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História Quando as borboletas batem as asas - Capítulo 7


Escrita por: Otakuw_fedida

Notas do Autor


OYA OYA OYA !!!!!

Quem é vivo sempre volta né? Kkkkkkkk
Desculpa a demora, mas aqui está mais um capítulo da Fic 😼

⚠️AVISO⚠️
Nem tudo é o que parece ser!
Tomem cuidado ao tira suas conclusões!!

Sem mais enrolação, Bom capítulo Florzinhas 🌼

Capítulo 7 - Lembranças de um antigo amor


Fanfic / Fanfiction Quando as borboletas batem as asas - Capítulo 7 - Lembranças de um antigo amor

Capítulo 7




"Não fique com medo de começar novamente. Dessa vez você não está começando do zero, e sim da experiência. "



Anteriormente...


- Isso porque eu não consigo dormir com seus ron- JÁ SEI!! - Gritou animada - Vou dormir no quarto pequeno, o Iida-kun no do final do corredor e o Todoroki-kun na Suíte junto com o Deku-kun!

- O-OQUE?! - Berrou o pequeno.


Atualmente...


Midorya estava surpreso, ele gosta de ficar sozinho na Suíte. Dormir junto com o Todoroki-kun está fora de cogitação.

- Qual o problema Deku-kun? Lá é grande e a cama cabe os dois perfeitamente... A não ser que... Midorya! Você está enverg-  Rapidamente,  Izuku tampou a boca da amiga coma mão, fazendo com que ela murmurasse algo.


- Não diga mais nada Uraraka-san, se não eu corto sua garganta - Sussurrou.


A outra concorda balançando a cabeça freneticamente. Midorya podia ser indefeso e até fraco, mas quando queria ser assustador, fazia até o mais forte tremer.


- Se não quiserem, eu posso dormir em algum lugar no chão. - Disse  Shouto, atraindo a atenção pra si.

- Não temos colchões sobrando. - Iida ajeitou os óculos.

- Mas o Midorya parece desconfortável com a ideia.

- T-tudo bem Todoroki-kun, não estou desconfortável, só um pouco surpreso. - Izuku se encontrava nervoso, porém tenta amenizar a situação o mais rápido possível. - Vamos aprontar pra dormir né?! Já está tarde haha




                                       [...]



Depois de comerem, todos arrumaram seus quartos e se preparavam pra dormir. O esverdeado tomava um banho quente, calmo sob a água. Ao deus olhos, a  ideia de dormir com Todoroki não parecia muito boa.

Enquanto o pequeno se encontrava submerso em sua própria mente, Shouto procurava pelo quarto sua mochila com seus pertences.


"Deve ter ficado na sala."


Quando descia as escadas, escutou vozes familiares vindas do cômodo onde estava suas coisas. Curisoso, encostou na batente da porta, que fez um pequeno ruído por causa de sua idade. Todoroki Torceu mentalmente para que não tenham o escutado.

- Sabe Iida-kun... O Todoroki não se parece com ele?

- Isso é rude Uraraka-san. - Seco, como um jarro de areia no deserto. Sua voz era rígida, seca e sem emoção.

- Mas pense bem, eles são muito parecidos! O jeito, a aparência, até no modo de falar eles se parecem!

Um estalo alto ecoou por todo o lugar. Iida que estara lendo seu livro, o fechou com força. Seus dedos apertaram o couro da capa velha, - tinha encontrado o na casa - com intensidade, seus olhos se cerraram, franziu o cenho e encarou o livro em suas mãos, se sentindo culpado.

- Tem razão, mas não devemos falar sobre isso muito menos comparar o Todoroki à alguém tão Hipócrita e mentiroso quanto ele. - Ódio e repulsa. Iida sempre fora alguém muito calmo e passivo. Porém, A raiva em seus olhos escuros eram bem visíveis. A dor e o ressentimento eram palpáveis.

