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História Qual é o Seu Desejo? - Capítulo 1


Escrita por: LaiKenobi

Notas do Autor


Olá!

Definitivamente não estou preparada para postar uma primeira história aqui, mas certamente me sinto motivada o suficiente para fazê-lo!.

É um primeiro projeto que pode garantir vários outros, sendo este, até então, o único que realmente finalizei e escrevi com todo o meu amor e carinho. Ele foi totalmente dedicado à uma grande amiga (@Persefata ♡), feito para uma ocasião especial.

Bem, quando foi dito que meu vício por robôs gays me levaria para algum absurdo lugar, não imaginei que fosse aqui. E bem, eu gostei disso.

Aly, muito obrigada pelo incentivo, pelo carinho e contribuição. Os robôs gays vão te assombrar pra sempre agora...

Capítulo 1 - Qual é o Seu Desejo?


Fanfic / Fanfiction Qual é o Seu Desejo? - Capítulo 1 - Qual é o Seu Desejo?

Não estava funcionando, simplesmente não estava. Difícilmente seria possível listar todos os infortúnios que estavam sobrecarregando a mente de Gavin Reed nessa nublada manhã, mas um em particular estava se sobrepondo entre todos esses que ele sempre carregou consigo, causando uma bagunça irreversível em sua sempre embaralhada cabeça. Mesmo assim, o dia estava para começar e o detetive tinha que ir trabalhar, não importando-se com a ressaca dos eventos da noite passada e como ela estava se manifestando por todo o seu corpo, parecendo um saco frouxo de batatas. Claro, como se não bastasse os seus problemas diários, a porra do pressentimento de que a merda iria feder estava ali para lhe incomodar.


Irritado como sempre, enfiou-se dentro de seu veículo e ajustou sua costumeira jaqueta marrom de couro falso, firmando o cinto de segurança antes de dar a partida. O moreno sequer estava se dando o trabalho de lidar com a imensurável dor de cabeça que parecia mais como um martelo guiando um prego até o lado interno de seu crânio, ele somente apertou seus dedos contra o volante revestido por couro escuro e desgastado durante o seu desejo por um grande copo de café, algo puro e quente para mantê-lo acordado. Todavia, nem mesmo o líquido vicioso poderia ser o suficiente para agradar o seu dia, estando estupidamente rodeado de casos conectados e inacabados, sendo todos frutos de sua incompetência e improdutividade no trabalho. Um esforço inapropriado e distinto dos princípios que o detetive sempre manteve em mente, visto que ele passou esses últimos anos de sua vida priorizando a sua determinação com a intenção de evitar ser substituído por aquelas máquinas estúpidas, odiando pensar nisso como uma provável possibilidade para o seu futuro. O que poderia tê-lo Interrompido? Bem, só poderia ser uma coisa.


Connor.


Sim, a porra do protótipo de merda que prosseguiu com a revolução dos andróides. Traidor do caralho. E mesmo assim, saiu ganhando como a porra do herói da pátria, aquele quem evitou uma bagunça pelas ruas de Detroit. Reed não conseguia encarar isso, enxergar que a revolução havia passado e todas as torradeiras ambulantes estavam livres por aí, agindo como se estivessem tudo bem com o fato de que eles estão tirando empregos de humanos. Portanto, agora que o detetive levou um chute na bunda pelo seu chefe, Capitão Fowler, por causar uma bagunça em um caso em particular, — Obviamente tinha que envolver andróides tristonhos, né porra — ele teve de ser vigiado por aquele Robocop estranho. Monitorado para ser tratado como um cachorrinho sendo educado, ensinado a se comportar. Parece uma piada.


O pior de tudo, é que Connor constantemente se coloca nos objetivos de Reed, seguindo ele até o bar em que passara a noite anterior, o guiando para a calçada para que pudesse, por fim, chamar um Táxi e levar o idiota irresponsável para casa porque ele mesmo havia ligado para o andróide. Como se quisesse se enfiar em um poço sem fundo, Gavin tinha que ter acrescentado um beijo naquela noite, especificamente quando ambos os inimigos estavam sentados no banco de trás do carro autônomo. Olha, definitivamente o veículo ser apertado não era culpa de Gavin, nem o ínfimo detalhe do calor que estava inundando o seu corpo por conta da bebida que havia digerido. Ele estava uma verdadeira bagunça, em cima de um muro que dizia para si mesmo: "Beije este plástico Gavin, ele pode ser um deles mas não pode-se negar o quanto o filho da puta é atraente. Anda, siga os seus instintos e quem sabe o que poderá acontecer em seguida, hm?". Como ignorar? Não havia como e em um piscar de olhos sua língua estava dentro da boca do infeliz que, ainda por cima, correspondeu.


