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História Quando a Atração Vira Amor. - Imagine Jimin - Capítulo 22


Escrita por: babejii

Notas do Autor


oi oi anjinhos! 🐥

eu tava meio sem inspiração esses dias, mas trouxe mais um capítulo p ocês. hoje começará com o ponto de vista de S/N.

Capítulo 22 - Cargo


Fanfic / Fanfiction Quando a Atração Vira Amor. - Imagine Jimin - Capítulo 22 - Cargo

Nunca passou pela a minha cabeça Jimin descobrindo as coisas dessa maneira. Sinceramente eu não imaginava as coisas saindo dessa forma, o seu olhar não expressou tanta surpresa mas mostravam desconfiança.

"Além do mais é melhor ele ouvir isso de você do que de qualquer outra pessoa."

Foi o que Taehyung me disse ontem à noite, e era exatamente o que está acontecendo agora. Jimin ouviu palavras de outra pessoa que deveriam ser ditas por mim e explicadas por mim também. Mas agora só me resta lhe explicar, pois minha mãe tomou a responsabilidade de lhe contar antes de mim. Mas claro, a culpa não é dela. Além de eu ter esquecido de lhe contar sobre a amnésia do Park, eu não deveria ter demorado demais sendo receosa com a sua reação.

— Eu posso explicar. — Falei olhando-o nos olhos.

— Não é mais necessário, acabei de ouvir da sua mãe. — Ele respondeu.

— Claro que é! Tem a minha versão da história.

— Que versão? A que você escondeu tudo de mim por todo esse tempo e quando decide falar me deixa plantado naquela praia e vai embora com outro homem? — Estávamos meio impacientes, já a minha mãe não entendia nada.

— Você que me deixou plantada antes!

— M-Mas o que está acontecendo, pessoal? — Ela perguntou confusa no meio do caos.

— Vem comigo, Sra. Park.. — Jackson pretendia tirar a minha mãe do local.

— Mas..

— Deixa eles se entenderem. — Ambos saíram dali e foram para o andar de cima, eu não dei tanta importância e voltei a fitar o Park.

— Eu me atrasei. Mas fui até lá. E o que eu encontrei? Nada, além de você indo embora com aquele homem. — Ele continuou.

— Também há uma explicação para isso, me deixa explicar! Você não me disse que não era para eu esconder nada? Então me deixa contar tudo! — Ele respirou fundo algumas vezes, eu fui até o sofá e me sentei. — Tenho muito a falar, se não quer se cansar sente-se. — Em alguns segundos ele já se encontrava sentado no sofá ao lado.

— Me conte. — Ele estava atento à mim e à tudo o que eu pretendia falar daqui pra frente.

— Nos encontramos pela primeira vez enquanto você voltava da sua faculdade. Estava com uma garota bonita de cabelos curtos chamada Umji... — As palavras saiam constantemente de minha boca e ele prestava a atenção em todas elas. Contei o que eu sentía, o que ele sentía, nossas relações no início, tempos depois, os meus arrependimentos, os nossos momentos felizes e românticos, apesar de me deixar meio sem graça em contar até mesmo o nosso primeiro beijo.. Lhe contei tudo! E finalmente senti aquele peso ser tirado de minhas costas.

Ficamos em silêncio por um curto tempo, decidi respeitar e esperar o seu tempo para engolir todas aquelas informações.

— Foi meio tóxico. — Ele finalmente se posicionou.

— Meu pai foi bastante tóxico em nos obrigar a casar sem mesmo nos conhecermos bem, minha mãe por aceitar numa boa e me obrigar a ser igual a ela sempre, e eu também era um pouco tóxica quando te conheci. Talvez mais do que eu já achava. Eu nem entendi quando você disse que me amava pela primeira vez, eu achei que aquelas suas interações de afeto e tudo o que passávamos juntos era por diversão. Sempre optei por nunca me apaixonar porque sabia que ninguém se apaixonaria por mim da mesma forma que eu por ela.

— E então eu me apaixonei?

