História Quando eu te Encontrei - Capítulo 8


Escrita por:


Notas do Autor


Oi oi amadas tudo?

Depois de um fim de semestre tumultuado tô viva e tô de volta.

Esse cap foi inspirado na música With Or Without You- U2 (Remasted é a versão que eu usei e vou deixar o link lá embaixo).
Se quiser ouvir a música ao menos na parte da banheira, recomendo! Pq ela vai ser muito importante!

AVISO:

Este capítulo contém cenas de sexo, dominação e palavrões. Se você não gosta, ou se te ofende, POR FAVOR NÃO LEIA!



Boa leitura, queridas!

Capítulo 8 - E Você se Entrega


Fanfic / Fanfiction Quando eu te Encontrei - Capítulo 8 - E Você se Entrega

Diferente do interior do prédio da balada, lá fora a brisa leve do ar estava agradável e a noite era palco para um céu negro e estrelado. Ainda com a cabeça encostada no ombro da morena e observando aquela beleza, Kara resolveu falar. 


- O céu está tão lindo, olha Lee. Quando ela dizia "Lee", Lena sentia um frio repentino na barriga. Ela estava sendo tão fofa, como ela nunca havia visto antes. 


- Realmente está lindo e aqui fora está muito mais gostoso. 


- Não tão lindo quanto você… Kara parou de andar e a olhou. Lena arqueou a sobrancelha surpresa. 


- Vejo que ainda está bêbada… Disse rindo. 


- Por que está dizendo isso? 


- Porque você está muito diferente... 


- Diferente como? 


- Não sei, me elogiando, sendo fofa. 


- Eu sou fofa. Kara cruzou os braços feito uma criança emburrada. 


- Não comigo, linda. 


Ela estava parada a encarando e Lena a pegou pela mão novamente para que elas voltassem a caminhar para o carro que já estava próximo. Ao chegar ao lado do automóvel, a morena abriu a porta para Kara. 


- Quando eu sou fofa você reclama! Ela entrou no carro mesmo com a cara feia e Lena entrou do outro lado, do motorista. 


- Não estou reclamando, só achei inusitado… Então, você quer ir pra onde? 


- Eu estou com muita, mas muita fome! Podemos por favor comer? Fez um bico, de novo parecendo uma criança. 


- Claro, que tipo de monstro eu seria em não alimentar essa criança? Lena disse gargalhando enquanto dirigia. 


- Você fica tão sexy dirigindo… Kara se virou para ela enquanto a observava dirigir. 


- Você acha? Céus como ela mudava de fofa para safada tão facilmente? Pensou Lena.


- Acho sim, quando você está dirigindo eu sinto vontade de fazer você parar o carro e sentar em você… Kara colocou a mão na coxa dela e apertou. 


- Assim você me deixa tímida. Disse se fazendo, pois não estava tímida, estava adorando.


- Tímida você? Acho que não… Kara foi subindo sua mão até chegar em seu sexo e apertou. 


- Ka…Ra! Assim eu não consigo dirigir… 


- Então para o carro. 


- Não acho uma boa ideia pararmos aqui a uma hora dessas, pode ser perigoso. Kara virou os olhos e tirou a mão dela e voltou para seu lugar. 


- Aff. Às vezes você é tão chata. 


- E você é muito mimada. Kara deu de ombros.


- Eu não sou mimada.


- Ah, não? Se eu não faço o que você quer, você fica assim, então você é mimada sim.


- É diferente, você tem que fazer tudo que eu quero e pronto. 


- Ah, tenho é? Lena riu incrédula da audácia dela. 


- Claro. 


- E por que eu tenho que fazer tudo que você quer? 


- Eu já disse, porque você é louca por mim! Lena parou o carro no drive-thru e a encarou sem saber o que responder tamanha coragem dela em falar aquilo tão tranquilamente e com tanta certeza.


- Acho que você é muito convencida... 


- Não sou, sou realista. É diferente. 


- O que você quer comer?


- Você! 


- Kara, você disse que estava com fome, tô falando de comida.  


- Big Belly Burger? É o meu preferido, como você adivinhou? Disse animada vendo a placa.


- É simples, porque você é uma criança. 

 

- Eu vou querer um Belly Flop com refri de limão, batata frita e um milkshake grande! O daqui é delicioso, vou querer o de morango. 


- Boa noite, por favor, um Belly Flop com fritas e refrigerante de limão, um milkshake grande de morango e uma água com gás. 


- Você só vai tomar água?


- Não.. É pra você. 


- E você não vai pedir nada pra comer? 


- Eu não estou com fome. 


- Você quem sabe, mas eu não vou dividir meu lanche com você. 


