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História Quando as borboletas batem as asas - Capítulo 3


Escrita por: Otakuw_fedida

Notas do Autor


Sei que demorei e pesso desculpas. Semana passada teve visitas em casa, ent se tornou impossível ora mim postar e durante a semana eu estive carregada de provas!

Espero que gostem desse cap quentinho pra vcs 😁

Ps: Leiam o capítulo ouvindo essa música: https://youtu.be/0jDc60gtHCA

Capítulo 3 - Sob a chuva


Fanfic / Fanfiction Quando as borboletas batem as asas - Capítulo 3 - Sob a chuva



 




"Ame como a chuva fina, que cai silenciosa, mas que transborda rios."






Voltando do intervalo, sentamos em nossos lugares um pouco antes do professor amostrar-se em sala. 


-Gostaria que fizessem um trabalho sobre Sonetos de William Shakespeare e  Orlando de Virgínia Woolf para segunda-feira. Para coadjuvar, será assentado em duplas e eu escolherei-vos. - Dizia Aizawa em figura absorta, perpetuamente.


- Iida e Ojiro; Ochaco e Asui; Aoyama e Shoji; Mina e Sero; Denki e Shinsou; Momo e Jirou; Todoroki e Kirishima; Tokoyami e Hagaruke; Midorya e Bakugou; Koda e Sato. Mineta, como está sem ninguém, fará com a última dupla mencionada. Alguma refutação?


- Recuso-me a contribuir com este bastardo malogrado- Pronunciou Bakugou.  Senti-me colérico, por que falas assim? 


- Alguém queira barganhar com Bakugou? 


Ninguém queixou -se a trocar e um silêncio pungente se difunde naquele grande cômodo.

Até que o falso Ruivo assegura, levantando atrás de mim com os dentes ponti-agudos escondidos em finos lábios. 


- Eu gostaria de trocar! 


- Então está certo! Bakugou ficará com Kirishima e Midorya com Todoroki. 


Olhei o garoto a minha frente, inclinando levemente minha cabeça.

Seu semblante estava caído e lastimo. Seus luzeiros retílos estavam decrépitos e  baixos, como um sol que acabara de se por.  Por que estava assim? És sempre radiante e vívido! Como ficara tão enfadado com tais mentiras ditas pelo loiro? 

Toquei-o em sei ombro direito, infelizmente o assustando.


- Estás bem Midorya?-  Olhei preocupado.


- Estou Todoroki-kun, obrigado por esmeirar-se - entabulou aquele singelo sorriso que já me fazia falta, mas algo estava errado, esse sorriso parecia... espúrio.


- Sem conversar na minha aula Senhor Midorya e senhor Todoroki! - Chamou o professor, voltando  ao quadro continuando a aula.



[...]



Já havia acabado as aulas e eu procurava o esverdeado, ainda com seu aspecto entristecido em minha mente. Busquei-o por toda U.A até encontrá-lo nos portões, mexendo no celular quieto e calmo; Logo corri em sua direção.


- Midorya! - Cheguei perto do garoto que alarmou-se - Podemos conversar sobre o trabalho?


- Sim, quer fazê-lo aonde?- desligou o aparelho fitando-me.


- Podemos fazer na sua casa? 


- Claro! Amanhã está disponível? - Profundo. Seu olhar carregado é tão único! O verde da vida, excelso e egrégio como as florestas nas montanhas, como a mais pura água do mar que mais tarde vem a se tornar cristalina, Exímio, porém comum. E seu doce sorriso casto e nítido. Porque tão... viciante? 


- Todoroki-kun?- Tirou-me de meus devaneios.


- Ah sim! Perfeito!- Digo apressado.


Logo que disse, senti uma gota de água em meu ombro. Gelada. Ao que parece, uma chuva está por vir.

Em questão de segundos a chuva nos preencheu caindo com força apressuradamente. Agradeço mentalmente por ter trazido um guarda-chuva  comigo Hoje, logo o pegando.


- Vem. - assim que o abri, chamei o mais novo que se abrigou ao meu lado. O guarda-chuva é meio pequeno pra nós dois, mas o suficiente para nos refugiar. 


- N-não precisa Todoroki-kun, eu posso ir sozinho- Sorri ao perceber suas bochechas levemente coradas.


- Vamos, levarei-te até a estação de trem, depois pode ir sozinho. - Assim seguimos caminho até o lugar mencionado.


A chuva grossa caia sobre o guarda-chuva e o som dos pingos molhados e frígidos deixavam o silêncio reconfortante. Não havíamos trocado palavras, mas de certo modo isso não incomoda. Midorya sempre olhava para direita e não dizia nada, nem me encarava, como se estivesse me evitando.


- Então Midorya... Aonde resides?- Perguntei tentar quebrar o silêncio.


- Moro no **** - Respondeu. Apenas isso e mais nada, logo novamente, dando espaço ao silêncio.


[...]


Estávamos perto da estação, quando um carro em alta velocidade passara por nós, molhando-nos com uma poça de água que estava ali. Por impulso acabei chegando muito perto do pequeno, até que nossos dedos se encontraram superficialmente.

Uma corrente elétrica percorreu todo meu corpo arrepiando-me de forma avassaladora. Nos meus 18 anos de vida, foi a única vez que que me senti assim. Com um íntegro toque, senti seu corpo quente, Mas não durou muito tempo já que Midorya puxou sua mão esquerda para seu corpo, envergonhado.


Ao chegarmos na estação, me despeço do menor indo em direção a minha casa.




"O que... foi isso?"



Mistério 

      Gosto de ti, ó chuva, nos beirados,
      Dizendo coisas que ninguém entende!
      Da tua cantilena se desprende
       Um sonho de magia e de pecados.

        Dos teus pálidos dedos delicados
        Uma alada canção palpita e ascende,
       Frases que a nossa boca não aprende,
       Murmúrios por caminhos desolados.

        Pelo meu rosto branco, sempre frio,
        Fazes passar o lúgubre arrepio
       Das sensações estranhas, dolorosas…

      Talvez um dia entenda o teu mistério…
      Quando, inerte, na paz do cemitério,
      O meu corpo matar a fome às rosas!




CONTINUA


Notas Finais


Desculpa por ser curto, mas não podia deixar vcs sem capítulo, já que na semana passa n postei


Um lindo momento Tododeku 🧡💛💚💙

Posso recomendar música ora vcs no início do cap? Principalmente pra Dar um toque no Cap?

Querem me perguntar alguma coisa? Sintam -se a vontade Ok?

Bjs florzinhas e até o próximo 😘❤


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