Difícil de repassar tudo isso sem que seu coração palpite enfurecidamente contra a sua caixa torácica, sem que sua nuca queime e todos os seus membros fervam em resposta. Já se dizia eminente os seus desejos carnais pelo computador da Cyberlife, mas Gavin adora complicar a sua vida e prefere agir defensivamente em negação para afastar a humilhação que seria encarar a realidade como um homem adulto. Então ele acordou mais tarde do que o normal, demorou no chuveiro mais do que o normal e agora está tomando a rota mais longa até o Departamento de Polícia de Detroit, pois, como ele bem sabe, Connor estará lá aguardando por ele para discutir sobre o que aconteceu na bendita noite passada.


Quando ele estacionou o Camaro vermelho vinho em uma vaga livre, ele demorou para abandonar o seu bebê e deixá-lo devidamente trancado com os alarmes ativados, esfregando nervosamente com o seu polegar e dedo indicador sua cicatriz permanentemente marcada na ponte de seu nariz ao prosseguir com seus passos até o interior da delegacia já cheia. Seu rosto estava nitidamente dizendo que ele saiu para beber noite passada, que tomou más decisões e só lhe resta carregar sua carranca bastante conhecida, manter as mãos no bolso e dirigir-se o mais rápido possível para a sala de descanso onde definitivamente irá se entupir de café.


Sua presença foi insignificante aos demais e isso trouxe-lhe um alívio instantâneo, algo que durou por breves segundos até ele entrar no cômodo que estava procurando e se deparar com o maldito C3PO conversando com o Tenente Hank Anderson sobre a fodida noite passada. Reed fingiu estar mais preocupado com a cafeteira do que com o assunto de ambos, evitando encarar o velho que teria o ignorado se não fosse pelo indiferente mirar que havia lançado-lhe. Porra, isso fez um arrepio do caralho percorrer sua espinha. Principalmente porque Connor virou-se logo depois para encará-lo, algo que o detetive notou porque sentiu a sua pele queimar com isso. Suas orelhas brilhando em uma profunda vermelhidão que, por infortúnio, sempre se destaca em absolutamente tudo na sua vida. Sobretudo, isso sequer impediu-lhe de encher velozmente o copo descartável e cutucar o piercing transversal no membro que carrega a função auditiva, retirando-se do local sem dizer um pio.


Esferas esverdeadas que foram domadas por um cinza opaco há muito tempo permaneceram atentas à qualquer movimentação repentina que pudesse se destacar no ângulo atualmente fixado. Reed encheu-se do bom café, falou com Tina e Chris por poucos minutos e guardou-se em sua cadeira giratória, ligando o computador antes de desistir e preservar à si mesmo na sala de evidências, negando ter que encarar os orbes escuros de Connor em sua nuca por muito mais tempo. Claramente, isso seria uma péssima decisão para aquilo que estivesse tentando decifrar sobre o caso do protótipo raptado, dado que ele precisava daquilo que Connor havia garantido antes de conectar tudo e seguir em frente. Muita coisa estava em jogo e míseros problemas pessoais estavam infringindo algo excessivamente mais importante.


                           ──────


Três horas de uma reavaliação sobre evidências já encontradas se passaram e uma corrida ao banheiro tornou-se tudo o que o detetive precisava, contornando os corredores e entrando no, aparentemente, vazio lugar. Deu de ombros, inciando suas necessidades para finalizá-las lavando suas mãos na pia de porcenala presa fortemente ao concreto, surpreendendo-se quando virou-se para ver o robô parado na entrada, parecendo avaliar o banheiro que nunca teve necessidade de conhecer. Reed franziu seu cenho, secando os dedos e livrando-se do papel úmido na lixeira ao lado antes de expressar o seu claro incômodo com a perseguição do andróide.


─ O que foi, porra? Torradeiras ambulantes estão podendo mijar agora? ─ Ofensivamente questionou, recebendo em troca um inclinar de cabeça familiar. Sim, ele teve que suportar a máquina escrota jogar a cabeça para o lado sempre que estava analisando algo, curioso o suficiente para fazer seu LED ambulante girar em um amarelo reconhecível por uma questão mínima de tempo. Isso sempre era um incômodo. ─ Eu te fiz uma pergunta-


─ Não, eu faço as perguntas por aqui, Detetive Reed. ─ A voz rouca saiu com ênfase enquanto o andróide lentamente manuseava seu próprio corpo em direção ao de Gavin, chegando próximo só para vê-lo recuar e encostar-se covardemente na parede ladrilhada. ─ Por que está me ignorando? ─ Gavin estava literalmente prestes a xingá-lo com todas as suas forças, empurrá-lo e chutá-lo para o mais longe possível. Ao invés disso, o mais baixo entre os dois não conseguiu nem falar algo que fizesse o desgraçado deixá-lo sair do banheiro, ele apenas ferveu e contemplou o branco que se fez em sua mente.─ Me responda, Detetive.


