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História Pussy - Leitora e Sebastian Michaelis - Kuroshitsuji - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


O desenho é minha autoria :)
2/7
Espero que gostem dessa one, eu tenho uma leve queda por ela dksnxkdjdj

Capítulo 1 - One


Fanfic / Fanfiction Pussy - Leitora e Sebastian Michaelis - Kuroshitsuji - Capítulo 1 - One

Caminhava inquieta, segurava o celular contra a orelha, no outro braço segurava o gato de pelagem preta brilhante e intensos olhos castanhos avermelhados.

– É o que eu disse Mey, o maldito me largou, para se casar com uma japonesa para ter o maldito visto. - Apoiei o telefone no ombro, com a cabeça, enquanto servia a tigela do bichano com a mão agora disponível. - Ainda teve a cara de pau de dizer que depois de tivesse estável lá, ele viria me busca. Obviamente mandei ele se foder.

Coloquei a tigela sobre o balcão, coloquei o gato diante dela, deslizando a mão pelo corpo esguio.

– Não se irrite com isso, se livrou de um mal com esse término. - A ruiva dizia em busca de me reconfortar do outro lado da linha.

– Você tem razão, não devo me desgastar com isso. - Respirei fundo segurando o celular contra a orelha.

– Mudando de assunto. E o gatinho que adotou, como vai? - Perguntou tentando me distrair.

– Muito bem, Meow é bem tranquilo. Estou feliz de ter o achado na rua. Eu não me sinto mais tão só e ele é realmente um animal tranquilo. - Acariciei debaixo do queixo do animalzinho.

Gato ronronou esfregando a cabeça contra a minha mão, dei um gentil sorriso.

– Que bom, amanhã nos vemos. Ainda não finalizei meu relatório para amanhã. - A ruiva disse.

– Tudo bem, até amanhã. Boa noite. - Sorri segurando o celular com a outra mão.

– Boa noite amiga. - Disse desligando em seguida.

Apoiei o celular no balcão, olhando para o felino que lambia tão pacientemente sua pata dianteira.

– Diga para mim, como posso ser tão azada em relacionamentos? - Suspirei olhando para ele. - Fui amaldiçoada?

O gato olhava para mim como se fosse capaz de entender cada uma das minhas palavras.

– Se eu encontrasse um gênio da lâmpada mágica, eu pediria um homem gentil e bonito para me amar. - Ri enrolando os cabelos em um coque. - Mesmo que seja impossível.

O animalzinho olhava atentamente para a dona.

– Vou me deitar, infelizmente vou deixa você do lado de fora de novo. Você deita sempre em cima de mim, tenho medo de rodar a noite e te ferir. Espero que me entenda. - Peguei o bichano nos braços o beijando a cabeça.

– Por favor se comporte. - Coloquei o gato no chão e segui em direção ao meu quarto, fechei a porta.

Retirei as peças de roupa ficando só de calcinha.

Me atirei na cama de bruços, soltei os cabelos e tentei mergulhar em um sono profundo.

Um som extremamente alto de algo se quebrando me despertou. Acordei assustada apoiando a mão sobre o tórax, minha respiração foi de 1 a 100 em poucos segundos. Vesti o robe o amarrando de qualquer jeito.

– Meow? - Chamei abrindo a porta, acendi as luzes do corredor. - Meow? - Chamava pelo gatinho sem resposta.

Segui até a cozinha me deparando com a imagem mais inusitada que poderia imaginar.

Um belo homem nu estava diante do balcão, com as mãos apoiadas sobre ele. O olhar intenso castanho avermelhado me alcançou. Instintivamente gritei a todo pulmão. - Aaaaaaaaaaa.

– Não grite. - O homem de cabelos negros apoiou a mão sobre a minha boca. - Eu não vou te machucar, sou eu o Meow.

Ergui as sobrancelhas em estado de choque, apoiei as mãos sobre as dele tentando dizer.

– Meu nome verdadeiro é Sebastian Michaelis, eu sou um híbrido de homem com gato. Parece mentira, mas é a mais pura verdade. Pergunte qualquer coisa que vou te responder. - Disse com um delicioso sotaque britânico.

