daquilo. – Não estou brincando, retardado. – ele esbravejou, mas mesmo assim não consegui interromper minhas risadas.

Subo em cima do corpo do loiro e roubo um beijo lento e apaixonado dele, que é correspondido imediatamente. Quando nos separamos, encaro-o com um sorriso largo.

– Eu te amo, Katsuki. – digo radiante. Ele desvia o olhar, completamente corado.

Impressionante como ele continua ficando envergonhado mesmo após eu já ter dito isso centenas de vezes.

– Eu também te amo, cabelo de merda. – ele praticamente resmunga. Meu coração acelerar com a fofura dele e eu o envolvo em um abraço forte. – Ei! – ele reclama, estupefato.

Parece que não foi tão ruim assim ser o cachorrinho do Katsuki por um dia.


Notas Finais


Isso é muito vergonhoso, puta merda!!!!!!!!

Desculpem qualquer erro de ortografia, estou caindo de sono.

Muito obrigada a quem chegou até aqui, eu realmente fico agradecida e espero voltar a postar histórias com mais frequência, apesar de tudo.

Beijuxxxx


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