- Certo. Como será que o Izuku está reagindo a isso tudo? - Uraraka é uma amiga incrível para Izuku, e ele não podia pedir por alguém melhor que ela para acompanha-lo pela longa e dolorosa estrada da vida. E Ela, por estar sempre ao lado dele, se preocupava constantemente. Ochaco sabe o quanto Midorya sofreu no passado e sabe que não foi nada fácil. A separação dos pais, o fim  de uma grande amizade, e aquele que o mais machucou, o "acidente". Como sua amiga, ela sempre esteve lá, em literalmente todos os momentos, mas naquele dia, ela Não pode fazer nada, não pode ajudá-lo, não pode ampara-lo, não podia nem ao menos se mexer. Ver o seu melhor amigo, gritar e chorar de dor e tristeza, o sangue em suas mãos e a terrível cena na sua frente, mesmo assim seu corpo não reagiu, ao invés disso ela paralisou. Izuku precisava de um ombro para desabar e um abraço para se acalmar, mas não. Naquele dia ela falhou. - Espero que ele fique bem... - Ochaco falhou e ela se culpa por isso todos os dias.

Pra Shouto, toda aquela situação era confusa e estranha. De relance ele olhava tudo e sentia a dor de seus colegas, apesar de não saber o que ou o porquê eles se lamentavam e sentiam tanto ódio.


" Quem é Hipócrita e mentiroso?"


Não podia ficar lá por muito tempo, se não, seria descoberto, então para fugir de possíveis perguntas difíceis ele criou a primeira situação que podia pensar naquele momento.

- Com licença. - desencostou do batente da porta e passou pelos dois, recebendo olhares afiados, curiosos e até confusos. - Esqueci minha mochila aqui. Desculpe. Pegou suas coisas e tratou de sair daquele ambiente intenso o mais rápido possível, como se nada tivesse acontecido. Quando saiu, ouviu as mesmas vozes, contudo, já estavam distantes demais para serem ouvidas.

Subiu as escadas e nervoso, abriu a porta com um pouco mais de força que o recomendado, se deparando com uma cena... constrangedora.

Izuku estava de costas pra si, com somente uma toalha envolto em sua cintura, levemente penada (deslizada) pra direita. As gotas que escorriam de seus cabelos verdes, escorregava lentamente por seu torço e costas. Shouto se pegava acompanhando freneticamente com os olhos, as pequenas gotas de água. O corpo pouco inclinado para frente e os palmos pequenos procurando algo em sua mochila. O dorso desvalido era chamativo, chamativo demais para o gosto do bicolor,  Cheio de sardas perfeitamente marrons, espalhadas por todo lugar daquela região, como estrelas que pincelam o céu. Se encontrava encantado. Os olhos vagando pelas curvas do menor e a saliva se acumulando em sua boca. Midorya não era robusto nem musculoso, mas era perceptível que fazia exercícios e não é errado cuidar da saúde, mas pra Shouto, aquilo era deveras perigoso.




Perigosamente delicioso.




"O que eu tô pensando?! Somos colegas! Vamos Shouto, se controla! Para de secar  esse corpo estupidamente perfei- PARA DE SECAR SEU COLEGA SHOUTO TODOROKI!!"

- Todoroki-kun? Está tudo bem?- O pequeno felizmente ou infelizmente, o tirou de seus pensamentos perigosos e mundanos.

Tinha sido pego. O que faria agora? Fecharia a porta? Agir normalmente e o ignorar? Pedir desculpas e contar toda a verdade? Não, logicamente não. Por isso, escolheu a mais inteligente.

- Desculpe. - Tentou parecer o mais simples e frio o possível. Caminhou até o banheiro e fechou a porta pressuroso.

Tentava regular a respiração, por mais que falhasse algumas vezes. Estara envergonhado por ter olhado tão fervorosamente, nunca foi desse jeito com ninguém, foi Midorya que o fez assim?
As mãos encostadas na porta, o peito subia e descia acelerado, qualquer um pensaria que tinha corrido uma maratona, mas quem está correndo agora é seu coração.

Assim que relaxou tanto os pensamentos indesejados, quanto o corpo,  sua cabeça se ocupou com outras coisas, a maioria banais, entretanto, havia uma que o perturbava e não era sobre o esverdeado. Não era sobre o desconhecido, ou os vídeos de Midorya com um alguém. Era sobre sua família.

Não necessariamente sua família, mas sim, seu "pai".