— É o que parecia.. — Ele me olhou arqueando a sobrancelha.

— Não tem certeza de que eu te amava? Porque eu demonstro muito quando gosto de alguém.. — Ele se ajeitava sobre o sofá.

— Não importa tanto saber se você me amava ou não, o presente que importa agora, e você já não me vê como antes.

— Como tem tanta certeza?

— Eu vejo nos seus olhos. — Seu olhar era fixo à mim e ficou imóvel por alguns segundos.

— Ficaria feliz se eu me apaixonasse por você novamente?

— Eu que te pergunto. Ficaria feliz se estivesse comigo, Jimin? Mesmo sabendo que eu não sou e nunca fui a garota que você imaginou por todos esses anos?

— Eu não me apaixonei antes? Eu não virei outra pessoa, S/N. Meus sentimentos são os mesmos de sempre. Eu quero lembrar desta casa e da minha vida.

— E então o que pretende fazer?

— Voltarei a morar aqui com você. — Ele levantou-se. — Esta casa me trouxe uma nostalgia desde que pisei o pé aqui, se eu ficasse nela frequentemente talvez lembraria de muitas coisas. Você me disse que a minha sala de práticas está lá em cima, eu posso lembrar da arte que estudava.

— É sério? — Me levantei também.

— Por que? É difícil morar contigo?

— Não muito. Ah, há um lugar que talvez possa sentir algo. Vem! — Segurei em sua mão e o levei até o seu quarto no segundo andar. — Este era o seu quarto, na verdade ainda é. Você dormiu sozinho aqui nas primeiras semanas mas depois eu sempre dormia com você, porque você insistia em dizer que estava com medo dos bixos no quarto. — Ele observava cada canto da sala.

— Minhas roupas.. — O mesmo disse ao abrir o closet. — Quando eu tinha dezoito anos eu sonhava em vestir roupas dessa marca. — Ele estendeu um de seus casacos de luxo de uma das maiores marcas de roupas do mundo.

— Então você conseguiu. — Sorri.

— Quando a empresa do meu pai estava falida eu tentei ajudar de muitas formas, tinha dias em que eu não voltava para casa para comer e nem dormir. Trabalhei em três empregos diferentes, mas não eram tão beneficentes. Mas eles conseguiram criar um novo projeto e como não tinha dinheiro para modelo, me colocaram para divulgá-lo. Aquele dia foi estranho. — Eu observava atentamente tudo o que ele falava e os sorrisos bobos que ele dava ao me contar.

— Você tem uma beleza única e esplêndida, não há modelo melhor. — Ele sorriu meio sem graça.

— Eu posso ver a sala de práticas?

— Claro. É no quarto da esquerda um pouco à frente deste, eu irei falar com a minha mãe, faz semanas que não a vejo e nem a comprimentei direito hoje. Fique à vontade, a casa também é sua. — Pretendia me retirar do quarto.

— S/N.. — Parei e o olhei. — Você ainda ama os seus pais independente do quão tóxicos eles foram contigo?

— Sempre os amei, eles eram tudo o que eu tinha. Às vezes eu me sentia fraca ao lado deles porque eu não tinha voz para dizer o que eu sentia, o que eu achava e se eu concordava ou não com o que eles faziam. Em busca do orgulho deles por mim eu os deixei fazer comigo o que quiserem, incluindo esse casamento. E como ele era a maneira de "salvar" a nossa empresa eu me iludi em achar que eu sairia como a heroína no final e que eles iriam sentir muito orgulho da filha deles. — Ri irônica.

— E.. continua a mesma coisa até hoje?

— Há pouco tempo que eles vieram aqui e se desculparam por tudo, até mesmo admitiram os erros e as coisas que me doeram. Está certo que foi um pouco tarde mas pareceram arrependidos, e eu sou a única filha deles. Mesmo que agora eu tenha voz para expressar o que eu sinto e penso decidi não abandoná-los e lhe dar mais uma chance.

