História Quando caiem as máscaras!! - Capítulo 28


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Categorias Harry Potter
Personagens Draco Malfoy, Harry Potter, Hermione Granger, Luna Lovegood, Neville Longbottom, Ronald Weasley, Severo Snape, Tom Riddle Jr.
Tags Dumbledore É Um Bastardo, Harry X Draco X Blaise, Severos X Tom
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Palavras 2.050
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Magia, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hello!!
Tenho mais o cap para vocês!
Espero que gostem e boa leitura!!!

Capítulo 28 - Capítulo 27


 Albus Dumbledore olhou a sua volta e suspirou.

Na sala de jantar da sede da Ordem de Fénix, Largo Grimmauld número doze, encontravam-se reunidos todos os membros atuais da ordem que mais pareciam estar numa festa de convívio conversando uns com uns outros em vez de prontos para discutir assuntos de grande importância para o mudo bruxo.

Dumbledore tinha convocado todos para uma reunião para saber como estavam a ir as operações de recrutamento para a Ordem e de aliados para o lado da “Luz”, saber quais os últimos movimentos de Voldemort e dos comensais de morte e para iniciar o seu plano para fazer Harry, a sua arma, de volta ao seu “Eu” dócil, maleável e submisso.

Infelizmente para o Diretor nenhum dos membros da ordem parecia interessado nele e sim em discutir as suas férias de Natal/ Yule.

Pelo bem maior, pensou. Só preciso deles para atingir os meus objetivos, depois posso me livrar deles! Penou aborrecido, preparando-se para começar a reunião e esperando ter algumas boas noticias.

-Hurm! Hurm! - Clareou a garganta, mas ninguém pareceu ouvir. Suspirando, sacou da varinha e lançou um feitiço de ampliação de voz em si mesmo. - Meus senhores e minhas senhoras... - Começou chamando a atenção de todos na sala. - Vamos começar a reunião. - Informou indicando para que os membros se sentassem.

Todos os vinte e cinco membros se sentaram onde podiam, alguns acabando por ter de ficar em pé e, ficaram a olhar para Dumbledore esperando pelas suas próximas palavras.

-Como sabem, no final do último ano letivo, Voldemort... - Dumbledore sorriu interiormente ao ver que quase todos os presentes se encolheram com o nome. - … voltou para exterminar os muggles, expulsar os muggles nascidos e roubar a sua magia e, aterrorizar o mundo bruxo. - Disse exagerando nos pormenores para preocupar a ordem e aumentar o medo. - De momento estamos a tomar precauções e eu gostaria de saber como foram as missões de recrutamento para a ordem e de aliados contra o Lado escuro. - Pediu, esperando receber boas notícias.

-Não houve nenhum progresso. - Arthur Weasley disse e várias pessoas concordaram com o mago ruivo, não tendo tido nenhum desenvolvimento nas suas próprias missões.

-Dos dois Lordes com que falei, ambos disseram que preferiam permanecer neutros do que arriscarem perder tudo o que têm. - Hestia Jones comentou.

Dumbledore suspirou internamente. Será que uma boa noticia, apenas uma, seria pedir de mais. Questionou-se.

-Remus. - Chamou. - Conseguiste convencer algum dos clãs de lobisomens a juntar-se a nossa causa?

-Não. Todos os alfas negaram aliar-se a nós e alegaram que não se intrometeriam noutra guerra bruxa. - Remus respondeu.

Empurrando a vontade de bater com a cabeça na parede incontáveis vezes, Dumbledore perguntou-se porque é que nada estava a correr bem. Maldito Potter! Pensou. Para o Diretor, o garoto é que desencadeara uma onda de má sorte desde que começara a lutar contra o seu controle e isso precisava de mudar.

Severus Snape, encostado no seu lugar habitual, observou prazerosamente o velho idiota a receber as más noticias. Ver Dumbledore tão irritado e descontente dava-lhe um grande prazer vingativo, principalmente depois de descobrir as coisas horríveis que o homem fizera.

-Severus, Voldemort já começou a planejar alguma coisa? - Dumbledore perguntou parecendo subtilmente mais animado e querendo que o professor de poções desse uma resposta positiva.

-Não que eu saiba. Da última vez que o vi ele entregou-me uma lista de poções e pediu-me para as fazer o mais rápido possível. - Severus informou de acordo com o que planeara com Tom. Iriam começar a dar informações falsas e sem sentido, para que o velho bode não ficasse desconfiado.

Dumbledore suspirou desanimado. - Vou querer essa lista. - Exigiu e, voltou-se para os outros membros da ordem começando a ordenar que falassem com outros possíveis aliados.

