História Quando Faltam as Palavras - Spideypool - Capítulo 18


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Categorias Deadpool, Homem-Aranha
Personagens Peter Parker (Homem-Aranha), Wade Willson (Deadpool)
Tags Peter Parker, Spideypool, Wade Wilson
Visualizações 339
Palavras 2.967
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eu sei que tenho demorado um pouco mais que o normal pra postar, estou meio sem criatividade, e não quero escrever qualquer coisa por escrever.
Me deem feedbacks de como melhorar, isso ajuda bastante.
Bjos

Capítulo 18 - Peter tá namorando!


Wade acordou durante a madrugada, ouvindo um grito em algum lugar da casa, ele levou alguns segundos pra lembrar que Peter e Harry estavam ali, olhou para o lado e Peter dormia pesadamente, algo que Wade sabia acontecer quando estavam juntos, saber que o garoto se sentia seguro com ele, o enchia de amor, ele pensou em acorda-lo, mas ele parecia tão em paz, que Wade achou que não teria problema ver o que tinha acontecido com Harry, e se não desse certo aí então ele poderia chamar Peter. 

Ele levantou e caminhou rápido até o quarto que o garoto estava, quando ele abriu a porta (devagar para não assusta-lo), Harry estava sentado na cama, suor corria pelo seu rosto e ele sugava o ar com força, falando baixinho palavras de força. 
Aquela cena partiu o coração de Wade em tantos pedaços, que ele não se segurou, caminhando a passos largos, e abaixando na frente do garoto, ficando na mesma altura que ele sentado sobre a cama, ele segurou as mãos do garoto, acariciando. 
Não saia da cabeça de Wade, quantas vezes sozinho ele tinha se acalmado, sem o aconchego de um pai ou mãe. 
Ninguém merecia chorar sozinho, Peter passava as noites fora, então aquela cena deveria ser comum. 
Algo despertou no coração de Wade com aquela cena, a forma como ele mesmo era tratado por seu pai na infância, assustado demais com a própria aparência e em como lidar com ela. E a diferencia que teria feito ter tido alguém na sua vida, para guia-lo e principalmente defendê-lo do mundo, era algo que Wade sempre amargurava. Harry tinha Peter, e Wade sabia, que Peter podia ir ao inferno para mantê-lo em segurança. Mas no fim Peter também precisava de alguém, que o apoiasse e que o ajudasse, e Wade queria ser esse alguém, queria estar ali pra ajudá-los, e isso deveria ser o gosto que Wade sempre sentiu falta, mas nunca soube o nome, agora ele sabia, era o gosto de família. 
- Harry, você tá bem? 
O garoto levantou o olhar para ele com calma, ele ainda respirava com dificuldade. Ele olhou o relógio na cabeceira da cama, eram 5:00 horas, ele dormira bem mais do que as últimas vezes. E as palavras que saíram da sua boca pegaram Wade de surpresa
- Não conta pro Peter, ele vai ficar preocupado. 

Então era aquilo mesmo, aquelas palavras reforçando todo aquele sentimento, família era isso, uns protegendo os outros com tudo o que pudessem. 
Wade sorriu carinhoso
- Tudo bem, será nosso segredo, mas escuta só Harry, eu tenho um pote de sorvete de chocolate lá na cozinha, o que acha de ir pra lá e me ajudar a acabar com ele? 
Os olhos do garoto arregalaram e em segundos ele já estava de pé correndo pra cozinha. 
Wade levantou rindo, e seguiu o garoto, eles se sentaram na ilha que Wade tinha no centro da cozinha, um do lado do outro tomando sorvete. 
- Chocolate é o meu predileto. 
- O meu também. 
Harry pegou uma colher olhando pra baixo envergonhado, Wade sabia que ele queria falar alguma coisa, então esperou alguns minutos confortáveis até ele perguntar ainda de cabeça baixa. 
- Você é namorado do meu irmão? 
Wade engasgou com o sorvete, ele realmente não esperava aquela pergunta. 
Ele não olhou pro garoto, se ele não respondesse ou desviasse da pergunta, Harry provavelmente não se sentiria mais à vontade de perguntar as coisas, e fazê-lo se sentir confiante e seguro naquele ambiente era algo importante, mas a verdade é que ele não sabia como responder aquela pergunta e desejou que Peter estivesse ali para ajudá-lo. 
- Harry, é complicado, mas me diz, por que você perguntou isso? Te incomodaria se eu fosse? 
Harry encarou ele, os olhos muito grandes
- Não, claro que não, é só que você é tipo um herói, o senhor Rasputin disse que você é muito legal, e eu fiquei pensando, que você podia namorar o Peter, ele também é legal, quer dizer às vezes ele é chato. Mas em geral é legal. 

