História Quando Faltam as Palavras - Spideypool - Capítulo 25


Escrita por:

Postado
Categorias Deadpool, Homem-Aranha
Personagens Peter Parker (Homem-Aranha), Wade Willson (Deadpool)
Tags Peter Parker, Spideypool, Wade Wilson
Visualizações 256
Palavras 2.098
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá!!!

Voltei!
Esse cap tá fofo, mas eu empaquei no Lemon, e eu fiz uma péssima revisão, se estiver zoado, me informem eu volto e reviso prometo! ❤️❤️❤️
Vcs são os melhores leitores, sempre me apoiando e eu to muito feliz em onde estamos chegando com essa história.bjo

Capítulo 25 - Podemos lidar com qualquer coisa


 

Wade entrou primeiro, deixando Peter na soleira da porta, olhando todo o cômodo, sentindo as lembranças o atingirem com tanta força que ele deu uns passos pra trás se sentindo capaz de tangibilizar aquele sentimento. 
Muita coisa tinha acontecido naquela casa, muita coisa tinha acontecido com aqueles corpos, aquelas mentes e aqueles corações. 
Wade estava desconfortavelmente apoiado de pé numa parede a sua frente, seus olhos o encaravam e escaneavam tentando loucamente invadir sua mente, tentando decifra-la atrás de pequenos gestos, pequenos olhares ou expressões que arrebatavam Peter na enxurrada que avançava na sua mente. 
Ele se sentiu incapaz de falar, mais uma vez, sempre as palavras sumiam. Aquilo tinha sido um erro terrível 
- Isso foi um erro 
Peter se amaldiçoou percebendo ter pensando em voz alta. Wade continuou parado, ainda escaneando. 
Peter se virou para partir novamente, ficando de costas, e esperando ouvir qualquer coisa de Wade, mas não foram as palavras de Wade que invadiram seus ouvidos. Foram as palavras de Steve. Sobre o quanto vinha jogando a responsabilidade em Wade em saber como Peter se sentia sem que o garoto tivesse sequer aberto a sua boca, torcendo no silêncio pro outro querê-lo acima de todos os problemas que via em si. 
Mas essa decisão não era dele, a ele cabia entender se queria estar com o mais velho, acima dos problema do Wade, e essa resposta ele tinha. Peter queria estar com ele pra sempre, a todo momento. 
Ele se virou novamente de frente, esbarrando de repente com Wade muito perto, os rostos quase se tocando, fazendo Peter entender que o outro também não estava disposto a abrir mão tão rápido, correndo atrás do garoto assim que ele se virou pra partir. 
Ele respirou fundo, prendendo a respiração, de repente todos aqueles pequenos detalhes que Peter amava em Wade tão perto, que parecia que Peter usava uma lupa. 
Sua voz saiu mansa e calma, mas completamente cheia de certeza.
- Eu amo você, e quero estar com você, e o único motivo pra isso não acontecer é se você não me amar de volta, qualquer outra coisa - Ele elevou a voz repetindo a sentença anterior- qualquer outra coisa, não importa, nos podemos lidar. 

Wade gaguejou, engasgou, mas as palavras simplesmente se recusavam a sair, como ele poderia lidar com tudo aquilo? Ele estava sem vontade comer, de  dormir, minguava pelos cantos da casa chorando a ausência do seu garoto. E agora ele estava ali e a sua voz  simplesmente não saia. 
Não era justo, mas era dor. Ainda se sentia incapaz de se perdoar por tocar Peter, porque ele não era merecedor daquele garoto.
Ele viu Peter titubear em sua pose confiante, quando ele continuou parado, travado sem conseguir expressar um sorriso ou uma careta. 
Com muito custo ele se manteve parado, sustentando a pequena distância, sentindo o cheiro de Peter bem próximo dele, o colocando desperto. Sem saber se queria interromper a dor de Peter a curto ou a longo prazo. Porque Peter podia acreditar estar apaixonado por ele agora, mas daqui a pouco ele perceberia a verdade sobre Wade e isso seria muito pior. 
Peter tombou a cabeça confuso, sem se afastar. 
- Wade, você tá bem? Consegue falar comigo? 

Wade fechou os olhos, irritado, magoado e infeliz consigo mesmo por tamanha dificuldade em lidar com tudo aquilo, parecia horrível o tempo que passou longe de Peter, mas os minutos perto sem poder toca-lo, o faziam miserável. 
Peter colocou a mão em seu rosto, tocando a bochecha, servindo de apoio, os dedos foram descendo como pequenas aranhas, fazendo um pouco de cócegas enquanto alcançavam os lábios. 
Wade continuou de olhos fechados, sentindo um turbilhão de emoções que sempre lhe acometiam ao ser tocado por Peter. Ele abriu e fechou a boca tentando fazer a voz sair, sentiu Peter nas pontas dos pés, tentando vencer a diferença de altura, aconchegando seu rosto no espaço do entre o queixo e o ombro de Wade, enquanto a mão permanecia acariciando todas aquelas mínimas marcas pelas quais o garoto era tão apaixonado. 
Peter tentou estimular Wade a falar 
- Fala o que tá na sua cabeça, por favor, me deixa saber o que você tá sentindo. 