- Você realmente parece uma criança. Ela dirigiu até o outro lado, pagou e pegou o pedido e entregou para Kara. 


Enquanto dirigia, Lena observava como ela parecia uma criança abrindo aquele pacote e tomando aquele milkshake. 


- Oh, Lee... Você precisa provar esse milkshake, é muito delicioso. Colocou o canudo na boca dela, não dando muita opção dela recusar, assim, ela tomou um gole.


- Hum, realmente delicioso. Sorriu imaginando em como ela poderia pedir uma mistura tão estranha de coisas e se ela realmente comeria tudo aquilo.


- Você nem tomou direito! 


- Tomei sim, é bom, não faz essa cara. Kara estava com um bico enorme que desapareceu rápido quando ela tirou o lanche do saco e a caixinha com batatas. 


- Você realmente vai comer tudo isso?


- Claro, é delicioso. Disse de boca cheia.


- Céus, como você consegue ser tão magra? 


- Eu me mato na academia depois? Mentira, acho que é genética? Sei lá. 


- Conta outra, dúvido que você não malha. 


- Mas eu malho…


- Claro pra ser gostosa assim… Essa parte saiu mais como um sussurro para si mesma.


- Eu só não sou muito preocupada com isso num mundo onde existe tanta comida deliciosa. Hum, isso está muito bom, tem certeza que não quer?


- Tenho, me contento em ver sua alegria comendo. 


O celular de Lena começou a tocar, ela olhou na tela e era Sam, então ela atendeu. 


- Oi, Sam. 


- Luthor, é a Alex. Disse Alex séria e parecendo um pouco brava do outro lado da linha. 


- Ah... Oi, Danvers. 


- Eu estou morrendo de ligar no celular da Kara e ela não atende, você está com ela? Onde vocês estão? 


- Acho que ela está um pouco ocupada devorando o Big Belly Burger dela e não deve ter visto. Estamos no carro. 


- Luthor, a Kara está bêbada, se alguma coisa acontecer com a minha irmã, eu acabo com você. 


- Ei, ei, calma aí, ela está bem, está comendo agora e vai melhorar. Eu não iria deixar alguma coisa acontecer com ela. Já vou levar ela pra casa, ok?


- Ótimo, leva ela pra casa e pede pra ela me ligar, obrigada. E já sabe, Luthor! 


- Pode deixar, Danvers! 


- Por que a Alex te ligou? 


- Ela estava preocupada com você, disse que vai acabar comigo se algo te acontecer...


- A Alex sempre quer me proteger, não leve para o lado pessoal. 


- Imagina, sua irmã é assustadora!


- Relaxa, Lee. Ela parece brava, mas quando você a conhecer melhor vai ver que é tudo pose, ela é uma amor.


- Tudo bem, eu não tenho medo dela. Você quer que eu te deixe em casa? 


- Ah não, eu não quero ir pra casa, eu não aguento mais ficar sozinha naquele apartamento.


- Se eu não te levar embora a Alex vai vir atrás de mim. Disse em tom de deboche.


- Podemos ir pra outro lugar? Qualquer lugar, menos minha casa. Lena quase ficou com dó da cara que ela fez. 


- Tudo bem, podemos ir pra minha casa, o que acha?


- Acho ótimo! Disse animada ainda de boca cheia e Lena estava se divertindo muito com aquela Kara bêbada e se acabando com aquela comida toda. Lee… 


- Oi. Olhou para ela e ela estava com cara de quem havia feito algo de errado. 


- Você vai ficar brava se eu disser uma coisa que eu fiz?


- Não. O que foi?


- Promete? 


- Prometo, o que foi, Kara?


- Eu derrubei batata no seu carro, não briga comigo, por favor. Gargalhou de nervoso ou porque estava bêbada e Lena também riu. 


- Não tem problema, Kara. 


- Eu vou tentar pegar… Ao se abaixar para tentar pegar a batata que havia derrubado, ela derrubou ainda mais e Lena a segurou. 


- Deixa, Kara, não tem problema. 


- Meu Deus! Você vai querer me matar, olha a sujeira que eu fiz. 


- Por que você acha que eu iria fazer isso? Pareço uma bruxa?


- Porque você é muito brava e é um Porsche! Céus, um Porsche! Lena gargalhou com o desespero dela.


- É só um carro, Kara, depois eu mando lavar. 


É claro que se fosse qualquer outra pessoa, ela teria ficado realmente brava, mas naquela situação de Kara bebada engraçada e fofa, onde ela estava adorando a situação, não iria se importar com algo tão bobo. 