Wade riu e afagou o cabelo do menino bagunçando tudo, Harry olhou pra ele bravo
- Tem até a mesma mania besta de me tratar como criança e bagunçar todo o meu cabelo. 

Wade olhou ele sério, mas um sorriso presente no cantinho dos lábios 
- Talvez então você não queira mais sorvete isso é meio coisa de criança né? 
Harry puxou o pote tirando ele de perto de Wade
- Nem ouse senhor Wade Wilson. 

Wade riu, era novo e bom ter a inocência de uma criança, fazia ele se sentir exatamente como Harry o descrevera, como um herói
- Se cortar essa de me chamar de senhor, a gente pode assistir Voltron
O garoto olhou pra ele, os olhos enormes, curiosos, surpresos e irradiando alegria, Wade notou o quanto aquela expressão era comum no garoto, e ele era uma fofura com ela, Wade queria apertar as bochechas dele, mas sabia que ele odiava ser tratado como criança. 
“Uma conversa, Wade Wilson, e você ja evita tratar o garoto como criança, porque ele disse que não gosta.” 
A voz do menino tirando ele dos pensamentos. 
- Voltron o defensor lendário? Aquele da Netflix? 

E mais uma vez o garoto corria acompanhado do sorvete para o sofá da sala. 
Wade foi até ele, se sentou no sofá e colocou o desenho, achando que o garoto cairia logo no sono, mas não aconteceu ele parecia vidrado na TV, e logo foi o, Wade que sentiu o sono dominá-lo, cochilando no sofá. 

 

Peter acordou lentamente, esticando o braço em busca do corpo de Wade, quando percebeu que estava sozinho, olhou para o despertador próximo da cama, 07:00. Era cedo ainda, e se Wade ainda estivesse deitado, Peter teria apenas se acomodado e dormido mais um pouco, mas ele não se sentia aquecido mesmo embaixo de um zilhão de cobertas quando Wade não estava com ele. 
Então ele levantou, escovou os dentes, lavou o rosto, e saiu do quarto em direção ao quarto que Harry estava acomodado, pra ver como ele estava, no caminho, o barulho da TV da sala chamou sua atenção, silenciosamente ele foi em direção ao cômodo, encontrando Harry vidrado no desenho, e Wade cochilando profundamente no canto do sofá. 
Harry virou minimamente os olhos quando percebeu uma presença na sala, esbarrando os olhos com os de Peter, ele colocou o dedo na boca fazendo o sinal de silêncio, e em seguida apontando para Wade e por fim voltando a focar na tv. 
Peter parou de sentir o chão, de repente aquela cena tomando todos os seus sentidos, ele queria tanto aquilo, tanto que ele achou que fosse chorar. Ele jamais jogaria essa responsabilidade em Wade, mas acordar em um dia qualquer, com eles ali na sala, tranquilos, como se tudo estivesse bem, como se dentro daquele mundinho deles, estivessem bem, salvos e seguros. 
-Petey você tá bem? 
Peter percebeu que Harry tinha levantado e tava muito perto dele, preocupado com a expressão que o rosto do irmão mais velho adquirira naquele momento. 
Um celular tocou assustando todos e despertou Wade.
Peter deixou seu celular tocar mais alguns  segundos antes de conseguir se mexer ainda congelado pelos sentimentos anteriores. 
Caminhou pegando o aparelho em cima da mesinha de centro da sala. Assim que atendeu viu os olhos de Wade em cima dele. Enquanto Harry voltava para seu canto, que já se tornara habitual, para assistir seu desenho. 
Ele passou alguns segundos falando com Dominó, que marcou uma reunião, no fim da tarde na casa de Wade.
Peter encerrou a ligação com a ansiedade fazendo o coração se debater contra a caixa torácica, ele sabia que isso ia acontecer, mas saber não o deixava menos nervoso, ele olhou para Wade, seu olhar uma mensagem clara de socorro. Wade levantou, e o direcionou pra cozinha enquanto falava. 
- Petey, vem aqui na cozinha, pra tomar café. 
Então colocou Peter sentado na ilha central, e sentou ao lado dele massageando as costas, dando tempo para que ele se acalmasse o suficiente e se sentisse confortável pra falar. Já que por mais que Wade também estivesse curioso e agitado, pressionar o garoto não levaria em nada. 
Algum tempo se passou até que Peter começasse a falar. 
- Não é nada demais é só que ela marcou uma reunião pra falar do processo, e disse que também tem novidades sobre alguma coisa que pode vir a ajudar no processo. É só que eu acordei e tava tão feliz de ver você ali dormindo e o Harry assistindo tv, eu fui pego desprevenido. Foi só isso, tá tudo bem. 

Peter deixou a cabeça cair sobre o ombro de Wade, se esfregando como uma gato pedindo atenção. 
- Senti sua falta na cama de manhã. 