Por quê?! Porra, seu idiota de merda, eu te odeio e não gosto de máquinas de merda, não é previsível?! ─ Assim que seu cérebro reacendeu, ele empurrou o peitoral que sequer se moveu, odiando ver o blazer acinzentado da maldita Cyberlife perfeitamente alinhado no porte definido de Connor.─ S-Se afasta!, porra, anda, sai da minha frente!─ Imediatamente praguejando internamente pela falha em seu timbre, Reed suspirou pesadamente e parou de empurrar ambas palmatórias contra o peitoral alheio, se dando conta de que o andróide incrivelmente resistente não se moveria até que tomasse aquilo que queria.


─ Deveria saber que sou mais inteligente que isso, Reed. Você sabe, não adianta mais negar o que sente por mim. ─ O detetive estremeceu dos pés a cabeça, gelando completamente com as palavras que ele não esperava escutar. Um murro seria melhor.─ Devo antecipadamente acrescentar que se você tentar desferir um soco em mim, ou realizar qualquer ato violento, eu revidarei e não será como da última vez. Isso posso te assegurar. ─ Os olhos que lembravam uma corça tornaram-se intimidantes imediatamente, assumindo uma postura totalmente diferente da de cachorrinho chutado que o protótipo sempre tinha quando estava com Hank. ─ Agora, deixe-me explicar os meus termos; Você vai parar de atrasar o nosso caso, vai sentar naquela maldita mesa e vamos trabalhar juntos para descobrir onde está a Traci que desapareceu ─ Tudo estava de ponta cabeça, Gavin sendo pressionado contra a parede ao ponto de se sustentar somente pela ponta de seus pés, ainda parecendo uma pimenta pisada. ─ Então, assim que terminarmos por aqui, eu vou levá-lo para sua casa e dar o que você tanto deseja nos meus termos. Se estiver em concordância, te vejo em sua mesa, caso contrário, acabamos por aqui, Detetive Reed. Até logo. ─ No exato momento em que Connor devolveu o espaço pessoal do homem, ele desmoronou até alcançar o chão, respirando profundamente para se livrar do oxigênio que prendeu em seus pulmões por tanto tempo. O andróide retirou-se sem olhar para trás, ajustando sua gravata e alisando o blazer prateado como se já tivesse feito isso milhares de vezes. Porra...


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Reed arrependeu-se, sim, ele o fez milhares de vezes enquanto estava discutindo sobre o caso em que estavam, enquanto enchia o seu copo de plástico na sala de descanso, enquanto Tina fazia perguntas e o chamava para dar uma volta após o trabalho, algo que ele não poderia fazer, pois havia concordado em fazer o que diabos fosse aquilo que Connor havia garantido como recompensa por contribuição mútua. A ansiedade cavando em sua garganta, em seu interior intensamente. E o maldito Exterminador tinha que reparar, fazendo uma avaliação completa de Gavin para inspecionar seus batimentos cardíacos e toda a merda envolvida. Pior tornou-se quando Gavin estava imerso em seus pensamentos e foi interrompido por uma voz fodidamente atraente atravessando seu ouvido.


"Está fazendo um ótimo trabalho, Gavin. Não levará tempo até que seja recompensado."


Qualquer pessoa diria que isso era algo simples demais para ser tratado com tanta relevância, mas ter seu nome sussurrado por aquela voz artificial e rouca em seu ouvido causou algo entre suas pernas. Só um lembrete para lembrá-lo de que faltavam trinta minutos até que estivesse em seu Camaro com Connor para levá-lo até seu apartamento. Uma prévia de como teria seu nome deslizando daquele jeito com mais frequência durante o resto da noite, isso se Deus fosse piedoso para dar-lhe finalmente aquilo que tanto necessitava, ou que passou a necessitar desde a intimidação naquele banheiro. Nem tem mais importância, Reed estava visivelmente tornando-se mais como um gato manhoso sempre que Connor se aproximava e instigava sua voz para moldá-la, deixá-la sensual ao ponto de eriçar cada maldito pelo do corpo de Gavin, preenchendo-o de promessas sujas que estavam sendo encarregadas de levar toda a adrenalina em suas veias até o seu pau. Como ele deveria lidar com isso?


Os trinta minutos passaram-se e Connor estava dirigindo o Camaro, algo que dificilmente Gavin deixava alguém fazer quando se tratava do seu carro favorito, mas ele estava cansado e preferiu adormecer no banco do passageiro durante a viagem inteira, tendo seus braços cruzados e a cabeça encostada no vidro encharcado. Estava chovendo, o barulho dos pingos pesados caindo contra o metal e afastando o silêncio para trazer uma gostosa sensação de calma que Connor nunca pensou que teria ao lado de Gavin. Mesmo que gostasse de vê-lo todo irritado e avermelhado, sempre carregando o calor consigo para qualquer lugar que fosse, era agradável passar um tempo sereno ao seu lado também. O andróide se sentia incomodado com a atitude irresponsável do Detetive mas gostava de sua companhia, de rir escondido após desmontar Reed em pequenos fragmentos e torná-lo uma verdadeira bagunça, só para montá-lo novamente em suas próprias condições. Poderia ser uma estranha obsessão de Connor, algo assustador ao ver do homem adormecido ao lado, mas ele amava, adorava estudar cada resposta que recebia do raivoso humano, seus métodos de defesa que sempre estavam nítidos em cada frase que abandonava sua linda boca. Mesmo quando Gavin esfregava sua cicatriz para concentrar-se em algo que não fosse seu próprio desconforto, Connor amava observá-lo, ansiando tocar a marca e descobrir a origem que Gavin grosseiramente negou contar-lhe. Ele usaria essa situação ao próprio favor, ganharia o que sempre almejou e, no final, Gavin seria seu.