Elas entraram em uma garagem e Lena fechou a porta, desceu e foi abrir a porta do carro para Kara sair, realmente tinham muitas batatas no assoalho e no banco do carro, parecia que ela mais tinha derrubado do que comido. A CEO pegou a água e entregou para ela. 


- Você só não tomou a água, né? 


- Eu não quero água, estou cheia. 


- Toma um pouquinho, vai ser bom pra você não ter ressaca amanhã…


- Eu me sinto ótima depois de comer! 


- Menos mal, vem, vamos entrar. Lena a pegou pela mão e levou para dentro da casa. 


Mesmo estando escuro, Kara pôde ver que a garagem parecia muito grande e imaginou que deveria ter mais de um carro ali. Quando entrou ficou chocada com a beleza do lugar. Não era uma mansão como aquelas com milhões de quartos como as pessoas bilionárias de filmes costumavam ter, mas era uma casa grande e muito linda e bem decorada. O que mais chamou a atenção dela foram algumas paredes que eram todas de vidro e dava para ver a piscina que tinha lá fora. 


- Sente-se, eu vou pegar água gelada pra você. 


- Você só vai me dar água? 


- Até você estar sóbria, sim. 


Enquanto Lena saiu para buscar a água, ao invés de se sentar, Kara começou a andar pela sala e olhar as coisas, mais que isso, buscava os detalhes nos objetos. Em um canto tinha um pequeno quadro com uma foto de Lena, ela parecia muito jovem naquela foto, provavelmente ela teria sido tirada na adolescência. Ela se aproximou com o copo de água e entregou para ela. 


- Quantos anos você tinha? 


- Não tenho certeza, acho que dezesseis ou dezessete… 


- Você sempre foi tão linda. Colocou a foto de volta no lugar e passou as costas do dedo no rosto dela. E continua linda… Lena sorriu tímida e abaixou o rosto. 


- Obrigada. 


- Você está vermelha? 


- Você me deixa tímida me elogiando assim. 


- Não é engraçado? 


- O que? 


- Nós já transamos varias vezes e você ficar tímida com um elogio meu? 


- É, mas sei lá, é diferente.

 

- Diferente como? 


- Não sei, às vezes você me deixa sem jeito. Você faz muitas perguntas! Toma sua água. Quer sentar? 


- Não, eu quero olhar suas coisas, posso? 


Depois do pedido, Lena assentiu e foi até  um balcão próximo dali, serviu uma dose de whisky e se sentou no sofá, apenas tirou os sapatos e jogou para o lado.


Os olhos de Kara percorreram tudo e ela olhava em volta parecendo uma criança deslumbrada. As partes de vidro eram lindas e a baixa luz dava um ar de mistério e conforto para o lugar. Viu também que tinha uma escada que dava para um segundo andar. 


- Sua casa é muito linda. 


- Obrigada. 


- Mas é um pouco diferente do que eu imaginava… 


- Diferente? Diferente como? Então você imaginava como seria minha casa?

 

- Sim, desde que eu te conheci na Luthor-Corp eu ficava imaginando. Kara caminhou até o sofá onde ela estava e sentou no colo dela. 


- E é como você imaginava? Levou o copo aos lábios e tomou um gole do whisky sem gelo.


- Não. Sim. Na verdade, eu não imaginava que você moraria numa casa, imaginava um apartamento, aqueles enormes na cobertura.  


- Eu já morei em apartamento na época da faculdade, mas não gosto muito, prefiro casa. A mão de Kara foi até o copo, ela o pegou e cheirou. 


- Não sei como você consegue tomar isso… 


- Você já experimentou?


- Sim e odiei. Isso porque eu tomei com gelo, imagina você que toma isso puro… A careta que ela fez, causou risos na morena.


- Você diz que não gosta de whisky e que tem um gosto horrível, mas você beija minha boca. Minha boca não tem gosto de whisky?


- Tem às vezes quando você bebe. Como na primeira vez que nos beijamos… Mas é diferente, o gosto da sua boca é diferente, mesmo quando você bebe whisky a sua boca ainda fica gostosa… Não sei explicar, o gosto da sua boca é único e diferente de tudo que eu já provei… 


- Uau... Tudo bem, me convenceu… 


Mais uma vez, Lena tomou um gole e às mãos da loira foram até o copo, ela o colocou para o lado e depois colocou os braços em volta do pescoço dela. 


- Mesmo não tendo acertado, acho que acertei um pouco, se parece com você...


- Em que?


- Bom, é elegante e bonita, linda na verdade, mas tem muito charme e parece ser um lugar confortável, acho que você gosta de conforto. 


- Quem não gosta. 