Todoroki Enji, por muitos conhecido como Endeavor. Empresário. Famoso. Dono de uma empresa Alimentícia e farmacêutica, além de uma boa reputação. Tudo não passa de uma aparência, não passa de uma mísera máscara. A verdade é que ele é irritantemente rigoroso e frio, carrancudo e teimoso principalmente com seus filhos e isso de certa forma influência sua relação familiar.
Muito dizia ele, que, "amigos são importunos, são como uma pedra no sapato. Não passam de distrações." Para Enji, ninguém precisava de amor ou amizade, eram um desperdício de tempo. Ele privava os filhos de seus gostos e os escondia do mundo, o qual eles deveriam desfrutar. Endeavor acha que sempre fez o certo, mas só ele pensa isso. Todas suas ações causam o desconforto e constrangimento dentro de sua família, afastando seus filhos e sua esposa, todos naquela casa escondem muitos segredos e se recusam a compartilhar dentre si. Pela mídia, eram vistos como a família dos sonhos, eram perfeitos, porém, nada passava de fingimento.


"Quando ele souber... Ahh... Vai ser difícil" .


O bicolor não queria pensar mais em seus problemas, afinal, estara ali para esfriar a cabeça. Saiu dali e vestiu-se com apenas uma box preta e uma calça moletom cinza, ajeitou sei cabelo e se sentou na beira da cama. Midorya já estava dormindo, deitado de costas para Todoroki.
Cansado, O maior deitou-se também de costas, julgando que o menor estava dormindo.

Mal sabia ele que, Izuku estava longe de estar dormindo.
Constrangido. Midorya não conseguia dormir. Ele estava pensando em como o maior estava o olhando, sem nenhuma expressão, e se sentiu envergonhado e desconfortável com o olhar heterocromatico sobre si.

Não trocaram palavras nem pedidos. Queriam se conhecer melhor, mas ambos eram covardes demais para dar o primeiro passo, não sabiam o que Era certo ou errado ao fazer e sob suas peles, continham perguntas e segredos, esses os quais jamais deveriam revelar ao outro.
Unidos Por um teto. Separados por um coração.




                           •●•●•●•●•●•●•




Já era cedo e o sol se esgueirava entre as frestas da cortina escura. Aquela noite fria se fora, dando lugar a uma manhã quente e aconchegante, pelo menos, era o que Midorya pensava antes de abrir os olhos.

Ao abrir os olhos, deu de cara com o torço desnudo do maior. Surpreso. O corpo de Todoroki era malhado mas não era robusto nem rude, era belo de se ver, e os gominhos de seu abdômen Ahh... Aquilo era Lindo. Se sentia desconfortável, o que na realidade era mentira.
Suas mãos levemente encostadas em seu peitoral o fizeram amaciar a carne do local. Os dedos pequenos prenssaram de leve a pele clara e macia de Shouto, sentindo o peito terno do outro. Com os olhos mais a baixo, pode ver veias bem marcadas no final do abdômen. Midorya sabia aonde elas iam parar e, só de pensar nisso, sentiu seu rosto corar. Poderia ter uma ereção se continuasse pensando nisso.
Os braços fortes do bicolor o abraçavam com cuidado, um abraço frouxo, mas delicado e os bíceps eram bem ilustres. Levantou o olhar novamente deparando-se com uma bela visão de Shouto. Os cabelos bicolores bagunçados, misturando as perfeitas cores e os olhos fechados, por um tempo se perdeu no rosto dele, encantado com sua beleza.


"Acho que ainda está dormindo..."


Durante o tempo em que o encarava, o pequeno observou cautelosamente a ferida no rosto do bicolor. Muitos podiam pensar que aquela queimadura era feia ou assustadora, mas para Izuku, era diferente. Ela deixava Todoroki com um "charme" a mais e isso o intrigava e hoje ele se pergunta: Como ele conseguiu esse ferimento?
Levando os palmos curiosos até o machucado, quase encostando na pele queimada. Por um triz, por um fio ele quase o tocou, se conteve e recuou. Levantou-se devagar, se soltando dos braços do outro, sentou -se na cama e o observou.


" O que estou pensando? Não somos amigos e isso é muito íntimo para colegas."



Desceu as escadas afobado e ancioso. Quando chegou encontrou Uraraka sentada em um dos bancos do balcão, de pernas cruzadas segurando com a ponta dos dedos, uma xícara bem decorada, enquanto conversava com Iida.
Este que, lavava algumas louças.