                           ──────


O tilintar das diversas chaves encontrando-se ecoou pelo escuro corredor, tendo Gavin as puxando antes de digitar uma pequena senha no painel ao lado de sua porta e liberar a fechadura que rapidamente destrancou. O nervosismo tomando conta de seu corpo, algo que só se amenizou quando Ahsoka, sua gatinha de estimação, esfregou-se manhosamente em seu tornozelo, girando em torno de seus pés antes de afastar-se e miar em direção a Gavin, sendo rápida em cheirar Connor e reconhecê-lo pela visita que realizara ontem. O pelo acinzentado estava em toda a sua roupa quando a pegou em seu colo, acariciando sua cabecinha pequena e a levando até um cômodo seguro, enchendo seu pote de ração para mantê-la ali entretida por um bom tempo.


─ Bem...─ Suas palavras morreram aos poucos quando fechou a porta, sentindo os afinalados dedos de Connor tocarem o seu abdômen, o corpo do andróide contra o seu para quase matá-lo do coração. O seu companheiro não deu-se o trabalho de se afastar, lançando selares pelo pescoço de Gavin e invadindo a pele coberta pela sua camiseta esverdeada.


─ Tire a jaqueta, Gavin. ─ Mais sussurros, uma mordida em seu lóbulo e suas pernas tremeram miseravelmente. Gavin fez o que foi-lhe mandando, jogando a jaqueta no sofá e virando-se para ver o rosto de Connor. Apesar de não ter necessidade, o androide estava calmamente respirando contra o rosto do moreno, analisando cada centímetro do rosto de Reed e quase fazendo-o acreditar que Connor poderia corresponder aos sentimentos renegados, os mesmos que foram condenados por incontáveis meses. Não seria mais necessário distinguir a cor em seu LED para entender o que se passava em sua curiosa cabeça. ─ Você fez tão bem... ─ Reed abaixou os olhos com o elogio, tímido com o repentino comentário. Ele queria xingar, afastar Connor mas não conseguia. ─ Vamos, me leve para o seu quarto.


Atravessando o não tão extenso corredor, Gavin abriu a porta de seu aposento que deveria guardar os detalhes de sua vida, mas nada ali fornecia algum tipo de informação — Algo que Connor já tinha notado quando trouxe o homem bêbado para aconchegá-lo em sua própria cama. Pelo menos, Reed manteve o cômodo organizado e os lençóis que o andróide registrou noite passada foram trocados por forros azuis escuros e esbranquiçados. As cortinas pretas estavam abertas, uma iluminação serena e caramelizada trazendo conforto ao protótipo inteligente, que adoraria enxergar perfeitamente bem o corpo de seu amado quando ele se despisse. Essa imagem construída em seus processadores, domando temporariamente o seu HUD, foi o suficiente para pressionar o quadril de Reed contra o seu e roubar-lhe um beijo.


Sua língua invadiu a boca do detetive, explorando cada centímetro que lhe fosse permitido pegar e apertando sua silhueta contra a dele para que pudesse se fartar do calor que apenas Reed poderia trazer. Ele começou a despir o corpo malhado do homem mais baixo, arrastando a camiseta esverdeada pelos braços fortes e a jogando no chão, parando abruptamente ambas as mãos de Gavin que tocaram seu blazer da Cyberlife. Connor afastou-se por meros segundos para negar o pedido, sorrindo sorrateiramente com a confusão explícita nas esferas esverdeadas de seu detetive. Então, livrou o menor de suas calças e o deixou somente em sua cueca, notando o metálico acessório preso em um dos mamilos antes de perceber o volume proeminente contra o tecido vermelho.


─ De joelhos, Gavin. ─ Connor mandou depois de sentar-se na cama do homem que o trouxe até aqui, separando suas pernas ao ver Gavin se ajoelhar silenciosamente em sua frente, tão obediente e hesitante ao mesmo tempo. ─ Lembre-se, concordamos em fazer isso nos meus termos. Se você tentar algo estúpido, eu vou embora. ─ Gavin concordou imediatamente, deslizando seus dedos contra o tecido macio da calça do andróide que apoiou-se em suas próprias mãos. ─ Você sabe o que fazer, não sabe? Está na sua cara que você já imaginou isso milhares de vezes, sabia? ─ Enquanto os dedos de Connor tocavam os fios emaranhados de Gavin, o detetite apressou-se em desabotoar a calça do mais alto, as abaixando até os calnhares para enxergar a protuberância de Connor ali. Malditos pervertidos da Cyberlife. ─ O quê? Realmente pensou que seus apelidos idiotas eram verdadeiros?.