Wade de repente se sentiu muito mergulhado em tudo aquilo, seus ouvidos pedindo mais daquela voz, seus olhos pedindo mais daquela visão, seu olfato mais do cheiro inebriante de Peter, cada pequeno cantinho do seu corpo, querendo senti-lo, toca-lo. Seus sentidos o traiam, seu coração o traia, e sua mente, não era capaz de dizer não, ela não era capaz de combater a avalanche de amor e desejo que ele tinha por aquele garoto, a mente não era capaz de resistir às cordas de marionete que o amor usava para controlá-lo. Para manter Wade preso aquela vontade louca de não deixar Peter partir, não agora, nem nunca mais.
Ele parou de lutar consigo mesmo, deixando os braços rodearem a cintura do garoto, em um abraço, ficando cada vez mais aperto, enquanto Wade ia sentindo Peter arfar sobre seu pescoço dada a força que empregou no abraço. 
E então só aí, depois de todo esse looping, Wade sentiu a voz finalmente sair. 
- Eu sou completamente apaixonado por você. Eu amo você de tantas formas e em tantas nuances que sou incapaz de resistir isso. Por mais que eu queira. 

Peter beijou seu queixo, e mordiscou levemente 
- E por que Wade, você quer resistir ao que sente? 

Wade balançou a cabeça de forma negativa, estar com Peter era maravilhoso, e doloroso. Porque a todo momento ele se questionava não ser merecedor daquilo. Peter interrompeu seus pensamentos
- Não Wade, não vamos brincar de pensar demais agora, só me diga o que passa na sua cabeça, e vamos trabalhar com isso. 

Wade deixou o ar sair, e falou com muita calma
- Não sou merecedor de você

Uma lágrima rolou pelo rosto cheio de cicatrizes, e Peter a recolheu carinhosamente, enquanto respondia 
- Não tem o direito de julgar quem é merecedor pra mim, e não me leve a mal, também não tenho o direito de julgar quem é merecedor pra você, então cabe o contrário, cada um sabe sobre si, e eu estou aqui dizendo que quero ficar com você, então você só precisa saber se também quer ficar comigo. Você quer ficar comigo Wade? 

- Todo o sempre 
Engraçado como as palavras nunca saiam quando ele queria, Wade não conseguia ser articulado, com um discurso bonito e empolgante. As palavras ou não saiam, ou simplesmente vazavam sem dar a ele o direito de decidir se queria expô-las ou não. Mas tudo bem, que fosse pra merda tudo aquilo, ele só queria estar com seu garoto agora, e as palavras não podiam ser realmente o suficiente para demonstrar tudo isso. 

 Ele apertou Peter, o puxando pra cima, fazendo o garoto fechar as pernas sobre sua cintura, invadindo sua boca urgência, procurando o gosto de Peter que a tanto tempo ele não sentia. 
Parecia um oásis no deserto, e só de sentir tanto do garoto, um pequeno gemido escapou pela sua boca. 
Ele jamais seria capaz de entender o poder que Peter exercia sobre cada pequeno pedaço do seu corpo, respondendo a ele através de formas simples, como um piscar de olhos. 
Peter era capaz de fazer seu corpo inteiro estremecer só com os movimentos que sua língua fazia, tentando avançar ainda mais sobre a boca de Wade. 
Ele caminhou com o garoto pro quarto, desperto do que estavam prestes a fazer, e quando ele o colocou na cama suas ereções se tocaram levemente, e Peter se arrepiou, interrompendo o beijo, enquanto o corpo de Wade pesava sobre o seu. 
- Wade, tem certeza disso? 
Por mais estranho que parecesse Peter pedir o consentimento de Wade, ele sabia como o mais velho se sentia sobre aquilo, e não queria que ele se sentisse mal ou se arrependesse depois. 
Wade olhou em seus olhos e sorriu 
- Sim, tenho certeza Babyboy 
Fazia tanto tempo que Peter não ouvia aquele apelido que jogou a cabeça pra trás gemendo de satisfação. 
Wade tirou a camiseta e a calça de pijama que ele vestia, enquanto o garoto ia beijando cada parte do tronco nu exposto. 
O toque dos lábios macios de Peter sobre a pele marcada, faziam Wade se sentir único e especial, não havia pressa, por mais urgente que parecesse a necessidade de estarem juntos, eles sabiam que tinham a vida inteira, ninguém nem nada poderia atrapalhar aquele momento, então eles se satisfariam pelo prazer de cada mínimo toque, e não da agilidade das ações. 
Wade tirou a camiseta de Peter, vendo o peito branco e liso do garoto, e ele mordeu o próprio lábio pensando em quanto queria marcá-lo, e o quanto era excitante o corpo sem roxos ou marcas como normalmente presenciava antes. Beijou os mamilos dele se demorando enquanto revezava entre eles, lambendo e mordiscando, sentindo as unhas de Peter cravarem e arranharem toda suas costas. Ele se sentia como um animal prestes a uivar. 
Wade desceu as calças de Peter beijando as coxas cheias de cicatrizes, e massageando o volume de Peter por cima da cueca ainda vestida. 

