História Quando a gente se ver - Capítulo 7


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Categorias Dragon Ball
Personagens Androide Nº 18, Bulma, Chichi, Kuririn, Vegeta
Tags Dragon Ball, Kuririn, Maron
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Palavras 1.659
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Famí­lia, Fantasia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 7 - Os desmaios de 18


18 POV’s

Acordei com um sorriso bobo no rosto, mas logo mudei minha expressão para uma mais habitual, me certificando que ninguém me viu sorrindo bobo, vasculhei o quarto de Kuririn, mas não o encontrei, notei que estava usando uma camiseta azul que Kuririn geralmente usava por baixo de seu uniforme, ela era mais pesada do que parecia ser, mais uma técnica para aumentar a velocidade que ele aprendeu com Goku, claro, ela não era grande o suficiente para esconder minha calcinha de renda preta, então procurei minha calça pelo bolo de roupas espalhadas. Não sabia que desculpa Kuririn tinha dado aos amigos depois que dormi, mas enquanto eu estava acordada, ele dizia sempre a Oolong que estava tendo um dia ruim e que ficaria o dia todo em seu quarto. Eu tenho certeza que Mestre Kame e Oolong escutaram nossa briga ontem cedo, então o certo a fazer era sair pela janela, mas antes de calçar os meus sapatos, Mestre Kame adentrou o quarto me surpreendendo.

—Kuririn nunca me enganou – ele disse claramente me medindo por trás de seus óculos escuros — vem tomar café com a gente – ele começou a sair do quarto, mas voltou abaixando os óculos — aliás, essa camiseta fica muito melhor em você do que no Kuririn.

—Ótimo – resmunguei e segui Mestre Kame por sua casa.

—Trouxe uma convidada para comer com a gente – Kame disse sorrindo para o espanto de Kuririn.

—Pensei que você ia querer dormir mais – ele disse se aproximando de mim — já ia levar café na cama para você antes de ir treinar.

—Bom dia moça, não me mate- Oolong disse se afastando.

—A 18 mudou muito – Kuririn saiu em minha defesa — agora a gente tá junto e pretendo ficar com ela aqui, se o senhor deixar, mestre.

Aquilo me pegou tão de surpresa quanto pegou o Mestre Kame, mas ele tinha bem mais jogo se cintura do que eu. Era fato que eu não poderia ficar o resto da vida com a Bulma, as vezes jantando na presenta de Vegeta, embora nossa relação estivesse bem melhor do que antes, mas esperava ter algo para mim e não morar com Kuririn de cara, muito menos na casa do Mestre Kame.

—Vocês podem ficar, mas com algumas condições, a primeira é que vocês estejam casados o que não estão, e depois, vocês vão ajudar nas coisas da casa.

—Casados? – intervi — não acho que seja o momento.

—Nem eu mestre – Kuririn disse assustado.

—Então visitas devem servir – Kame completou dando as costas para nós.

—Acho que entendi- falei pegando uma torrada.

Voltei para o quarto onde vesti minhas botas de cano curto e troquei a camiseta de Kuririn pela minha, coloquei o cinto e estava prestes a voar pela janela quando Kuririn entrou.

—Sabe que ele estava brincando, não é? – ele perguntou sentando na cama — não precisa sair pela janela.

—Prefiro manter a discrição – respondi cética.

—Não precisa fazer isso, todo mundo da casa já te viu.

—Mas não significa que gostam de mim – rebati sentando na janela.

—18 – Kuririn suspirou — se quiser ser uma de nós, vai ter que se misturar.

—E quem disse que eu quero ser uma de vocês? – perguntei com escárnio.

—Você e eu...

—Transamos, dormimos juntos – interrompi antes que ele pudesse falar mais alguma coisa — foi só isso, não vou ser uma de vocês por causa disso.

—Foi só isso para você? – ele perguntou abalado.

—Foi só isso para nós dois – respondi suspirando — eu sei que vim cheia de alegria e coisas novas para te contar, coisas que descobri sobre mim, mas não significa que eu queira me juntar a vocês, que eu queira ficar com você, claro a gente pode ficar, foi um máximo passar a noite com você, mas um relacionamento sério não é algo que precisamos ter.

—E se eu quiser?

—Você não tem como saber ainda, vamos saindo, ver no que dá, devagar.

—E se eu não quiser ir devagar? – ele questionou se aproximando de mim.

—Você não vai estar respeitando meu espaço – disse abrindo um sorriso preguiçoso.

—Você quer que eu respeite seu espaço? – ele perguntou segurando na minha cintura.

—Não – soltei um risinho enquanto ele me puxava para seus braços como se eu fosse uma boneca de pano.

Depois daquele dia, todos os dias pareciam iguais, eu queria ir embora, ele me dava um motivo para ficar, e eu ficava, quando eu não podia ficar, ele ia comigo, não conseguíamos nos desgrudar, o Mestre Kame até parou de falar sobre a minha beleza, era coisa séria, muito séria embora não tivéssemos definido nada, nós estávamos curtindo o momento como dois adolescentes que não éramos mais.

Eu continuava morando na Bulma, mas passava tanto tempo na casa de Kame que ele mesmo disse que eu já fazia parte daquilo tudo mesmo sem querer, eu ajudava nas tarefas de casa, as vezes cozinhava, não que eu fosse muito boa, mas estava me aperfeiçoando.