E-eu... ─ O tamanho era consideravelmente grande e um pouco acima da média, sem contar que tornou-se devastadora a diferença do que seria um pau normal em comparação com o pau de seu andróide. Connor era enorme e a cabeça de seu órgão genital era levemente azulada, visto que em seus tubos o thirium torna-se um componente muito presente no corpo artificial. As palavras de Reed não serviram e só arrecadaram pares de orbes escuras prontas para castigá-lo caso ousasse ofender. O detetive engoliu seco, permanecendo quieto enquanto deslizava sua mão pelo comprimento e calmamente pensava se isso seria uma boa idéia, tendo a certeza de que amanhã estaria totalmente quebrado.


Hey, olhe para mim, querido. ─ Connor disse sutilmente, percebendo a insegurança de Reed e acariciando ainda mais os fios bagunçados. O polegar de sua mão livre tocou os lábios de Reed assim que o mais alto recebeu luminosas íris em sua direção. Connor ainda estava com as informações que conseguiu pegar da boca de Gavin em seu visor, tendo sua análise forense trabalhando em avisar cada detalhe encontrado sobre o detetive, isso somente usando sua saliva. ─ Abra. ─ Reed recuou um pouco mas o fez, permitindo a pele de textura diferenciada entrar em sua boca e deslizar por sua língua molhada, ficando ainda mais duro e dolorido entre suas pernas. O moreno grunhiu com o empurrão ameno, fechando brevemente suas pálpebras antes de abri-las para ver como Connor estava olhando para ele. Reed simplesmente desmoronou, vendo o andróide o encarando com tanta luxúria e admiração no olhar que quase esqueceu-se de continuar a chupar os dedos em sua boca, recebendo o indicador e o mediano. ─ Bom garoto...─ Mais um elogio que desceu direto para o pênis de Gavin, fazendo-o gemer como se estivesse suplicando por mais.


Por favor, Connor- ─ A voz saiu trêmula dos lábio irritados de Gavin quando os dedos pararam de serem empurrados para o fundo de sua garganta e saíram molhados dali. O sorriso nos lábios alheios estendeu-se graciosamente, Connor retomando sua postura anterior antes de afirmar com a cabeça e sussurrar um decifrável "Vá em frente".


Gavin foi, levando o pau ereto até seus lábios e o mergulhando em sua boca, sendo recompensado pelo som mais maravilhoso que poderia ter escutado em toda a sua vida. O gemido áspero de Connor deu-lhe tudo o que necessitava para afundar até o fim e levar tudo com grande dificuldade, retornando para abandonar a ponta e pousá-la em seus lábios, ganhando um xingamento inesperado do andróide evidentemente satisfeito com a visão, voltando com suas carícias pelo couro cabeludo de Gavin e o guiando cuidadosamente por toda a extensão até fazê-lo choramingar. Quando o afastou para gravar o estado do detetive com seus próprios mirantes, Connor molhou seus próprios lábios e limpou as lágrimas que escorregaram pelas enrubescidas bochechas maltratadas. Sobretudo, ele só deixou Reed respirar por poucos segundos antes de surpreendê-lo com o pau já sendo guiado de volta para a sua boca, livrando-se da pele artifical pela metade da extensão de seu próprio pênis para revelar o esbranquiçado chassi de sua verdadeira camada. Isso só deixou Reed mais excitado, lembrando-se de que aquele quem iria fodê-lo era ninguém menos do que o andróide da maldita Cyberlife.


M-merda, Gavin ─ Connor acelerou o caminho de volta, arrastando seus quadris em direção a boca judiada de Reed com a precisão necessária para machucá-la. O detetive estremeceu, fechando a garganta em torno do pau esbranquiçado que não demorara para ser coberto novamente pela pele artificial. Connor notou que Gavin estava prestes a se tocar, afastando a mão ousada do detetive com um de seus pés e puxando bruscamente as madeixas morenas em sua mão.─ Não ouse, porra. ─ Gavin agiu em concordância, aceitando ter sua boca inteiramente fodida pelo andróide que, em poucos minutos, perdeu o controle sobre o seu próprio chassi e obteve incontáveis interferências em manter a pele artificial cobrindo sua verdadeira aparência. O que revelou o quanto Connor estava perto de vir, prendendo o desengonçado detetive contra a sua virilha para tomar tudo que lhe seria dado, gozando forte e profundamente na garganta torturada.