— Ah.. Bem, pode ir ver a sua mãe. Eu vou dar mais uma olhada por aqui. — Assenti e me retirei. Procurei pelos cantos da casa mas não encontrava Jackson com a minha mãe, até chegar na sacada e era onde os mesmos estavam.

— Sua filha chegou! — O Wang levantou-se ao me ver e veio até mim. — Está tudo bem com ele? Se ele entendeu errado sobre ontem eu posso explic..

— Não se preocupe, ele já está mais compreensível. Está no quarto dele.

— Fico feliz. Eu preciso ir agora mas se precisar de algo me ligue! Tchau, Sra Park! Tchau, Nini! — Ele apertou as minhas bochechas antes de ir.

— Tchau, querido! — Minha mãe ascenou para o maior e em seguida me fitou. — Senta aqui. — Ela deu batidinhas ao seu lado e lá me sentei. — Seu amigo me contou a história, mas quero ouvir a sua versão e o porquê de não ter contado para a mamãe.

— Aconteceram tantas coisas, mãe.. Minha cabeça estava farta e eu achei que não fosse suportar tudo. — Suspirei.

— Vem aqui. — Ela me trouxe mais para perto e apoiou a minha cabeça em seu ombro, me fazendo relaxar por minutos com as suas carícias em meu cabelo.


PARK JIMIN P.O.V


Coisas tão simples me chamaram a atenção naquele quarto, assim como na sala de práticas. Aqueles traços pintados nas telas eram meus e eu ao menos sabia que tinha o dom da arte plástica. 

Sempre achei que os meus desenhos no ensino médio não eram nada demais, mesmo sendo bem elogiados na maioria das vezes.

Eu lembrava.. lembrava de quando pintava. Claramente era eu ali. Com a franja sobre o rosto, avental, braços e um pouco do rosto sujos de tinta. Era eu..

Sorri ao recordar.

Explorei outros cantos da casa, inclusive lá embaixo. Meu coração palpitou ao ver o gatinho da outra vez, não tinha como negar o seu jeito fofo de caminhar, até caía algumas vezes e era tão pequenininho. Peguei-o no colo.

— Como você se chama, bebê? Você é muito fofinho! — Meu tom de voz já não era o de sempre, uma voz meio fina e manhosa saiu ao falar com o animalzinho.

— Ela é fêmea, se chama Angel. — A Moon desceu as escadas junto com a sua mãe. A olhei meio envergonhado.

— Eu também não sabia que tinha uma gatinha, filha. Ela é tão bonita! — A mãe fitou a fofinha em meus braços.

— Eu adotei de uma garota que morava aqui perto, esperei me acostumar antes de lhe contar.

— Tudo bem.. Bem, eu já estou indo agora. Lembre-se de ir ao escritório de seu pai, além de querer te ver ele tem uma surpresa para ti.

— Uma surpresa?

— Sim! Tchau, Jimin! Espero que possa lembrar de minha filha logo e de sua sogra também, claro. — Ela sorriu e direcionou os olhos à mim.

— Tchau, senhora. — Sorri meio sem graça.

— Tchau, meu amor. — Ambas se abraçaram por um curto tempo e logo após S/N foi levá-la até a porta.

— Não liga para a minha mãe, ela é meio emocionada às vezes. — Ela voltou e se juntou à mim e a gatinha.

— Você a adotou quando estava comigo? — Me referi ao pequeno animalzinho.

— Sim! No início você reprovou a idéia porque éramos ocupados demais com as faculdades mas como os meus pais nunca me deram um animal de estimação eu não pude negar, além de ajudar Nabi, a antiga dona de Angel. — Ela parecia sempre ter uma pequena história a contar, eu sentia sinceridade em suas palavras.

— S/N.. Se nós nos "odiávamos", como acabamos.. gostando um do outro? — Meio constrangido perguntei.

— Mas eu não te odiava! — Ela riu. — Você não simpatizava comigo, digamos, por conta da minha personalidade extremamente diferente da sua e pelo fato de eu ser um tiquinho tóxica. — Ela fez um sinal com as mãos.

