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História Quando chega a hora - Capítulo 15


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Capítulo 15 - Capítulo 15


Fanfic / Fanfiction Quando chega a hora - Capítulo 15 - Capítulo 15

POV Tobin Heath

Assim que meu pai, Ramirez e eu saímos da casa grande fiquei pensando no que Christen tinha me falado quando eu a encontrei ao lado de seu carro estragado. Christen não quis sair do lado do seu carro porque ele representava muito para ela. Eu não entendo como um carro poderia ser tão importante a ponto de uma pessoa se arriscar e preferir ficar no meio de uma tempestade.

- Tobin, graças a Deus que você encontrou a neta de Frank antes da tempestade. - Ramirez me falou assim que saímos da casa grande.

- Muita sorte mesmo. - Meu pai concordou. - Eu não sei o que poderia ter acontecido com a garota se ela estivesse sozinha.

- Pai, eu quero ir buscar o carro de Christen. - Falei para ele.

- Amanhã eu vou procurar alguém que faça este serviço para nós. - Meu pai me falou.

- Pai, o carro é importante para Christen, eu vou lá buscá-lo.

- Tobin, nem sabemos se conseguiremos reboca-lo sem a ajuda de um guincho. - Ramirez argumentou.

- Não importa. Christen quis ficar lá por causa do carro. Vou lá buscá-lo para que ela se sinta melhor durante a noite.

Meu pai e Ramirez se olharam. Certamente os dois sabiam o quão arriscado era tentarmos puxar um carro a noite e sem um equipamento adequado mas, provavelmente eles entenderam que eu não estava pedindo a ajuda deles, estava apenas comunicando-os do que eu iria fazer. 

- Espere aqui. - Meu pai falou.

Ele entrou na casa grande e minutos depois voltava com a chave do carro de Christen. Mercedes pegou as chaves sem que a senhora Frank ou Christen soubesse. Meu pai não quis que elas se preocupassem enquanto não voltássemos para casa.

Fomos até o local da fazenda onde realizamos as manutenções nos equipamentos. Um dos funcionários nos cedeu um macaco hidráulico. Ramirez pegou um dos caminhões utilizados no transportes dos cavalos e dirigiu na direção do carro de Christen. Meu pai e eu os seguimos com a caminhonete.

Foi trabalhoso colocarmos o carro no caminhão. Mas com o auxilio do macaco hidráulico conseguimos erguer a roda quebrada. Ramirez baixou a rampa de acesso do caminhão. E enquanto Ramirez puxava o macaco em direção ao interior do caminhão, meu pai dirigia o carro de Chris para o interior do veículo.

Não levamos muito tempo nesta operação. Assim que concluímos voltamos para a casa da senhora Frank. Eu me sentia cansada e estava louca por um banho, afinal de contas ainda vestia a roupa que eu tinha me deitado sobre o feno. Mas todo o meu cansaço era recompensado com a certeza que eu tinha que Christen ficaria alegre ao rever o seu carro.

Assim que chegamos na frente da casa grande, novamente a operação se iniciou, só que agora ao contrário. Meu pai descia conduzindo o carro de Christen pela rampa a baixo enquanto Ramirez guiava o macaco hidráulico sob a roda quebrada.

Assim que o carro foi retirado, deixamo-o estacionado em frente à casa para que no dia seguinte meu pai pudesse procurar um mecânico para o conserta-lo. 

Entramos  na casa e encontramos Mercedes, mamãe e a senhora Frank. Meu pai contou para elas que fomos buscar o carro de Christen. Ramirez fez questão de dizer que a idéia foi minha, o que deixou a senhora Frank muito feliz.

- Tobin minha criança, foi arriscado o que você sugeriu mas foi muito gentil de sua parte. - Ela falou e beijou meu rosto.

- Christen me disse que ela gosta muito do carro, acho que ela ficará feliz em saber que seu carro está aqui e em segurança. - Assim que terminei de falar ouvi vocês vindo da sala da casa. Era Christen e certamente estava ao telefone.