Reed tossiu incontrolávelmente indecifráveis vezes enquanto retomava sua visão para si, a tendo toda embaçada por lágrimas que deixaram suas escleras. Ele tomou todo o ar que podia tomar, lembrando-se de seu doloroso pau com uma angústia que estava sendo difícil de lidar, por isso ele foi quando Connor chamou por ele com os dois dedos anteriormente afundados na garganta do detetive. Obediente, esforçando-se para agradar Connor como ele quisesse e ainda assim tendo uma noite incrivelmente prazerosa até para si mesmo, que até então imaginava os papéis invertidos quando pensava em transar com o andróide.


─ Você é tão bom para mim, Gavin, tão bom... ─ Palmatórias gélidas e metálicas que faíscaram em um branco vivido, o azul deslizando pelo chassi e trazendo consigo a pele artifical que prendeu Gavin entre duas mãos gentis e amorosas. Um cálido beijo o levou aos céus, tendo braços fortes o ajudando a se levantar sem quebrar o contato, levando-o direto para o colo daquele que prometeu-lhe o que desejava. ─ Eu vou dar o que você quer, hm? Deite-se na cama, querido. ─ O tom gentil de Connor fez com que Reed rapidamente se colocasse entre seus travesseiros, assistindo enquanto o andróide colocava-se entre suas pernas com seus fios levemente emaranhados, sua gravata frouxa em seu longo pescoço e o casaco preso em ambas articulações de seus braços. ─ Lubrificante? ─ Gavin aconchegou-se ainda mais e apontou para a gaveta da cabeceira, enxergando os passos apressados do homem já sem calçados e calças para cobrir a parte inferior de seu corpo, que já estava semi dura.


─ Vocês andróides podem...? ─ Reed tentou encontrar palavras para expressar o que queria compreender, mas sua mente estava uma verdadeira porcaria depois de ter enfrentado um absurdo daqueles, prestes a se jogar em mais um deles. A risada do protótipo foi satisfatória para Reed e fez seu membro pulsar, deixando o detetive ainda mais envergonhado e tímido.


─ Huhum, podemos, Gavin. ─ Ele demonstrou e arrancou todas as duvidas do moreno quando instantaneamente deixou seu pau totalmente duro. Gavin questionou-se mentalmente se ele estaria duro somente por conta das suas estranhas habilidades ou por conta de seu parceiro também, o que o fez optar pela primeira opção e sentir-se estranhamente magoado. ─ Hey, querido, não me olhe assim... Isso não quer dizer que eu não esteja realmente excitado. Digo, como eu não poderia estar com a sua boca me levando tão bem? ─ Os joelhos de Connor afundaram novamente no colchão, dessa vez já livre de seu blazer e sua gravata. ─ Não se preocupe com isso, hm? Venha, tire a minha camiseta para que eu possa prepará-lo.


Reed sentou-se na mobília sob si, tendo o seu rosto delicadamente tocado pela ponta dos dedos de Connor enquanto seus olhos pareciam apaixonadamente perdidos em Gavin, acendendo uma sensação dolorosa no peito do detetive que nunca foi admirado assim, muito menos tocado com tanto carinho. Ele tentou se controlar nos botões da camiseta esbranquiçada, perdendo-se cada vez mais nos traços de Connor e notando suas perfeitas sardinhas, o contorno de seu pontudo nariz e a finura balanceada de seus rosados lábios, até ser tomado novamente por aqueles olhos sempre excessivamente intensos sobre Gavin.


─ Pare de me olhar assim... ─ Reed pediu desajeitadamente, estando no meio dos diversos botões. Ele estava sentindo a expectativa que tanto precisava ignorar antes de machucar a si mesmo.


─ Assim como? ─ Connor perguntou baixinho, agora deslizando o outro lado de sua mão lentamente pela maçã de Reed, a virando logo em seguida para beijar a cicatriz no nariz de seu detetive. O detalhe que ele mais admira.


Como se você me amasse. ─ Algo triste percorreu pela postura de Gavin. A iluminação amarelada pintando o lado direito de seu rosto e destacando o verde acinzentado em seu olhar ferido. Connor preferiu não respondê-lo, tomando seus lábios agora levemente inchados e irritados mais uma vez, sendo tão lento e profundo como se pudesse manifestar o que estivesse sentindo com somente isso.


─ Eu disse que daria o que você tanto deseja, Gavin. Sei que deseja ser amado e eu poderia fazer você se sentir assim todos os dias se me permitisse. ─ Os milímetros entre ambos desencadearam sussurros baixos e promessas grandiosas. Reed não prolongou em afundar-se naquele toque mais uma vez, beijando Connor com ternura por mais tempo desta vez.


