História Quando Diana dá mais munições para as crianças Wayne - Capítulo 2


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Categorias Batman, Mulher Maravilha (Wonder Woman), Superman
Personagens Bruce Wayne (Batman), Cassandra Cain (Batgirl), Clark Kent (Superman), Damian Wayne, Diana Prince (Mulher Maravilha), Dick Grayson, Jason Todd, Timothy "Tim" Drake
Tags Superbat
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Palavras 2.827
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Os [1] na frente de algumas palavras são indicações para as referências nas notas finais. Boa leitura!

Capítulo 2 - Cuidando das pestes... Ou não


Quem abriu a porta da Mansão Wayne para Diana foi Clark, que estava parcialmente arrumado para o seu encontro com Bruce. O jornalista vestia um dos seus melhores ternos, mas a gravata vermelha estava com o nó semifeito e torto.

— Bem vinda Di! — Exclamou o menino de fazenda animado quando viu a amiga de longa dada. Ambos se cumprimentaram com um abraço descompromissado. — Baby a Diana chegou! — Gritou para além do hall de entrada depois que se separaram.

Educadamente como sempre, Clark pegou o casaco dela e pendurou no mancebo de madeira que havia no hall, levando-a gentilmente para dentro dos cômodos, na primeira sala de estar da enorme mansão onde as crianças estavam.

Dick e Jason estavam no sofá jogando algum jogo de vídeo game. Eram dois bonecos, um de boné vermelho e outro verde e ambos vestiam macacões idênticos e tinham bigodes[1]. Diana olhou para a tela tentando entender o que estava acontecendo, mas havia números, sons e excesso de informações que não conhecia acompanhar para entender como jogava, mas os meninos não pareciam ter problemas pelo jeito que riam e conversavam empolgados entre eles.

Cass e Damian estavam em um canto no chão em cima do tapete felpudo, brincando com alguns brinquedos de Damian. Parecia um pouco bobo, mas Cass não parecia incomodada em brincar com o irmãozinho ao invés das bonecas e a japonesinha estava sempre fazendo alguma coisa que fazia Damian rir.

Tim estava sentado na ponta da mesa de centro, muito concentrado montando seu quebra cabeça, ignorando o som da TV, os risos de Dick e Jason e as brincadeiras de Cass e Damian. Era até engraçado ver uma criança tão séria, mas pelo que pode observar, o quebra cabeças tinha muitas peças e parecia razoavelmente difícil para alguém com a idade de Tim, mas Diana se lembrou imediatamente o quanto Bruce se orgulhava de ter um filho gênio.

A sala estava uma pequena bagunça que Diana se acostumou em ver na mansão quando começou a ser povoada pelos filhos de Bruce. Havia pelúcias, cobertores e almofadas coloridas e fofas espalhados pelo chão e pelo sofá. Copos de leite e mamadeiras estavam largados em vários lugares da mesa e no chão, até no grande móvel da TV, enquanto na beira da mesa jazia um prato vazio com migalhas de biscoitos sujando a mesa, o sofá e o chão. Alfred teria uma sincope quando visse aquela sujeira.

— Meninos a tia Diana chegou — anunciou Clark, chamando a atenção de todos.

Cass foi a primeira que levantou e correu até a mulher mais velha com um sorriso na boca banguela e olhou em volta procurando por alguém.

— Cadê o Steve? — A única menina Wayne perguntou confusa quando não viu o homem loiro.

Diana teve que reprimir o risinho com a óbvia quedinha que Cass tinha pelo seu noivo. Tudo começou em um dos churrascos que fizeram na sua casa. Bruce, Clark e ela haviam saído para comprar mais alguns ingredientes que faltaram e Steve tinha ficado para ficar de olho nas crianças e foi sob os cuidados dele, que Cas caiu e ralou o joelho. Temendo a ira de Bruce por não tomar conta direito dos seus filhos, Steve encontrou um band-aid rosa perdido no seu banheiro e beijou para “curar o dodói” na esperança de fazer a menina parar de chorar, funcionou. Steve achava que era porque ele era o “tio mais legal”, mas na verdade desde aquele dia Cassandra tinha ‘crush’ nele. A situação por si só já era divertida e Bruce a divertia ainda mais quando morria de ciúmes disso.

Todo pai queria ser o único na vida da sua garotinha e Diana imagina que Bruce já sofria por antecipação para a adolescência dela, porque tudo indicava que Cassandra cresceria uma mulher linda.

— Ele está trabalhando pequena — respondeu a mais velha ao mesmo tempo que ajeitava o rabo da Maria Chiquinha de Cass, que se desfazia por conta dos cabelos tão lisos e finos. — Mas ele estará de volta para a festa de aniversário de Damian.

A menina não pode responder com nada além do biquinho, pois Bruce entrou na sala impecável como sempre. Via-se claramente que Alfred o educou muito bem.

