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História Quando em Cartagena - Capítulo 44


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Notas do Autor


Olaaaaa pontinhos de luz não é uma miragem estou aqui para mais um capítulos de Quando em Cartagena! Esse que é o penultimo capítulo dessa fic que é uma viagem! Espero que vocês gostem! Sei que ando um pouco sumida, por isso quero agradecer a paciência de vocês! Não desistam de mim! Please!
Amo vocês e nos vemos nas notas finais!
Enjoy!

Capítulo 44 - Capítulo 36 - Penúltimo Capítulo


- E quando poderemos vê-lo?! – Minha irmã torceu as mãos.

- Em uma hora. – O médico falou sério. – Nós avisaremos vocês

- Claro. – Assenti. – Obrigada, doutor.

- Por nada, em breve avisaremos. – Ele assentiu firme e saiu.

- Ele está bem. – Âmbar me abraçou. – Ainda bem, não saberia o que fazer sem ele.

- E nem precisaremos imaginar. – Sorri brevemente. – Ele vai ficar conosco.

- Eu preciso ver a mamãe e o papai. – Minha irmã afirmou se afastando um pouco. – Quero saber como eles estão.

- Claro, eles precisam de você agora. – Confirmei com a cabeça.

- Lu, qual o quarto deles?! – Questionou.

- 1103 e 1104. – Contei e ela sorriu.

- Então, eu vou e levo Simón comigo. Você aguenta as pontas por aqui sozinha?! – Ela arqueou a sobrancelha.

- Perfeitamente. – Garanti com tranquilidade.

- Ótimo. – Ela endireitou a coluna. – Amor, vamos eu quero ver meus pais.

- Claro, minha linda. – Simón assentiu sorrindo e os dois foram juntos.

- Uf... – Suspirei alto e me voltei para as cadeiras. – Onde estão minha mãe e Nina?!

- A Ju decidiu ir para casa. – Matteo contou e eu franzi o cenho.

- Mas, por quê? – Perguntei sem entender.

- Ela sabe que estar aqui nessa hora pode trazer constrangimentos e problemas para você. – Ele pontuou com tranquilidade. – E, cá entre nós ela está certa.

- Tê-la ao meu lado é tão bom, me traz força. – Abri um sorriso fraco e me sentei em uma das cadeiras.

- Eu te entendo, porém acho que a Ju enxergou que esse é um momento seu com os Bensons. – Matteo passou a mão pelos meus ombros acariciando-os. – É bonito como ela consegue de alguma maneira dividir você.

- É... – Concordei e encarei o nada pensando no momento que tive com minha mãe mais cedo naquele dia.

- Algum problema?! – Matteo se virou um pouco para me encarar.

- Minha mãe quer conhece-la. – Mordi o lábio. – Na verdade ela quer conhecer minha família, mas eu não tenho irmãos e bem, meu pai biológico não pareceu muito a fim de me conhecer.

- Eu acho que ele não acredita na história. – Matteo deu os ombros. – Talvez você deva fazer uma visita.

- Talvez, mas eu ainda precisarei de um tempo. – Encarei minhas próprias mãos. – Há muitas coisas acontecendo e eu ainda estou um pouco ressentida pela forma com que ele falou com minha mãe no telefone.

- Amor, quer um conselho?! – Matteo me encarou sério. – Não traga coisas do relacionamento dos seus pais para a relação que você quer ter com cada um deles em separado. Isso só te fará mal.

- Mas, ele... – Comecei, contudo, a postura firme de Matteo me fez recuar.

- Só pense no que estou dizendo, certo?! – Indagou e eu assenti. – Como você disse são muitas coisas acontecendo e você precisa de foco.

Permanecemos na sala de espera por mais algum tempo, enquanto eu tentava fazer ou pensar em algo de mais utilidade do que esperar. Mas, foi inútil, eu não podia fazer mais nada pela dor dos meus pais, não podia fazer nada por meu avô e para piorar até agora eu não havia tido nenhuma notícia de Sharon. Porém, quando o médico chegou e disse que eu poderia entrar para ver meu avô, senti que talvez os ânimos estivessem mudando um pouco.