- Tem razão. Kara inesperadamente encostou seus lábios aos dela e elas se beijaram, depois do beijo ficaram ainda com as bocas próximas uma da outra e com as testas coladas.


- Você tem gosto de batata frita. As duas riram. 


- Eu comeria mais batatas. 


- Você comeria se não tivesse derrubado metade no meu carro… 


- Isso porque disse que não iria ficar brava… 


- Eu não estou brava, só estou constatando um fato.


- Que pena, se você estivesse brava, eu poderia fazer algo para que você me perdoasse. Disse massageando os ombros dela e a encarando com um olhar bastante sugestivo. 


- Nesse caso estou brava, estou muito brava com você! 


- Entendo, eu sou uma garota má, não é mesmo? 


- Sim… 


A loira se levantou, ficou de pé de frente para ela e a encarou, séria, porém, sexy. Toda a atenção de Lena era totalmente dela. A loira foi até o copo que estava ao lado dela pegou e tomou um gole. Colocou o copo de volta no lugar e permaneceu de pé. De forma simples e rápida, sem tirar os olhos dos dela, ela se abaixou, tirou sua calcinha calmamente e jogou nela, deixando a morena de boca aberta. Aquela mulher poderia acabar com ela com uma simples olhada, mas aquilo era muito mais do que isso. Estava diante de uma deusa e, mais uma vez, o que Kara pedisse, mandasse, ela faria.

 Ainda com o salto, Kara colocou o pé no meio das pernas dela e as mãos da morena foram até a perna dela e ela começou a acariciá-las. Dizer que já estava excitada, para Lena seria pouco. O pé de Kara subiu e desta vez, ela o forçou contra o peito de Lena, fazendo ela se encostar no sofá. Como a loira era alta e ela estava sentada, fazia aquilo sem o mínimo de esforço, deixando Lena sem palavras, ela não queria nem pensar em nada, pois não queria perder um minuto sequer daquele espetáculo à sua frente.


- Você gosta de apanhar, Lena? Disse forçando ainda mais o pé contra o peito dela, lhe causando uma leve dor prazerosa. 


- Quem não gosta de apanhar de mulher bonita? 


- É só sim ou não. Você não tem o direito de falar mais nada. Disse empurrando mais uma vez o pé contra seu peito. E então? 


- Au… Sim! 


- Ótimo! Sorriu no canto dos lábios. Agora tire meus sapatos! As mãos da morena foram até o fecho da sandália ainda contra seu peito, ela o abriu e tirou a sandália. Agora beije meu pé! 


Naquele tom de ordem, Lena não poderia e também não queria negar. Beijou o pé dela e depois fez o mesmo com o outro. Aquela mulher estava no mínimo tentando matá-la. Depois disso, Kara se ajoelhou no meio das pernas dela, tirou o terno dela e jogou para o lado, em seguida, abriu um a um os botões do colete dela, mas não o tirou. As mãos foram até os botões da camisa preta de seda e da mesma forma, ela abriu um a um os botões, até deixar a camisa totalmente aberta.

Ela fazia tudo naturalmente enquanto a encarava de forma obscena e Lena estava se segurando para não agarrá-la logo, na verdade estava gostando tanto daquela tortura que queria ver até onde ela iria. Já com a camisa aberta, as mãos dela foram até seus seios e ela os apertou com vontade e com força, fazendo a morena gemer em antecipação. Então Kara sentou no colo dela e começou a rebolar, ainda segurando em seus seios e fazendo movimentos circulares neles. 


- Então você gosta de apanhar? 


- Sim! 


Apenas uma das mãos de Kara deixou seu seio para que ela lhe desse um tapa na cara, fazendo Lena sentir ainda mais desejo percorrer seu corpo, parecendo subir por suas próprias veias. Sem nem ao menos tirar o sutiã dela, Kara enfiou a mão por debaixo do tecido até que encostasse em seu mamilo rígido e ela o apertou contra os dedos polegar indicador. Ela apertou com força, fazendo Lena gemer numa mistura de dor e tesão.  Quando as mãos da morena tentaram buscar as pernas da loira, ela protestou. 


- Se você me tocar, eu paro! 


Rapidamente, mais uma vez ela levantou a mão e lhe deu um tapa e logo seguida deu outro, foram três seguidos, fazendo Lena sentir um leve formigamento no rosto. A dor pouco lhe importava, o que incomodava mais era que queria fodê-la logo, fodê-la sem dó. 


- Eu preciso te sentir… 


- Cala boca! Quem manda aqui sou eu! Levantou a mão e lhe deu outro tapa. 


- Você quer me matar? Cada tapa que você me dá só faz eu querer te foder com mais força. Kara sorriu realizada, mas nada a fazia sair daquela pose dominadora. 


