História Pursued By Demons - interativa BTS - Capítulo 2


Escrita por: ~, ~Ayawa_byeol e ~hxvana

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys (bts), Espíritos, Horror, Jeon Jungkook, Kim Namjoon, Kim Seokjin, Kim Taehyung, Min Yoongi Jung Hoseok, Park Jimin, Terror, Tragedia
Visualizações 269
Palavras 1.228
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Terror e Horror
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa tarde meninxs!

Bom, eu ghattorade (a autora) deveria ter postado bem mais cedo este prólogo e com certeza as co-autoras devem estar bravas comigo, mas quem é vivo sempre aparece não é mesmo? Hehe.

O que importa é que estou aqui com um trechinho desta história emocionante e, em breve trarei um lindo jornalzinho – Créditos á hxvana – com melhores descrições dos garotos protagonistas (ou seja, os Bangtan Boys);
Espero que sintam aquele arrepio delicinha na espinha lendo isso, então boa leitura!! Szsz

Capítulo 2 - Prólogo


I. Prólogo

"Ir à casa o qual denominavam mal-assombrada não estava nos meus planos de sexta-feira, mas Gayoon havia me dito que todo mundo passava uma noite naquele lugar antes de entrar definitivamente no Clube de Teatro. Não fazia sentido na minha cabeça, todavia, todos pareciam ter uma opinião coerente para a atitude, mesmo que eu tivesse escolhido não escutar. A noite caía em Seul, o vento estava tornando-se mais gélido e o tempo mais escuro. Um ótimo dia pra passar a noite numa casa assombrada, não? Jinsol dirigia de forma aparentemente calma ao meu lado, mas eu sabia o quão amedrontada ela estava só pela forma que apertava o volante sob suas mãos delicadas.

Assim que a garota estacionou o carro na frente de uma casa relativamente grande de dois andares, eu me permiti sentir um leve arrependimento de ter aceitado a ideia idiota dos meus colegas de classe sobre um rito de passagem. Não havia casas próximas, apenas um parque vazio e um bosque ao lado. Era rodeada de carvalhos e aparentava estar caindo aos pedaços. O som das folhas secas sendo pisoteadas era a única coisa que eu ouvia, além do som cortante de uma ventania que avisava uma tempestade próxima. Jinsol permanecia calada ao meu lado, sequer piscava os olhos enquanto andava, qualquer barulho suspeito ela dava um leve solavanco. Era engraçado até. 

— Você quer voltar? — indaguei, suave. — Você nem faz parte do Clube de Teatro, não deveria ter vindo. 

— E você acha que eu ia te deixar sozinha? Num lugar desse? Que tipo de amiga você acha que eu sou, Cassandra? — ela parecia ofendida, seus olhinhos pequenos me encaravam seriamente. 

Sussurrei um breve me desculpe enquanto entrelaçava nossos braços delicadamente. A Kim riu serena, caminhando ao meu lado mais relaxada. A varanda do lugar estava vazio, sem sujeira, apenas com um vaso de cacto morto ao lado do que deveria ser uma cadeira de balanço. Bem, não era tão assustador assim, por fora. A maçaneta balançava sob meus dedos denunciando sua decadência, nem precisei girá-la para abrir já que a porta estava entreaberta. Dei de ombros, no interior era uma repleta bagunça de lençóis brancos sob a mobília, mofo nas paredes e janelas quebradas. Havia poeira em todo lugar e um cheiro forte de algo morto, franzi o nariz enojada. 

Em passos cautelosos eu andei pela sala, olhando tudo de forma curiosa e espantada. Parecia ter sido abandonada há anos, um rádio antigo estava posto sob uma mesa de vidro cristalino ao lado do sofá, parecia bem antiquado. Era legal até. O andar de cima fora o que me chamou atenção, parecia ser mais acabado com o tempo que o de baixo, apenas fiz sinal com a cabeça para Jin, chamando-a para subir comigo. Ela prontamente o fez, se pondo ao meu lado enquanto subia cautelosa sob a madeira desgastada. O corredor era meio largo, havia alguns feixes de luz iluminando-o, mas era só isso, nada mais. No fim possuía uma porta aberta, pelo que dava para ver era um quarto de casal. Olhei ao redor e vi outro corredor, parecia ser mais estreito e empoeirado, no primeiro passo que dei senti as mãos de Jin me agarrarem, ela chamou-me baixinho que não seria possível compreender se eu não estivesse tão perto. 

— O que foi? 

