História Putrid Marks - Capítulo 6


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Categorias Chandler Riggs, Emily Rudd, The Walking Dead
Personagens Carl Grimes, Emily Rudd, Enid, Maggie Greene, Negan, Rick Grimes, Rosita Espinosa
Visualizações 370
Palavras 1.489
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Inhaaai, gente, Sorry, eu tô cheia de capítulo pronto e tô muito animada, daí resolvi postar outrooo❤
Obrigadaaa as nossas 37 leitoraas, e a todas que comentam, gente isso é maravilhoso sério.
Enfim postei do nada, tá sem correção ou seja, Sorry os erros.
🌐Os capítulos são 70% diálogo gentee.

Boa leituraaaa

Capítulo 6 - Where it all began


Elizabeth Blanche P.O.V

Acordei com o barulho de Carl correndo para o banheiro. Lá estava ele vomitando tudo o que tinha comido. Fui em sua direção e puxei seu cabelo do rosto.

— Não preciso da sua ajuda. – Ele disse enquanto empurrava minha mão.

— Você fica melhor vomitando. – Ele ia revidar mas logo se curvou sobre o vaso vomitando mais.

Depois de um tempo ele pareceu ter se estabilizado então o deixei só no banheiro e fui ver a Judith.

Ela estava na cama sentada brincando com alguns brinquedos que haviam jogados em sua volta. Fui em sua direção e a peguei no colo, não posso deixar ela sozinha aqui.

Desci as escadas enquanto brincava com ela, ela ria e tentava morder minha trança. Coloquei ela no balcão e comecei a preparar algo para comer.

Preparei uma refeição simples e fiz uma papa de frutas para Judith, ela deve estar enjoada de tomar leite. Coloquei um prato cheio para Carl e comecei a alimentar Judith.

— O que está dando pra ela? – Perguntou desconfiado assim que desceu.

— Não interessa. – Continuei a dar a comida na boca dela, que se encontrava toda animada. — Senta e come.

— Eu não vou comer isso, não sei o que você colocou aqui. – Me olhou desconfiado.

— Então faz o seguinte, enfia essa merda no....

— Não. – Gritou. — Não fala isso perto dela.

— Eu tentei ser uma pessoa boa, mas tô vendo que com você não dá. – Terminei de dar comida para Judith me retirando dali.

(...)

Sai de dentro do quarto assim que percebi que Judith tinha dormido. Agora eu finalmente teria um tempo pra sair e pensar um pouco.

Peguei minha mochila e guardei umas latas, água e munição.

Sai calmamente da casa apara não fazer barulho, Carl não precisa saber que eu estou saindo. Andei em passos largos até o portão, onde estava o padre Gabriel de guarda.

— Vai aonde?

— Não é da sua conta, abre. – Apontei para o portão aonde ele estava encostado.

— Rick disse para mim não te deixar sair. – Seu tom de voz exalava medo.

— Isso aqui é uma prisão por acaso? – Gritei irritada. — Não fode, abre essa merda, Gabriel.

— Não posso. Terá que voltar. – Levantou sua arma em minha direção.

Revirei os olhos e fui a casa de Rick. Entrei na casa tentando ser silenciosa, mas dei de cara com Carl sentado no sofá lendo. Passei por ele em direção as escadas.

— Aonde vai? – Perguntou.

Ignorei ele e continuei meu caminho para o telhado da casa. Passei pelo quarto onde eu e Carl dormíamos, abri a janela e me pus para fora da janela subindo no telhado.

Assim que me ajeitei no telhado comecei a olhar em volta, parecia tudo tão morto. Já estava entardecendo, o sol estava mais fraco o tempo parecia que ia fechar.

— Como eu sinto sua falta. – Susurrei em direção as estrelas que ainda nem apareceram. — Eu preciso tanto saber o que fazer, eu estou perdida.

Meus olhos começaram a marejar mas eu me mantive forte, não deixei as lágrimas caírem.

— Me dê apenas um sinal, o que eu devo fazer? – Susurrei mais baixo ainda me deitando no telhado. — Eu sou tão Idiota, você não vai me responder, não vai mais voltar. – Passei as costas da minha mão com brutalidade limpando meus olhos.

Ouvi um barulho vindo do canto do telhado. Carl.

— Desculpa, eu não queria atrapalhar, eu só estava vendo o que estava fazendo. – Disse embolado. — Eu vou embora.

— Tudo bem, pode ficar. – Me olhou meio receoso mas subiu e sentou ao meu lado. — Está se sentindo melhor?

— Estou. – Ficamos em silêncio. — Com quem estava falando?

— Bom Carl, como pode perceber, com ninguém, eu sou Idiota. – Meus olhos voltaram a marejar. — Vamos mudar de assunto? Por favor. – Minha voz saiu carregada de súplica.

— Desculpe. – Ele parecia estar escolhendo palavras.

— Então Carl, por quê não falamos de você? – Franziu o cenho sem entender. — Eu não sei nada de você, porque não me conta algo? – Tentei mudar de assunto rápidamente.

— Sem querer ser grosso, mas porque eu contaria algo sobre mim para você? – Carl tem razão.