Tentei falar outra vez.

– Prometa não gritar e eu tiro a mão. - Me olhou nos olhos, olhos que eu reconheceria mesmo de cabeça para baixo, os olhos do meu amado gatinho.

Assenti de forma positiva, parecia uma imensa loucura.

O de cabelos negros retirou a mão. - Fui amaldiçoado, antes que pergunte.

– Isso não existe. Você está louco... - Falei incrédula.

– Não estou. - Podia ver o suor escorrer pelo rosto dele.

– O que está havendo? - Perguntei curiosa vendo as gotículas escorrerem pelo monumental rosto.

– Cio. Estou no cio. - Disse com a respiração mais densa.

– Porque não vira gato outra vez e vai procurar uma gata para procriar? - Ergui as sobrancelhas e instintivamente olhei para o monumental corpo diante de mim. A versão humana dele sem dúvidas era para ser considerada algo sem falhas, um corpo masculino com músculos definidos, cabelos negros, pele branca como a neve e intensos olhos castanhos avermelhados. Lindo era pouco para descrever, o olhar continuou seu percurso pelo corpo até o quadril se dando conta que ele ainda estava nu, com uma evidente e monumental ereção.

– Não consigo me transformar no meio do cio. Quando ia fugir para que não me visse acabei me transformando. - Disse ofegante, passando o braço pela testa.

– Por que não usa suas mãos então? - Corei desviando o olhar.

– Minhas mãos não servem. - Apoiou a mão na testa.

– Quer uma prostituta? - Falei sem pensar.

– Vai passar... Em alguns dias acaba. - Disse entre os dentes.

– Parece doer, vou arrumar um lugar para você dormir e algo para se tampar. - Corri em direção ao meu quarto, arrumando o colchonete ao lado da minha cama.

Ergui as sobrancelhas surpresa, que porras eu estava fazendo? Com certeza isso tudo era um sonho, era a única resposta lógica para isso. Não era tão importante assim se tudo não passava de um sonho.

Coloquei um cobertor escuro e não achei nem uma peça de roupa sequer que caberia nele.

– Sebastian, deite-se. - Chamei me levantando.

O de cabelos negros se apoiou no batente me olhando com os olhos felinos em um brilho vermelho.

– Eu digo que estou no cio e você arma uma cama ao lado da sua? Quanta coragem você tem? - Disse sorrindo entre a respiração ofegante.

– É o hábito, se realmente for meu gatinho, não quero que sofra... Assim fica mais fácil de eu pode te vigiar. - Me sentei na cama o olhando com atenção.

– Você parece louca. - Ele imediatamente se deitou.

– Eu prefiro sua forma de gato que só mia. - Mostrei língua me deitando na cama.

– Você mente muito mal. - Apoiou as mãos na nuca me olhando com um sorriso maldoso.

– Você é lindo como humano, o esperado de um gato, mas beleza não é tudo se você tem uma personalidade podre. - Me virei na cama de frente para ele.

– Interessante, me lembrarei disso. - Sorriu me olhando nos olhos.

– Vai me contar ou não sobre essa tal maldição? - Olhava para ele repleta de curiosidade.

– Bem, faz algumas centenas de anos, um mago amaldiçoou todas as gerações da minha família. Seríamos gatos durante o dia e humanos a noite. Durante anos eles tentaram reverter essa situação, com diferente tipos de curandeiros, mas no final das contas só conseguiram aliviar a maldição um pouco. Ou seja agora podemos controlar ela, mas não por inteira. Nossos sentimentos acabam afetando, igual agora, quando estou no cio fico preso em só uma forma até que passe. - Suspirou olhando para o teto.

– Por que o mago fez isso? - Me deitei de bruços para pode o olhar com mais atenção.

– Ele era conselheiro da minha família no renascimento, dizem que demitiram ele e ele acabou por se vingar jogando essa maldição. - Virou o rosto em minha direção. - Ainda acha que é um sonho né?

