História Quando Goku conheceu Chichi... - Capítulo 19


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Categorias Dragon Ball
Personagens Androide Nº 18, Bulma, Chichi, Goku, Kuririn, Lunch, Tenshinhan, Vegeta
Tags Chichi, Gochi, Goku, Namoro
Visualizações 73
Palavras 2.861
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Festa, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Essa ilustração é minha... tá meio tosca, fiz às pressas.

Capítulo 19 - Felizes para sempre!


Fanfic / Fanfiction Quando Goku conheceu Chichi... - Capítulo 19 - Felizes para sempre!

Goku saiu do banheiro, e ele usava apenas uma toalha na cintura. Chichi não tinha tomado banho com ele, porque ele gostara tanto do perfume dela que pedira para que ela apenas o esperasse. Ela estava de pé, olhando pela janela. A paisagem do apartamento dele, que era no 11º andar era bonita, porque o prédio dele era alto o suficiente para superar quase todos os da rua 12, então dava para ver uma pequena parte do parque, que ficava um pouco adiante, e os prédios da cidade. Goku ficou olhando para ela e sorriu, então, se aproximou lentamente e a abraçou por trás. Ela riu e se aconchegou no abraço dele, que disse:

– Esperou muito?

– Depois de um ano? Nem tanto – ela riu e ele a virou, para beijá-la. Quando decidiu pegá-la no colo para levar para a cama, a toalha caiu e ele disse:

– Ops... lá se vai a minha surpresa...

Ele a deitou na cama e começou a beijá-la, enquanto procurava, sem sucesso, uma forma de abrir o vestido. De repente ele disse:

– Esse vestido foi posto em você como? Cadê o fecho?

Ela riu e ficou de costas para ele, mostrando no meio das costas o gancho do fecho invisível, que ele abriu cuidadosamente, aproveitando para beijar seu pescoço por trás, enquanto descia o zíper. Ela o ajudou a puxar as alças para baixo e ficou de frente, e ele, vendo que ela estava sem sutiã, logo começou a beijar seus seios e brincar com os mamilos, sem pressa, apenas querendo curti-la. Ele foi descendo os beijos chegando até a borda da meia-calça que ela usava.

Ela o ajudou a puxar a peça, com cuidado para não rasgá-la e fechou os olhos, com um, pouco de vergonha quando ele expôs a sua enorme calcinha bege, nada sensual. Ainda de olhos fechados, ela disse:

– Se eu soubesse que acabaria aqui essa noite, teria posto algo mais sexy...

– Tudo bem – ele disse, rindo – eu não esperei você tanto para reclamar de uma calcinha...

Os dois riram enquanto ele tirava dela a “calcinha de vó” e, então, juntos desfizeram a cama, jogando para o lado as almofadas e o edredon pesado que cobria o colchão, e Goku a puxou para o seu lado, beijando-a apaixonadamente enquanto as mãos exploravam seu corpo esguio e curvilíneo. Ele parou por um instante, e olhou para ela, ali, entregue a ele, e acariciou o seu rosto antes de desfazer o penteado dela e soltar os longos cabelos, que se espalharam pela cama como uma seda negra.

O beijo longo, sensual, era ao mesmo tempo quente e apaixonado, e ela sentia o corpo firme dele roçando em sua pele macia e gemia, em antecipação porque apenas o contato das peles os enchia de um desejo inexplicável. De repente, Chichi queria prová-lo, como nunca havia feito, e debruçou-se sensualmente sobre ele, que gemeu quando ela o abocanhou, mostrando o quanto o desejava.

Sem pensar, Goku puxou-a para si e a colocou por cima de seu corpo, buscando a intimidade dela com a sua língua, sentindo seu gosto doce enquanto ela o provocava e ficaram assim, imersos um no outro num delicioso e sensual 69, onde Goku a tocava com a boca e a língua enquanto a penetrava com os dedos, até que a sentiu tremendo sobre ele, e segurando-o com força  e gemendo seu nome, enquanto gozava. Goku segurava-se, e quando a sentiu acalmando-se virou-a para um beijo longo e sentido, antes de dizer:

– Sabe que quando chamamos de “preliminares” é porque é só o começo, né, moça? Está pronta para mais?

– Eu percebi que você fez muita força pra não gozar na minha mão... é porque não aguenta mais que uma?

Ele ergueu uma sobrancelha e disse:

– Isso por acaso é um desafio?

– O que parece?

Ele riu e a beijou mais, mais profundamente, enquanto os dedos voltavam a brincar com ela, que o segurava, deixando-o louco. Ele parou um instante e esticou o braço para o criado mudo, abrindo a gaveta de onde tirou um preservativo, entregando-o a ela com uma expressão sacana. Ela riu e ajoelhou-se na cama antes de vestir nele a camisinha, rindo quando ele jogou a cabeça para trás, louco com o simples toque das delicadas mãos de Chichi. Ela o encarou e ele disse:

– É todo seu... faça o que quiser, Chichi.