Wade se virou em direção o garoto, acomodando ele sobre seu peito e o abraçando. 
- Harry teve um pesadelo, eu não quis te acordar, você dormia tão pesado, acho que nem se a casa caísse você acordaria, e eu não me perdoaria por estragar seu sono, então fui lá tomar um sorvete de chocolate com ele e ficou tudo bem. 
Peter se espreguiçou rindo ainda no peito de Wade. 
- Obrigado Wade, por ser tão incrível, você deu sorvete de chocolate né? Pra ele ficar vidrado naquele desenho.
Wade riu. 
- Foi sim, mas acho que o desenho fala por si só, é Voltron. 
- Vocês só gostam dessas coisas estranhas, Deadpool e Voltron, ninguém aqui gosta do amigão da vizinhança? Porque não o homem aranha? 
Wade riu alto beijando a bochecha de Peter. 
- Porque, o homem aranha é só um garoto, ainda tem muito pra aprender. 
- Você não sabe de nada Wade Wilson, ele é sensacional, ajuda todo mundo, tem um bom coração, é divertido. 
Eles não perceberam mas Harry entrou no cômodo feito um raio, apontando pra eles e rindo
- Ahaaaaaaa eu sabia que vocês eram namorados. 
Wade riu, mas Peter levantou num pulo
- Harry, fica quieto ou eu te dou uns tapas. Você anda abusado demais. 
Harry riu, mas correu pro outro lado da cozinha longe das mãos de Peter, ele nunca tinha apanhado do irmão mais velho, mas melhor não arriscar né? 
Ainda mais quando estava determinado a continuar brincando e provocando 
- Peter tá namorando, tá namorando, tá namorando 
Harry cantava, enquanto Peter ficava vermelho furioso e Wade queria rolar no chão de tanto que ria, lágrimas rolavam pelo seu rosto, e as bochechas ardiam. Fazia muito tempo desde a última vez que ele se permitira rir daquela forma. 
- Relexa Petey ele só tá brincando. 
A companhia tocou e todo mundo ficou em silêncio por um segundo. Até Wade anunciar. 
- Meninos, eu fiz algumas ligações hoje de manhã, e tenho uma surpresa pra vocês, então vão lá abrir a porta, e eu vou esperar no quarto. 
Peter e Harry se olharam confusos. E Wade deixou a cozinha direto para o quarto sem falar mais nada. 
Peter como um bom curioso, foi abrir a porta, deixando primeiro só um espacinho entre aberto, olhando pela fresta quem era. 
Ao reconhecer os fios brancos e o sorriso amoroso, Peter escancarou a porta, chorando e abraçando a pessoa que aguardava no batente. 
- Tia May, eu não posso acreditar!
Ela o abraçou de volta
- Meu bebê! Que saudade! 
Harry chegou logo atrás, abraçando a tia também 
- Tia May!!! 
May olhou pra ele, os olhos se arregalando
- Meu Deus! Como você está enorme! 
Harry estufou o peito orgulhoso
- Eu ja tenho 9 anos. 
Peter revirou os olhos
- Claro que tem nanico. 
Harry deu uma cotovelada em Peter, abrindo mais espaço para si no abraço da tia 
- Nanico é você, quando eu tiver sua idade serei muito maior que você. 

May foi entrando com os dois agarrados nela, sorrindo feliz por ter seus sobrinhos próximos de si. Abraçando e beijando o topo de suas cabeças, e rindo com as provocações 
- Senti tanto a falta de vocês! 

Alguns minutos se passaram enquanto eles se abraçavam e choravam de felicidade, e então Peter lembrou de Wade sozinho no quarto. 
- Tia quero te apresentar alguém, espera aqui com Harry? 
A tia assentiu, e Peter correu em direção ao quarto de Wade. Peter sabia que Wade tinha se escondido, porque não se sentia confortável com ideia de ser visto pela tia May, e por isso o garoto ponderou avisar sua tia sobre Wade, para evitar que ela tivesse alguma reação que pudesse entristecê-lo. Mas no fim, era tia May, e ela nunca julgaria Wade. 
Então ele estava tão feliz e eufórico que invadiu o quarto sem bater ou pedir licença, o que fez Wade pular da cama se colocando de pé assustado. 
Peter correu em direção a ele, um sorriso estampado no rosto, pulando no seu colo e entrelaçando as pernas em sua cintura. Wade tentou apoiar as pernas de Peter com a mão tentando evitar que ele caísse, dando uns passos pra trás com a intensidade das ações de Peter, batendo as costas na parede do quarto. 
Peter beijou aonde sua boca pegasse por todo o rosto de Wade. 
- Obrigado, Obrigado, Obrigado. 
Ele se afastou encarando seus olhos 
- Eu amo você Wade Wilson, e eu quero que você conheça minha tia May. 