— Diana! Boa noite — cumprimentou-a com um beijo delicado em sua bochecha e depois virou para Clark. — Está pronto?

— Quase — disse o mais novo, dando um sorriso sem graça, enquanto levava a mão para o nó da gravata tentando terminar o que começou. Bruce se aproximou do namorado e ajeitou ele mesmo a peça de roupa. — Obrigado — sorriu e beijou o namorado de leve nos lábios, ignorando o protesto das crianças.

— Ok crianças, regras — Bruce começou e virou para os filhos, reunindo todos lado a lado e olhando para eles. — Diana vai ficar com vocês essa noite então obedeçam ao que ela mandar. Só por hoje vocês podem dormir juntos na sala de mídia e a hora de dormir é às 23h e nem um minuto a mais. Não briguem entre vocês e nada de história de terror. Qualquer problema eu e o Clark estamos a um telefonema de distância — olhou sério para os filhos. Por mais animado que estivesse para sair com Clark, se preocupava de deixá-los.

— Tudo bem papai — as crianças disseram e abraçaram o pai em um abraço conjunto.

— Divirtam-se e não deixem a Diana louca — advertiu Clark e depois foi abraçado também. — Di, nos acompanha até a porta? — O repórter pediu saindo da sala.

Sem questionar, Diana saiu da sala e viu pelo canto do olho as crianças voltarem a suas atividades antes de serem interrompidas. Clark fechou a porta atrás dela e os dois “papais” iam falando baixo com ela a caminho da porta da garagem.

— Eles já estão de banho tomado, então na hora de dormir é só vestir o pijama e escovarem os dentes e só Damian não faz isso sozinho, mas você pode pedir ajuda ao Dick. Deixei dinheiro na bancada da cozinha para a pizza e o número da pizzaria certa e a senha do portão estão colados na geladeira no papel amarelo. No laranja está o meu número de celular, do Clarke e, caso aconteça alguma coisa, da Leslie, nossa médica. Garanta que Jason e Cass não vão contar histórias de terror para assustar o Tim na hora de dormir. Damian só dorme com a Batcow... — Bruce despejava informações.

— Batcow? — Diana interrompeu.

— Sim a vaca de pelúcia — Bruce revirou os olhos, mas continuou. — Em hipótese nenhuma dê açúcar para o Dick a partir de agora ou a energia dele não acabará pelas próximas 14 horas. Não fale palavrão perto do Jason, porque ele vai competir com você em boca suja e se ele começar ameace-o dizendo que vai me falar para cortar a mesada e fique atenta quando Tim lhe oferecer café, é só um pretexto para ele conseguir pra si mesmo. Dick vai vim com ideias de te mostrar o mortal que ele está treinando e impeça-o de qualquer maneira. Ele retirou a bota ortopédica essa semana, ele não precisa voltar a usá-lo. Estou esquecendo alguma coisa? — virou para Clark questionador e ele próprio se respondeu. — Ah claro, alergias! Damian tem alergia à maioria dos tipos de leite, por isso ele tem a marca certa, é o galão de tampa vermelha na geladeira, se ele ingerir algum outro por engano, o antialérgico está no armário da cozinha ao lado do fogão. Tim tem um pouco de asma e em cada cômodo tem uma bombinha de ar. Se isso não funcionar, você liga para a Leslie e pega qualquer carro na garagem, as chaves estão no porta luvas, e corre para o Hospital Comunitário de Gotham que quando chegar Leslie já vai estar com o pessoal preparado na emergência. Me ligue imediatamente também. Jason pode ter alguns pesadelos de noite, por isso deixe a luz do corredor ligada. Se ele tiver um ataque de pânico, você me ligue. O que mais?

— O cabelo de Cass embaraça muito, por isso você tem que fazer uma trança — adicionou Clark no falatório de Bruce. Era até esquisito vê-lo falar tanto. — Baby acho que ela entendeu tudo. — interrompeu o namorado quando viu a cara de pânico de Diana e Clark até sentiu uma ponta de simpatia. Eram realmente muitas crianças.

— Certo. Qualquer coisa me liga.

— Pode deixar — garantiu Diana com uma falsa confiança.

— Estou falando sério Diana. Se acontecer qualquer coisa que você acha que não pode lidar você me liga. Não importa a hora ou o quê.

— Eu entendi Bruce, agora vão embora ou vão perder a reserva — gentilmente empurrou Bruce e Clark para o carro que usariam naquela noite.

Os dois homens se despediram dela e partiram. Diana ficou por alguns minutos na porta da garagem até ver o carro sumir na estrada fora da propriedade e voltou para dentro. Não poderia ser tão difícil. Bruce é que era muito paranoico. Tudo ia ficar bem.