- Bom dia Deku-kun- Disse a garota - Dormiu bem?

- Sim, Bom dia Uraraka-san e bom dia Iida-san! - O esverdeado se acomodou ao lado da amiga, servindo um pouco de café numa xícara pequena.

- Bom dia Midorya.

- hum~  - Izuku começou a cheirar o ar, sentindo um doce cheiro delicioso. - Que cheiro é esse?

- Estou fazendo biscoitos e um pouco de Macha¹ também. Já já estão saindo! - Iida alegou animado.

- Por agora só irei tomar café, Obrigado mesmo assim. - Ele sai de seu assento, apanhou seu caderno de desenhos e seguiu para fora da Casa.

- Lá vai ele de novo - Disse Uraraka - Fazer o que né?! Afinal, ele gosta de lá - riu.

- É  bom pra ele de qualquer forma. - Iida sabe o quanto seu amigo preza por aquele lugar, de corpo e alma.



                       [ Pouco tempo depois ]




- Bom dia Todoroki-san!- Animou-se ao ver o bicolor.

- Bom dia Uraraka e Iida. - Disse simplista.

- Bom dia Todoroki - Tenya pegou uma das luvas térmicas de cozinha e retirou os biscoitos do forno. Esses que perfumaram a casa.

- Aonde está Midorya? Não o vi na cama nem no banheiro.

- Ele saiu faz um tempinho e, conhecendo ele, não vai voltar tão cedo - Uraraka sorriu ao lembrar o quão alegre o amigo fica quando visita o lugar favorito.

- Aonde foi? - Perguntou assim que chegou perto do Macha¹, colocando um pouco em uma xícara.

- Seu cantinho favorito! Aquele q eu mencionamos ontem. O azulado colocou os biscoitos em dois pratos. Colocou um ao lado de Uraraka e se sentando logo em seguida.

- Cantinho... Favorito?

- É! Se você seguir a trilha atrás da casa, vai dar de cara com ele e seu esconderijo. - Bom a bochechas rechonchudas cheias de bolacha, Ochaco o contou como chegar ao local.

- Tudo bem, acho q vou até ele. - Todoroki Pegou um pouco dos biscoitos e sua xícara, indo para fora de casa.

- Espera Todoroki-san! - Gritou a menor - Pode levar alguns biscoitos pro Deku-kun?

O Heterocrômatico atendeu o pedido, segurou um dos pratos com biscoitos e seguiu seu caminho até a porta, mas fora interrompido novamente, dessa vez por Iida.

- Todoroki! Antes de ir, pode responder uma pergunta? - ajeitou os óculos.

-  Sim.

- Você... ouviu a conversa? - Pronto. Shouto é mais do que suspeito de ter escutado a prosa. E agora? Tinha que parecer calmo para que não haja desconfianças, não podia transparecer o nervosismo.

- Conversa? - Manteu seu rosto neutro e controlou sua voz, tentando parecer normal.

- Nada, esquece. - Iida estava constrangido e assim desviou o olhar a Uraraka. Parece que deu certo.

- Já que terminou, vou indo - Abriu a porta e se pôs pra fora.

A área em volta da cabana não era muito aberta, até porquê eles estavam no pé da montanha, mesmo assim havia um perfeito caminho de pedras e terra que se alonga para dentro da mata.
Percorrendo aquela viela pouco estreita é como um calmante. Não Apenas Todoroki e a floresta, mas sim o vento, pequenos Insetos e o cheiro das Úmidas folhas verdes, algumas perfumadas por flores. Mais a frente, ouviu um Som de relance, era... Água!

Ao que tudo indica, no fim da passagem, haveria água. O barulho dela chacoalhando era o estopim para o maior. Nunca passou que atrás daquele inferno de Universidade, haveria um lugar tão pacífico e esplêndido como este.

Assim que chegou, quase deixou o prato em suas mãos cair. Não há palavras o suficiente para descrever tal paisagem.
Um lago de águas límpidas como vidro e pedras de diferentes tamanhos rodeavam o ambiente, não sabia como descrever sua visão, porém, nunca se casaria da mesma; A Floresta a protegia como se aquele aquele lugar mágico fosse único e especial e alma de ser um belo lago, ainda era banhado por uma cachoeira. Por ser primavera, algumas flores estavam na água e o Sol entrava pela copa das árvores.
O que poderia dizer? Que era deslumbrante ou fenomenal? Não. Não tinham tais palavras puras o suficiente para explicar tal graça.


