História P.Y.T (Pretty Young Thing) - Capítulo 2


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Categorias Michael Jackson
Personagens Michael Jackson, Personagens Originais
Visualizações 14
Palavras 1.184
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey!

Desculpem demorar a postar, estava meio corrido e acaba esquecendo.
Mas, está aí, mais um episódio pra vocês!
Espero que gostem.

Capítulo 2 - Nos conhecendo de verdade



Michael estranha aquela atitude, será que havia dito algo errado? Foi apenas um pouco de bebida em sua camisa, não havia motivos para tal reação. Apesar deste estranho encontro, Michael foi até o balcão, pediu uma bebida e se direcionou a uma mesa em um canto mais escondido. Passou o resto da noite ali, chorando em silêncio e bebendo tudo o que conseguia, nas maiores quantidades possíveis. 
Mas, algo havia mexido com ele. Ao invés de passar a noite pensando nas acusações como havia imaginado que passaria, aquela garota não saia de sua cabeça. Uma sensação de que conhecia aquela garota de desde sempre. Uma conexão. Passara também em sua cabeça o porque havia ficado tão nervosa ao derramar aquela bebida. -preciso encontrá-la, ao menos saber seu nome, ver se realmente está tudo bem, levá-la para casa em segurança- Em meio a seus pensamentos, após algumas horas, ouve uma voz familiar. Ao procurar vê ao longe aquela estranha garota, acompanhada de um homem. Mas algo não parecia bem. Aquele homem, que aparentava seus 20 e poucos anos a conduzia para a saída, segurando firme em seu braço. O rosto da jovem não parecia muito receptivo àquele homem, pelo contrário, ele conseguia sentir a raiva em seu olhar. 
Já passava das 2:30 da manhã, Michael estava ali desde às 10 da noite, e ao ver aquela cena, sentiu que já era hora de sair daquele lugar. Ao se levantar sentiu finalmente o efeito da bebida em seu corpo. Tudo girava. Parecia que o chão inteiro se movia, mal conseguia se equilibrar, mas por outro lado, se sentia muito mais corajoso, sua timidez havia sumido completamente, então, resolveu ir atrás daquela jovem acompanhada. 
Ao chegar, com certa dificuldade na saída, notou que a garota que procurava discutia com seu acompanhante, e que ele parecia um tanto agressivo, e por conta dos efeitos da bebida, resolveu intervir. 
- Jake, eu já disse, não adianta vir atrás de mim e me ameaçar, eu não vou voltar atrás. – Diz Wendy um tanto furiosa SOLTA MEU BRAÇO, VOCÊ TÁ ME MACHUCANDO
- Você não vai me deixar assim, só vai acabar quando eu disser que acabou. Não tenho culpa se você é tão sem graça, que acabei me levando por aquela mulher. A culpa é sua. 
- Se você não me soltar agora, Jake, eu chamo a polícia pra você. Você já não manda mais em mim. Você já não me controla mais. E aprenda a assumir seus erros, pare de terceirizar a culpa. Se você é doente, não é problema meu, vá se tratar. 
- Sua vag... – Jake é interrompido por uma voz gritando firme
- HEY! Você não tá vendo que tá machucando ela e que ela já pediu pra soltar? – Diz Michael, com uma coragem que até ele se surpreendeu que tinha. 
- Quem você pensa que é, pra dizer o que eu devo ou não fazer com a minha namorada, magrelo? 
- Eu não sou mais sua namorada, Jake. Cala a boca e me deixa em paz. 
Eis que Michael sente uma fúria gigantesca crescer dentro de si. Ele odiava violência à mulheres. Michael cresceu tendo um enorme amor e respeito pelo sexo feminino. Para ele, as mulheres eram como rosas que deviam ser tratadas com todo o amor e respeito do universo, e unido ao álcool no sangue e os acontecimentos daquela tarde, sem pensar duas vezes junta toda a força que tem, de anos de artes marciais e academia, parte para cima de Jake, e lhe golpeia no rosto o fazendo sangrar pelo nariz e sentir uma dor queimante ao respirar. 