– Isso tudo é muito inacreditável... Entende a minha descrença né? Mas de alguma forma seus olhos não mentem para mim... Vejo que você é o Meow. - O olhei com ternura. - Mas me diga, porque está comigo? Você parece ter uma boa família.

– Eu tenho. No dia que me encontrou eu estava com ódio, acabei não conseguindo voltar para a forma humana, minha pata dianteira estava doendo muito. - Ergueu a mão esquerda mostrando. - Você foi muito gentil em me adotar. Eu acabei ficando por gostar de você. Fora que você é uma mulher muito carinhosa e eu sou um gato, nós gatos gostamos de atenção e carinho.

Ergui as sobrancelhas surpresa com a resposta, corri afundando o rosto no travesseiro. - Não sei se isso é um indicativo de muita sorte ou de azar extremo.

– Bem... - O de cabelos negros se sentou. - Podemos descobrir...

Me ergui apoiando as mãos na cama, o olhei nos olhos. - Como?

– Eu realmente gosto de você, eu nunca revelei minha forma por medo da sua reação, mas eu queria muito... - Aproximou o rosto do meu.

– S-Se-Sebastian, você é meu gato. - Ergui as sobrancelhas surpresa.

– Eu não sou realmente um gato. Eu sou na verdade um homem, como qualquer outro que já namorou. - Tocou minha pele sensível do rosto com os dedos delgados. - Eu garanto que serei melhor que todos eles.

Era provocante, o toque gentil explorando a minha pele, o tom galanteador no sotaque britânico e o olhar carinhoso. Podiam dizer que eu era comprada facilmente, um desconhecido que surge nu na minha casa dizendo ser meu gato, não havia como a situação ser mais assustadora.

– O que você acha? - Me olhou com curiosidade.

– Tudo isso é uma loucura. Eu deveria me internar em um hospital psiquiátrico. - Passei as mãos por meus cabelos os colocando para trás.

– Então porque você quer, por mais errado que ache. - Sebastian subiu em minha cama ficando sobre mim. - Diga que você quer... Será gostoso eu lhe prometo. Eu paro se não gostar.

– Desde quando tem esse tipo de visão de mim? - Me apoiei nos cotovelos o olhando nos olhos.

– Desde que me ajudou quando machuquei a pata. - Sorriu de forma sedutora mostrando os belos caninos. - Mesmo quando estava namorando com aquele ser horrendo que feriu seus sentimentos... Eu te ouvia e sabia que ele não era bom o bastante para uma mulher como você.

– Você ouvia? - Olhava surpresa para o de cabelos negros.

– Sim, você fingia com ele. - Sorria deslizando a língua nos dentes.

Desviei o olhar sentindo minhas bochechas queimarem de vergonha.

– Você é boazinha demais... Deveria dizer quando não é gostoso. - Dizia quase em um sussurro com o rosto diante do meu.

– Se fizermos... O seu cio se acalma? - Virei o rosto devagar o olhando nos olhos.

– Um pouco, eu fico em cio por 7 dias. - Moveu os ombros. - Se fizer comigo pelo menos cinco dias, acredito que eu consiga voltar a forma de gato... Então vou embora.

– Vai? - Ergui as sobrancelhas.

– Não quer que eu vá? - Disse com um exuberante sorriso.

– Não... Só que achei que era meu gatinho... - Apoiei a palma da mão na testa. - Isso é tão confuso, não quero ficar sozinha outra vez.

– Se não quer ficar sozinha não vou deixar que fique sozinha. - Prendeu meus pulsos contra a cama.

E assim estávamos, um belo homem nu de um metro e oitenta e seis, com olhos castanhos avermelhados e cabelos negros, sobre mim segurando meus pulsos contra a cama, enquanto estava entre as minhas pernas.

Era irresistível de fato, a presença dele era como se a gravidade se tornasse mais forte, o ar mais denso de ser puxado pelos meus pulmões.

Os lábios finos se aproximavam da minha bochecha a beijando, em seguida deslizava a língua áspera pelo canto dos meus lábios, senti o ar que prendia escapar com certa pressão. As mãos masculinas subiram em direção as minhas, entrelaçando nossos dedos.