- Ela tem um apreço considerável por este carro porque foi presente dos pais quando ela fez vinte anos. Mas isto não é motivo para correr riscos desnecessários. - A senhora Frank falou e eu concordei com ela.

- Pelo menos tudo terminou bem. - Falei e sorri.

Não demorou para que Christen viesse até nós. Assim que ela nos viu na sala ela sorriu.

Sua vó lhe contou sobre o reboque do carro e contou para ela que a idéia foi minha. Christen desfez o sorriso e me repreendeu pelo risco que corremos ao sairmos a noite para buscar o carro. Ela estava zangada enquanto falava. Também desfiz o meu sorriso. 

É difícil entender esta garota. No final da tarde queria ficar no meio da tempestade por causa do carro, agora estava me dando sermão porque fomos buscá-lo para ela.

Ouvi em silêncio e assim que ela terminou de falar. Eu não respondi nada. Apenas me despedi de todos e resolvi ir para casa. Agora eu estava precisando ainda mais de um bom e relaxante banho.

Assim que saí da casa, Christen veio atrás de mim.

- Espera Tobin.

Parei de caminhar e me virei para ouvir o que ela ainda tinha para me dizer.

- Desculpe Tobin, eu acabei sendo grossa com você e nem te agradeci.

Apenas balancei a cabeça concordando e me virei para ir para a minha casa.

- Espera. - Ela falou e me segurou pelo braço. Ao sentir o toque suave de suas mãos sobre a minha pele, voltei a estremecer na presença de Christen Press. - Tobin eu não quis te magoar eu só achei arriscado o que vocês fizeram.

- Está tudo bem. - Respondi para ela. - É que você tinha me dito que o carro é importante. Então achei que você se sentiria melhor durante a noite sabendo que ele está aqui e em segurança.

- Sim, ele é importante para mim mas você, Jeff e Ramirez, são mais importantes. Vocês correram risco ao sair à noite para tentar rebocar um carro. Se acontecesse algo enquanto estivesse colocando no caminhão? Um acidente ou algo assim. Eu não me perdoaria. Tobin obrigada por ter ido lá mas eu não quero que você se coloque novamente em perigo por minha causa. Eu não me perdoarei se algum dia você se machucar por mim. - Christen parecia sincera enquanto falava.

Não pude responder para ela porque todos que estavam na sala vieram para a varanda. Meus pais, Mercedes e Ramirez estavam se despedindo da senhora Frank para retornar para as casas. Assim que me viu meu pai falou:

- Frank acho que Tobin mostrou que aprendeu a lição. Hoje ela cuidou de Christen durante a tempestade e depois se preocupou em voltar e buscar o carro, mesmo com Ramirez e eu alertando-a dos riscos. A partir de amanhã Tobin voltará aos trabalhos no horário de sempre. Não precisará acordar uma hora mais cedo.

- E isto já não é sem tempo, Jeff. A criança ficou de castigo mais tempo do que eu gostaria. - A senhora Frank pareceu satisfeita com o que ouviu.

Christen e eu nos olhamos e sorrimos já que estávamos livres do castigo. Nos despedimos de todos e fomos para casa. Mas ao chegar em casa voltei a ficar triste. Com o término do castigo Christen não me acompanharia nas tarefas matinais.


POV Christen Press

Foi muito arriscado o que Tobin fez junto com Jeff e Ramirez. Não saí da minha cabeça a imagem do carro sendo colocado no caminhão e causando algum tipo de acidente. Mesmo sabendo que estava tudo bem eu ainda me sinto aflita. Claro que não me ajudava em nada o fato de eu lembrar que ao invés de eu agradece-los pelo que fizeram, minhas palavras saíram de uma forma que eu acabei sendo muito dura com Tobin.

Mas o fato de Jeff ter a tirado do castigo me deixou muito feliz. 

Assim que entramos em casa, minha vó se despediu de mim e foi para o quarto. Eu decidi ligar para Alexia e Mapi e lhes contar sobre o convite para o acampamento.

