História Quando for tarde demais - Capítulo 10


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Categorias Harry Potter
Personagens Harry Potter, Lord Voldemort, Severo Snape
Tags Gêmeos Potter, James Vivo, Lily Viva, Menino Errado, Snape Mentor, Wbwl
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Palavras 2.491
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gostaram da minha nova capa?
Katiucia (não sei escrever seu nome 😢) que fez pa eu! Arrasou nega!
Capítulo saído do forno.
Comentem.

Capítulo 10 - Não existem mais Desculpas


Harry acordou um pouco mais tarde do que seu costume. A viajem do dia anterior o cansara e por isso ele estava se xingando por estar em cima do horário. Ele tomou um banho e se vestiu rapidamente, como ele ainda não sabia que aula ele teria hoje ele resolveu levar todos os seus livros. Ele tinha uma espécie de biblioteca de bolsa que o permitia levar todo o material sem que o mesmo pesasse.

Correndo para o salão principal junto com Draco, que também estava atrasado devido a demora em se arrumar, eles chegaram levemente ofegantes. Seu pai, que já distribuía o horário, o olhou em reprimenda, ele só deu de ombros e começou a comer. Após o café ele teria a primeira aula que era transfiguração, ele chegou antes de todos pois os outros foram até o salão comunal buscar seus materiais.

Ao chegar se deparou com um gato e ele simplesmente se animou completamente. Indo até o gato ele fez um leve afago na cabeça.

- A senhora deve ser a professora McGonagol. Animagia é muito difícil? Como você sente seu corpo? – o gato parecia tonto com o fluxo de palavras da criança curiosa e por isso voltou a forma humana.

- Senhor Potter – ela cumprimentou – como sabia sobre mim?

- Animagos podem ser identificados muitas vezes pela postura professora. E eu nunca vi um gato se sentar tão duro como a senhora estava. E eu sempre quis conhecer um animago, queria entender como funciona a passagem de animal para humano.

- Bem, se o senhor prometer não tentar algo tolo como ser um animago eu posso te emprestar um livro que explica um pouco dessas nuances. Agora vai se sentar e leia o primeira capítulo do livro. – a professora então voltou a ser um gato.

- Obrigada professora. – ele se sentou mas somente folhou  por cima o primeiro capítulo. Ele já sabia todos o conteúdo, afinal, não poderia ser pupilo de Nicolau Flamel sem saber sobre transfiguração. A sala foi enchendo aos poucos e cinco minutos depois do horário, seu irmão e o amigo idiota dele entraram na sala e foram repreendidos levemente por Minerva.

A aula começou e a professora deu um discurso sobre os perigos da transfiguração. Também falou o que eles iriam aprender durante o ano letivo e como iriam evoluir. Pegando um fósforo da pequena caixa ela lhes mostrou como transfigurar em uma agulha. Os fez repetir o movimento da varinha e as palavras. E nessa altura Harry já estava quase dormindo de tédio.

Ela então distribuiu os palitos e mandou que é todos tentassem. Ele somente olhou para o palito e deitou com a cabeça na mesa a sua frente e fechou os olhos. A professora no entanto não gostou de seu cochilo então quando se sentiu cutucado ele olhou pra cima e deu de cara com a mulher irritada.

- Posso saber por que o senhor não está fazendo seu trabalho senhor Potter? – Harry ouviu as risadinhas vindo da grifinoria. – A aula não está do seu agrado por um acaso.

- Isso é muita fácil e entediante.

- Se é e tão fácil por que não demonstra pra nós. – as risadinhas aumentam. Harry somente pegou o palito pelo meio e então facilmente, sem varinha e sem falar o feitiço, ele transformou o palito em uma agulha perfeita. Porém ele continuou a segurando, então a agulha ganhou braços e pernas de metal e um dos braços se alongou até se transformar um pequeno violão. Ele então colocou a agulha de penas e braços em cima na mesa e a mesma começou a se mover pra lá e pra cá em um ritmo lento. Ele então olhou para a professora que estava boquiaberta e disse:

- Posso voltar a dormir? – Sem esperar a resposta ele apoiou novamente a cabeça na mesa e fechou os olhos. No que parecia ser segundos depois Draco o estava cutucado dizendo que falta cinco minutos para o fim da aula e que ele tinha que anotar o exercício. Ele somente olhou para o quadro é memorizou as palavras. A aula terminou e antes que Harry pudesse sair ele foi chamado até a mesa da professora.

- Sua atuação hoje foi impressionante. – ele só deu de ombros. – O senhor sabia que magia sem varinha e muito difícil. – novamente ele deu de ombros, ele estava cansado e não se sentia bem. – O senhor se sente bem? – A professora parecia ter lido seus pensamentos.

- Somente cansado professora. Posso ir para a próxima aula?