- Você quer me sentir? 


- Sim! 


- Implore… 


- Por favor, eu preciso te sentir… 


- Eu vou deixar, mas você pode apenas me sentir sem me penetrar, senão a gente para. Lena apenas assentiu com a cabeça, mal podia falar de tanto tesão que estava sentindo. 


A mão dela foi até o meio das pernas da loira e ela pôde sentir a umidade dela em seus dedos. Ela não estava molhada, estava encharcada e os dedos de Lena deslizavam entre seu clitóris e sua entrada. 


- Eu estou tão molhada… Falava no ouvido dela gemendo e sussurrando. Tão molhadinha…  


- Sim… Kara, por favor, eu não estou mais aguentando isso… 


- O que você quer, Lena? Você quer foder minha boceta molhadinha? 


- Sim… Por favor… 


- Enfia, Lena… Enfia seus dedos na minha boceta… 


Sem nenhum esforço, Lena fez exatamente o que ela mandou e a penetrou com dois dedos. Arrancando gemidos altos dela. A mão da loira foi até a mão dela e ela a segurou e depois começou a rebolar nos dedos dela. 


- Seus dedos entram tão facilmente em mim… Ah… Ah… Você quer me foder, Lena? 


- Sim! Quero te foder muito, sua vagabunda. 


- Ah… Que delícia rebolar nesses seus dedos… Ah… 


Quanto mais ela gemia rebolava, mais Lena tinha a certeza de que aquela mulher estava no controle de tudo e ela era apenas uma peça ali, apenas iria obedecer e fazer o que ela quisesse porque estava cada vez mais louca por ela. Para a frustração dela, do nada Kara se levantou e saiu da posição que estava antes, ficando de pé de frente para ela. 


- O que você está fazendo? Disse frustrada e até um pouco brava. 


- Cala boca! 


- Kara, volta aqui agora, você não vai me deixar assim… Levou mais um tapa na cara,  que dessa vez a deixou furiosa. Como ela poderia se atrever a parar naquele momento? 


- Eu mandei você calar a boca! 


A loira se abaixou e levou a mão direita até o meio das pernas dela, ela foi até o sexo dela e apertou, arrancando um gemido sôfrego dela. 


- Você só pode abrir a boca se for pra gemer… 


As duas mãos da loira subiram até os seios dela e mais uma vez ela os apertou com força. Lena já não estava mais aguentando a latejação que sentia, só de olhar para aquela cara de safada dela já era suficiente para sentir vontade de gozar. Ela foi até o colete e o tirou, restando apenas a camisa, mas não continuou, desceu as mãos até os joelhos dela e foi subindo, apertando os dedos com força suas coxas até sua virilha. 

O semblante de desespero da morena causava prazer na loira, e ela iria prolongar o quanto pudesse o sofrimento dela. As mãos foram até o zíper da calça dela e ela o desceu devagar e calma, mas em seguida, foi até as laterais da calça e a desceu com pressa, desespero, depois fez o mesmo com a calcinha, ela mesma já não estava mais aguentando a espera. Tinha vontade de senti-la, estava louca de desejo, saudade do gosto dela. 

Olhando ainda dentro dos olhos dela, Kara abriu um pouco mais as pernas dela, depois se ajoelhou no chão, foi subindo com a boca na parte interna de uma das coxas. Quando chegou na virilha, atravessou a língua de baixo até em cima, depois pulou para o outro lado, causando uma tremedeira nas pernas de Lena. 


- Kara… Gemia ofegante. Por favor… Eu não aguento mais… 


A loira apenas sorriu safada, agarrou desta vez com força as duas pernas dela e afundou seu rosto. A primeira coisa que fez foi ir com a língua até sua entrada quente e molhada e subir com a língua dura até o clitóris dela. 


- Porra! Gemeu com a sensação daquela língua que parecia que iria rasgá-la ao meio. 


Sentindo ainda mais desejo, Kara começou a brincar com a língua e alternar entre a entrada e o clitóris, não sabia o que era mais gostoso. Precisava sentir o gosto dela mais e mais. A chupava com gosto, com vontade, estava ficando louca e sentia que iria gozar a qualquer momento se não se controlasse. O clitóris dela estava começando a ficar inchado de tesão e a única coisa que ela poderia fazer seria tomá-lo para dentro de sua boca é mamá-lo. As pernas de Lena tremiam enquanto ela gemia alto e massageava e apertava seus cabelos. Ela começou a afastar o corpo para trás, como se tentasse fugir, mas Kara não permitiu, ela a puxou pelas pernas a trazendo mais para a ponta do sofá, mais para cima de sua boca. 