- Tem certeza?! – Matteo me olhou um pouco desconfiado.

- Sim, espere aqui fora e se ele estiver bem eu vou te pedir para entrar. – Apontei séria. – Já passou da hora do meu avô entender o seu espaço em minha vida.

- Luna ele passou por um infarto e uma cirurgia. – Meu noivo apontou.

- Eu sei e é por esse motivo que será bom para ele ter a família por perto. E você faz parte dessa família. – Indiquei com tranquilidade.

- Não para ele. – Matteo suspirou e eu segurei a sua mão.

- A essa altura do campeonato vovô Alfredo não tem muitas opções no banco de reservas. – Falei segura. – Me espere aqui, por favor?!

- Claro, meu amor. – Ele beijou minha testa e eu abri a porta do quarto.

- Luna... – Meu avô falou com dificuldade e tentou se mover, logo os aparelhos em sua volta começaram a apitar.

- Por favor, não se exalte. – Comecei calma. – Está tudo bem.

- Como?! Como pode estar tudo bem?! – Ele disse com a voz intercortada.

- O senhor está vivo e bem, meus pais e Âmbs estão bem, e a empresa está em pé, está tudo bem. – Fui firme e ele sorriu.

- Eu sabia que você era a escolha correta. – Meu avô disse com orgulho.

- O senhor me deixou no comando, e eu estou no comando, ao menos por enquanto. – Arqueei a sobrancelha.

- Sua irmã não aguentaria e nós dois sabemos disso. – Ele franziu o cenho.

- Ela se sairá muito bem com o senhor ao lado dela. – Me aproximei um pouco da cama e toquei seu ombro. – Mas, não vamos discutir isso agora, ainda não é hora. – Delimitei. – Como o senhor está se sentindo?!

- Já acharam Sharon?! – Perguntou direto.

- Como se sente?! – Devolvi a pergunta.

- Acharam?! – Seu rosto duro denunciava que ele insistiria e se eu quisesse ganhar as outras batalhas talvez eu devesse perder essa.

- Ainda não, mas os bens dela estão bloqueados e ela está proibida de sair do país. – Contei e vi a mão dele tremer nervosamente. – Por favor, vovô tente se controlar, por sua saúde.

- Minha filha, minha filha... – Ele disse choroso. – Matou um bebê, ela é um monstro e a mulher que eu amei me escondeu isso. Como pode pedir que eu me controle?!

- Sim, a Sharon é um monstro, de muitas formas. Mas, por favor, não questione a vovó Lauren. – Pedi com o coração partido. – Eu sei que é difícil entende-la, para mim foi complicado, mas tudo o que ela fez foi para proteger a mim e a minha mãe.

- Ela deveria ter me dito. – Meu avô maneou a cabeça. – Eu teria contido Sharon antes que ela fizesse ainda mais atrocidades.

- Talvez esse tenha sido o único erro da vovó: acreditar que Sharon poderia mudar. – Engoli seco. – Mas, quem somos nós para julga-la por ter esperança no melhor da filha.

- Se ela soubesse... – Meu avô franziu o cenho. – Se ela tivesse me escultado e não permitido a união de Mônica e Miguel.

- Meus pais seriam infelizes. – Contrapus de imediato.

- Eles estão infelizes agora. – Ele falou amargo.

- Mas, têm a Âmbar, a mim. – Indiquei um pouco magoada.

- Você foi um golpe do destino. – Meu avô falou e eu respirei fundo.

- Ai está a diferença. – Comecei com tranquilidade. – Vovó me viu como um presente.

- E você é... – Ele tentou falar, mas eu o interrompi.

- Ela se deu conta de que não poderia mudar o passado e decidiu conservar o que é bom. – Pontuei e ele abriu um sorriso triste.

- Mesmo assim, não posso evitar pensar que se eu tivesse sido mais firme tudo seria diferente. – Meu avô me encarou profundamente por alguns instantes. – Você entende agora?! Entende o porquê eu não aprovar seu relacionamento com aquele cantorzinho. Ele se relacionou com sua prima e depois com você, sem contar que ele tentou algo com aquela moça enquanto todos pensávamos que ela era sua irmã. Se eu permitir o relacionamento de vocês destruirá a nossa família.

