História Quando eu voltar - Capítulo 1


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Categorias Originais
Tags Drama, Escolhas, Família, Pesadelos
Visualizações 13
Palavras 1.069
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Pansexualidade
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Ola gente.
Esta é minha primeira historia.
Espero que gostem(e leiam😅😅😅)
Desde já agradeço

Capítulo 1 - As vezes precisamos do era uma vez...


Fanfic / Fanfiction Quando eu voltar - Capítulo 1 - As vezes precisamos do era uma vez...

"Eu não me acho bonita, na maioria dos dias me acho bem feia, mas quem é que não se sente assim. Meus pais me falam que eu sou a melhor coisa que já aconteceu para eles. Na verdade acho que foi bem ao contrário, eles foram a melhor coisa que me aconteceu, eles são imensamente especiais para mim..."

-Eu preciso continuar mesmo fazendo isso?- pergunto para a doutora Fernanda, quando paro de escrever.

-Sim Alice precisa, você começara a se expressar melhor, tenta colocar no papel aquilo que você não me fala nas sessões.- a incrível doutora continua.- Se você não consegue se expressar, nossas consultas não darão em lugar nenhum.

-Ahh... Injustiça eu falo com a senhora, eu já te falei das minhas inseguranças. Do medo que eu tenho de me perder ou de perder as pessoas que amo.- Falei convicta, pena que eu não me sentia assim.

Eu juro que eu acho que a doutora tinha um dom de ver minha alma, ela semicerrou os olhos para mim, me chamando na minha mentira e não disse absolutamente nada. Aquela situação acabou de ficar bemmm desconfortável.

- Eu estou tentando doutora eu juro que estou, mas é difícil. Eu não sei se consigo, meus medos, são coisas que não consigo controlar. Eu tenho... Eu tento...- Minha mente deu um branco e eu não conseguia mais falar.

-Eu sei Alice, mas os pesadelos não estão melhorando, seus pais me passam os relatórios diários seus. - Eu sabia que meus pais passavam esses relatorios, foi acordado isso na minha primeira sessão, pois isso facilitava eu falar com a doutora ela ja sabendo sobre meus episódios. -Não está tendo progresso você teve varios episódios de pesadelos essa semana. E todo parecem ser do mesmo tipo. Você sempre grita as mesmas coisas. Seus pais estão preocupados, eles acha! Que talvez você não esteja feliz.

-Eu sou feliz, mas eu tenho medo. - Falei com a voz embargada, queria muito chorar- Eu Tenho medo que essa felicidade não dure.

A doutora me olhou e parece que algo passou no seu olhar, compreensão, é foi isso.

- Enfim vamos mudar o método. Me passe esse papel e você pega outras duas folhas uma você vai escrever suas características físicas e outra sua personalidade depois na próxima sessão, eu deixo você ler algo, que escreveram de você. Feito?

Balancei a cabeça confirmando e me pus a escrever.

" Como eu me vejo fisicamente:

Sou uma garota comum, tipo completamente normal, sou baixa tenho 1,57, mas altura nunca foi problema, tenho olhos castanho escuro quase preto, meu rosto apresenta algumas sardas, o meu maior problema e não ser tão incorpada como o resto das garotas, mas cada um tem que se amar do jeito que é- e os porcos podem voar- meu outro grande problema e meu cabelo, ele é longo e encaracolado, ele tem vida propria, nunca fica do jeito que eu arrumo. E tenho certeza que ele me odeia... Sim ele deve me odiar muito.

Minha personalidade:

Sou tímida com quem não conheco, sou sarcástica, sentimental, choro por qualquer video fofo da internet, posso ser um tanto explosiva, muito amorosa, odeio injustiça, bullying e pessoas esnobes, não gosto de discussão que sempre alguém sai magoado por isso eu evito. Acho que isso é tudo."

Terminei de escrever e entreguei para a doutora, queria acreditar em tudo que eu escrevi eu quero ter aquela concepção, mas é difícil. A doutora guardou os papeis me liberou e se despediu de mim. Peguei minhas coisas e fui para a casa.

🕛🕧🕐

Cheguei em casa joguei minha mochila no sofá e fui em procurar meus pais. Encontrei os dois na cozinha. Meu papis me viu primeiro e veio me abraçar:

-Oie linda como foi a sessão de hoje?- ele perguntou dando o sorriso, mas lindo possível.

-Foi... Boa, acho.

-Continua dando trabalho para a doutora? - Falou meu papa vindo me abraçar.

-Sim papa, mas não é de propósito, eu só não consigo. Toda vez eu penso, quando eu voltar vou tentar me ajudar, mas é complicado.

Ele acabou minha cabeça, e deu seu sorriso mais sincero.

-Eu sei princesa, eu sei. - e se afastou de mim dizendo - que tal você ajudar eu e seu pai a terminar uma lasanha para o jantar??- e piscou com um olho.

-Claro se não vocês dois- disse apontando para eles- queimam tudo. Vocês devem ter um dom ou algo do tipo.- Caímos na gargalhada em seguida.

Eu fui me trocar para ajudar eles, o tempo todo pensando na sorte que eu tive ao ser adotada por eles, nossa familia e pouco convencional, pois não é todo mundo que tem dois pais, mas mesmo assim desse jeitinho é a melhor familia do mundo. Meu papis como eu carinhosamente o chamo se chama Anderson e jura que tem raízes latinas, e queria de todo modo que eu o chama-se de padre, achei que ficaria estranho, dei um outro apelido e ele adorou, já meu papa diz que é descendente de italiano, com mais umas 5 outras descendências, ele se chama Pedro, eles me adotaram quando eu tinha sete anos de idade, e agora no auge dos meus 16 eu estou tendo aqueles malditos pesadelos. Eles nao merecem uma filha tão problemática...

-E como se sente em ir a aula amanha bambina? - meu papa fala, quando eu estava voltando, me tirando dos meus devaneios.

Gemi interiormente, acho que no foi tão interiormente assim, meus pais me olharam assustados com o barulho repentino.

- Eu to bem, acho, mas aquele grupinho me irrita, ficam me apelidando, chamando de adotadinha, abandonada e eu não gosto. Eu nao vou perder a cabeça de novo, prometo mas não vou ficar calada perante eles. - falei omitindo para meus país que o motivo de eu brigar na escola foi que não estavam falando de mim e sim deles.

- Eu entendo princesa, mas o seu treinamento de defesa pessoal é pra usar nos bandido, não neles. - meu papis falou. 

- Ok. Eu prometo me segurar, de agora em diante. - dei um sorriso sincero. Eu iria mesmo tentar, pois não quero que eles decepcionem comigo.- Agora vamos terminar essa lasanha, que eu estou com fome. 

Dei a volta na bancada e não tinha nela. Olhei para os meus pais.

-Era terminar ou começar a lasanha? - os dois sorriram para mim. 

- Na verdade acho melhor pedirmos pizza bambina o que acha? - rindo concordei com a cabeça.

Mas um dia termina em pizza na casa dos Natucci López.

E que venha o inferno na escola amanhã.




Notas Finais


Queria dizer 3 coisas:
1° eu nao tenho ideia do que estou fazendo, por isso se puderem me ajude.
2° meu corretor é meio 💩, os erros , perdoem por favor.
3° se o meu mode de escrever, ou a maneira de correr a história estiver confusa ou de difícil entendimento me avisem que tento adaptar

Mais sobre os personagens será abordado no decorrer da história.

Beijos de luz para vcs...


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