Tudo o que o detetive poderia dizer, era que a sua personalidade não era o que os outros procuravam. A prova disso é que, apesar de tudo, Gavin Reed só tinha dois amigos e uma mãe para confiar. Ele sempre se convenceu de que merecia menos do que sempre obteve, agindo como um idiota para afastar quem pudesse atravessar a sua barreira. No entanto, Connor já havia quebrado barreiras suficientes para saber exatamente como atravessar a sua. Mesmo que, há pouco tempo atrás, o detetive só faltasse anunciar em um holofote como acreditava que andróides não eram capazes de sentirem merda alguma. Foi suportando Connor em seu encalço que descobriu as pequenas expressões do andróide, vendo-o abalado sempre que um dos seus aparecia ferido por criminosos anti andróides, vendo exatamente como o seu LED brilhava em um vermelho furioso antes que desse suas costas ao detetive e fosse se isolar para brincar com sua estúpida moeda. Reed sabia como o andróide se preocupava com ele, sempre lançando perguntas invasivas e idiotas que eram grosseiramente desviadas para a lixeira. Até quando Gavin socou o andróide no rosto ao ponto de fazê-lo sangrar azul, Connor permaneceu ao seu lado e o ajudou a se recuperar, a lidar com sua raiva e como ela só se intensificava conforme as perguntas do protótipo traziam memórias escondidas e ignoradas em seu subconsciente. Afinal, Reed eternamente achava mil vezes melhor fingir esquecer de tudo do que encarar as consequências de seu passado. Mas Connor está aqui agora.


A linha expressiva elevou-se minimamente na feição de Reed, desenhando um pequeno sorriso em seu rosto que, pela primeira vez, Connor pôde realmente apreciar. O andróide havia deitado o humano em sua cama, terminado de tirar sua camiseta antes de esconder seu rosto no pescoço quente de seu amante, marcando-o como seu sem se importar se o colarinho de sua blusa seria o suficiente para esconder os hematomas no dia seguinte. Gavin gostou bastante disso, envolvendo os fios amorenados de Connor entre seus diversos dedos e amorosamente incentivando o gesto significativo, assim contemplando o azul vívido no LED do Loverbot, sinalizando sua felicidade.


Foram longos minutos enquanto Connor acariciava o corpo de Gavin como bem entendia, estudando suas cicatrizes e adorando cada uma delas. Sua palmatória acariciou o comprimento molhado de pré gozo, então ele estendeu as pernas de Gavin sobre seus ombros, preparando-se para esticá-lo e afundar sua própria língua na entrada extremamente apertada. Ele umideceu bem antes, sequer importando-se com os barulhos encharcados que saiam de sua boca. Reed gemeu alto, segurando trêmulo os lençóis conforme seu pau era masturbado e o oral realizado. Ele estava terrivelmente bagunçado aos mirantes de Connor, que adorou vê-lo inteiramente assim, apreciando ainda mais quando o grito rouco repentinamente tomou conta do quarto, pois o andróide havia revelado mais um de seus diversos truques; Sua mandíbula deslocou-se, revelando o metal esbranquiçado com pequenas peças escuras e azuladas, sua lingua satisfatoriamente maior do que qualquer  humano poderia ter. Connor capturou cada detalhe de Gavin contorcendo-se para si, escutando-o choramingar de prazer enquanto tentava repelir seus gemidos mordendo a ponta de seus dedos, o que Connor não gostou, desacelerando seus movimentos e o alertando com um olhar zangado para que parasse. Reed corou violentamente mas o fez, libertando seus grunhidos e arfares necessitados, dificilmente esquecendo de chamar por Connor em cada frase distorcida que saía de seus lábios.


O protótipo recuou faminto, completamente satisfeito antes de arrumar a deslocada mandíbula e jogar lubrificante em seus dedos, fazendo o mesmo com a entrada pulsante e o seu próprio pau. Ele levou um pouco mais para preparar Reed com a intenção de não machucá-lo, enfiando dois de seus dedos e, antes que fossem três, estimulando a passagem. Com isso, a impaciência de Reed tornou-se cada vez mais presente.


C-Connor... V-Você poderia me foder logo?! Por favor! ─ Connor revirou seus olhos mas concordou com o pedido de seu detetive, retirando seus dedos e desferindo um último beijo quente em seu parceiro antes de levá-lo.


Posicionou-se e penetrou lentamente, suspirando pesadamente com o calor em torno de seu pau, sendo tão apertado internamente que seu HUD começou a alertá-lo de diversos procedimentos que seus processamentos estavam precisando organizar ao mesmo tempo, cheio de prazer para lidar de uma vez só. Connor precisou parar no meio do caminho, LED vermelho, amarelo, vermelho. Ele desativou os avisos em seu visor para concentrar-se em Gavin e passou a respirar fundo para evitar super-aquecer.


─ O que foi? Eu fritei o seu cérebro de robô? ─ Gavin Reed sorriu, provocando o andróide que inclinou-se e dobrou ainda mais suas pernas para permitir uma passagem mais receptiva. Foi rápido para fazer Gavin abrir sua boca ao ponto de só conseguir jogar sua cabeça para trás e ser ainda mais preenchido, tendo percorrido um pouco mais que a metade do caminho apenas.