- Em primeiro lugar nossa família já está destruída e meu pai não tem culpa alguma nisso. A única culpada é Sharon, nenhuma decepção amorosa justificou ou justificará um crime desses. – Segundo sobre Matteo e Sofia, isso foi ao seu pedido se não me falhe a memória.

- Ele se apressou em dar a sua versão. – Meu avô riu irônico.

- E ele mentiu?! – Arqueei a sobrancelha.

- Não, mas não era para ser daquela forma. – Ele encarou a porta.

- Não era para ser com ela, mas a magoa que quiseram causar em mim era a mesma. – Acusei sem medo algum. – Por último o caráter de Emília é tão duvidoso quando do da sua mãe, e Matteo não me escondeu essa verdade e eu aceitei.

- Você foi enfeitiçada. – Ele disse entre dentes.

- Vovô depois de tudo o que o senhor fez pensei que não pudesse te amar mais, mas o medo de te perder me fez perceber que me dói mais ficar longe de você do que engolir meu orgulho. – Minhas palavras saltaram do meu coração para minha boca. – Mas, eu não estou sozinha, se me quiser terá que aceitar que eu tenho um noivo. Meus pais apoiam meu casamento e eu o amo, então não vejo motivos para desistir. – Abri um sorriso. – Então, agora é com você. Matteo está lá fora, se me quiser terá que dar uma chance a ele. – Apontei para a porta e ele a fitou por incontáveis segundos.

- Peça-o para entrar e nos deixe a sós. – Ele falou sério.

- Está bem, só não tente fazer o mesmo da última vez, porque do contrário é melhor me esquecer. – Avisei e então sai do quarto.

- E aí?! – Meu noivo me encarou com expectativa.

- Ele quer ver você. – Contei assim que sai.

- Sério?! – Ele arregalou os olhos.

- Sim, por favor, se conseguir seja bom para ele. – Pedi cansada.

- Deixa comigo, musa, não vou desperdiçar minha chance. – Matteo selou nossos lábios e entrou no quarto.

- É, sozinha outra vez. – Suspirei então meu telefone tocou. – Nico?! Alguma notícia.

- Estou indo para delegacia. – Ele falou e meu coração parou. – Sharon está detida, ela foi pega tentando fugir em um aeroporto particular.

- Tem certeza que é mesmo ela?! – Perguntei aflita.

- Absoluta. – Ele confirmou e eu sorri.

- Acha que eu ou outra pessoa conseguiríamos falar com ela?! – Interroguei mordendo o lábio com força.

- Não sei, mas posso tentar. – Meu advogado respondeu.

- Então, por favor, consiga isto.

...

- Quer mesmo estar aqui?! – Encarei minha mãe que havia acabado de sair do hospital e já estava na delegacia para a visita a Sharon que Nico havia conseguido para nós.

- Sim, eu tenho que fazer isso. – Ela assentiu com firmeza. – E você querida, quer mesmo estar aqui?! Essa não será uma conversa bonita...

- Mas, é a conversa sobre o que me trouxe a você. Estou nela até o pescoço, então esse é o lugar em que eu devo estar. – Segurei a mão dela.

- Senhoras. – Um policial se aproximou de nós. – Podem me acompanhar.

- Claro. – Minha mãe assentiu. – Vamos?!

- Vamos. – Falei o nós o seguimos.

O caminho foi permeado pelo silêncio. Eu calculei todo as minhas falas para Sharon, o que diria e como diria. Acho que na cabeça da minha mãe possivelmente havia as mesmas coisas, ou talvez não. Para ser sincera eu jamais conseguiria saber ao certo a dimensão do estrago que toda aquela história havia feito nela. Entramos, em uma sala e Sharon já estava lá. Com seu tradicional tom de superioridade, ela ainda vestia roupas comuns, as peças de grife destoavam da cadeia. Contudo, os fios soltos em seu coque antes tão perfeitamente alinhado, mostravam que algo estava errado.

