História Qual é o seu nome? - Capítulo 12


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Anjo, Casal, Chorar, Demônio, Destruição, Drama, Paixão, Passado, Romance, Sobrenatural, Tortura, Triste, Violencia
Visualizações 12
Palavras 1.305
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Violência
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


IKON IS COMING TO TOWN!
Desculpa, não me contive. Anthem está na minha cabeça há dias....
Olá, olá! Tudo bem, tudo bom? Eu voltei!!!
Desculpem pelo capítulo curtinho <3
Perdoem qualquer erro e vamos ao cap!

Capítulo 12 - 11 Ele pede ajuda


Fanfic / Fanfiction Qual é o seu nome? - Capítulo 12 - 11 Ele pede ajuda

Ella:

Termino de vestir-me rapidamente.

-Pode virar. -Sussurro e ele obedece.

-Olha, você não deve querer me ver agora -passos... -e eu sei que é tudo muito confuso, -passos... -e eu prometo que depois...

Calo Anjo tocando meu indicador em seus lábios.

-Eu queria te ver. Pode não ser o melhor pra nós, mas eu sou uma mulher egoísta.

Anjo parecia bem surpreso, porém, antes que seus lábios expusessem os pensamentos, balançou a cabeça e, quando voltou a me encarar, havia uma nova determinação em seu olhar.

-Precisa vir comigo.

-O quê?

-Eu explico no caminho, mas precisamos ir, agora!

-Tudo bem, mas...Whoa!

Antes da frase sair, os braços dele estavam ao meu redor e fui levada pelo céu na madrugada profunda, rumando ao desconhecido.

Ele:

Antes...

-Foi tudo em vão... -Bagunço um pouco meus cabelos com a mão tentando conter a frustração.

Vaen apertou os lábios em uma linha fina.

-Você não tem poder de...

-Eu não tenho o dom da cura. -Interrompo.

-Sim, mas seu san...

-Meu sangue também não cura. Sinto muito.

A autoconfiança de Vaen foi diminuindo conforme eu negava suas hipóteses.

-Não conhece um bom médico ou, quem sabe, alguém que possa ajudar?

-Está perguntando para mim?

-Você é o ser sobrenatural aqui! -Ele balança as mãos entrando em desespero. -Sloan não vai aceitar! Temo o que ele é capaz de fazer para salvá-la.

Um pensamento fora de contexto aparece na minha mente: a imagem dela.

Mente sua estúpida! Não é o momento para… Ei! Pode ser uma boa ideia!

-Vaen, eu acho que conheço alguém que talvez seja útil.

-Não gosto desses talvez… -Ele comprime os lábios.

-É melhor que nada.

-Quem é essa pessoa? Um médico?

-Não, mas, talvez, ela conheça um dos bons.

De volta ao presente…

-Onde estamos indo? -Ella sussurra de encontro a pele do meu pescoço causando um breve arrepio.

Diferente das outras vezes que voamos, carrego-a deitada e não pelas costas, talvez, isso a esteja deixando nervosa.

Quando entrei no quarto ela se assustou e parece envergonhada desde então. Por quê? Não sei dizer.

Conto a Ella sobre a menina doente, Sloan, Vaen e todos os acontecimentos de hoje a tarde. Quando termino, já vejo Vaen parado ao longe.

-Ah… isso explica muita coisa. -Ella sussurrou.

Pouso próximo a Vaen e coloco Ella de pé no chão. Não sei o quanto os dois conseguem ver com apenas a luz da lua e o brilho distante da iluminação do vilarejo.

-Então, Ella este é Vaen, Vaen esta é Ella.

-Espere… Ella? A intocável Ella? -Vi o rosto de Ella se fechar em mau humor com a menção.

-Eu mesma, algum problema? -Que ríspida.

-Como espera que ela nos ajude? -Falava comigo, mas eu não tinha como responder. Tudo que tinha era uma sensação e nada mais.

-Deixe-me ver a menina. -Ella disse.

Vaen engoliu em seco e guiou-nos.

-Eu não acredito que estou fazendo isso… -Sussurrou, mas isso não é nenhum impedimento para minha audição aguçada.

Ella segurou minha mão antes de segui-lo, me deixando bastante confuso.

Caminhando por becos escuros do vilarejo, chegamos a uma pequena casa de pedra. Vaen bateu a porta e rapidamente Sloan a abriu. Ele parecia exausto e seu coração entoava uma melodia de medo, tristeza e dor.

Entramos todos juntos em uma pequena sala, guiados por Vaen e Sloan, em seguida um corredor. Parado segurando a maçaneta de uma porta gasta de madeira, Sloan suspirou e pude ouvir uma nota de empatia vir de Vaen.

-Vocês vão salvar a Lisa?

