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História Quando as borboletas batem as asas - Capítulo 1


Escrita por: Otakuw_fedida

Notas do Autor


Oiew 👋
Esse capítulo vai ser o início de uma História de amor do nosso querido casal Tododeku.
Espero q gostem 😅
Bjs e boa leitura Florzinhas 😘🌸🦋

Capítulo 1 - Borboletas


Capítulo 1



Azaléias, Amarilins, Botões-de-ouro, Begônias, Calêndulas, Camélias e Cravinas, tais formosas flores a congregar em um único e Belo Jardim. Todas cotejavam ao vento, dançando como uma melodia demanda. E havia aquela figura, sob as folhas pulquérrimas, verdes como a mais calma grama.
Seus olhos semelham-se a um par de esmeraldas, a mais bela e lúcida das jóias. Grandes e brilhantes orbes. Por um momento pensei serem as minhas favoritas.
Seu corpo, alegadamente pequeno, acostado no tronco marrom acinzentado, descansando-se sobre o mesmo. Suas sardas pincelavam seu tão delicado rosto e deus cabelos também verdes, debruçam-se em sua testa. Mãos delicadas deslizavam sobre páginas de um pequeno livro desconhecido e seus olhos rapidamente acompanhavam as palavras.

Como pode algo ser tão... Lindo?

Era como uma pintura, uma paisagem de tintas. Certamente, se ao menos soubesse retratar tal beleza, a faria, por mais difícil que seja. Contemplar as tintas em harmonia em um magnífico quadro, seria um de seus melhores feitos.
Estando um pouco longe, não pude Deixar de me apressar. Necessitava saber.

Quem é este capaz de deixar um simples jardim tão Belo? Tão... Único?

A brisa fresca da primavera ababroava-se nas folhas daquela grande árvore. O som produzido era como uma noite de calmaria, como se no mundo houvesse apenas a natureza.
Seu doce olhar concentrado não percebera minha presença. Para não assustar o garoto em minha frente, toquei-o em seu ombro esquerdo.

- O que está lendo?- Perguntei-o curioso. Por que de estar tão dedicado a um simples livro?

- Oh! - Seu exíguo corpo estremeceu de uma certa forma.

- Você me assustou com sua aparição tão repentina...- Respondera com uma afável voz melodiosa.

- Desculpe pela intimidação - Pedi perdão. - Então, O que leres?

- Ah sim! - Seus carnudos lábios abriram um brando e pequeno sorriso soslaio. Suas bochechas e sardas, cobriram-se com um rubor delicado sobre o garoto. Este que fechou seu livro, uma vez fixando seu olhos aos meus.

- O nome é "O Jardim das borboletas".

Ao encarar diretamente os olhos esverdeados, senti uma leve palpitação no peito. Como? Como posso me sentir assim? Simples, seus olhos transmitem vida! O verde das florestas e jardins consubstanciava com o brilho dos céus.
Era lindo e um gentil olhar...

Sentei- me ao seu lado, passando a fitar o tal livro que segurava suas mimosas mãos.

- Se empolga com borboletas? As acha tão afáveis?- Novamente perguntei. Por que estava tão interessando em um estranho? A resposta é uma Mistério.

- Observe - Suvamente inclinou sua cabeça em direção ao jardim Florido- Está Vendo?

Borboletas! Borboletas estavam oscilando entre si, pulando entre flores. Asas azuis, laranjas, marrons e roxas misturavam-se com as estonteantes e pequenas plantas. Por que não havia percebido? É algo tão venerável!

- Sim... - Respondi-o.

- Eu as acho estupendas! - Encontrava a animação em sua bela voz. - Elas agitam entre si, de flor em flor, não erram essa vesnusta dança. De tal maneira calmante, apesar de pequenas, juntas deixam tudo mais gentil.

- Realmente se importa com Algo tão minúsculo e fútil?!- Voltei a encarar as orbes esmeraldinas- Qual o motivo de tanto interesse?