Quando percebeu que ela estava prestes a gozar, Kara parou de mamar, passou a língua mais uma vez em sua entrada a forçando a ponto de quase penetrá-la e depois afastou o rosto e olhou para ela.


- Não se atreva a parar agora! Disse em desespero. 


- Você quer gozar? 


- Caralho, eu preciso! 


- Tadinha, eu sou uma garota tão má… Passou a língua mais uma vez sua entrada. 


- Porra, Kara! O que você está fazendo? 


- Cala boca! Você só pode abrir a boca para gemer… 


Antes que ela pudesse protestar novamente, de fato apenas gemeu quando ela a penetrou sem aviso prévio. Ela enfiou os dedos de uma vez e foi fundo, depois os tirou lentamente se deliciando com o desespero dela. 


- Ah… Droga!


- Você é sempre tão apertadinha… Disse enfiando novamente os dedos lentos. 


- Mais rápido, Kara! 


- Eu mal comecei e você já está se contraindo nos meus dedos…


- Ah… Porra… 


Com a mão livre, Kara enrolou o rabo de cavalo na mão e puxou com força, fazendo Lena sentir ainda mais tesão e começou a meter rápido e com força. 


- Ah… Ah… Isso… 


Enquanto a fodia, os gemidos desesperados dela eram música para seus ouvidos, mas não mais do que o que Lena lhe pediu em seguida. 


- Com quantos dedos você está? 


- Dois… 


- Eu quero mais, Kara… Eu quero três dedos… 


Não precisou implorar desta vez, pois aquilo era um prazer próprio e Kara tirou os dois dedos e depois a penetrou com três. Ela estava tão molhada que mesmo os três dedos deslizavam facilmente para dentro e para fora dela. Infelizmente ou felizmente, ela não demorou muito a gozar. Depois de gemer frenética e se agarrar no corpo da loira, ela se contraiu com força e expulsou os dedos para fora, molhando a mão inteira dela com seu orgasmo. 


- Molhou minha mão todinha…


- Culpa sua que fica me torturando. Ela estava ofegante e cansada. 


- Farei isso sempre se for pra fazer você gozar gostoso assim...


Todo aquele sofrimento exigiu muito esforço de Lena e enquanto ela tentava recobrar o ar, Kara retirou a mão molhada do meio de suas pernas e passou em peito dela, espalhando seu orgasmo com um sorriso realizado e se sentou em seu colo. Depois, ela desceu passando a língua e fazendo Lena quase gozar de novo. Aquela mulher certamente iria acabar com ela em todos os sentidos. 


- Agora eu posso falar? Perguntou receosa e Kara gargalhou, como ela adorava estar no controle da situação. 


- Pode… 


- Eu preciso de algo gelado, estou com muita sede! Minha garganta está seca. As duas riram e Kara lhe deu um beijo. 


- Acho justo você sentir esse seu gosto maravilhoso na minha boca!


- Justíssimo... Eu vou pegar água, você quer?


- Sim… 


A loira saiu do colo dela e elas se levantaram e Kara olhou para a escada. 


- O que tem lá em cima? 


- Meu quarto. 


- Posso conhecer?


- Sim, vamos, mas antes liga pra sua irmã e diz que você está bem, por favor. 


- Medo dela te bater? 


- Não? Eu sei me defender, mas ela vai ficar preocupada, manda nem que for uma mensagem.


- Tá bom eu mando, mas eu acho que a minha bolsa e meu celular ficaram no carro… 


- Vai subindo que eu vou buscar. 


- Tá bom. Lena se virou para sair e Kara a segurou pela mão. Lena... 


- Sim? Kara foi até ela e lhe deu um selinho. 


- Pronto, agora pode ir. Lena sorriu e saiu, ela nem parecia a mesma pessoa que a estava dominando segundos atrás. Como podia? Ser tão vagabunda e depois ser tão fofa? Onde aquela mulher esteve todo aquele tempo? Não sabia, mas a queria cada vez mais.


Depois de ter comido e tomado tanta água, Kara sentia que os efeitos do álcool estavam diminuindo cada vez mais. Subiu as escadas sem dificuldade, mas agradeceu por não serem tão altas. A casa toda parecia planejada e na parte de cima só tinha um quarto, o quarto dela que era enorme, tanto que Kara teve a certeza de que seu apartamento cabia dentro daquele quarto. Assim como os cômodos embaixo, tinha vários detalhes e uma parede de vidro que dava em uma sacada, ela caminhou até lá e saiu. 