Parei bruscamente assim que ouvi o chamado de minha amiga, olhei para ela, seu rosto estava pálido e suas mãos geladas agarravam meus braços. Poderia ter entrado em pânico, mas acredito que só o dela seja suficiente. Jinsol mal respirava e eu conseguia ver seus olhos vasculhando alguma coisa à minha frente de forma amedrontada. Os rangidos e sons que aquela casa fazia eram assustadores, eu conseguia ouvir o som do vento passando pelos buracos rachados das paredes, da escada de madeira acabada e de portas e janelas sendo batidas suavemente por conta da ventania que possuía lá fora. O som dos galhos batendo nas calhas era o que mais tornava o lugar medonho, talvez fosse isso que tivesse assustado a loira assim. 

— Cassie, vamos embora. Por favor! — implorava, suas mãos balançando meus braços de forma rápida e contínua. — Tenho certeza que seus pais e os meus estão preocupados. 

— Você está me assustando! Qual o problema? 

Eu estava começando a ficar ligeiramente irritada com o comportamento da garota, ela não podia simplesmente me dizer o que tinha visto? Seja lá o que fosse, eu ia acreditar nela. Jinsol respirou fundo, parecendo querer tomar coragem para falar o que estava entalado em sua garganta. Ainda que, quando abriu a boca, nada coerente tivesse saído. Apenas gaguejos do que deveria ser uma frase completa. Tirei suas mãos de meus braços deixando-me livre para voltar a andar pelos corredores mofados e com goteiras deixando a loira aterrorizada para trás, se quisesse, que vinhesse atrás. Andei pelo lugar estreito olhando para as paredes descascando, ainda havia alguns quadros pendurados com imagens de pessoas que eu não conhecia. O som dos passos de Jin foram captados pela minha audição, bem atrás de mim, embora estivessem suaves demais para serem de minha amiga, acreditei que estava sendo apenas cautelosa. Suspirei, odeio me irritar com ela. 

— Jin, me desculpe, eu não...

Não tinha ninguém. Quando me virei para olhar para trás, não havia ninguém. Franzi o cenho, seria Sol tentando me assustar? Bufei voltando a ficar com raiva das atitudes de minha melhor amiga, ela não poderia ser mais imatura, poderia? Ao voltar à onde havia a deixado, estava vazio, nem sinal da Kim. Não acredito que ela foi embora e me deixou aqui! Bati os pés do assoalho acabado, fazendo ecoar um leve ranger de madeira solta. Ela ia me apagar. Quando estava prestes a dar meia volta e ir embora, ouvi sons de risadas no fim da escada, estanquei no lugar. Quando foi que a risada da adorável Kim ficará tão medonha? Quando tomei coragem para descer, um grito feminino e estridente ecoou pela casa silenciosa. Era um grito doloroso e quebradiço, mas eu conhecia aquele timbre suave mesmo que gritado. 

— JIN!? — gritei, descendo as escadas de forma desengonçada para não as quebrá-las mais ainda e acabar me machucando. — JIN! CADÊ VOCÊ?! JINSOL! 

Aquela casa nem era tão grande mas o desespero que me tomava era tão grande que acabei por me perder em meio a tantos corredores iguais. Eu não ouvia mais nada além de uma fina chuva batendo no telhado e das pequenas gotas que batiam nas janelas de vidro. Minha respiração desregulada não ajudava em nada, minhas mãos suavam e eu sentia que poderia ter um ataque de asma ali, e eu não tinha minha bombinha naquele momento. Entretanto, achar Jinsol era meu maior objetivo, achá-la e ir embora daquela casa. Vamos Kim, cadê você? O último corredor era o que mais possuía um ar sombrio, era mais gélido e escuro, não havia retratos nas paredes tampouco janelas para iluminar. A sensação térmica daquele corredor estreito parecia abaixo de -1 negativo, e o sentimento que me apossava era de angústia. Abracei a mim mesma na tentativa falha de me esquentar, a porta do final rangia devagar e lentamente, era a única porta aberta

— Jin?

Sussurrada, foi assim que saiu minha voz pela última vez, antes de ver olhos vermelhos na escuridão do quarto junto a  um sorriso diabólico, eu apaguei.


[...]"


Notas Finais


E então? Caros leitores...

Espero que tenham pelo menos ficado curiosos quanto ao prosseguir da história ^^

Em breve... Em breve, apenas aguardem mais uns... 9 ou 8 dias para uma maravilhosa continuação... Hehehe

Escrito por @hxvana

Beijocas ^3^~✦


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