— Um "tiquinho"? — A encarei.

— Tudo bem, um pouco tóxica. Ou talvez bem tóxica. — Ri levemente e chequei o relógio, logo deixando a pequena gatinha sobre o chão novamente.

— Acho melhor ir para casa, meus pais ao menos sabem que eu voltei da praia. Eu te mando notícias. — Ela me acompanhou até a porta.

— Tudo bem. Tchau. — Ela se inclinou um pouco para a frente e deixou um selar em minha bochecha, confesso que me fez sentir um embrulho no estômago.

— A-Ah.. T-Tchau. — Me retirei de lá.


MOON S/N P.O.V


[Quebra de tempo]


Me banhei e coloquei uma outra roupa, uma que fosse um pouco mais formal. Eu iria na Empresa Moon e por ser filha do CEO é necessário passar uma boa impressão. Minha mãe sempre me ensinou tudo sobre moda, Moon Min Ji está mais ativa na moda do que muitas jovens por aí, então algo que nunca precisei me preocupar foram roupas.

Mesmo sendo um pouco desnecessário, lembro que há muitas empresas que visam apenas no exterior de uma pessoa. E querendo ou não terei que passar uma boa impressão se realmente desejo administrar a Empresa Moon futuramente.

Meu carro foi rápido e logo chegou até lá, meu salto alto e de cor preta preta destacou-se antes de mim e não demorou muito para que algum funcionário viesse me ajudar, mesmo eu não necessitando.

— Bom dia, senhorita! Eu cuidarei de seu carro.

— Bom dia! Obrigada. — Sorri levemente para o homem e deixei o meu automóvel em sua responsabilidade enquanto andava até a grande empresa. Olhares bons e também maldosos se direcionavam à mim, eu não tinha relações com quase ninguém ali, diferente da minha mãe. Mas pretendia ser um pouco mais amigável e gentil, não queria voltar a ser como antes e mostrar que mudei.

— Bom dia, senhora! — As recepcionistas e outras pessoas me comprimentavam, eu não fazia diferente e as comprimentava de volta. Pude até perceber as reações um pouco surpresas.

O elevador me levou ao último andar e rapidamente cheguei ao andar de mais superioridade e poder daquela empresa. Estava em frente à porta da sala de meu pai e dei três toques antes de abrir a porta.

— Pai..? — O mesmo estava de frente à grande janela transparente e parecia apreciar a vista que ela apresentava. Ao ouvir a minha voz ele virou-se rapidamente e sorriu brilhoso.

— Entre, filha! — Assim fiz e o mesmo logo veio me abraçar, retribuí o seu ato de afeto e nos desgrudamos. — Está tão bonita.

— Obrigada. — Sorri.

— Sua mãe te contou sobre a surpresa, certo?

— Sim!

— Então senta aqui. — Sentamos juntos no sofá de canto. — Bem, não é aquelas surpresas com coisas materiais, mas acho que é algo que você possa gostar. Lembrando que eu não irei te forçar a nada, ok? Nunca mais irei fazer isso!

— Tudo bem, pai. O que é?

— Irão fazer quatro anos que você estuda administração e esse é o tempo correto da faculdade. Mas eu sempre senti que você estava preparada e focada com os estudos e conhecimentos e percebi o quanto você evoluiu com o passar dos anos. Então decidi lhe oferecer um cargo aqui na empresa, não será tão alto porque você está no início, mas é bem superior ao que qualquer pessoa conseguiu quando começou a trabalhar aqui. Além do mais se você se esforçar e mostrar a sua competência irá subir de cargo, quem sabe daqui a alguns anos você vira oficialmente o meu braço direito? — O meu sorriso de orelha a orelha era muito pouco para expressar a minha felicidade naquele momento, eu mal podia acreditar.

— Pai.. está mesmo falando sério?

— Mas é claro! — Ele sorriu e eu o abracei forte.

— Que ótima notícia! A melhor que eu recebi hoje! Mas o senhor confia em mim para me juntar à empresa..?