Como era de se esperar, minhas amigas adoraram a idéia de irmos acampar. Elas me perguntaram como eram as pessoas que iriam conosco. Contei para elas sobre Cruz, Ashley, Ali e Tobin. Mas, devo ter gasto mais tempo ao falar de Tobin porque as minhas amigas fizeram piadinhas da forma amável como eu falava de Tobin. Decidi não conta-las sobre a tarde no galpão ou sobre a discussão do estacionamento porque certamente elas fariam mais piadas. Achei por bem deixar que elas conhecessem Tobin e tirassem as suas conclusões.

Conversamos mais um pouco e lhes contei que Majad tinha me ligado.

- Desde que eu vim para a Carolina do Norte eu ainda não tinha conversado com ele. - Falei para elas.

- Pelo visto o embuste não está te fazendo nenhuma falta, já que você nem lembrou que, se quer ele existe. - Alexia me falou e Mapi riu do comentário dela.

- Parem com isto. É que eu estou muito ocupada. - Tentei me justificar.

- Ocupada ao ponto de se lembrar de ligar para nós e para ele não ligar? - Mapi falou e agora era ela quem fazia Alexia rir.

- Vocês são impossíveis. - Falei para elas mas confesso que elas tem um pouco de razão.

- Pressy, o que o embuste te disse? Te implorou para voltar para a Califórnia? - Alexia me perguntou.

- Não. Ele me ligou conversamos um pouco. Perguntou se eu gostei da surpresa e disse... - Não terminei de falar.

- SURPRESA? - Alexia e Mapi perguntaram juntas.

- É surpresa dele ter me ligado.

- Que babaca. Te liga e acha que está te fazendo uma surpresa. - Alexia falou.

- Pois é, eu também achei estranho mas o pior foi ele me perguntando se eu vou esperar por ele.

- Esperar por ele? - Mapi perguntou. - Será que ele acha que você vai se apaixonar por algum fazendeiro, peão ou estudante? - Rimos do que Mapi perguntou.

- Já perdemos muito tempo falando deste embuste. Vamos mudar de assunto. - Alexia sugeriu e logo estávamos falando sobre as novidades da Califórnia.

No outro dia as quatro da manhã fui encontrar Tobin e Jeff para as nossas tarefas. Os dois ficaram surpresos com a minha presença. Explicaram-me que com o fim do castigo acharam que eu não voltaria a trabalhar nas tarefas. Confesso que esta possibilidade sequer passou pela minha cabeça. 

Ajudei-os com as atividades. Tudo passou rápido e em pouco tempo, no estacionamento do mercado, Tobin, Cruz e eu fazíamos planos para o final de semana prolongado. Tobin me avisou de uma festa que aconteceria no feriado de segunda-feira e que se eu quisesse poderia ir e levar minhas amigas já que ela, Rapinoe, Ashley e Ali estariam lá. Lamentamos que Cruz trabalharia e não estaria conosco.

- Pelo menos assim você me ajuda a ficar de olho na Tobin. - Cruz me disse. - Ashley e Ali com certeza ficaram de amasso pelos cantos.

- Alexia e Mapi com certeza também esquecerão de nós. - Falei rindo já que isto é bem típico das minhas amigas. Sempre que íamos para uma balada ou algo do tipo, em poucos minutos elas sumiam para se pegarem em algum canto, me deixando sozinha com Majad.

Na faculdade e, assim que a aula começou voltei a pensar no acampamento e achei que eu poderia ter convidado Majad para vim para a Carolina do Norte no final de semana prolongado mas, logo afastei este pensamento. Não tinha nada para ele fazer por aqui.


POV  Tobin Heat 

Era nítido como Christen estava empolgada para o acampamento. Mais cedo ela nos contou da conversa que teve com as suas amigas e, elas também adoraram a idéia de acampar. Christen e Cruz fizeram muitos planos para o final de semana. Eu me diverti com o que elas falavam.

- Mas e as barracas, como faremos? Não teremos espaço suficiente. - Cruz falou.

- Ali levará a barraca dela para Christen. - Eu respondi. - Ali e Ashley ficarão na barraca de Ashley. Eu e você ficaremos na minha e Rapinoe não irá conosco para o acampamento porque ela tem uma festa de família mas nos emprestará a barraca. Então as amigas de Christen ficarão na barraca delas.