Um vento gelado balançava seu vestido e seus cachos loiros. O céu antes estrelado, agora estava coberto por algumas nuvens avermelhadas. Ela fechou os olhos e sentiu as primeiras gotas da chuva fria tocarem seu rosto. Ao sentir a água gelada, teve a certeza de que estava acordada, que não era um sonho. Apesar da leve embriaguez, ela sabia de tudo que estava fazendo. Ela sabia muito bem aonde estava e com quem estava. Não queria estar em nenhum outro lugar e com mais ninguém. 

A verdade era que estava tão cansada de fugir, de fugir dela e do que sentia. O álcool ajudou muito a criar coragem de se entregar a tudo isso e ir até ela. A verdade era que se Lena não tivesse ido lá, provavelmente estaria bêbada em seu apartamento solitário pensando nela, algo que já fazia todos os dias, exceto pela bebida.

Imaginar que iria dormir com ela, depois de toda a noite juntas que tiveram, isso sim a fez imaginar que aquilo tudo era um sonho. A forma como Lena a tratava, como sempre tinha feito, era diferente. Ela era carinhosa e cuidadosa e em momento algum se aproveitou dela pelo fato de estar bêbada, muito pelo contrário, cuidava dela e parecia preocupada. 

A chuva fina começou a cair e em pouco tempo Kara já estava toda molhada e mesmo sem perceber começou a tremer. Não se importava, só precisava sentir aquela água fria a trazendo cada vez mais de volta para a realidade, mas a voz que a chamou, a trouxe muito mais. 


- Kara, vem pra dentro, você pode ficar doente. A AEO olhou para ela e a enrolou numa toalha a sentou na cama. Aqui está sua bolsa, manda mensagem para Alex. 


A loira assentiu, abriu a bolsa e pegou o celular, enviou uma mensagem para Alex dizendo que estava bem e que iria dormir fora, para ela não se preocupar. Depois jogou o celular para o lado e olhou para Lena. 


- Prontinho. 


- Agora você precisa de um banho, vem comigo.  A pegou pela mão e levou ela até o banheiro, que por sinal, também era enorme. 


- Você tem uma banheira de hidromassagem? Por favor, podemos? 


- Claro, vou colocar pra encher. Você está bem? Precisa de alguma coisa?  Quer mais água? 


- Eu estou ótima e tenho certeza que depois de um banho nessa banheira eu vou estar melhor ainda. Eu só queria uma coisa, na verdade duas. 


- O que? 


- Uma música e você comigo nessa banheira. Lena sorriu com a sugestão. 


- Eu vou colocar a música, já volto.


Ela foi até o quarto e ligou o som e quando voltou Kara pediu ajuda para abaixar o zíper de seu vestido. Ela  se virou de costas para ela e as mãos de Lena foi até o zíper, enquanto ela observava a diferença de altura delas, Kara era um pouco mais alta que ela. Ela abaixou o zíper e Kara se virou de volta para ela e começou a tirar a única coisa que ela ainda vestia, a camisa. Lena empurrou o vestido dela que caiu no chão, enquanto ela abria seu sutiã. As poucas peças de roupa foram caindo no chão e logo elas estavam nuas. Kara foi até o rabo de cavalo dela e o soltou.


- Você fica ainda mais linda de cabelo solto. Kara entrou na banheira e se sentou e Lena também se sentou de frente para ela. Uau isso é muito relaxante...


- Demais... Lena prendeu o cabelo num coque bagunçado. Desculpe eu não quero molhar o meu cabelo agora, não gosto de dormir com ele molhado.


- Tudo bem, você fica linda de qualquer jeito... Cadê a música? 


-Eu fui até lá ligar o som e e esqueci de colocar a música no celular, espera. Pegou o celular e apertou play.  


Em sua casa incrivelmente planejada, havia saídas de som em algum lugar por ali que Kara não conseguiu identificar e o som era suave e bem distribuído por todo o ambiente. Ao apertar o play, Lena deitou na banheira deixando a água cobrir seu corpo até o pescoço e fechou os olhos, amava aquela música. Quando a música começou a tocar, Kara não acreditou, ela também amava aquela música. Lena abriu os olhos quando sentiu Kara se aproximar. 


- Posso ficar perto de você? 


- Claro, vem cá. Ela se sentou entre as pernas dela e se encostou em seu corpo e Lena passou os braços em volta dela. 


- Eu amo essa música… 


- Eu também, mesmo ela sendo triste, eu não consigo pensar dessa forma, eu vejo o lado bom, sabe? 


- E qual seria?