Ela riu e mordeu o lábio inferior, sensual, quando passou a perna por cima dele e encaixou-o na sua entrada, puxando-o para que se sentasse. Ela disse, suavemente:

– Me abrace, Goku...

Ele a abraçou e pôde senti-la, e ele estava dentro dela, que deslizou suavemente até que ele a preenchia completamente, e ele a segurou pelos quadris para ajuda-la a mover-se, e os dois rapidamente encontraram seu ritmo, subindo e descendo, gemendo e olhando um nos olhos do outro. Chichi cravou as unhas nos ombros dele quando o prazer veio e ele a segurou pela cintura enquanto ele mesmo sentia-se derramar em um prazer enorme, sonhado e desejado por tanto tempo.

Terminaram ofegantes, abraçados, satisfeitos e felizes pelo prazer conjunto. Goku beijou-a mais uma vez de forma intensa antes de gentilmente tira-la de cima de si para descartar o preservativo no banheiro. Chichi deitou-se, suspirando satisfeita e riu quando ele voltou e jogou-se na cama ao lado dela e a puxou, dizendo em seu ouvido:

– Vou te amar até o amanhecer... e amanhã, e depois... e todos os dias enquanto você quiser e quantas vezes quiser.

Ela o encarou, rindo e disse:

– Uma hora vamos ter que dormir...

– Amanhã é feriado... – ele beijou o ombro dela e disse – podemos dormir o quanto...

A barriga dele roncou ruidosamente e ela gargalhou:

– O que foi isso? – disse, em meio ao riso.

– Eu meio que pulei uma refeição... isso é meu estômago protestando.

– Você não jantou?

– Na verdade, minha última refeição foi um pacote de biscoitos... há algumas horas atrás...

– Você está com fome, Goku?

– Morrendo... mas estava tentando ignorar até agora.

– Vamos comer alguma coisa, então...

– É pra já – disse ele, animado, erguendo-se e abrindo o armário. Deu a ela um roupão dele, que a engoliu, e pegou uma boxer e enfiou de qualquer jeito. – nunca fecho as cortinas... e sabe o que dizem, se você não tem um vizinho pelado, você é o vizinho pelado...

Ela riu e o seguiu, vestindo o roupão. Logo estavam na cozinha e ele preparava sanduíches. O dele, enorme, o dela bem pequeno.

– Se quiser arrumo um molho aqui – ele disse – mas à parte, para a senhorita.

– Só esse presunto parma no brioche está bom, Goku – ela riu – achava que você não cozinhava.

– Não é preciso grande talento para cortar e rechear um pão – disse ele, distribuindo picles sobre as fatias de queijo do sanduíche dele. Pôs os pratos com os sanduíches na mesa e pegou uma garrafa de iced tea, distribuindo em dois copos com gelo. –  esta é a primeira refeição de nós dois como casal, e é uma pena que eu não consigo fazer nada mais impressionante – ele debruçou-se sobre a mesa e deu nela um beijo.

– O último grande cozinheiro que eu conheci não foi uma boa referência de namorado – ela riu quando ele fez uma cara torta para ela – então, está ótimo.

– Bem... – ele disse –eu tive minha dose de burrice e culpa nisso aí também, então, tudo está perdoado.

Comeram com ele fazendo piadas e devorando outro sanduíche após o primeiro e, quando ela bebericava distraidamente o seu iced tea, ele a pegou por trás e colocou nas costas, dizendo:

– Necessidades básicas satisfeitas, vamos ao cumprimento da minha promessa, senhorita Cutelo... até o amanhecer.

– Goku, me ponha no chão! – ela dizia, rindo.

– Nah... agora a próxima parada é a cama.

Logo ele a jogou sobre a cama e livrou-se da boxer, enquanto ela desatava e tirava o roupão. Ele veio sobre ela e a beijou longamente, e logo os corpos estavam de novo unidos, dessa vez ele por cima, movendo-se lentamente, segurando o peso do corpo nos cotovelos enquanto a estocava fundo, sentindo sua respiração acelerada e sentindo-a novamente quente e suada de encontro a ele. Os dois foram acelerando aos poucos, e quando sentiu-a novamente tremendo e gemendo o nome dele, ele a estocou mais fundo e os dois, novamente, chegaram a um orgasmo simultâneo que ele celebrou com um beijo sentido e sensual, antes de desabar para o lado e dizer, de olhos fechados e com um sorriso no rosto:

– Nunca amei ninguém como te amo, Chichi...