– Não farei nada contra sua vontade, então diga que me deseja... - Sussurrou contra a minha orelha.

Fechei os olhos, arqueando meu corpo contra o dele ao ouvir as palavras de forma tão melodiosa no esplêndido sotaque.

– Eu te desejo... - Sussurrei de forma quase inaudível.

– Eu não ouvi. - Sorriu me olhando nos olhos.

Desviei o olhar, mordi meu lábio inferior e então soltei a frase outra vez. - Eu te desejo.

– Era só o que eu precisava. - Pressionou os dedos nas minhas mãos e fez o mesmo com seu quadril, pressionando o belo membro extenso contra minhas pernas.

Me arrepiei por completo ao sentir meu corpo se arrepiar com a proximidade do homem, as mãos de dedos delgados alcançaram o nó do robe, desfez lentamente puxando um dos lados, liberando a visão para o meu corpo semi-nu.

– Já vi você nua tantas vezes, mas ainda acho tão bonita. - Deslizou a mão lentamente por minha barriga, beijando meu tórax com cuidado.

– Viu? - Me senti envergonha então me dei conta de todas as vezes que caminhei de lingerie pela casa, ou até mesmo só de calcinha, quem imaginaria que meu gato na verdade era um homem? - Claro que viu.

Sebastian me deu um sorriso sacana e desceu espalhando beijos pelos meus seios, apertou ambos em suas mãos mantendo o olhar penetrando ao meu.

Pela primeira vez o toquei, apoiei as mãos nos cabelos negros os puxando para que ele viesse em direção a minha boca.

Sua cabeça veio em direção a minha chocando nossos lábios, um denso e gostoso beijo se iniciou, nossas línguas se buscavam de forma descontrolada, enquanto as mãos ágeis do belo homem alcançavam o meu traseiro o apertando, fazendo com que nossos quadris pressionassem. Ao sentir a monumental ereção e o toque forte masculino, pude sentir o quão úmida eu me encontrava.

Único pano que nos separava era o fino tecido da calcinha.

Minha respiração estava ofegante, o olhar castanho avermelhado me esmagava de forma brutal, um repentino desejo me preenchia da cabeça aos pés.

– Só diga que sim... Farei tão gostoso que vai implorar por mais. - Deslizou os dedos delgados pelos meus lábios sedentos.

– Faça o que quiser comigo. - Se tudo aquilo era só um sonho eu deveria desfrutar ao máximo, principalmente de um homem tão belo.

– Era o que eu queria ouvir. - Sorriu de forma maldosa e imediatamente capturou meus lábios.

Nos beijamos de forma intensa, nossas línguas se buscavam e entrelaçavam, de forma quente e excitante nosso beijo se tornava mais íntimo e intenso. As mãos masculinas agarraram meus seios, preenchendo suas mãos grandes com eles.

Desviei do beijo para soltar um grunhido baixo de prazer.

A boca dele alcançou meu pescoço, como um predador capturando sua presa, a dentição de caninos afiados cravou na minha pele, mordendo a carne dali com força.

Apertei os dedos nos ombros dele, erguendo meu quadril.

– Esperei muito por isso, vou aproveitar de cada detalhe. - Sussurrou de forma provocativa contra minha orelha.

O chupão seguiu a mordida, pelo meu tórax até os meus seios que estavam diantes do monumental rosto, que parecia ter sido esculpido por anjos, assim como todo seu corpo.

Pressionava subia os dedos para os cabelos negros como a noite, eram tão macios e lisos como o do gatinho.

A boca ardilosa então entrou em contato com a parte sensível do meu seio, o sugou com força, me arrancando um longo gemido, apoiei as mãos nos ombros dele e soltei um longo gemido, ele sugava várias vezes consecutivas. Os dedos corriam pelo meu corpo em direção a minha calcinha, se enfiava dentro do fino tecido, circulava meu sensível clitóris com o indicador e o dedo do meio.