- Claro, mas eu gostaria que o senhor viesse até mim depois do jantar. – Harry assentiu e foi para a próxima aula. O professor que entrou se apresentou como Quirinos Quirel, ele era uma coisa gaguejante e Harry se perguntou se essa seria mais uma aula em que ele estaria dormindo. O homem então começou a explicar que eles aprenderiam sobre como se defender contra as artes das trevas. Harry então levantou a mão e perguntou.

- O que são artes das trevas? – o olho do professor ficou vermelho? Harry não sabia dizer, pois foi muito rápido. E novamente as risadinhas voltaram.

- Artes das trevas são aquelas que precisam de emoções para fazer. Elas causam dependência e podem destruir sua alma e magia. – o professor respondeu impressionantemente em um tom claro e rápido, sem sua gagueira habitual.

- Seguindo essa lógica, por que um patrono e classificado como uma magia de luz?

- Por que ela precisa de emoções Boas. Você não consegue conjurar um patrono sem ter boa intenções.

- Mas o Avada Kedavra – Harry pode ver que os alunos estremeceram com a lembrança do feitiço verde. – que é usado para matar foi criado por um veterinário no século XV, ele utilizava em animais gravemente feridos. Ele tinha boas intenções, e o feitiço até o século XVIII foi utilizado em Hospitais para pacientes incuráveis.

- No entanto a lei nos diz que ele é um feitiço das trevas uma vez que ele pode ser usado para matar pessoas perfeitamente normais.

- Então feitiços escuros são aqueles que, por que temos Ministros incompetentes de mais para usa-los, somos proibidos de fazer.

- Senhor Potter, que tal deixarmos essa conversa para depois das aulas. Eu poderia lhe indicar ótimos livro. – Harry só deu de ombros, ele voltou a prestar atenção na aula, mesmo que incomodados com os olhares de todos os grifinorios em cima de si. No final da aula o professor o chamou para tomar um chá assim cinco da tarde. O que pra ele era perfeito, pois, não queria perder o encontro com a professora de transfiguração.

O almoço veio e parecia que sua breve atuação em transfiguração e seu questionamento com o professor de DCAT o transformaram no próximo lorde das trevas. Ele comeu seu almoço calmamente e, apesar de sentir que Draco queria lhe questionar sobre as aulas, ficou em silêncio. Sua cabeça doía muito e ele sentiu que precisava do seu pai. Quando está a se retirando do salão principal uma garota da Corvina se aproximou e lhe entregou um bilhete.

O mesmo indicava que seus pais biológicos estavam o aguardando na sala do Diretor. Ele só queria uma poção e por isso foi o mias rápido o possível ver o que queriam. Ele disse a senha, uma idiota, e subiu as escadas. Sua cabeça doeu ainda mais conforme olhava a sala brilhantemente dourada e vermelha. Os Potter e diretor estavam lá, o olhando com falsa preocupação.

- A Harry, meu filho, que bom aquele dia aqui. Seus pais estão preocupados com a sua classificação e eu concordei com um novo sorteio. – Hard esqueceu por um momento sua dor e disse em alto e bom tom.

- O senhor não tem esse direito. O único que pode pedir um novo sorteio e o aluno, no caso eu, e devem estar presentes seu chefe de casa, a qual eu não vejo. Como eu não quero uma nova a classificação eu estou indo embora. – ele se virou mais a porta estava trancada.

- Me desculpe Harry, mas só eu posso te autorizar a sair.

- Então abra a porta se não eu vou até os jornais e te acusar de abuso sexual – Harry deu um sorriso de lado.

- Harry James Potter, pare de dizer bobagens. – Lily se aproximou de Harry – Só estamos preocupados com a sua classificação. As crianças de Sonserina são filhas de comensais da morte, podem se aproximar de você pra saber sobre seu irmão.

- E por um momento eu achei que vocês estavam realmente preocupados comigo. – ele disse de forma sarcástica e sua cabeça voltou a doer – eu exijo a presença de meu chefe de cada aqui.

- Harry, com ou sem o seu chefe de casa você fará uma nova reclassificação. – Dessa vez foi James quem falou.

- Artigo 3 parágrafo 5 do estatuto do menor em Hogwarts, os pais sobre nenhuma hipótese podem exigir de seus filhos uma reclassificação. E se vocês me forçarem posso e vou apresentar uma denúncia contra vocês pela estatuto do menor. – Harry disse olhando bem sério nos olhos deles. – eu também vou escrever uma carta para meu tio Remus, aquela ameaça dele ainda esta válida.

- Acho melhor chamar Severus, não custa nada. – Albus foi até a lareira e chamou o professor de poções, que chegou logo em seguida. Ele olhou para Harry esfregando as têmporas em claro sinal de dor de cabeça, James Potter com cara de raiva e Lily que parecia indecisa.

- O que está acontecendo? E por que um dos meus alunos foi chamado e eu não fui informado?

- Ora Severus, não há nada de mais em um pai querer ver o filho. Nos chamamos o senhor Potter por que os pais estão preocupados com sua classificação em Sonserina.

- Ah, claro, eu vejo! Estão preocupados que a classificação de Harry vá afetar o pobre menino que sobreviveu. – Ele virou pra Harry – Você quer uma nova classificação?