Kuririn decidiu que precisava de um emprego, ele estava certo, ele começou a trabalhar como segurança particular enquanto tentava entrar para a polícia da cidade, ninguém levava muita fé nele, até ele se mostrar capaz de levar tiros e não ser perfurado, agilidade e ser muito bom de luta, cada dia mais eu sabia que tinha feito a escolha certa, ele fazia de tudo para eu me sentir bem e amada, mesmo não sendo de fato sua namorada.

Passamos mais de um ano nesse relacionamento indefinido, nunca tocamos no assunto e para nós estava tudo bem, como eu disse, queria ir devagar, mas ele não queria, então ficar como estávamos era confortável para ambos.

Um dia eu acordei me sentindo meio estranha, mas como estava na Bulma talvez fosse a falta de costume, ainda mais depois de passar tanto tempo dormindo somente com Kuririn, desci as escadas e Bulma já estava correndo para arranjar uma festinha surpresa para Goten, eu jurava que tinha ido a uma festa dele ano passado, mas aparentemente os meninos tinham festa todos os anos, mas essa ele não sabia que teria.

—O Trunks já tem quatro, já está grandinho e quer fazer uma festa para p melhor amigo dele – Bulma disse enquanto eu andava atrás dela — mas a Chichi disse que no momento não pode fazer nada e então eu me ofereci, ele ainda não sabe da festinha.

—Seu filho é muito generoso – respondi, sentindo meu estomago arder, talvez tenha sido algo que comi.

—Até certo ponto – ela revirou os olhos apoiando na parede — tenho medo dele ser igual ao Vegeta um dia sabia? Ele é tão genioso, ele só é legal com o Goten, coloquei ele na escolinha para crianças da idade dele, ele em uma semana bateu em três coleguinhas, tive que tirar, ele está tendo aulas em casa.

—Ele de fato não parece muito sociável – falei olhando o garotinho de cara fechada que andava pela casa distraído.

—Ele sem dúvidas é ccomo o pai dele – Bulma suspirou — eu amo o Vegeta, mas queria que o Trunks fosse mais como eu.

—Ele é bem inteligente Bulma – respondi colocando a mão no ombro dela — e ele só tem quatro anos, se quiser, ele pode ser como você ou como Vegeta, mas agora é muito cedo para saber.

—Dependendo do pai dele, ele vai ser sem duvidas um guerreiro, ele ensina alguns golpes para ele já, como você acha que ele conseguiu bater em três crianças?  - Bulma riu.

—Ele é um Sayajin, ninguém pode negar – continuei encarando a criança. Se ele tivesse cabelos pretos, sem duvidas, seria o Vegeta todinho.

—Você que tem sorte, o Kuririn é um ser amável, seus filhos vão ser ótimos.

—Nós ainda não sabemos se eu posso... – minha visão escureceu do nada — se eu posso... Bulma – não sei se consegui falar o nome dela, na minha cabeça eu consegui, meu mundo se desfez em escuridão.

Acordei com Bulma e Chichi do meu lado olhando cautelosas.

—O que vocês acham que estão fazendo? Não tem festa pra cuidar não? -perguntei me sentando na cama.

—Ficamos preocupadas – Chichi disse — eu cheguei bem na hora.

—Você pesa muito mais do que aparenta, boneca idiota – uma voz zangada que eu conhecia muito bem, disse.

—Peso o suficiente para acabar com você – respondi sarcástica e ele me retribuiu com um sorriso torto e saiu do quarto.

—Sabemos que você não fica anêmica se não comer – Bulma disse — liguei para o Kuririn e ele disse que você se hidratou direitinho, mas não disse o que tinha acontecido, falei que era só um acompanhamento.

—Você não precisa comer? – Chichi não estava a par dos experimentos.

—Eu sou modificada, não preciso comer, isso não significa que eu não coma – sorri amenizando a expressão de espanto dela.

—18 querida, tem só uma coisa que não tentamos – ela tirou uma espécie de caneta do bolso e me entregou.

—O que é isso? – perguntei apática.

—É um teste – Chichi respondeu por Bulma voltando com a expressão de espanto —será? – a pergunta era para Bulma.

—Vamos descobrir juntas – Bulma respondeu e me instruiu, achei ridículo, mas fiz mesmo assim.

Levantei e fui até o banheiro, esperei a urina chegar e cair em cima da caneta estranha, tampei como Bulma e Chichi tinham me instruído, esperei por algum tempo no banheiro olhando para aquilo, não demorou nada para uma linha rosa aparecer, foi quase instantâneo, mas a segunda por mais que tenha sido forte, demorou uns dois minutos para ficar tão forte quanto a outra, não sabia o que significava, mas elas saberiam. Saí do banheiro me sentindo estranha em relação a isso e entreguei para Bulma ver o resultado.

Chichi foi a primeira a me abraçar e chorar, eu sem entender olhei para Bulma, mas ela não me ofereceu o apoio que eu precisava.

— 18 querida, - ela tomou folego e escondeu um sorrisinho — lembra que a única coisa que não sabíamos era se você poderia ter filhos? – assenti — então, essas duas listras mostram que você pode sim. Você está gravida.

Desmaiei.



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