História 5 Atos - Capítulo 2


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Categorias The Walking Dead
Personagens Carl Grimes, Personagens Originais
Tags Carl Grimes, Drama, Romance
Visualizações 55
Palavras 1.063
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Aaaaah voltei!! Eai estão gostando??
Eu nem acredito que estou conseguindo postar tudo sem atrasar,nossa isso é muito estranho pra mim kkkjjkkk, mas tudo bem vou acabar me acostumando a nunca mais se atrasar,bom talvez...
Obrigada por tudo meus amores e eu amo vocês do fundo do meu coração,sério eu sempre digo que vocês são incríveis,porque vocês são mesmo e eu nunca chegaria até aqui se não fosse pelo apoio de vcs,mesmo que vcs não percebam,enfim, aproveitem essa capítulo que fiz com todo amor <3
Kiss haha

** Obs: Desculpem qualquer erro, eu ainda vou revisar!!

Capítulo 2 - Ato 2 - Beijar


                                                                                                                         — Beijar.

 

O dia estava começando bem. Para Carl Grimes o que mais lhe deixava empolgado era que antes do pôr do Sol, o mesmo teria a oportunidade de ficar ao lado de Ellie Harris, é claro, porque outra coisa lhe deixaria mais empolgado que aquilo?

Mesmo tendo se assumido - apaixonado -  para o garoto não passava ainda de um sentimento estranho e completamente diferente de se sentir. Quando se está apaixonado as coisas mudam de um jeito que você se perguntava se está sendo você mesmo, porque antes não sabia que um acontecimento tão simples – talvez olhando de fora – poderia fazer com que um sorriso aparecesse sem querer no seu rosto e ficasse ali durante um longo tempo, e quando eu digo longo tempo quero dizer o dia inteirinho sorrindo como um idiota até para as plantas murchas do chão, como se elas fossem renascer a qualquer momento.

É, para o garoto de olhos azuis se apaixonar poderia te deixar ridículo, mas não estava nem aí para aquilo.

— Ellie. — Carl pronunciou seu nome assim que adentrou o quarto, vendo as duas menores sentadas em cima do tapete fofo, com os brinquedos espalhados por todo o canto que imaginar.

A pequena Harris sorriu levantando e indo lhe dar um abraço. Já era o terceiro dia que ficavam no mesmo cômodo e o maior não se importava de ficar brincando com as duas, em quanto estivesse ao lado de Ellie para ele estava bom.

Não que não gostasse de cuidar de sua irmãzinha, mas digamos que gostou mais da ideia após a menina de olhos castanhos claros passar a acompanha-lo. Parecia até uma coisa combinada, Ellie sempre chagava primeiro no quarto, depois Carl entrava na casa e falava com Maggie - a grávida simpática que nunca deixava de avisar que as duas brincavam no segundo andar - e com uma carinha de quem não queria nada, o maior dizia:

— Tudo bem, vou ver o que estão fazendo.

E depois disso ele não dava sinal de vida por horas, quer dizer, a moça de cabelos curtos – a única que ficava na casa depois do resto irem fazer seus afazeres na comunidade – sabia que ele ficava com as duas meninas no quarto e a mesma não se importava, afinal, ela não tinha implicância com sigo como Ian.

Não queria que ninguém a afastasse dele, que acabasse por interromper aquele momento simples que deixava seu dia mais feliz e menos tedioso, e era por esse motivo que sempre tentava ser o mais discreto possível quando chegava em sua casa ao meio dia, após todos almoçarem e as duas menininhas se reunirem para brincar no quarto de sua irmãzinha de dois anos.

Era melhor que o ex militar não soubesse que o Grimes ficava tanto tempo assim no mesmo local que Ellie, porque o maior além de não ir muito com a sua cara e não gostar de vê-lo perto da Harris, não parecia ter o mesmo bom humor que Brian - o irmão mais velho da menina - que não por uma coincidência, também não sabia que o garoto de olhos azuis ficava tão próxima da menor, mas talvez não tivesse a mesma reação que Ian quando descobrisse.

Aquele momento único entre eles dois em que apenas brincavam não poderia acabar, então, por enquanto era melhor que os dois mais velhos não soubessem, porque colocar a proximidade dele com a garota que estava apaixonado era um risco que Carl com toda certeza não pensaria em correr agora.

— A bruxa má enfeitiçou o príncipe que a princesinha gosta e só um beijo de amor verdadeiro pode curar a maldição... — Ellie falava sem parar e Carl se repreendeu ao ouvir a palavra “ beijo” se sentindo hipnotizando por ficar olhando tanto tempo para os lábios rosados da garota.  — Você é o príncipe, Carl, vai ter que dar o beijinho na princesa, ta bom?

O garoto somente assentiu, tentando não levar aquele papo de beijo muito a sério em sua cabeça, porém algo aconteceu em quanto permitia-se ficar apenas parado vendo os movimentos da menor, não sabia brincar daquelas coisas, então deixava ser guiado em tudo que a mesma pedia.

— Você precisa beijar a princesa Carl, não sabe dar um beijinho nela? — Continuo dizendo, insistindo em uma coisa que o maior pareceu confuso.

Ele sabia sobre aquela história toda de bruxa má e maldição da princesinha com o príncipe, porém Carl não sabia o que fazer na prática, no uso manual e reclamou por achar aquele jogo – ou sei lá o que – tão complicado, tinha muitas bonecas espalhadas, em qual dar o tal beijinho?

— É, você não sabe dar o beijinho de amor verdadeiro. — A menina afirmou. — Meu irmão já leu essa historinha pra mim e eu sei como faz, é fácil oh...

 Foi um encostar de lábios rápido, mas o suficiente para que Carl se sentisse um menininho de jardim de infância que acabou de perder a virgindade da boca dando seu primeiro beijo na garotinha popular da escola, que anda com a mochilinha de rodinha e que gosta desde o primeiro dia de aula.

— Você é meu príncipe agora, Carl.

As últimas palavras que a pequena Harris disse antes de sair daquele quarto depois de ter ouvido supostamente seu irmão – Brian – lhe chamando do andar de baixo da casa.

A cara e a expressão abobada com que ele estava no rosto era cômica a um ponto extremo, nem tinha ideia de a quanto tempo estava sentado ainda ali naquele chão tentando processar tudo.

Olhou de relance para a menininha que mordia o bico da chupeta e a pegou no colo se levantando, balançando a mesma a fazendo sorrir em divertimento.

— Não é que conto de fadas existem? — Sorriu contente.

 A noite por fim caiu e Carl depois de um jantar com todos reunidos na mesa – inclusive Ellie – o mesmo se perguntou se a paixão poderia ser reciproca, porque visualiza-la na mesa e perceber que a mesma nem olhava para si por estar quieta e de cabeça baixa poucas vezes olhando para o irmão e conversando, o machucava.

Ele só queria um pouquinho da atenção dela, não era pedir muito coisa, era?

Mas também não a culpava, afinal, talvez a menor fosse inocente demais para perceber o que o Grimes sentira por ela, e isso o assustou por chegar à conclusão de que existia a possibilidade dele nunca correspondido.


Notas Finais


Próximo, please >>>


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