— Tem razão, você não confia em mim nem eu em você. – Eu não tinha muito a esconder, mas o que eu tenho, está escondido as sete chaves.

— Porque é tão rude? – Ouvi a voz de Carl. — Porque me odeia?

— Eu não sou rude, esse é o meu jeito de lidar com as coisas. – Dei uma pausa. — E eu não te odeio Carl, você me odeia.

— Eu não te odeio, Elizabeth. – Ele pensou por um tempo. — Se você não me odeia, e eu não te odeio, poderíamos tentar deixar de ser rudes um com o outro?!

— Eu tentarei. – Ele estendeu a mão e eu a apertei. — Você não é tão ruim como parece. – Carl riu nasalado.

— Você não é tão sem graça como parece. – Ri. — Isso pode ser o começo de uma amizade?

— Sinceramente? Eu espero que não. Não quero me importar com mais ninguém. – Ele assentiu ainda sorrindo. — Mas quem sabe? – Sorri fraco.

— Eu sempre quis te fazer uma pergunta, bom várias, posso fazer duas?

— Porque não?

— Como você conheceu Daryl?

— Carl eu na....

— Por favor. - Me interrompeu.

—  Tudo bem.

~Flash-Back~

Fazia dias que Negan não vinha me torturar, alguma coisa estava errada.

Ouvi uns gritos, não de dor, de afronta.

— Me solta porra. – Uma voz grossa gritou. — Vai se foder, olha aqui, eu tenho pernas. – Ouvi um estrondo na minha porta. E logo ela foi aberta por um dos porcos de Negan, um homem de meia idade foi jogado aqui.

— Você vai ficar aqui até estar pronto, eu até te colocaria em outra suíte como essa. – Sua voz estava carregada de irônia. — Mas essa vadiazinha está ocupando a última. – Ele bateu a porta com força.

Voei no pescoço do homem que havia sido jogado aqui, pisei no pescoço do mesmo. Ele puxou minha perna me jogando no chão, chutei suas bolas o deixando mais irritado, ele acertou um soco na minha cara e eu um chute em seu estômago. Ele puxou meus cabelos para trás me puxando, dei uma cotovelada em seu rosto o fazendo me soltar.

— Porra. – Gritou.

— Você vai pagar, quer me torturar não é ? – Ri. — Eu vou acabar com você.

Fui em sua direção mais ele segurou meus braços, tentei chutar ele mas fui arremessada para longe. Ele chegou devagar em minha direção e me deu um tapa na cara.

— Se recompõe porra, eu. Não. Sou. Um. Deles. – Falou pausadamente.

— Porque eu acreditaria em você? – Cuspi em seu rosto.

— Vá se foder. – Saiu de perto de mim se sentando em outro canto.

Já se passaram pelo menos uma três horas, nós não trocamos uma palavra se quer, melhor assim.

O barulho da porta se destrancado soou pela nossa "cela". Logo a cara nojenta de Negan apareceu com aquele sorriso sonso, ele me arrastou para fora pelos cabelos.

(...)

Eu estava sendo carregada de volta para minha cela, eu sabia que tinha algo errado, eles estavam muito calmos.

A porta foi aberta e eu fui jogada sem

dó nem piedade dentro da cela. Gemi de dor assim que meu corpo bateu no chão. Hoje eles usaram, facas, ferros, é um bastão.

Meu corpo todo doia como nunca, o homem do outro lado da cela me olhava espantado. Me arrastei até o canto da parede encostando a cabeça nos joelhos e as costas na parede.

— Que porra fizeram com você? – O homem Perguntou ainda espantado.

— Como se não soubesse. – Falei com um fio de voz que me restava.

— Porra garota, eu não tenho nada a ver com isso. – Se aproximou. — Porque fazem isso com você?

— Talvez eu mereça. – Olhei em sua direção.

— Não é possível que mereça isso tudo. – Encostou na minha perna que estava cortada. — A Quanto tempo isso acontece?

— Faz, uns sete ou oit......

— Eles te torturam a sete dias ? – Arregalou os olhos.

— Meses. – Ele me olhou totalmente assustado. — Quem é você a final de contas?

— Daryl. Quem é você?

— Elizabeth. – Respirei fundo. — Tá sendo uma merda conhecer você. – Ele riu fraco.

— Digo o mesmo Elizabeth.

~Flash-back°of °~

— Você deu uma surra no Daryl? – Carl perguntava rindo.

— Essa parte ele nunca conta. – Revirei os olhos rindo também.

— E como vocês se apegaram tanto?

— Outra hora eu te conto Carl. – Ele sorriu e assentiu. — Mas qual era a outra pergunta?

— Porque seu cabelo é tão grande? –Perguntou enquanto passava a mão em minhas tranças.

— Preguiça de cortar. – Voltou a rir. — Você deveria rir mais Carl, você fica bem assim. – Ele corou.

— Quer ajuda? - Mudou de assunto.

—  Em que?

— Cortar seu cabelo.

— Porque não? – O que eu tô fazendo da minha vida?


Notas Finais


GENTEE ME AJUDEM, QUAL O NOME DO SHIPP?
Genty, se gostarem da história, votem e comentem❤


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