Uma hora e meia depois

Era oficial. Naquele dia e hora exata Bruce Wayne entrou para a lista negra de Diana Prince e ele precisaria gastar alguns bons milhares de reais em suborno para voltar a suas boas graças! Não se importava que ele perdeu mais alguns milhões do seu patrimônio, se o som de algum dos vários vasos de cerâmica nos corredores caindo indicava alguma coisa do tipo, não o estava perdoado tão fácil.

Diana se remexeu na cadeira que estava amarrada, fazendo nota para si mesma nunca mais confiar naquelas pestes. Nunca.

Tudo começou quando seus amigos saíram. As crianças estavam esperando por ela e disseram que estava chato jogar daquele jeito e pediram para brincar com eles. No começo quis negar, realmente, mas era muito difícil dizer não para os olhos de corça de Dick, o bico carente de Jason, argumentar contra Tim e magoar os sentimentos de Cass e no final acabou cedendo e brincando de polícia e ladrão. De alguma forma, acabou sendo convencida a ser a mocinha indefesa presa pelo vilão, e por isso agora estava amarrada seriamente na cadeira, enquanto as crianças cansaram de brincar disso e partiram para outro jogo sem a supervisão dela.

Algo lhe dizia que fizeram de propósito. Era muita coincidência que ela acabasse amarrada na cadeira e com o celular a poucos metros dela, mas sem alcança-lo para pedir ajuda.

— Tudo bem crianças, vocês ganharam! — Gritou Diana para lugar nenhum. — Me soltem da cadeira agora!

Uma por uma, as crianças apareceram em fila. Dick estava com a cara pintada de preto ao redor dos olhos como uma máscara, comendo um pacote inteiro de cereal açucarado. Jason tinha a mesma pintura que o irmão, mas na cor vermelha e sua cintura estava rodeado um elástico que prendia armas de esguichar água. Tim tinha um capuz preto furado nos olhos que cobria metade do seu rosto e segurava um tablet que Diana podia jurar que era do Bruce. Cass estava vestida toda de preto e tinha uma capa de tutu preto ao redor do pescoço. O rosto também estava pintado de preto e na cabeça tinha um arquinho com orelhas de gato. Andando de mãos dadas com Cass, estava Damian, vestindo roupas verdes, vermelhas e amarelas. Era brega ao mesmo tempo em que era estranhamente harmoniosa essa combinação de cores.

— Nós ouvimos bem? Você está pedindo arrego? — Jason disse primeiro com um sorriso diabólico no rosto.

Aquele moleque...

— Sim, vocês venceram, me desamarrem para eu pedir as pizzas — Diana pediu. Assim que eles lhe soltassem, o inferno cairia nas pequenas cabeças.

— Pede penico — mandou Jason.

— O que? — Diana perguntou surpresa.

— Pra gente te soltar, você tem que pedir penico — esclareceu Tim sem olhar para ela, ainda mexendo no tablet de Bruce.

— Eu não vou pedir penico — julguem-na, mas Diana não negociava com crianças demônios.

— Então a gente não te solta — Dick deu de ombro colocando mais uma mão cheia de cereal na boca.  Bruce ia matá-la.

— Mas vocês precisam comer não é? Vocês precisam de mim para pedir a pizza — tentou suborná-los com comida. Dick, obviamente, não estaria com fome, mas as outras crianças sim e Richard jamais deixaria seus irmãozinhos com fome.

— Não precisamos na verdade. Tim já pediu nossa comida pelo iFood e Bruce tem o número do cartão salvo no tablet, além de que ele nos deu a senha do cartão para emergências — Cass disse calma, enquanto distraia Damian com uma dança.

— Porra Bruce... — Diana resmungou e tarde de mais, percebeu o olhar chocado de Dick e Tim e o sorriso de Jason.

— Jason você sabe o que o papai diz sobre palavrões... — Disse Dick para o irmão.

— Foda-se você Dick — Jason disse mau criado e ignorou quando Tim se encolheu com o linguajar do irmão.

— Vai nascer sapinho na sua boca — sussurrou Tim.

— Deixa de ser bobo Tim. Sapinhos não nascem na boca e muito menos quando falar palavrão. O Clark fala um monte quando assiste o jogo e você não vê ele com a boca cheia de sapinho.  O papai que é um mentiroso de merda.

— Jason! — ralhou Dick bravo e para calar o irmão jogou um punhado de cereal na cara do mais novo.

A partir daí fez-se o caos. Jason tirou as armas de água da cintura e mirou em Dick, mas acertou Tim. Para se vingar, Tim tirou um spray do bolso, que era creme de barbear e espirrou em Jason começando uma guerra entre eles. Cass entrou na briga porque quis. Damian era muito novo ainda para entender exatamente o que estava acontecendo, mas gostou da ideia de jogar coisas nos irmãos, então pegava todo e qualquer travesseiro, almofada, pelúcia para jogar nos outros.