Seus grandes olhos vedaram-se por um instante como se estivesse lembrado  de alguma coisa.

- Quero ser como as borboletas: Fazer das minhas transformações uma oportunidade para voar até aos céus, onde residem meus sonhos- Observou-me sorrindo abertamente.

- É mesmo um sonhador, não?- Ri. Nada muito grande, notável e encantador, Apenas um singelo sorriso entre lábios.

- Efetivamente sim...- Tombou levemente a cabeça pra direita, estendendo a palma de sua mão.

- A princípio, meu nome é Izuku Midorya, É um prazer conhecer-te...?

- Shouto Todoroki- Apertei suas mãos, assim o cumprimentando.

- Oh! Shouto Todoroki?! Filho de Enji Todoroki? - O desespero em seu vozear o deixara nervoso. - Se tivesse me contado antecedentemente. Caso soubesse, Teria me apresentado formalmente...- Aos poucos sua voz fora diminuindo.

- Sem desculpas Por Favor - O perdoei, Afinal, em que posso cupa-lo? Não tenho tamanho Direito do algo rude!?

- É um prazer, Izuku Midorya- Sorri fortemente.

Percebi que Midorya estava ruborizado, com a visão sublime.

- Bom, Devo ausentar-me por agora- Levantou-se apressadamente e é claro que segui suas ações.

- Te vejo outro dia! - Seus palmos agarravam fortemente o livro contra seu peito.

A desordenada cabeleira esverdeada foi se dissipando em meio ao jardim. Me deixando cumitário de qualquer presença.

O que foi esse encontro? Como pude ficar aprazerado com tão poucas palavras??


Olhos verdes


Eles verdes são:
E têm por usança,
na cor esperança,
E nas obras não.
Cam. Rim.


São uns olhos verdes, verdes,
Uns olhos de verde-mar,
Quando o tempo vai bonança;
Uns olhos cor de esperança,
Uns olhos por que morri;
Que ai de mim!
Nem já sei qual fiquei sendo
Depois que os vi!

Como duas esmeraldas,
Iguais na forma e na cor,
Têm luz mais branda e mais forte,
Diz uma — vida, outra — morte;
Uma — loucura, outra — amor.
Mas ai de mim!
Nem já sei qual fiquei sendo
Depois que os vi!

São verdes da cor do prado,
Exprimem qualquer paixão,
Tão facilmente se inflamam,
Tão meigamente derramam
Fogo e luz do coração
Mas ai de mim!
Nem já sei qual fiquei sendo
depois que os vi!

São uns olhos verdes, verdes,
Que podem também brilhar;
Não são de um verde embaçado,
Mas verdes da cor do prado,
Mas verdes da cor do mar.
Mas ai de mim!
Nem já sei qual fiquei sendo
Depois que os vi!

Como se lê num espelho,
Pude ler nos olhos seus!
Os olhos mostram a alma,
Que as ondas postas em calma
Também refletem os céus;
Mas ai de mim!
Nem já sei qual fiquei sendo
Depois que os vi!

Dizei vós, ó meus amigos,
Se vos perguntam por mim,
Que eu vivo só da lembrança
De uns olhos cor de esperança,
De uns olhos verdes que vi!
Que ai de mim!
Nem já sei qual fiquei sendo
Depois que os vi!

Dizei vós: Triste do bardo!
Deixou-se de amor finar!
Viu uns olhos verdes, verdes,
uns olhos da cor do mar:
Eram verdes sem esp’rança,
Davam amor sem amar!
Dizei-o vós, meus amigos,
Que ai de mim!
Não pertenço mais à vida
Depois que os vi!



CONTINUA...



Notas Finais


É a minha primeira vez escrevendo assim, ent se estiver um pouco ruim, por favor me perdoe. Pesso q perdoem tbm erros ortográficos 🦋

Até o próximo 👋🌸


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