Ela se virou para ele, com os olhos negros brilhando satisfeitos quando encontraram os dele e um sorriso nos lábios, quando disse:

– E eu também te amo como jamais amei ninguém... – ela se aconchegou no abraço que ele ofereceu e perguntou: – Já se decidiu sobre qual o tempo ideal para me abraçar em conchinha, se são cinco minutos ou a noite toda?

Ele a aconchegou junto ao peito, cobrindo os dois com o edredon e disse baixinho, no ouvido dela:

– Com você o tempo ideal é a minha vida inteira... – ele riu e olhou pela janela, vendo que começava a clarear lentamente – está amanhecendo... quer dormir agora?

– Eu não escovei os dentes – ela riu – mas acho que uma vez não tem problema...

– Ainda bem – ele riu e esticou o braço para desligar as poucas luzes que iluminavam o quarto e apertar o botão que fechava as persianas, deixando o quarto em total escuridão. Ele fechou os olhos e ouviu Chichi dizer, sonolenta:

– Essa foi a melhor noite de ano novo da minha vida...

– E é só a nossa primeira noite juntos. – ele sussurrou no ouvido dela, já tomado pelo sono e pela delícia que era estar com ela.

Logo os dois ressonavam e, lá fora, começava um novo dia. O primeiro do resto de suas vidas.

***

 Chichi acordou sozinha na cama, sem saber dizer quantas horas depois. Olhou em volta e, de repente, se deu conta do barulho de motor na sala. Achou aquilo estranho e levantou-se. Pegou o roupão que Goku oferecera e vestiu-se. Quando chegou à sala, viu Goku apenas de cuecas e furadeira em punho, fazendo furos em marcações na parede. Aparentemente aquele era o último. Ele encaixou a bucha e um gancho e sorriu para ela, que perguntou:

– Pode me explicar o que está fazendo?

– Bem... eu tinha esperança que seu sono fosse mais pesado – ele disse, passando por ela e dando um beijo e indo até o canto da sala e pegando um pacote embrulhado em papel pardo, atrás de uma poltrona – decidi pregar na parede o presente que Vegeta me deu no Natal...

Ela o olhou intrigada, quando ele levou o pacote até a mesa da sala e o deixou ali, dizendo:

– Abra. Acho que, na verdade, é nosso.

Ela rasgou o papel pardo do embrulho e deu um gritinho quando abriu. Eram quatro desenhos, devidamente emoldurados, dos dois, em sequência, começando com aquele onde eles estavam de costas um para o outro, com as mãos unidas. No desenho seguinte eles se olhavam, no terceiro pareciam ver-se e viravam-se um para o outro e ele a puxava e o último, era um retrato de um beijo apaixonado entre os dois. Tudo em cores vivas e tratamento de luz e sombra impressionante.

– Vegeta é um grande artista! – ela comentou.

– Eu gostaria de ter o talento dele para inventar algo criativo como fez quando pediu a mão de Bulma em casamento... – disse Goku, levando o primeiro quadro até a parede e pendurando. – está bom ou está torto?

Chichi indicou para que lado ele devia ajeitar o quadro e ele prosseguiu:

– Aquele negócio de desenhar um anel foi particularmente genial... – ele pegou o segundo quadro. – e o que ele fez com a gente – Goku baixou a cabeça, rindo – eu tenho vontade de rir toda vez que lembro da cara daquele cretino do Yamoshi quando viu...

Chichi fez um muxoxo:

– Não me lembre que eu namorei aquele farsante...

– Ah – ele ajeitou o segundo quadro na parede – eu também arrumei um erro crasso para me queixar na mesma época, lembra? – ela riu – Mas a Macarita é uma boa pessoa, apesar de tudo.

Ele se afastou e olhou o conjunto, satisfeito. Olhou para ela, que ergueu o polegar, em aprovação. Partiu para o quadro seguinte, enquanto dizia:

– Eu tinha guardado os quadros porquê... tinha perdido as esperanças em nós dois. Por causa de minhas besteiras, achei que você não me perdoaria nunca... – ele disse, colocando o quadro na parede e sorrindo. – Tá torto?

– Não – ela disse, apreciando o conjunto.

– Mas depois dessa noite eu quero esses quadros aqui... para sempre, porque afinal, esse apartamento agora é meu, ou parte meu, considerando que ainda estou pagando por ele... – ele pegou o último quadro e o colocou no último gancho – Você gosta daqui, Chichi?

Ela o olhou e sorriu, dizendo:

– É um apartamento grande... maior que o meu. Mais bem localizado, também. Não tem como não gostar.