- Não – Harry já estava vendo pontos pretos – Só quero ir embora.

- Ótimo, então vamos. – ele puxou Harry pela mão mais os grito de James o fez se virar.

- Você não tem o direito de dizer se meu filho vai ou não fazer uma reclassificação. – Snape queria muito dizer que ele podia, mas o corpo mole da criança caindo sobre si foi o suficiente para ignora – lo e ir pela lareira até a enfermaria. E ele tinha uma boa ideia do por que, só não imaginava que o afetaria logo no primeiro dia.

Poppy perguntou o que aconteceu e ele lhe disse, depois de levantar uma parede de silêncio sobre os dois já que ele havia sido seguindo, que seu filho tinha o dom de ver magia. Antes Harry tinha um pequeno bloco que o ajudava, agora que eles estavam sem, tinha que aprender sozinho a controlar.

- Isso é fácil de resolver – Poppy primeiro ignorou os pais perguntando o que houve e escureceu o local que a criança estava. Acordando o menino ela lhe deu uma poção para dor de cabeça e pingou um colírio em seus olhos. – Sua dor está melhor senhor Potter? - Harry fez que sim com a cabeça – esse colírio o ajudara. Ele escurece todas as cores até o senhor conseguir controlar, e só pinga – lo uma vez por dia.

- Poppy o que ele tem? - Lily perguntou e Madame Ponfrey se virou pra Severus em busca de aprovação para falar. Severus suspirou e permitiu que a enfermeira dissesse sobre.

- Senhor Potter aqui tem o dom de ver magia. Toda a magia de Hogwarts lhe causou uma terrível dor de cabeça.

- Mas por que você nunca nos contou Severus? – Albus que perguntou e não os pais da criança – ele precisaria ser treinado para isso.

- Bem, eu não precisaria contar se os pais da criança estivessem presentes. – Severus mandou um olhar irritado para o casal em questão – e ele foi treinado para controlar, o normal seria por num pequeno bloco mais ele foi retirado nas férias e ele ainda não se acostumou.

- Você colocou um bloco no meu filho? – James idiota Potter disse.

- Você queria que seu filho ficasse o tempo inteiro com dor de cabeça? Não era vocês que estavam lá quando uma criança de três anos estava chorando de dor por dias a fio por que não sabia explicar o que estava acontecendo.

- Ele pode enxergar desde os três anos e você nunca nos falou?

- Eu tentei diversas vezes entrar em contato com vocês quando isso ocorreu! Ou você se lembra que deixou Harry comigo em setembro do ano que ele fez três anos e só voltaram e em agosto do anos seguinte?

- Mas o Will tinha...

- Eu estou pouco me importante com seu outro filho. Muitas dessas viagens que vocês fizeram era de férias, e vocês não levaram Harry por que não quiseram.

- Severus – Lily falo baixinho – não podíamos ficar com duas crianças, se fossemos atacados...

- Você pode utilizar essa desculpa o quanto quiser, eu não estou nem aí, mas Harry não é mais seu problema. – Severus se voltou para a criança que falava com Madame Ponfrey animadamente. – Esta melhor?

- Sim, Senhorita Ponfrey me disse que vai me emprestar um livro sobre visão da magia.

- Mas quantas pessoas vão te emprestar livros?

- Como sabe? - Harry deu um sorriso travesso – O professor de DCAT e a professora de transfiguração.

- Por que por onde passa as pessoas te emprestam livros.

- Por que eu sou encantador. – ele olhou no relógio de bolso que tinha – estou atrasado para a aula de feitiços. – Se virou para a mulher em seu lado. Madame poderia me dar um passe para a aula?

- Claro meu Jovem. Não esqueça de vir mais tarde buscar o livro.

- Claro! – Pegando o papel o menino saiu correndo da enfermaria. Então a enfermeira se virou para os outros três ocupantes da sala.

- James Charlus Potter – ele disse em tom alto sem realmente gritar – você tem problemas com a Sonserina? - ela deu um passo ameaçador para frente – Você tem algum problema comigo? – outro passo – você tem algum problema com a sua mãe?

- Não é isso – James estava visivelmente encolhido.

- Então o que é? Eu me lembro de você vir até mim quando queria apenas chá! E quanto a sua mãe? Você esqueceu que ela era Sonserina? - ela apertou a ponte do nariz e depois olhou b fundo nos olhos dele – Seus pais teriam vergonha de você. – o nojo em sua voz era claro. Ela então se voltou para Dumbledore – De você eu nem falo nada. Um diretor que tem claras preferência para a grifinoria e ao invés de ajudar a diminuir o preconceito entre casas só os aumenta. Agora todos você se fora, preciso falar com Severus.

Quando for tarde de mais eles perceberam que já não existiam mais desculpas.


Notas Finais


Comentem muuuito.
Leiam também minha outra fanfic e comentem lá. Gosto de comentários. Eles me incentivam a escrever.
Batatas!


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