- Você é muito chique Chris. Terá uma barraca só para você. - Cruz falou e as duas pareceram se divertir com isto.

No início das aulas da tarde, logo depois do almoço eu imaginei que talvez Christen não tivesse equipamentos para acampar. Talvez um bom casaco térmico a ajudaria a suportar o frio da madrugada, já que a barraca e o saco de dormir de Rapinoe podem não ser suficiente para ela. Decidi então matar aula e ir até a loja de Willy em busca de um bom casaco.

Assim que cheguei na loja, encontrei bons casacos mas para alguém como eu ou minhas amigas. Christen precisava de algo mais requintado. Depois de algum tempo achei um casaco que me pareceu perfeito. Além de ser confeccionado em um material impermeável, notei que ele tinha um bom revestimento. Willy me explicou que a peça era toda forrada e seu interior tinha lã de carneiro evitando o contato do frio com o corpo. Achei que seria o presente ideal para Christen. Já o preço estava muito além do que eu queria pagar mas, há anos eu venho guardando dinheiro para uma emergência. Boa parte da grana que meu pai me dá pelos trabalhos na fazenda eu guardo para usar em alguma emergência. 

Pedi para Willy deixar o casaco reservado. Corri até o banco do outro lado da praça. Retirei da minha conta o valor que eu precisava e em pouco tempo eu voltava para a faculdade trazendo comigo no carro, o presente de Christen.

 Finalmente chegou o sábado. Meu pai foi cedo para a capital buscar no aeroporto as amigas de Christen. Já eu e ela ficamos trabalhando em nossos afazeres da fazenda. Por ser um final de semana prologando, fomos dispensadas do treino de futebol, o que deixou-me com tempo livre depois que terminamos nossas tarefas.

Mamãe e Mercedes trabalharam na casa grande para preparar tudo para a chegada de Alexia e Mapi. 

Depois do almoço na casa grande eu me despedi delas avisando que iria para casa terminar de arrumar minha mochila já que, no fim da tarde encontraríamos Ali e Ashley no camping. 

Christen se prontificou a ir comigo para me ajudar com a minha arrumação desde que depois eu voltasse para ajuda-la com a dela. Aceitei a oferta dela e em pouco tempo nós duas estávamos em meu quarto.

Assim que concluir a minha mochila, aproveitei e dei para Christen o casaco que eu tinha comprado. Ela gostou muito do presente e me pareceu bem sincera. Assim que abriu o embrulho ela vestiu o casaco e o caimento foi perfeito.

- É lindo, é quente, é confortável. É perfeito. - Foi isto que ela me disse enquanto provava o casaco.

Voltamos para a casa grande e eu fui ajudar Christen com a sua mochila. Quando chegamos no seu quarto eu notei que ela já estava com a mochila pronta mas queria a minha opinião sobre o que ela estava levando para o acampamento.

Assim que ela abriu a mochila Christen retirou um casaco muito mais bonito do que eu tinha lhe dado. Percebi que pelo material usado ele deveria ser infinitivamente mais caro do que eu lhe presentei. A cor e os detalhes do acabamento mostravam que deveria ser uma peça de alguma grife famosa. Sem que ela percebesse eu não consegui tirar os olhos do casaco dela e fiquei entristecida ao lembrar que, uma garota rica como ela, com certeza teria um casaco superior ao meu presente.

Christen pegou o seu casaco e jogou sobre uma poltrona no quarto. Pegou o que eu lhe dei de presente e dobrou-o delicadamente deixando-o ao lado da mochila. Percebi que ela levaria o meu presente para o acampamento.

Ela sorriu para mim tirando os outros itens da mochila. 

- O que é isto? - Eu perguntei para ela ao ver que ela tirava uma sapatilha.

- Vou levar para usar no camping. - Ela me respondeu.

- Você está maluca? Certamente você escorregará entre as trilhas e poderá se machucar. - Falei rindo da possibilidade de ver Christen levar vários tombos.

- Poxa eu não pensei nisto. Acho melhor então levar um tênis.