Severus sorriu internamente. Tom já tivera a sua primeira reunião com todos os comensais da morte, anunciando que o seu período de loucura acabara, que finalmente voltariam aos caminhos antigos e sobre como Harry Potter não deveria ser mais perseguido ou atacado. Esta última obrigou Voldemort a ameaçar os seus subordinados com uma morte lenta e dolorosa para quem não cumprisse tal ordem.

Na reunião Tom pediu para que todos continuassem com as sua vidas e para não atraírem nenhum tipo de atenção indesejada. Foram também transmitidas novas ideias para renovar a imagem publica do “Lado Escuro” e suprimir todas as mentiras que Dumbledore e a ordem espalharam sobre Voldemort e os comensais da morte.

Tudo estava a correr como Tom e a elite planearam e, não haveria nenhuma forma de Dumbledore descobrir o que o andavam a elaborar, pois apenas alguns estava a par dos novos planos do Senhor Escuro e, estavam a trabalhar para os pôr em prática.

Apenas uma semana e meia passara desde o baile dos Malfoy e muitos dos projetos discutidos por Tom, Harry e a elite estavam em andamento. Severus sentia-se orgulhoso do seu marido e sabia que o mesmo estava contente e animado por todos os resultados que estavam a ter.

Analisando Dumbledore, o professor de poções teve que conter o pequeno sorriso que se queria forma pela sua boca. A partir da leitura facial e corporal do Diretor, Severus sabia que o mesmo estava descontente, frustrado, desapontado e com raiva da situação em que estava metido.

Harry iria adorar vê-lo assim. Pensou, quase cedendo a vontade de sorrir ao se lembrar do adolescente.

Voltando a se concentrar na Ordem das Galinhas Fritas e em Dumbledore, Severus viu Albus dispensar todos após Kingsley e Thonks o informarem que nada de anormal estava a acontecer no ministério.

-Tenham cuidado e fiquem alerta, Voldemort está demasiado quieto para o meu gosto. Se algo acontecer ou descobrirem alguma informação importante, enviem-me uma coruja. - Dumbledore disse. Os membros assentiram e começaram a dispersar.

Severus viu Remus e Sirius saíram da sala de jantar e perguntou-se se Harry já tinha falado com eles. Todos os Weasley masculinos (Bill, Charllie e Arthur) saíram da sede por flu deixando Molly para trás, o que teria sido estranho se os Weasley não tivessem estado lá a viver desde a algum tempo.

Feliz pela reunião ter acabado e poder voltara para o seu marido, Severus dirigiu-se para a saída e, antes de a porta fechar completamente atrás de si, ele conseguiu ouvir vários passos descerem as escadas e a voz esganiçada e queixosa de Ginerva.

-O Harry.... - Foi tudo o que o professor de poções conseguiu ouvir.

Suspirando Severus arrependeu-se de sair em vez de ficar a ouvir. Agora não poderia voltar a entrar na casa ou Dumbledore seria notificado da sua presença e ele também não tinha nenhuma desculpa para voltar a entrar na casa.

Suspirando em resignação por não poder fazer nada, Severus aparatou em dois sítios diferentes antes de aparatar em frente a mansão Slytherin e caminhar rapidamente para falar com Tom. A sua mente percorrendo as melhores formas de aumentar a segurança de Harry pois Dumbledore parecia estar a planear algo cruel contra o adolescente.

Dumbledore suspirou ao ouvir a voz estridente de Ginerva Weasley e, a ver entrar na cozinha seguida por Hermione Granger e pelo irmão Ron Weasley.

Como de costume a Weasley mais nova não se calava. Queixando-se sobre Harry Potter para quem quisesse e não quisesse ouvir.

-Mãeee. - Ginerva disse batendo com os pés no chão para chamar a atenção da mais velha. - O Harry é tão cego. Eu tentei de tudo, mas ele não parece perceber os meus avanços. - Choramingou.

-Oh querida. Já tentaste de tudo mesmo? - Molly perguntou nem desviando o olhar para a filha e continuando a lavar os legumes.

-Ela tentou. - Ron assegurou com uma careta lembrando-se de algumas ideias que a suar irmã pusera em prática, mas não deram em nada.

Dumbledore observou calado vendo onde é que aquilo ia dar. Talvez estivesse na hora de pôr alguns planos em ação, pensou.

-Aquele idiota nem mandou presentes, que mau amigo. - Ron queixou-se bufando.