Peter gemeu seu nome, implorando por sua boca. E Wade entendeu rapidamente, despindo a última peça dele, mas começou uma nova trilha de beijos pelo pescoço, mamilos, barriga e coxas, Peter jogava o corpo pra frente completamente entregue, resmungando impaciente, e Wade ria divertido do jeito imediatista dele. Quando achou a provocação suficiente, tocou os lábios quentes, fazendo Peter arfar completamente sem ar, ao sentir a língua de Wade deslizar por toda sua glande. 
Peter jogou a cabeça pra trás gemendo alto enquanto sentia o vai e vem de Wade e seu corpo todo se arrepiava. 

Toda aquele ideia de paciência indo completamente pelo ralo, quando Peter percebeu a urgência de sentir Wade dentro dele. 
- Wade por favor eu preciso de você dentro de mim. 
Wade levantou o rosto entre suas pernas rindo. 
- Tem certeza? 
Peter puxou seu rosto em seu encontro, cravando uma leve mordida no seu pescoço, lambendo em seguida, vendo Wade gemer rouco, enquanto o garoto respondia a pergunta
- Eu esperei demais por isso, não sei se posso esperar mais. 

E ouvindo isso ele sentiu Wade deslizar calmamente dentro dele. O que era bom, minimamente doloroso, mas ainda não era o suficiente, Peter sentia que precisava de mais, precisava se sentir completamente preenchido por ele, precisava sentir seu corpo dominado, exatamente como seu coração e sua mente. 
- Wade, por favor... - Ele choramingou- mais 
Wade riu, beijando o canto da boca de Peter, e cada canto do rosto do garoto
- Desculpa amor, estou me deliciando com sua urgência, mas as coisas vão ser do meu jeito, não do seu. 
E dizendo isso ele lentamente saiu e entrou novamente fazendo Peter cravar as unhas nele, ansioso. 
Peter choramingava, tentando rebolar abaixo do peso de Wade sobre ele. 
Vendo um sorriso vitorioso no rosto marcado, a cada lenta estocada dentro dele. 
Sem intenção de ceder, Peter cravou os dentes sobre o lábio inferior de Wade, falando ainda sem soltar 
- Você sabe como eu gosto, e eu quero te sentir completamente dentro de mim. 
As palavras tinham um efeito tão mágico como todo o clima. Wade levantou o tronco, agarrando a ereção de Peter, resolvendo ceder ao pedido, aumentando as estocadas ao mesmo ritmo que masturbava o garoto, Peter jogou o corpo pra frente aprofundando ainda mais os movimentos de Wade, jogando a cabeça pra trás, com dificuldade de respirar, vendo o outro suar por cima dele.
Wade fez uma foto mental de como a expressão de Peter excitado era deliciosa. 
A boca meio aberta, o rosto meio de lado. Ele acelerou os movimentos, sentindo a necessidade e urgência de se desmanchar sobre o garoto, 
fazendo os dois chegaram ao ápice juntos, chamando um pelo outro. 
Wade deixou seu corpo cair ao lado de Peter, o puxando para perto, de conchinha. 
Ele cobriu os dois, enquanto beijava o topo da cabeça do garoto. Vendo Peter cair no sono quase que instantaneamente, pela primeira vez em muito tempo, sentindo a cama como algo bom e não seu local de choro. 
Fazia tanto tempo que Peter não se sentia bem daquele jeito, que todo a dor fora arrancada quase que com a mão naqueles minutos atrás, e ele se sentiu aconchegado o suficiente pra não ser capaz de resistir ao cansaço. 
Wade se sentia do mesmo jeito, se deixando dormir com o queixo encostado na cabeça do seu garoto, sentindo o cheiro inebriante que ele tanto amava. 

 

 

 


Notas Finais


Tão sentindo o cheiro do próximo cap?
Tem Stony?? Temmm
Tem Festa??? Tem
Tem Spideypool? Tem
Tem Harry inconveniente??? Tem também hahahahah


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...