E Diana estava no meio desse caos.

A bagunça foi tanta, que eles não ouviram Clark e Bruce chegarem antes do que o previsto e se depararem com aquela bagunça.

— MAS O QUÊ ESTÁ ACONTECENDO AQUI?! — Bruce gritou por cima dos gritos.

Todos eles congelaram no lugar, inclusive Damian que só pela expressão no rosto do pai sabia que se meteu em encrenca e teria que ficar no cercadinho.

— A culpa foi dele!

— A culpa foi do Dick!

Dick, Tim e Cass apontaram para Jason ao mesmo tempo em que Jason gritava e apontava para Dick. Bruce respirou fundo e massageou as têmporas tentando afastar a inevitável dor de cabeça que surgia. Por que mesmo achou que seria uma boa ideia ter uma família grande?

— Clark desamarra a Diana — o bilionário se aproximou dos dois mais velhos e pegou a orelha de cada um. — Eu vou levar esses pestinhas para o banheiro da casa da piscina e ter uma conversa com cada um dos cinco — olhou severamente para cada uma das crianças, não admitindo que houvesse uma contestação por parte deles.

Assim que Bruce saiu arrastando os dois mais velhos pela orelha, que iam reclamando, enquanto Tim, Cassandra e Damian iam seguindo atrás, resignados com seus destinos, Clark foi soltar Diana da cadeira.

— Você está bem Di? — perguntou desfazendo o nó. — Me deixa adivinhar... Eles queriam brincar de polícia e ladrão e te forçaram a fazer um papel que era inegável estar amarrado? — Clark parecia um pouco divertido.

— Não me diga... — começou Diana até ser interrompida.

— Sim. Primeira vez que eu fui babá deles[2]. Eu fiz um acordo com eles de não contar para o Bruce se eles nunca mais fizessem isso.

— Bom não funcionou! — Reclamou Diana, agora livre das amarras.

— É claro que não funcionou. Uma semana depois eles fizeram de novo com a babá da vez. Acho que foi com o Barry.

— Quer dizer que todo mundo caí nessa?

— Sim — Clark disse sorrindo. Entendia bem o que era passar por essa humilhação de ser enganado por crianças menores de 10 anos. Ou 11 no caso do Dick.

— Até Bruce? — Diana levantou uma sobrancelha.

— Não que ele vá admitir para alguém — Clark revirou os olhos ante o orgulho do namorado. — Tenho 99% de certeza que foi por isso que cordas foram banidas da mansão por um tempo e ele chama demais seus filhos de demônios para nunca ter sido vítima deles. De qualquer forma, desculpe por isso. Não achei que Jason ia fazer isso com você, já que é a tia favorita dele.

— Bom, ele ama mais as traquinagens pelo jeito, mas não se preocupe com isso, eles estavam só sendo crianças. Mas me diga o que aconteceu que vocês voltaram tão cedo?

— Hmmm... Digamos que nossa noite não foi muito melhor que a sua, mas vou deixar Bruce contar para você amanhã. Suba tomar banho e fique essa noite. Está tarde para você voltar sozinha.

— Bom, eu não vou dizer não para os chuveiros dessa mansão — Diana disse cansada.

— Ótimo. Pegue o quarto de hospede no final da ala leste. Vou ver se encontro algo para você vestir enquanto toma banho.

Diana se despediu com um aceno e Clark olhou desolado para a sala de estar. Sabia que de uma forma ou de outra sobraria para ele limpar tudo, mas poderia esperar. Primeiro socorreria as crianças da fúria justa do pai.

Continua...


Notas Finais


REFERÊNCIAS:

[1] Referência a Super Mario World

[2] Referência ao acontecido na fanfic "Bem vindo à família", parte 1 da Série: Família Wayne ou quase Wayne.

-X-

Notas da Autora: Segundo capítulo chegou mais rápido do que eu esperava, tenho que confessar. Um pouco mais longo também, mas eu realmente não queria dividir esse capítulo.

Diana teve que ser vítima deles primeiro, mas logo ela trocará figurinhas com eles em pegadinhas e daí quem sofrerá serão Bruce e Clark, pobre coitado, é o alvo todas às vezes.

Espero que vocês tenham gostado do capítulo e comentem se tiverem alguma ideia de traquinagem que achem que se adéqua as crianças Wayne, como eu disse nas notas anteriores, minha imaginação é um pouco limitada para isso. Podem comentar se gostaram também ou se há algo para melhorar, não precisam ficar tímidos sobre isso.

Eu novamente não vou estipular quando saí o próximo, pois estou escrevendo outros projetos, mas prometo ser o mais rápida possível.

Um beijão a todos que leram, favoritaram e comentaram. Isso significa muito para mim. Até o próximo capítulo. ;*


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