Agarrei o pulso dele, contorcendo o corpo em direção ao seus dedos. Estava extremamente molhada com o toque mínimo dele, os movimentos de sua boca não cessaram, juntos da prazerosa massagem tão íntima e caprichada.

Afastou a boca por alguns segundos só para trocar de seio e abocanhar o outro o sugando de forma sacana, deslizando a língua morna pelo local me arrancando longos gemidos.

Os dedos pecaminosos deslizavam entre os lábios da minha íntima, até a entrada, onde sem pudor ele os enfiou, me arrancando um gemido ainda mais longo e meu quadril se erguendo contra sua mão. Com o polegar posicionado no sensível clitóris, ele começou sua massagem, em meios aos movimentos dos dedos que estava dentro de mim e sua boca que sugava sem pudor meu seio.

Agarrava os fios negros dele, os puxando de forma desesperada, enquanto me contorcia em direção ao corpo dele.

Era uma explosão de prazer, eu gemia de forma descontrolada, empurrava meu quadril contra a mão dele, era todos os tipos de sensações de uma única vez, ele sabia exatamente o que fazia e era extremamente bom no que fazia.

O orgasmo veio como um choque, percorreu todo meu corpo até que escapassem pelos meus dedos dos pés e das mãos.

Sebastian se ajoelhou na cama, de forma tranquila retirou a minha calcinha, podia ver um fio do meu próprio líquido que me ligava ao líquido. Com o tecido sendo retirado ele olhou com atenção e de forma provocativa lambeu o líquido em excesso ali.

Minha respiração falhou só de ver tal cena. Quando ele se ajoelhou entre as minhas pernas afastou ambas e se inclinou entre elas, podia sentir meu coração parar.

As afastou de forma rude, fixou os olhos castanhos avermelhados nos meus, enquanto abocanhou meu sensível clitóris do orgasmo interior, sugou ali sem pudor.

Agarrei os lençóis contorcendo o quadril contra ele. Senti as mãos grandes agarrarem meu quadril me impossibilitado de move-lo.

A língua morna circulava o ponto sensível, o sugava, lambia e esfregava a língua levemente áspera ali, me fazendo delirar, os meus olhos reviravam juntos dos meus grunhidos e gemidos de prazer. Apertava os lençóis erguendo o quadril.

– Sebastian! - Chamava de forma desesperada ao sentir as ondas de prazer da magnífica língua que me alcançava tão habilmente.

Agarrava os fios negros, deitava a cabeça contra a cama gemendo sem um pingo de pudor, cada mínimo movimento da língua dele era preciso e perfeito. Um orgasmo ainda mais forte me atingiu, preenchendo meu corpo até o último fio de cabelo, meu corpo tremia, minhas forças me abandonavam com a intensidade.

Se ergueu de entre as minhas pernas percorrendo os finos lábios com a boca.

Eu estava vermelha, excitada e totalmente entregue a um homem que não fazia ideia de quem era, ou o que estava havendo, mas só aquilo já era melhor do que qualquer outra relação íntima que já tive com alguém.

– Vamos continuar querida. - Apoiava a língua entre os dedos enquanto com a outra mão segurava o magnífico e grande membro.

– Deus... - Só pude suplicar ao ver tamanha visão perfeita.

Se enfiou dentro de mim de uma única vez, apoiou as mãos na cama, uma de cada lado da minha cabeça, enquanto deslizava a língua nos lábios.

Abracei o forte corpo masculino ao sentir o longo membro me invadir.

– Sebastian! - Pressionava as unhas nas costas dele.

– Isso, chame meu nome. - Empurrou uma primeira vez seu quadril contra o meu, fazendo meu olhos revirarem.

– Meu Deus. - Deitou a cabeça contra a cama apertando ainda mais as unhas nas costas dele.

Outra vez ele empurrou tudo de si, com força, voltava os lábios ao meu pescoço o mordendo e chupando, as vezes descia ainda mais em baixo, para se deliciar outra vez nos meus seios, sugando sem pudor.

Meus gemidos se tornavam mais altos, junto do meu corpo que agia por contra própria, mordendo o pescoço masculino de forma desesperada, beijava o pescoço dele.