— Óbvio! Também confio no seu potencial e no seu conhecimento. Mas como eu disse, no início será um cargo mais baixo para que você saiba agir com responsabilidade e poder evoluir para os outros. Mas não é porque não é tão alto quanto os outros que significa que é menos importante. Lhe darei essa responsabilidade.

— Claro! Eu aceitarei com muito prazer! Obrigada pela confiança, pai. — Sorri novamente.

— Obrigada por se juntar à nós, filha.

Ele me explicou tudo sobre o cargo que daqui para frente eu irei ocupar, inclusive avisou a todos a nova membro da Empresa Moon. Eu me sentia honrada e orgulhosa de mim mesma.


PARK JIMIN P.O.V


— Tudo bem, filho. Acho essencial que você volte a morar com a sua esposa e mais uma vez, perdoe a sua mãe por não ter lhe dito. — Minha mãe olhou-me meio sem jeito.

— Tudo bem, mãe. Isso não importa mais, já passou. A Nancy está no quarto? — Levantei do sofá de canto na sala de estar.

— Parece que sim, ela pareceu um pouco triste quando soube da notícia. Ela ainda é apegada a você, não é?

— E como. Eu irei conversar com ela. — Subi para o segundo andar e logo cheguei ao corredor do quarto de hóspedes que ela estava hospedada, dei três batidas na porta.

— Entre. — Uma voz meio tristonha saiu de lá de dentro, entrei.

— Está triste? — Ela estava sentada sobre a cama e o seu celular estava jogado sobre o chão, a tela estava trincada. — Ué, o seu celular estava assim antes?

— Não, acabou quebrando quando eu o joguei no chão. — Ela disse sem ao menos me olhar. Parecia inquieta.

— E por que o jogou?

— Meus pais me ligaram e disseram que semana que vem eu terei que voltar para o Canadá.

— E você não está feliz? Tinha me dito que gostava de lá.

— Não mais que aqui. No início eu achei que seria um sonho e que seria a melhor escolha da minha vida morar lá, mas agora não! Eu estou sozinha, Jimin! Meus pais trabalham todo o dia e eu não tenho amigos! As pessoas zombam de mim todo o tempo sem razão alguma e não respeitam a minha nacionalidade! Eu sinto vontade de morrer quando estou lá! Por favor, não me deixa ir embora.. — As lágrimas que provavelmente ela guardou por todos esses dias finalmente saíram de seus olhos e molharam o seu rosto, eu nunca tinha visto esse lado de Nancy. Me cortava o coração vê-la tão desesperada.

— Hey, calma.. — Eu a abracei e esperei o seu choro se estabilizar. Talvez ela não fosse uma carente pela minha amizade, eu posso ser o seu único amigo e a única pessoa que faça ela ficar confortável. — Está melhor? — Disse ao ouví-la parar de chorar.

— Estou.. — Desfiz o abraço e a olhei nos olhos. — Você é o único amigo que eu tenho. Eu apenas queria voltar a sorrir de novo.

— Não diga isso. — Segurei em suas mãos. — Não gosto de te ver triste.

— Aquele lugar é uma tortura..

— Você já tentou avisar os seus pais? Falar sobre o que fazem com você..

— Eles não iriam dar a mínima, Min. Eles trabalham o dia todo, eu vejo eles apenas à noite e por poucas horas. Quando acordo tenho apenas a Rose para conversar, a cozinheira. Mas mesmo assim é degastante. — Seus olhos marejaram novamente.

— Não chore, por favor. Eu irei ver o que posso fazer.

— Apenas me deixe ficar com você por esses dias que me restam aqui na Coreia, isso é o suficiente para mim.

— Você pode me visitar na outra casa se quiser, S/N não deve se importar.

— Na verdade.. será que eu posso passar esses dias lá com vocês..? Se não for incomodar muito. — Eu a olhei meio surpreso.

— O-Oh.. Eu irei falar com S/N. Mas acho que ela não irá se importar. — Sorri, recebendo um sorriso fraco de sua parte.


Continua...



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