– Porque se você não gostar, eu vendo e compro outro em outro lugar, mais do seu agrado – ele disse, meio que distraidamente – e... – ele andou até um móvel da sala e pegou alguma coisa que ela não viu o que era, e veio até perto dela, com um sorriso no rosto. – e eu, como disse, não tenho a criatividade de Vegeta e tenho um certo medo de fazer isso em público... mas – ele se ajoelhou diante dela e exibiu um anel numa caixa, o que pegara na estante – você quer se casar comigo, Chichi?

Ela arregalou os olhos e abriu a boca atônita. Não sabia por onde começar, então disse:

– Que anel é esse?

– Comprei quando você estava viajando e a certeza de que eu te queria ficou maior dentro de mim. Respondi sua pergunta, por favor responda a minha, Chichi...

– Você guardou esse anel e não me disse nada... todo esse tempo?

– Sim... e antes que você pergunte, também não transei e nem senti vontade de ficar com nenhuma outra garota. – ele a olhou com uma expressão pensativa e disse – espero que isso não tenha soado como um papo de perseguidor maluco...

Ela riu e disse:

– Também não senti vontade de... com mais ninguém depois daquela noite no meu apartamento... e não, você não é um perseguidor maluco...

– Dá para me responder? Meu joelho está doendo, já – ele disse. Ela sorriu e o puxou, para que levantasse.

– Claro que eu quero, seu bobo – ele riu e ela ofereceu o dedo para que ele colocasse o anel de noivado. De repente ele a pegou no colo e disse:

– Ótimo! Vamos então para nossa primeira refeição como noivos porque eu estou morrendo de fome.

– O quê?

Ele a sentou na cozinha e pegou um embrulho sobre o balcão da pia e abriu. Havia um brunch completo na embalagem e ela perguntou:

– De onde saiu isso?

– Da padaria aqui embaixo... eu liguei e eles entregaram ainda há pouco, eu imaginei que você ia acordar logo. Tem quiche, croissants, uma salada pra você, e uma variedade de pães e frios. – ele a encarou – e dois ou três molhos, à parte, para você, senhorita.

Chichi riu. Nunca tinha conhecido nenhum homem mais divertido do que Goku.

***

– Puxa, esqueci de pedir sobremesa – disse Goku, quando quase toda refeição tinha sido consumida. – devia ter pedido um pudim...

– Eu tenho uma boa ideia de sobremesa – disse Chichi, subindo no colo dele e beijando-o com vontade.

Ele quebrou o beijo e disse, de repente:

– É aquele papo de “podemos transar na cozinha, podemos voar pra Roma?” O chão é meio frio, mas o balcão acho que é bem quentinho.

– Não, seu bobo – ela mordiscou a orelha dele – eu quero apenas uma chuveirada com você...

– Seu desejo é uma ordem – ele a puxou e disse – mas sabia que eu penso em reformar e colocar uma banheira?

E a chuveirada virou um banho sexy que os levou até a cama e ali, ficaram até o anoitecer, amando-se e curtindo-se, e Chichi e Goku tiveram certeza de que aquele era apenas o primeiro de muitos e muitos dias felizes.

***

Três meses depois, numa cerimônia intimista no inicio da primavera, casaram-se. O bolo era enorme e muito branco, com camadas e camadas de creme branco. Mas, como era o casamento de Chichi, havia uma calda de chocolate à parte.

O brinde da cerimônia foi feito por Vegeta, que brindou ao “casal mais idiota e cego do mundo”, para a vergonha de Bulma, que cobriu o rosto durante o discurso. Quando Chichi atirou o buquê, Lunch pegou seu terceiro buquê seguido (o segundo havia sido no casamento de Lazúli e Kuririn), ameaçando seriamente o namorado Tenshin, que sorriu e, finalmente, deu a ela um anel de noivado.

Quando tudo acabou e os dois se viram sozinhos, Goku mostrou a ela um par de passagens. E, como primeira viagem de casados, voaram, num impulso, para Roma.

As pessoas diziam, quando os viam juntos, que pareciam feitos um para o outro e Goku ria. Por que era exatamente aquilo que eram, mesmo que tivessem demorado onze anos, onze meses e alguns dias para descobrir isso.

Tinha demorado um tempinho, mas, afinal, às vezes o amor não tem pressa.

FIM.

(Ou não. Pode ser um começo...)


Notas Finais


1. Aaah, acabou, puxa, mas eram vocês que reclamavam que nunca que eles ficavam juntos, lembram? Ficaram, felizes para sempre.
2. Mas eu disse que acabaria semana que vem. Por que acabei agora?
3. Porque não acabou. Semana que vem tem o pós-último capítulo. Porque ainda há uma micro-história a ser contada dentro dessa pequena história.
4. Então, até semana que vem...
5. Desculpem o desenho do capítulo, não ficou bem como eu queria...


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