- Olha se não são a mãe e a filha. – Sharon sorriu desgostosamente. – Por que eu não me surpreendo por vê-las aqui?! O que vieram fazer tripudiar por terem enfim conseguido a empresa?! Ou por eu estar em uma cela?!

- Sim, eu vim tripudiar. – Minha mãe se sentou em frente a ela. – Mas, não por essas razões. Estou aqui para perguntar qual o sabor da derrota depois de ter dado tanto de si para destruir um casamento e não ter conseguido nada?! – Questionou, contudo Sharon manteve um sorriso zombador nos lábios. – Anda responda!

- Eu não teria tanta certeza da sua vitória ainda, irmã. – Sharon disse com tranquilidade. – Vocês descobriram a verdade agora, ainda há tempo para que Miguel a deixe.

- E por que ele faria?! – Minha mãe arqueou a sobrancelha sem titubear.

- Porque suas ações levaram a morte da filha dele. – A mulher a nossa frente falou com ódio.

- Sabe irmã de todas as coisas que você possa querer a única que jamais irá conseguir e essa eu posso garantir porque depende de mim, é que eu não me sinto e nem me sentirei culpada pelo que você fez. – Minha mãe disse emocionada. – Sharon você é um monstro e nenhum sentimento que você tenha ou teve pelo meu marido justifica isso. Você matou uma inocente, um ser sem maldade alguma por puro despeito, não existem palavras para nominar que tipo se ser você é.

- Ah, Mônica você é tão previsível, vir aqui para vomitar sua superioridade... – Sharon riu. – Você é patética.

- Não fale assim com a minha mãe. – Me coloquei na conversa enfim. – Você não tem esse direito. É a única pessoa patética aqui, a única que jamais entenderá de verdade o que é amar alguém. Você é alguém digna de pena.

- Tanto quanto você, minha querida. – Sharon disse com sarcasmo. – Ao menos você se revelou um pouco esperta, deve ser o sangue de pobretona.

- Não se refira a minha filha dessa maneira. – Minha mãe bateu na mesa.

- Aceite a realidade Mônica, ela não é sua filha e ainda foi tirada do lixo. – Sharon se inclinou raivosa.

- Eu não sai do lixo, respeite minha família! – Pontuei com fúria.

- Está vendo, eu não disse, ela não é sua filha. – Sharon se recostou na cadeira. – Sua filha está morta! – Gritou e eu só me dei conta da situação quando ela já havia ocorrido.

- Respeite a memória da minha criança! – Minha mãe disse após golpear Sharon com um tapa. – Ela é um anjinho agora e eu tive a bênção de ter ganhado um presente como minha filha Luna.

- Ela não é sua filha, ela tem outra mãe e vai ama-la mais do que ama você. – Sharon continuou seu jogo psicológico e desta vez fui eu que não aguentei e joguei minha mão no seu rosto.

- Isso é pouco. – Falei nervosamente. – Você merece uma surra. – Apontei meu indicador para seu rosto. – Mas, ficarei satisfeita com a justiça. Mas, principalmente com o fato de que continuaremos es todos juntos como uma família apesar dos sua maldade.

- Belo discurso. – Sharon bateu palmas.

- Vamos Luna. – Minha mãe se colocou de pé. – Não há nada para tirar daqui. Ela é um vazio completo.

- A senhora está certa, vamos. – Falei e dei uma última olhada para Sharon. Era um caso perdido, um trem desgovernado que cedo ou tarde colidirá com sua própria maldade e se destruiria. – Como a senhora se sente?! – Perguntei assim que saímos da sala.

- Meu consolo é saber que minha mãe não está aqui para ter tanto desgosto. – Ela respondeu chorando.

- Não fica assim mãezinha. – Abracei-a forte. – Me parte o coração te ver chorar.

- Luna, ela levou as coisas para outro nível, nem sei dizer se Sharon pode ter sentimentos como uma pessoa comum. – Ela enxugou as lágrimas.