─ Ainda estamos em meus termos, Gavin. ─ Connor frisou, beijando o peitoral definido de Gavin para alcançar um de seus mamilos e brincar com o piercing que ali estava, instigando o homem a se contorcer furiosamente outra vez, sendo excessivamente sensível ali. ─ O que foi? O gato comeu a sua língua?


P-Porra, C-Connor... Parece que você finalmente entendeu as expre- ─ Novamente Reed afundou sua cabeça no travesseiro, arqueando suas costas ao sentir o pau inteiro de Connor dentro de si, o preenchendo completamente. Isso fez o seu peito arfar, o seu membro se encharcar ainda mais com o próprio fluído, mesmo que Connor não estivesse mais o acariciando.


Os gemidos tornaram-se incontáveis quando Connor iniciou suas estocadas, sendo lento e preciso no começo até Gavin implorar por mais, tão quebrado e necessitado pela sua libertação que, até então, Connor preferiu mandá-lo segurar. Isso deve tê-lo frustrado, visto que estava nervosamente xingando em meio de seus gemidos e ainda assim derramando lágrimas de prazer conforme a cama arranhava o assoalho do aposento de Reed. A cabeceira batendo fortemente contra o concreto e riscando a tintura neutra enquanto Connor só conseguia enxergar Gavin em sua frente, acompanhando todos os seus dizeres e olhares. Ele permitiu que o homem subisse em seu colo, inclinando-se e puxando Gavin para prendê-lo em seus braços e ir forte e profundamente, atingindo seguidamente aquele lugar específico que levou o teimoso detetive às alturas, jogando seu pescoço para trás como se estivesse implorando para ser marcado.


Connor mordeu entre a clavícula e o ombro de Gavin, afundando seus dentes na carne para sentir o gosto metálico de sangue. Ele analisou o líquido escuro que escorreu por pouco tempo antes de parar, utilizando sua língua para fazer uma inspeção completa daquilo que queria. Enquanto isso, Reed estava parecendo delirar profundamente em um inacabável prazer. Um prazer que parecia doer de tão bom. O detetive sequer estava se dando conta de seus próprios movimentos, de seus barulhos ou o que quer que Connor estivesse o ajudando a fazer. Ele só sentiu tudo embaçar conforme recebia a deixa do andróide para finalmente gozar, tremendo e escondendo sua face na curvatura do longo pescoço antes que sentisse o seu interior ser preenchido pelo líquido espesso que saiu do pau tecnológico de Connor. Reed teria ficado preocupado se não estivesse completamente em êxtase, sendo deitado cuidadosamente em sua cama para logo sentir um vazio ao ver o andróide se retirando.


Ele queria que Connor ficasse. Talvez as palavras de seu parceiro fossem frutos de um calor repentino, algo momentâneo que não valesse absolutamente nada. Talvez Connor fosse embora e deixá-lo sozinho.


─ Você pode ficar se quiser...─ Gavin sussurrou cansado, repleto de suor e fluídos corporais que Connor não se importava em notar, sabendo que seu próprio corpo era incapacitado de produzir algo até mesmo similar. Nojo nem estava em seu vocabulário no momento, visto que o andróide desferiu mais beijos castos por volta do pescoço de Reed, acariciando a marca que deixara profundamente ali. Não importa, ele sempre o amaria apesar de suas diferenças.


─ Você quer que eu fique? ─ Connor questionou, afastando-se da pele humana para capturar a floresta nos orbes de Gavin. Perfeito, lindo demais ao ponto de ferir. Connor queria permanecer ali até que não houvesse mais nada para com que se preocupar.


Eu quero que você fique. Você quer ficar? ─ Connor afirmou, desfazendo-se da pele artificial de sua mão para guiá-la até o dorso alheio onde a fraca luz dourada atingia ao atravessar as janelas descobertas, pousando os nós destes mesmos dedos no rosto sonolento de seu detetive antes de deitar-se ao seu lado, caindo em um profundo êxtase para recalibrar suas forças e daqui a pouco limpar a si mesmo e seu futuramente namorado.


─ Eu vou ficar, Gavin. 


Notas Finais


É isso.

Eu agradeço a todos que acompanharam até aqui, espero que tenham gostado. Claramente foi uma mistura clichê entre drama e romance, tendo ali alguns problemas que o casal terá de enfrentar posteriormente. Dei o meu melhor para fazer um bom desenvolvimento e ocasionar uma harmonia entre o começo, o meio e o fim. Uma trama que carrega em um único capítulo uma longa história entre dois personagens que há um bom tempo já se conheciam, se odiavam e se amavam.

Finalmente finalizada!!
Uma ótima trajetória que vou carregar comigo por um bom tempo.

Obrigada aos que comentaram e favoritaram♡♡♡♡, isso é muito importante para mim.


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