- Quando ele diz: "Eu vou esperar por você" e depois "com ou sem você". Mesmo estando ferido, machucado, ele está esperando, porque ele quer, porque ele sabe que um dia vai dar certo. Pra mim essa música mostra que mesmo estando sofrendo, ainda existe esperança… 


- Uau, Lee… Isso foi… Lindo. Naquele momento, com aquela música e aquelas palavras, Kara teve a certeza que estava se apaixonando por ela. Você pode deixar a música repetindo? Eu quero ouvir de novo...


- Sim, eu sempre faço isso. 


- Então só vamos ouvir ela! As duas riram e Lena concordou. 


Com uma das mãos, Lena brincava com a espuma que se formou na superfície da água enquanto viajava em seus pensamentos e apenas relaxava naquela água quente. Aquela música sempre a tirava do próprio corpo e a fazia imaginar muitas coisas boas. Ela estava de olhos fechados e Kara ficou olhando para os movimentos de sua mão. Pegou aquela mão e começou a olhar os detalhes, passar os dedos em cada linha ali presente. 


- Suas mãos são tão lindas, eu já te disse isso?


- Acho que sim, quando nos conhecemos e hoje é a segunda vez… Será que porque está bêbada e não se lembra? Brincou.


- Não! Eu sei que já disse, mas suas mãos são tão lindas, tão perfeitas, eu acho elas tão delicadas e ao mesmo tempo sei que elas são tão fortes quando você me pega daquele jeito… Aquela simples citação e o corpo de Lena piscou. 


- Isso foi inspirador… Arqueou a sobrancelha mesmo Kara estando de costas para ela e não podendo ver.


- Eu sinto que já estou sóbria… 


- A chuva e o banho devem ter ajudado, você está se sentindo bem?


- Me sinto ótima. Kara se virou e deu um beijo em sua boca que trouxe um misto de romance pela música e um pouco de alívio na morena por ela não parecer arrependida de estar ali. Eu só preciso de uma coisa agora. 


- O que? 


- De você… Sussurrou em seus lábios. 


Se levantou e sentou em seu colo de frente pra ela, colocou os braços em volta do seu pescoço e a beijou de novo. As mãos dela foram até a cintura de Kara e ela a apertou. 


- Vamos para a cama? 


Dizendo isso, Lena se levantou e saiu da banheira, pegou uma toalha e entregou para Kara. 


- Toalha pra que se eu quero ficar molhada? Disse mordendo os lábios. 


- Porque a água está quente e você vai ficar com frio por causa do ar condicionado. Só se enxugue que te deixar molhada não é nenhum problema pra mim. 


- Você sempre pensa nos mínimos detalhes?


- Eu sou detalhista e acho que detalhes fazem toda diferença. 


Ao abrir a porta do banheiro uma pequena corrente do ar frio invadiu o banheiro e Kara sentiu e de fato, estava com frio.


- Tá frio aqui, desliga esse ar! 


- O que eu disse? Lena deu risada. Não precisa desligar, logo seu corpo acostuma. 


- Então aumenta a temperatura porque eu estou com frio! 


- Eu tô vendo… Lena se aproximou e beijou seu pescoço enquanto sua mão acariciava seu peito arrepiado e seu mamilo rígido. Pode deixar que eu te esquento… 


- Você me deixa molhada tão fácil… Disse Kara com os olhos fechados, sentindo ela apertar seu peito fazendo movimentos circulares, fazendo cada pêlo do seu corpo se arrepiar.


- Mas já? Eu ainda nem comecei, baby… 


- Eu amo quando você me chama assim e adoro quando me toca desse jeito… Lena as conduziu até a cama e Kara se deitou e ela deitou por cima dela. 


Dessa vez os beijos eram lentos e nenhuma das duas estava com pressa. Sentir o corpo quente de Lena em cima do seu completamente nu  enquanto ela a beijava intensamente, trazia uma mistura de sentimentos para Kara, ela passava as mãos por toda extensão de suas costas e apertava cada milímetro entre os dedos. A chuva agora, caía incessante lá fora e os relâmpagos iluminavam o quarto. 


- Eu não acredito que finalmente vou ter você na minha cama… Disse no ouvido dela. 


- Essa noite eu sou sua, Lena. Inteiramente sua… 


Notas Finais


E aí sapinhas? Contentes??

Como eu conheço vocês, sei que sempre arrumam motivos pra surtar kkkkkkkk

Link da música:

https://open.spotify.com/track/6ADSaE87h8Y3lccZlBJdXH?si=vsRC7xGeS46dJRPfumIBVQ


Meu twitter: @Caammylla Eu costumo avisar aqui quando vai ter att.


Aguardo os surtos tá?? Mas eu tbm queria saber o que vocês esperam da fic...

Beijos e até o próximo!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...