- Não pense nisso, com sorte ela ficará presa pelo resto da vida e nunca mais teremos de lidar com ela. – Disse acariciando seu cabelo. – E esqueça o que ela diz, eu sempre vou amar a senhora.

- Mas, amará sua família biológica também. – Minha mãe se afastou um pouco. – E talvez nisso ela tenha sua razão e eu não posso impedir que você tenha afinidade e amor por sua outra mãe.

- Olha, mas isso não interfere no que eu sinto por vocês. – Abri meu sorriso sincero.

- Luna, meu amor, eu sei que terei que dividi-la de agora para frente. Não estou feliz com isso, mas tenho que aceitar.

- Mãe... – Comecei, mas seu olhar distante me parou.

- Não pense nisso, certo?! Essa é uma coisa minha e você não tem que se sentir mal por isso. – Tocou meu rosto. – Vamos?! Tudo o que eu quero é ir para casa.

- Vamos. – Assenti entristecida.

...

SEIS SEMANAS DEPOIS...

- Me entende?! Sabe eu estou frustrada. – Passei a mão pelos cabelos. – Eu quero muito uma coisa e não posso ter.

- Vai por mim eu te entendo. – Matteo resfolegou alto e se sentou do meu lado.

- Amor, olha não é tão simples. No meu mundo perfeito minhas mães não se sentiriam ameaçadas uma pela outra. – Contei agitando os braços.

- Musa, eu sei que se preocupa e te não te julgo por isso. – Ele pegou as minhas mãos. – Mas, nós podemos esquecer esse assunto só por um instante. Faz um tempo que não ficamos juntos só nós dois.

- Nós jantamos juntos há três dias. – Apontei e meu noivo suspirou longamente.

- Mas, parecem que foi a anos. – Ele tocou meu ombro. – E mesmo assim não estávamos completamente sozinhos, já que você não larga isso aqui. – Olhou feio para o meu telefone.

- Amor, eu sou a CEO interina da Benson, estou atolada de trabalho porque também tenho a Solaria, pensei que você tivesse entendido isso. – Falei cansada. – E também tem toda essa situação de eu estar evitando uma situação com as minhas mães, são muitas coisas.

- É eu sei. – Ele concordou com a cabeça. – Eu também tenho meus projetos Luna, estou montando a escola, me dedicando aos meus outros negócios. Mas, acho que podemos encontrar um equilíbrio.

- Como?! Me diz! Eu preciso de uma luz. – Peguei suas mãos desesperadamente.

- Sobre a empresa, você precisa conversar com a Âmbar e passar o comando para ela, senão não conseguirá focar na Solaria. – Matteo falou sério. – Quanto as suas mães você tem que aceitar o fato de que elas precisam se conhecer, gostando ou não e seja quais forem as consequências isso tem que acontecer. Você precisa tirar esse elefante da sala, musa.

- Entendo, me reunir com a Âmbs, passar o comando, me dedicar a Solaria e organizar um encontro entre minhas mães. – Listei concentrada.

- E por último acho que você precisa relaxar. – Matteo se levantou e pegou a minha mão. – E, é por isso que eu estou oficialmente te sequestrando.

- O quê?! Como?! – Perguntei confusa.

- Estou te sequestrando, a partir de hoje e pelos próximos dias você é exclusivamente minha. – Ele abriu um sorriso estonteante.

- E para onde nós vamos?! Porque você não está me sequestrando para ficar em casa, está?! – Arqueei as sobrancelhas e ele negou com a cabeça.

- Nós estamos indo de volta para o início.


Notas Finais


E então????? O que acharam??? O embate da Sharon com a Mônica foi o que esperavam?! Concordam com a Luna que a Sharon merecia mais do que tapas?! E falando em conversa o que será que rolou no papo do Matteo e do Alfredo?! Bem, talvez no último capítulo vocês descubram... E quanto a conversa da Luna com o Alfredo?! Entenderam os pontos dele?! Concordam?! Me contem! Luna e Matteo vão voltar para o início, mas o que isso significa?! Me falem, deixem a sua opinão!
Amo vocês demais e até a próxima!


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