-Depende dela e só dela. -Disse Ella. -Agora, apresse-se, cada segundo é precioso.

Ella parecia determinada. Havia algo em sua mente e isso me deu esperança. Talvez tenha sido a coisa certa chamá-la.

Entramos no cômodo. Meus olhos repousaram na menina na cama. Pálida demais, os lábios descascando e brancos. Seu coração estava tão fraco que mal pude escutar o que sentia. Se é que estava realmente consciente para sentir algo. Os olhos abertos pareciam a beira da morte, como se nem para se fechar sobrasse forças.

Ella não hesitou em segurar a pequena mão de Lisa com ambas as suas. E, ao fechar os olhos por alguns segundos, era como se todo o ar do cômodo mudasse. Eu pude sentir algo como uma energia rodeando minha pele.

-Ainda há esperança. Anjo, quão rápido consegue voar?

Dou de ombros.

-Em quanto tempo consegue chegar a capital?

-Se for realmente rápido, 10, 15 minutos.

Ela colocou o indicador entre os lábios. Os olhos se desviaram para a esquerda e para direita como se pensasse em coisas complexas.

-10 minutos e nem um segundo a mais, vamos!

Ela pegou minha mão e me puxou pra fora. Depois se virou em minha direção esticando os braços pedindo colo. Não evitei sorrir apesar da situação.

-Onde exatamente vamos? Se ficar dando voltas perderemos mais tempo.

-Capital do reino, quando chegarmos lá te dou mais instruções.

Assinto e a carrego pelos ares da mesma forma de antes.

Voo o mais rápido que consigo na direção da capital. Só fui lá umas duas vezes quando tive que conseguir algum item essencial. Munido de capa, é claro. Uma olhada nos meus olhos e as pessoas me olham estranho. O vermelho neles é um sinal da falta de humanidade em mim.

-Então, por que está tão nervosa? -Pergunto. Esse silêncio com o jeito desconfortável que ela se remexe está me enlouquecendo.

-Ainda pergunta?

-O quê?

-Não se faz de inocente.

-Poderia me dizer o que eu fiz?

Subo para desviar de árvores quando passo por um bosque.

-Sem contar entrar no quarto e quase me ver nua?

Levanto uma sobrancelha.

-E qual o problema?

Ela ficou em silêncio por um bom tempo. Tanto que já avistávamos o brilho agitado da vida na capital ao longe.

-Realmente não sabe?

-O quê?

Ela começou a rir me deixando intrigado. O que eu não sei?

-Chegamos. -Mudo de assunto, mas faço uma anotação mental para voltar a isto mais tarde. -Onde agora?

-Vê o palácio? -Faço que sim com a cabeça. -Próximo há uma construção gigante e extravagante, dourada e branca. É pra lá que iremos, a casa onde fica a coleção do meu marido.

Obedeço. Não foi difícil de encontrar algo daquele tamanho.

-Agora, terceira janela da esquerda pra direita, do lado oposto ao castelo.

Obedeço e entro na janela indicada. É um quarto pequeno e infântil.

-Ella, não viemos ver um médico? Por que estamos…

-Shii! -Ela me interrompe já longe do meu colo. -Ele não está aqui… Não temos tempo!

-Ele? Tempo? Ella, isso está muito vago.

De repente, a porta faz menção de ser aberta, então, agarro o corpo de Ella e rapidamente voo para o telhado da residência. Antes de sermos pegos.

-Shii! -Faço para ela saber que deve permanecer em silêncio.

Escuto vozes no quarto onde estávamos anteriormente. Uma infantil e outra de um homem adulto.

-Gunts, seja um bom menino e durma, o mestre deverá chegar amanhã. -Disse a voz adulta.

A porta bateu e pude ouvir um longo suspiro.

-A pessoa que procura se chama Gunts? -Sussurro a Ella e recebo a confirmação.

Voo de volta para dentro do pequeno quarto, que, agora, não está mais vazio. Sentado na pequena cama, há um menino de no máximo 10 anos. Loiro e de olhos cor de rosa.

-Gunts! Precisamos da sua ajuda. -O menino encara Ella com um sorriso alegre e olhar amigável.

-Ella… Veio me buscar?

Ella parou onde estava e encarou o chão. Pude escutar uma nota solitária de tristeza vindo dela, um curto som que se enraizou no meu peito trazendo dor.

-Sinto muito, Gunts. Ainda não sou livre e não temos tempo. Preciso que cure alguém, ela cumpre os requisitos, por enquanto. Só precisa ir lá e fazer acontecer, mas se demorar muito pode ser tarde demais


Notas Finais


Então?
O Gunts é um amor de menino gente. Logo mais vocês vão conhecer a história dele que é ;-; assim como todas as boas pessoas daqui... *desvia das pedras*
Beijinhos e até o próximo capítulo!


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