-Sim. - Hermione concordou. - Eu estava a espera que ele me comprasse aquele livro de runas que ando a falar a muito tempo.

-Eu não entendo por que é que ainda temos de fingir ser amigos dele. - Ron reclamou. - Não é como se ele passasse tempo connosco, ele agora está sempre com Neville. - Disse um pouco chateado, pois Harry deveria ser seu amigo não de Longbottom.

-É verdade. E anda muito rude. - Hermione lamentou. - Assinamos a folha para lhe fazermos companhia em Hogwarts, pois ele queixa-se de estar sempre sozinho e o ingrato decidiu ir passar as férias com Neville.

-Exato nós é que somos seus amigos não Neville, ele devia ter ficado em Hogwarts connosco. - Ron disse chateado.

-Oh meus pobres meninos. - Molly disse finalmente prestando toda a sua atenção nos três adolescentes. - Nós...

-Vocês sabem muito bem porque é que tem que fingir ser amigos de Harry. - Dumbledore entreviu antes que Molly pudesse pôr alguma ideia estupida na mente das três crianças. - Se querem que o dinheiro continue a entrar para as vossas contas devem fazer por isso.

-Mas....

-Sem mas! - Dumbledore interrompeu o lamento de Ron. - Precisamos que Harry esteja do nosso lado e derrote Voldemort.

-Humf. - Ron bufou contrariado e Hermione cruzou os braços chateada.

-Por isso preciso que sigam Harry para todo o lado e que em nenhuma circunstância o deixem sozinho. - O Diretor mandou.

-Não. Eu não aguento mais as burrices de Potter e as suas estupidas aventuras. - Hermione queixou-se indignada.

-Senhorita Granger, para si ser amigo de Harry Potter, o Salvador do Mundo bruxo é muito importante, pois essa amizade abrirá muitas portas para uma muggle nascida. Sem esta amizade, muitos puros sangues que a desprezam poderão acabar com a carreira com que tanto sonha e acabaria com um trabalho que odeia ou por voltar para o mundo muggle. - Dumbledore disse olhando para Hermione que agora parecia abatida e conformada com a ordem que lhe dera.

-E Senhor Weasley, você deveria se comportar. Esta amizade traz muito benefícios para a sua família e é o que lhe permite permanecer na escola. - Dumbledore pôs Ron no seu lugar, farto de ouvir os seus queixumes. - Portanto vocês os dois precisam mais da amizade de Harry do que ele da vossa, então não importa o que aconteça, vocês devem estar sempre com ele e nunca devem deixa-lo estar sozinho. Apoiem as suas decisões mesmo que não gostem dele e monopolizem o seu tempo. - Decretou.

-Ok. - Os dois adolescentes concordaram contrariados.

-E você Senhorita Weasley. - Dumbledore disse virando-se para Ginerva. - Você precisa de ser mais direta e óbvia, flertar de forma mais descarada. Se ele não percebe os seus avanços é porque vocês não se está a esforçar o suficiente e se ele a está a ignorar, você precisa de apelar as suas emoções e manipulá-lo de forma a que ele a peça em namoro ou lhe preste mais atenção. - Aconselhou e a adolescente ouvi tudo atentamente começando as fazer os seus próprios planos.

-Molly, eu vou precisar que faças poções de amor para que Ginerva possa dar a Harry, e mais estas poções. - Disse entregando um pequeno pergaminho a Molly Weasley.

-Começarei assim que terminar o jantar. - Molly disse assentindo e guardando o pergaminho depois de o ler.

-Muito bem. - Dumbledore disse dando o seu sorriso de avó aos três adolescentes. - Nós devíamos voltar para Hogwarts antes que se comecem a levantar suspeitas. - Informou os dois estudantes que vieram consigo.

Ron e Hermione suspiraram chateados. Despediram-se da Senhora Weasley e de Ginerva e, seguiram Dumbledore até a lareira de flu para voltarem para a escola.

Fred e George que ouviram a conversa toda, entreolharam-se alarmados com a interação que acabaram de presenciar.

-Precisamos de contar a Harry. - Sussurraram um para outro e recuaram da entrada da sala de jantar, onde tinha ido prepara mais uma das suas brincadeiras, e correram silenciosamente escadas a cima.

Precisavam de escrever uma carta a informar Harry dos planos de Dumbledore e para ter mais cuidado com Granger e os seus dois Weasley mais novos.


Notas Finais


Espero que tenham gostado.
Que tipo de coisas vergonhosas acham que Ginny deveria fazer para chamar a atenção de Harry??
Até ao próximo capítulo


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