- Você está doida? Precisaremos de uma bota de caminhada. - Falei para ela.

- Eu não tenho uma bota de caminhada. Não costumo fazer trilhas. - Ela me disse.

- Eu tenho uma novinha que eu comprei no dia que seu carro estragou. Vamos terminar de ajeitar a sua mochila e depois vamos lá busca-la para você.

- E você Tobin, com que calçado irá?

- Eu tenho outra bota. - Sorri para ela enquanto lembrava da minha velha e gastada bota de caminhadas que me seguiria em mais um acampamento.

Christen voltou a ajeitar suas roupas na mochila e quando ela pegou o meu presente para colocá-lo na mochila achei por bem deixa-la a vontade para levar o outro casaco.

- Christen talvez seja melhor você levar o outro casaco.

- Que casaco? - Ela perguntou enquanto eu apontava para o que estava sobre a poltrona. - Você acha que estará tão frio que eu precisarei de dois casacos?

- Não Christen um é suficiente, é que aquele parece melhor do que este que eu te dei.

Ela sorriu para mim e voltou a vestir o meu presente. Veio até mim me abraçou e com a ponta do seu nariz fez carinho em meu pescoço. Estremeci com o contato dela.

- Nenhum casaco no mundo vai ser melhor que este que você me deu. Já disse que ele é perfeito. - Christen falou e sua voz estava mais suave do que de costume.

Ela beijou o meu rosto e voltou para a sua mochila para guardar o meu presente. Provavelmente eu nunca recebi um beijo no rosto tão suave como este que ela acabou de me dar.

- Vamos buscar a bota. - Ela pediu e em pouco tempo Christen me puxava pela mão em direção a minha casa.


POV Christen Press

Tobin está me surpreendendo a cada dia. A amizade dela já é tudo para mim mas mesmo assim ela se preocupou em comprar um casaco para eu usar no acampamento. Um belo presente.  Percebi que a costura é a mão. Acabamento artesanal. Nunca vi uma peça tão linda. A cor, o material e os detalhes, tudo era perfeito. Mas o melhor de tudo é que eu sempre lembrarei dela quando usar aquele casaco. Mesmo depois que eu for embora da Carolina do Norte, terei sempre Tobin me aquecendo.

Assim que chegamos na sua casa ela me emprestou a sua bota de caminhada. Voltei a insistir com ela para que levasse as botas novas e me emprestasse as outras. Mas Tobin foi muito gentil ao insistir que eu usasse as botas novas. Novamente fiquei muito feliz ao detectar que não havia mais o mal estar entre nós. Tudo ficou no passado.

Já era tarde então pegamos as botas para voltar para a casa de vovó. Assim que saímos na porta vimos um dos carros de vovó passando pela estrada à nossa frente. Era Jeff trazendo minhas amigas.

- ELAS CHEGARAM - Gritei de emoção. Peguei na mão de Tobin e corri puxando-a comigo.

Tobin sorria e me pedia calma. Eu não dei ouvidos à ela. Apertei ainda mais a sua mão enquanto corríamos. Vi Jeff, Alexia e Mapi descendo do carro. Minha felicidade aumentou. Vi Majad descendo do carro. Parei no meio da estrada diante da visão dele.

- O que foi? - Tobin perguntou parando ao meu lado e sorrindo. Sua mão ainda segurava a minha.

- Meu namorado veio com elas.

Assim que terminei de falar, senti Tobin afastando nossas mãos.


POV Tobin Heath

Assim que o carro dirigido por papai passou em frente a nossa casa, Christen e eu estávamos saindo na varanda.

- ELAS CHEGARAM - Christen gritou eufórica e correu.

Eu sorri e pedi calma para ela tentando acompanha-la na corrida. Christen apertava minha mão enquanto aumentava a velocidade da sua corrida. De repente ela parou no meio da estrada quando vimos o pessoal descendo do carro.

- O que foi? - Perguntei para ela parando ao seu lado.

- Meu namorado veio com elas. - Christen me disse.

- Você tem namorado? - Perguntei para ela no mesmo instante que sentia uma sensação ruim invadir todo o meu corpo.



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