História Pure Illusion - Capítulo 5


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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Kanato Sakamaki, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Tougo Sakamaki "Karlheinz", Yui Komori
Visualizações 31
Palavras 977
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Drama (Tragédia), Famí­lia, Harem, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá!
Demorei, mas com um bom motivo:

Estava ponderando sobre algumas mudanças!
Quem quiser conferir, eu mudei a sinopse, apesar de pensar que a outra também combinava com a estória, achei melhor mudar, e isso me tomou um tempo.

Boa leitura!

Capítulo 5 - Injured


 

Após todos serem convocados por Reiji, para uma reunião urgente, o clima ficou mais tenso do que sempre foi. Cada um em seu canto, todos compartilham da mesma dúvida: O que foi agora?

— Aquele homem me enviou uma carta — Reiji diz sem mais delongas, o que causa uma leve mudança nas feições de alguns de nós, porém, todos voltam à postura inicial.

— E o que dizia? — Ayato questiona com seu tom arrogante, típico.

— Ele diz que devemos tomar precauções, parece que os fundadores estão montando um exército, ou algo assim. — Sua resposta é quase que desdenhosa, o que me causa irritação.

— Como assim "parece"? Ou estão montando, ou não! — Minha irritação explode, e dou um soco na parede.

— Subaru, não se altere! Quebrar as paredes não irá melhorar nada. — Reiji suspira, acho que essa é a quinta nessa semana, e olha que a semana nem está perto do fim.

— Bom, eu só os chamei aqui para avisar isso mesmo, depois quando tivermos mais informações, voltamos a tocar no assunto. — Após falar isso, ele sai despreocupadamente. Não acredito que ele me fez perder meu tempo só pra isso!

Volto calmamente para o jardim, afinal, tenho praticamente toda a eternidade para cuidar do mesmo. Pelas janelas dos corredores vejo que do céu nublado, caem algumas gotas de chuva, e então, decido voltar para meu quarto, mas um pontinho azul no meio das rosas me faz mudar de ideia, o que é aquilo?

A neblina não me deixa ver mais de um palmo à minha frente, provavelmente vai chover durante dias. Continuo seguindo para onde vi o ponto azul, e sinto o cheiro da garota nova cada vez mais perto. Após andar até quase o centro do labirinto formado pelos arbustos, a encontro sentada com as costas encostadas em uma parte onde não há espinhos.

— Saia daí!

— Por quê? — Ela pergunta com calma, porém seu coração está acelerado.

— Você é burra? Está chovendo e você está sentada aí como se não tivesse nada melhor para fazer! — Ela é burra demais, só pode ter demência.

— Ah... — Uma pequena exclamação sai de sua boca, e por um segundo, olha para trás de mim, como se houvesse algo lá no fundo.

— Não é nada... — Diz se levantando enquanto eu viro para trás, por um momento, senti uma presença atrás de mim.

— Vem, você vai ficar gripado. — Essa afirmação me faz querer rir, suas mãos balançam me chamando para sair, e aí percebo que ela já está no fim do corredor de arbustos.

— Como tem tanta certeza do caminho? — A curiosidade me vence, e pergunto quando ela vira para a direita em um corredor que tem duas saídas.

— Então... — Vira de súbito, e coloca as mãos na cintura — Eu não tenho!

E assim, começo a reparar que, em alguns momentos, ela pula um arbusto ou outro, apoiando as mãos em pontos que não têm espinhos. Tática esperta até, se não fosse pelo fato de alguns deles não terem tantos galhos por baixo, os deixando "vazios" por dentro, e ela descobriu isso na prática.

— Ai! Que isso? — Tal exclamação pôde ser ouvida de longe, no momento em que ela apoiou o peso do corpo para pular, o arbusto cedeu, a derrubando sobre as folhas e alguns espinhos camuflados.

— Minhas rosas! — Minha raiva é aparente, e sua surpresa também.

— Desculpa, foi sem querer! — A olho, e seu rosto assume uma expressão de medo.

— Desculpa, eu arrumo! — A puxo para mim, e a apoio em um dos arbustos enquanto mordo seu pescoço.

Solto-a após alguns instantes, ela não desmaiou, mas ficou tonta, seus passos incertos traçam um caminho torto pelo labirinto.

Me apresso a reparar a confusão que a garota fez, e só então, presto atenção ao estrago feito, na verdade, não foi algo tão ruim, ou irreparável, ela apenas entortou um galho, nada que um encosto não resolva, se colocar um agora, daqui alguns dias poderei tirar.

Passo algum tempo em meu quarto, até que me recordo do almoço, não sinto fome, mas Reiji insiste nisso. Desço para a sala de jantar, e encontro quase todos sentados à mesa, sento-me ao lado de Shu, e então Yui chega apressada, Ayato e Laito trocam olhares cúmplices, esses dois não têm jeito mesmo. Passam-se alguns segundos, e Akira entra caminhando devagar, ela encara Reiji que retribui o olhar, parece que os dois vão começar uma disputa para ver quem pisca primeiro.

— Eu não me atrasei! — Suas mãos vão ao alto enquanto se senta, com isso, consigo ver um curativo em seu pescoço, e outro em sua bochecha.

— Parece até que eu estou cagada... — Um sussurro chama a atenção de todos, e então saio de meus devaneios, a risada de Ayato faz todos os olhares se voltarem a ele, e a refeição continuar como sempre.

Comemos normalmente, e aos poucos a sala de jantar se esvaziou, e todos se dispersam pela casa, vou para meu quarto, e o tédio me consome. 

O silêncio é interrompido por uma batida, olho pela janela e vejo que a chuva virou uma tempestade, o vento forte balança as árvores ao ponto de quebrar alguns galhos.

O barulho torna a soar, e apuro minha audição para descobrir de onde vem, sigo para o corredor e paro na frente da porta do quarto de Akira.

Entro no quarto, e a vejo deitada dormindo, enquanto a janela bate incessantemente, após a fechar, viro-me para a garota, que ainda dorme, que tipo de sono é esse?

Me aproximo da cama e a observo, seu rosto está sereno, e sua bochecha sem o curativo, houve um corte, não tão profundo, mas digno de sangrar, o cutuco levemente, seu rosto faz uma careta, e de sua boca sai um murmúrio de reclamação, seu corpo logo gira na cama, ficando de costas para mim, um aviso de que devo ir.


Notas Finais


Espero que estejam gostando
Para sanar dúvidas, assim como expor críticas, podem falar, não mordo nem fico chateada :3
Se está gostando, comente ou favorite, me motiva mais saber que estou agradando!

Até o próximo,
XX ♡


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