Wade sorriu envergonhado, com um milhão de desculpas despontado para evitar a tia de Peter. 
- Ela deve estar cansada da viagem, que tal você acomoda-lá num dos quartos, e mais tarde a gente conversa? 
Peter balançou a cabeça negativamente, o sorriso ainda marcado no rosto
- nem pense nisso, você não vai fugir, confia em mim Wade, ela vai adorar você! 
Wade revirou os olhos, como se fosse um adolescente, e aquilo divertiu Peter, enquanto Wade continuava. 
- Teimoso e Mandão, você não aceita não como resposta né? 
Peter saiu do colo de Wade, agarrando sua mão e puxando ele pra sala. 
- Respira fundo, se não souber o que fazer, se você se sentir mal, olha pra mim, segura minha mão, eu vou estar lá te apoiando, eu sei como é difícil, mas acredita em mim você vai amá-la. 
Wade assentiu com um aperto na mão de Peter entrelaçada os dedos, enquanto se sentia ser puxado para sala. 
Era sempre difícil conhecer pessoas, aquelas próximas a Peter geravam uma angústia na boca do estômago, porque ele queria mais do que nunca impressiona-las, queria que sentissem que ele era um bom cara para Peter, queria mais que tudo ser aceito. 
Aquela mulher era simplesmente tudo que Peter considerava família além de Harry, ela o tinha criado e amado como uma mãe. Pensar no olhar de decepção que normalmente ele recebia das pessoas era desesperador, e isso fez ele parar ainda no corredor
- Não vai dar certo! Peter isso não vai dar certo. 
Ele deu dois passos pra trás, e Peter se virou pra ele, segurando seu rosto
- Escuta, vamos com calma, respira fundo, você é Wade Wilson, o cara que entra em hotel, hospital e delegacia, o herói do meu irmão, seja lá da onde ele tirou esse tal de Deadpool, você é capaz de fazer isso. Você consegue, e se ficar com medo, eu estou aqui por você, como você está por mim. 
Wade caminhou junto com Peter ainda tentando se convencer daquelas palavras. Quando eles chegaram na sala, Wade só não conseguia olhar, ficou de cabeça baixa olhando para o próprio pé. 
Ele se sentiu como uma criança, sozinha e desprotegida. 
- Tia, esse é Wade Wilson. Ele é... 
antes que Peter concluísse, Harry gritou por cima 
- Namorado do Peter
E de repente a sala inteira caiu em silêncio. 
Tia May foi a primeira ter coragem de falar, até Harry olhando para o irmão foi capaz de perceber que tinha ido longe demais. 
- Hey Harry sabe quantos anos Peter tem? 
Harry olhou pra tia sem graça, ainda sentindo o olhar fulminante de Peter sobre ele
- 19 tia. 
Ela colocou a mão na cintura 
- E você sabe o que isso significa? 
Harry balançou a cabeça negativamente, completamente arrependido de ter aberto a boca
- Significa que ele é dono do próprio nariz, e namora quem ele quiser. 
Peter olhou pra tia, um grande sorriso crescendo no rosto, até Wade se sentiu um pouco mais confortável e arriscou levantar o rosto, ainda sem encara-la. 
Peter olhou Harry e emendou
- Eu vivo dizendo que você tá muito enxerido Harry, você não pode sair falando da vida das pessoas sem a autorização delas, é feio. Agora pede desculpas pra tia May pela fofoca e também para o Wade, por ter ficado fazendo fofoquinha dele. Você deixou todo mundo desconcertado, desnecessariamente. 
Wade cutucou Peter, 
- Petey acho que ele ja entendeu não precisa de tudo isso. 
Peter coçou a cabeça sem graça, e então abraçou o irmão bagunçando seu cabelo do jeito que ele odiava. 
Enquanto isso May esticou a mão. 
- Prazer Wade Wilson, e se não for namorado do meu sobrinho queria dizer que sou viúva. 
Peter olhou pra tia chocado, mas ela sempre foi brincalhona, Wade levantou a cabeça rindo pra ela, se sentindo mais confiante enquanto ela continuava. 
- Brincadeira, você é muito novo pra mim, assim como muito velho pro meu Peter, mas a verdade é que a gente nunca quer assumir que nossos bebês cresceram. Eu to feliz por você ter me proporcionado estar aqui, quando eu vi as notícias na tv eu quase enlouqueci, já tinha perdido contato com Peter, e tive medo, mas graças a você e aquele tal de Rasputin, eu consegui ver meus meninos de novo. E isso nada pode pagar. Você é um homem de valor, o melhor tipo de pessoa com quem meu sobrinho poderia estar. 

 

 

 

 


Notas Finais


Seguindo a linha do mega fofo até agora né?
O que a Domino quer contar? Alguma dica?


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