Suas investidas contra mim se tornaram rápidas e intensas, carregadas de força, ele prendeu ambas meus pulsos contra a cama, empurrando ainda mais forte, mais veloz e mais certeiramente contra meu ponto G.

Os gemidos se tornavam mais e mais intensos conforme ele me acertava movimentando seu quadril. Não demorou muito para que nós dois juntos atingissemos o ápice do prazer.

Eu estava ofegante, suada, com o corpo vibrante e o coração acelerado, sem força alguma, sentia minhas pernas bambas.

Sebastian me virou de bruços, beijando as minhas costas, enquanto agarrava os fios do meu cabelo, se enfiando dentro de mim outra vez, fechava meus olhos.

– Devagar. - Apertei os dedos contra o lençol, entreabri a boca, respirando ofegante.

Ele mordeu meu ombro e meu pescoço, enquanto agarrava meu cabelo com força, empurrava o forte tudo de si para dentro de mim, indo com extrema força e velocidade.

– Misericórdia. - Meus olhos se reviravam, gemia de forma escandalosa. - Sebastian isso, acaba comigo.

– Com prazer. - Sussurrou contra minha orelha.

De forma intensa e agressiva ele investia seu quadril contra o meu, a língua áspera lambia minha orelha até lobulo que era sugado e mordido por ele, enquanto seu quadril batia contra o meu, causando um som alto, meu gemidos de prazer soavam desesperados, pressionava meus dedos contra os lençóis, com os olhos revirando.

Não demorou muito para que outra vez estivéssemos em êxtase.

Aquela noite eu havia assinado meu pacto com o diabo.

Todos os dias desde então fazíamos sexo, todo o tempo disponível era usado para isso, toda hora, até que ambos atingissemos a exaustão.

Caminhava com dificuldade ao ouvir a porta. Apoiava a mão na testa, era doloroso caminhar depois de receber tanto dele entre as pernas.

Abri a porta me deparando com Mey.

– Amiga? - A ruiva adentrou com algumas sacolas. - Seu best seller foi aprovado. Vamos comemorar.

Fechei a porta ao ver ela entrar. - Isso é ótimo.

– Você parece acabada... - Me olhou surpresa.

– Meu namorado novo, tem me causado exaustão. Mas não consigo dizer não para aquele corpo... Aqueles olhos... Meu deus estou pensando nisso outra vez. - Bati na testa tentando mudar os pensamentos.

– Nem sabia que estava namorando mesmo. Fico feliz por ter achado alguém bom? De qualquer forma quem é ele? - A ruiva apoiou as sacolas no balcão.

– Você vai o conhecer... Ele já deve estar voltando. Só foi visitar os pais. - Sorri mordendo o lábio inferior.

– Espera... Ele está morando aqui? - Mey disse surpresa.

– Sim. Ele disse que não me abandonaria, ele não quebra sua palavra. - Coloquei os fios de cabelo atrás da orelha. - Ele não mente.

– Não acha que tudo foi rápido demais? - Ergueu as sobrancelhas apoiando as mãos nos meus ombros.

– Não existe tempo para quando se ama. - Sorri a olhando nos olhos.

A porta se abriu devagar.

O belíssimo homem de cabelos negros entrava por ela com as sacolas do supermercado. - Amor, estou de volta.

Mey olhava perplexa para o homem com as sacolas.

– Bem vindo ao lar. - Sorri me aproximando dele. - O tempo parece frio lá fora.

– Neva bastante, me aqueça em seus braços. - Apoiou as sacolas no balcão e não evitou a surpresa ao ver a ruiva. - Olá?

– Essa é a minha amiga. - Ri apontando para ela. - Mey, Sebastian, Sebastian, Mey.

Ambos se cumprimentaram.

– Vou guardar as compras, não quero atrapalhar vocês. - Se inclinou e seguiu em direção a cozinha.

– Entendo porque foi tão rápida. - Disse brincalhona.

Empurrei o ombro dela rindo. - Não seja boba, eu só me apaixonei no final das contas. Ele é diferente... Especial, muito especial.



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