É neste momento, tão próximo daquele homem, que Jake percebe quem é por trás daquele boné e óculos escuros. Se surpreende com a força daquele homem. Jake sempre via Wendy assisti-lo na tv, e jamais imaginaria que aquele homem aparentemente tão magro e frágil pudesse ser tão forte. Então o ouve, com uma voz tão firme que jamais ouvira antes:
- Se souber que procurou essa garota novamente, eu juro que não terá só um nariz quebrado... Você não me conhece... Eu posso acabar com a sua vida... Vá embora e nunca mais a procure... E isso não é apenas um aviso. 
Jake fica assustado, sabia que se Michael Jackson quisesse, poderia arruinar qualquer vida, de qualquer ser humano do planeta, afinal, era o homem mais conhecido do mundo, e o mais importante também. Bastava uma única palavra pra acabar com a vida de quem quer que fosse. 
Ao ver Jake ir embora, Wendy sem pensar em mais nada apenas abraça Michael, e finalmente cai no choro, não apenas por tudo o que havia acontecido desde aquela manhã, mas também por finalmente estar perto do homem que mais amou na vida. 
- Tá tudo bem? Ele te machucou? – Diz Michael, preocupado, que retribui o abraço da jovem. 
- Sim, tá tudo bem agora. E não se preocupe, ele não me machucou, só apertou um pouco meu braço, mas, não machucou. Obrigada. – Wendy sente uma paz com aquele abraço, protegida, como se ninguém a pudesse ferir. Então é assim ganhar um abraço de Michael? 
- Imagina, eu jamais deixaria um homem fazer isso com uma mulher. Abomino qualquer atitude machista. Eu te levo em casa, ok? 
- Tudo bem. 
Então Michael avista seu carro, parado perto da parte de trás da boate, e Gokor aparentemente já dormindo no volante. Michael conduz Wendy até o carro, o que acaba por assustar o motorista. 
- Gokor, vamos levá-la em casa, ok? – Diz Michael com uma voz na qual Gokor nunca havia ouvido, mas, como sempre calmo e gentil, e logo percebeu que seu amigo estava bêbado. 
- Certo, sem problemas, Michael. 
Eles entram no carro e Gokor segue o caminho indicado pela jovem. Durante o trajeto, Michael e Wendy seguem conversando sobre tudo e Michael sente cada vez mais que precisa protegê-la, mesmo estando sob os efeitos do álcool. Até que, Gokor, quebrando o transe de ambos, anuncia que chegaram. 
Michael desce do carro, abre a porta para Wendy e a acompanha até a porta de entrada. Se despedem e quando estava prestes a ir embora, Michael lembra de uma coisa...
- Ah! Como poderia me esquecer disso... Ainda não nos apresentamos. Bem, acho que já deve ter me conhecido, e me desculpe por conhecer o tão famoso “Wacko” nesse estado, acabei bebendo um pouco demais hoje – Michael faz sinal de aspas com os dedos e cara de ironia – 
- Hey! Não fale isso, você não é isso! Não tem problema, Michael, acho que também exagerei um pouco. Aliás, meu nome é Wendy. 
Michael por alguns instantes não consegue dizer nada. Wendy, o amor de Peter Pan, sua história favorita. Será que era o destino tentando mostrar algo? Não podia ser apenas coincidência! Até que é trazido de volta por um abraço de Wendy e se assusta. 
- Eu te amo, Michael. E, obrigada por tudo! 
Michael fica ali, parado vendo aquela jovem garota entrar em casa. Naquele momento, ele percebe que algo estava acontecendo. Sentia que sua vida a partir dali mudaria completamente. Para sempre. 
 


Notas Finais


Então, o que acharam?
Será que algo irá acontecer entre Michael e Wendy?
Espero que tenham gostado, e se tiverem sugestões de melhorias, deixa ai nos comentários.
Até o próximo capítulo. Espero trazer mais rápido.


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