- Todoroki-kun? - Ouviu a voz do esverdeado.

- Ah! Midorya. - Sentiu -se envergonhado em admitir, contudo, não tinha notado o pequeno e sua cabeleira extravagante anteriormente, isso o deixou com cara de Idiota. - E-eu não tinha te visto aí.

Nas mãos do outro estavam seu caderno de desenhos. Todoroki não conseguiu ver muito bem o que ele estava desenhando, então desistiu seja o lago.

- O que veio fazer aqui? - Perguntou

- Pensei que não tinha problema, se quiser eu posso ir embora.

Não precisa! - Disse desesperado - Eu... gosto da sua companhia - Um sorriso besta repuxou suas bochechas sardentas. Não é mentira, Midorya gosta de sua presença, mesmo sabendo o real motivo por trás de toda simpatia. - O que é isso? - Apontou para as mãos do bicolor.

- São biscoitos. Uraraka pediu pra que eu os trouxesse. - Chegou perto da pedra onde Izuku estava sentado, se acomodando também. - Aceita?

- Sim.


Nenhum dos dois se pronunciou depois disso por um tempo. Agora, apenas escutavam a natureza juntos, Isso era divertido. Ambos só queriam Apreciar.

E assim foi até o último biscoito.


- Midorya... Aí a do disse que gostava da minha companhia... Não estava mentindo? Né?! - Se virou encarando as famosas lumes verde esmeralda.

- Por que pensa isso?

- Sei lá - Se sentia inseguro com isso. Olhou para os próprios pés. - Não recebo esse tipo de elogio a muito tempo. - Sorriu ao lembrar da época em que tudo era normal e feliz.

- Não tenho nenhum motivo para mentir pra Você Todoroki. - Corado, desceu da pedra onde estava é foi para a beira do lago, balançando os pés na água fria contra seus pés descalços. - Na verdade, você me lembra alguém Todoroki-kun.

Shouto tinha uma hipótese de quem seria, mas não poderia revelar a Izuku.


- Entendo. - Foi até o menor, olhando a água pensativo. - Parece gelada

- Por que não experimenta?

- Como assim Midor-


Antes de terminar, sentiu seu corpo ser jogado contra a água, e o frio automaticamente arrepiou sua espinha, causando um choque de Temperatura.

- Não acredito que fez isso Midorya Izuku! - O esverdeado se arrependeu automaticamente ao ouvir a voz grossa do outro junto com um olhar ameaçador. Estava ficando penitente.
Todoroki se levantou, com as roupas completamente encharcadas e de cabeça baixa. Num vulto, Midorya já estava molhado também.


- Bem feito Midorya! - Riu. - Achou que sairia Imune?

- Seu... Idiota! - Começou a jogar água no bicolor, soltando várias gargalhadas.

E assim, se deu início a uma guerra de água, sorrisos, diversão e alegria. Os dois jovens entendendo-se através de gargalhadas, esquecendo completamente de seus problemas. Bom, pelo menos, por enquanto.



          [No mesmo horário, em outro lugar..]




Aeroporto de Tokyo*


Ahh~ - Relaxou os músculos e olhou em volta. - Finalmente cheguei nessa cidade miserável.

Passou a mão pelos cabelos e levantou o óculos. Pediu um táxi, que, colocou suas malas no porta-malas.

- Se prepare Midorya Izuku - Entrou no carro, encarando a Janela. - Vou tornar sua vida um verdadeiro inferno.









Aí que saudade de um beija-flor
Que me beijou, depois voou
Pra longe demais
Pra longe de nós

   ...

Saudade de um beija-flor
Lembranças de um antigo amor.






CONTINUA...










Notas Finais


Lago:
( https://pin.it/7DxaQRp )

Espero que tenham gostado desse aqui glr, pq eu realmente tive q me esforçar nele kkkkk

QM vcs acham que chegou? Amigo ou inimigo? Deixem suas dúvidas e suas opiniões nos comentários, Vou responder todos

Até mais Florzinhas 👋❤🌺💐


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