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História Quando dois mundos colidem - Capítulo 10


Escrita por: Rivaille10

Capítulo 10 - Capítulo Dez.


Leo ainda estava tentando decidir qual terno usar. Eles ainda tinham quase dois meses antes da cerimônia, mas você conhece o ditado: nunca é cedo demais para se preocupar com essas coisas de moda. Ele havia passado do estágio de barriga, sendo tão magro quanto ele e já que estava com quase seis meses. Ele queria ser olhado e as pessoas verem que ele estava esperando um filhote, que era dele e de Cris. Por uma noite, ele estaria aberto sobre seu relacionamento.

Leo constantemente se olhava no espelho. Ele ainda estava surpreso com o quão grande ele tinha ficado tão rapidamente. Tanto Cris quanto Leo ficaram surpresos ao descobrir que Leo só esperava um bebê, pois sua barriga já era bem grande.

Tanto Leo quanto Cris foram indicados ao Ballon deste ano. O Barcelona havia vencido a La Liga, o que significava que Cris e Leo eram os favoritos. Leo estaria perto de dar à luz então, mas ele havia recebido uma aprovação de seu médico. Ele estava pronto para ir.

Era uma manhã ensolarada e quente. Eles tinham que estar prontos às cinco, eles iam fazer uma sessão de fotos hoje. Eles ainda tinham muito tempo. O vínculo deles ficou tão forte após o incidente da 'tentativa de estupro', que eles puderam sentir um ao outro, antes que todos os sentidos físicos aflorassem. estava atrás da porta.

“Você não deveria estar perto do cheiro de tinta, sabia?” Cris passou um braço possessivo pela cintura de Leo, movendo os pés de Leo para que saíssem do berçário. Cris decidiu que queria pintar ele mesmo. Eles tinham muito tempo livre agora, então ele não conseguia ver por que não. Ele estava pintando de azul claro, com listras brancas, delicados toques de preto. Ele estava atrasado, pois havia decidido não muito tempo atrás resolver o assunto com as próprias mãos, mas estava chegando lá.

“Como posso ficar longe quando meu Alfa tem tinta em todo o rosto?” Cris riu, tentando localizar a tinta e limpá-la com uma toalha velha. Leo sorriu, assumindo a tarefa.

Eles não tinham feito muitas aparições juntos. Eles eram capazes de manter seu relacionamento privado, algo muito importante para Leo. Leo elogiou sua privacidade e não permitiu que o filho crescesse cercado por tudo isso. Leo aprendera a apreciar as coisas boas que vinham com a fama e a temer as ruins. Ele impediria aqueles de alcançar seu filho enquanto pudesse.

Cris jamais admitiria, mas estava nervoso pra caralho. Ele estava animado, claro que sim, mas, ao mesmo tempo, morrendo de medo de fracassar como pai. Leo estava dando a ele a única coisa que nenhuma outra pessoa neste mundo poderia dar e isso tornou os últimos meses mais especiais, e Cris se certificou de que Leo soubesse disso.

Cris se inclinou contra seu Ômega depois que seu rosto estava limpo. Leo já tinha uma barriga bem grande e ele não podia esperar para mostrar Leo com essas fotos. Leo estava lhe dando seu primeiro filho. Teriam outros, Cris sabia, mas essa situação era, de alguma forma, diferente. Você só se torna pai pela primeira vez uma vez.

E as fotos, de alguma forma, capturavam tudo o que nunca haviam dito entre eles, um para o outro. Não era muito. Apenas Leo e Cris, sem muita produção, com um céu ensolarado ao fundo. E, claro, o bebê deles. Leo nunca tinha entendido porque as grávidas adoravam tirar aquelas fotos quase sempre nuas, até que chegou a sua vez.

Leo tentou culpar os hormônios, mas deixou Cristiano convencê-lo a cobrir as paredes de sua casa com fotos deles juntos, Leo ainda grávido e depois, quando o bebê deles chegasse.

Estava indo bem. Tudo estava perfeitamente bem.

Eles nunca poderiam prever que Leo entraria em trabalho de parto naquela noite.

Tudo começou com uma súbita necessidade de ir ao banheiro. Foi uma tarefa lenta, movendo-se com a barriga, mas ele conseguiu chegar até a porta do banheiro.

Leo sentiu frio, isso é algo que ele nunca esqueceria. Leo caiu de joelhos quando a primeira contração o atingiu. Parecia que alguém o estava esfaqueando com uma lâmina em chamas, a sensação forçando um grito a sair de sua boca. Nenhum livro lhe disse que seria tão ruim.

Cris foi quem acendeu a luz. Apesar de ouvir o grito, ele acordou quando Leo se levantou. Ele não se moveu, mas manteve um ouvido atento, ouvindo tudo. Ele jogou os cobertores fora quando ouviu Leo caindo.

Cris pegou seu telefone, ligando para o médico de Leo para avisá-lo que estaria indo para o hospital em dez minutos. Leo estava quase três meses adiantado e, apesar de ser uma página em branco quando o assunto era gravidez, Cris sabia que isso não era um bom sinal.

Seu primeiro movimento foi ajudar Leo a se trocar, depois trocar de roupa ele mesmo. Ele vestiu o primeiro par de jeans, esquecendo-se de um casaco quando Leo teve outra contração.

Seu cérebro estava correndo quando ele pegou as chaves do primeiro carro que encontrou.

O berçário não está pronto.

O bebê não está pronto.

Leo não está pronto.

Eu não estou preparado!

Merda!

Merda!

Merda!



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