História Quando menos se espera... - Capítulo 18


Escrita por:

Postado
Categorias Luan Santana
Personagens Luan Santana, Personagens Originais
Visualizações 54
Palavras 746
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Depois de muita espera...

Capítulo 18 - Nunca te deixarei sozinha...


- O que? - ele me olhou assustado.

- Esse bebê no meu útero, é fruto de um abuso! - era impossível controlar as lágrimas.

- Tem certeza? Não ficou com nenhum outro cara? - ele questionava, segurando minhas mãos, e acariciando-as.

- Não, é filho dele, não teria coragem de ficar com mais ninguém depois disso!

- Onde esse cara tá agora? - ele questionou, ainda surpreso com a descoberta.

- Eu o denunciei, e depois disso apareceram algumas ocorrências de assédio de algumas pacientes do hospital onde ele trabalhava. Ele acabou sendo preso, e a algumas semanas atrás a família dele entrou em contato com a Camila, por ser minha advogada, e recebi o dinheiro de todos os bens dele! - tentava me acalmar, mas parecia inútil.

- Não vai contar do bebê pra ele, né? - o rapaz me olhava atentamente.

- Não, não quero mais esse homem na minha vida! - continuava a chorar.

- Não fica assim, eu vou cuidar e proteger você e desse bebê! - ele me abraçou mais uma vez.

- Não queria te colocar nessa! - limpei meu rosto.

- Mari, eu quero ser seu amigo, não precisa se preocupar com isso! - ele me ajudou, limpando algumas lágrimas.

- Você acha que devo continuar com a gestação? - olho atentamente para o rapaz, ansiosa por sua resposta.

- É claro, Mari. O bebê não tem culpa do que esse monstro fez, ele está vindo pq Deus permitiu, e ele vai te trazer luz! - ele sorriu.

- Obrigada por me apoiar, estou tão triste com toda a minha família estando contra!

- Você é maior de idade, sabe quais decisões tomar, e tem condições para criar essa criança, uma hora eles terão que aceitar! - ele deu um sorriso novamente.

- Espero que essa hora chegue logo! - sorri de lado.

- Não fica assim, pensa na dádiva que está aí dentro - ele colocou a mão na minha barriga.

- Eu vou melhorar! - sorri.

- Eu vou te ajudar!

Passamos a conversar sobre esse momento da minha vida. E era incrível o poder de melhora que Luan tinha sobre mim.

Ele ficou ao meu lado até que me acalmasse, acariciou meus cabelos, contou histórias sobre os seus últimos dias, e em como estava ansioso para me ver. Tentou tirar qualquer pensamento ruim que viesse a minha mente, sempre tentando me distrair.

Assistimos série, e cai no sono em seu colo no sofá, acordei no dia seguinte na minha cama, e com um bilhete: "Tive que ir, mas eu voltarei em breve. Não se esqueça que agora tem um amigo, nunca te deixarei sozinha. Me liga se precisar, e pode me mandar mensagem a hora que quiser. Se cuida, tá?! Beijo, Luan!"

{Luan}

Depois de ficar dias sem ver a Mari fui até a casa dela, por algum motivo precisava saber se ela estava bem, e ter aquela conversa com ela.

Desde que descobri que ela estava grávida, fiquei com o pé atrás, ela é uma mulher incrível, mal entrou na minha vida e já me ensinou diversas lições, me fez mudar em certos aspectos, e me deixa cada vez mais encantado com o jeito dela de ser. Chega a dar frio na barriga quando ela me manda uma mensagem, e me dá um alívio ao ouvir sua voz suave dizer que está bem... Pode parecer machista, mas depois da minha descoberta tenho medo de acabar me apaixonando por ela, agora ela vai viver por essa criança.

Ao vê-la novamente, sinto algo que não havia sentido antes, era um sentimento bom, mas não sei explicar. Conversamos, sorrimos, comemos, e parece que tudo é bom ao lado dela. Vejo ela contar a história de sua vida, e fico admirando cada detalhe...

Mas ao parar para perceber o que ela dizia, meu peito se enche de raiva, um ódio me consumia, como pode alguém maltratar uma pessoa tão boa como ela? Como eu agradeceria, e faria tudo do melhor se tivesse uma mulher como ela ao meu lado. Oh meu Deus, por que fazer isso com ela? Ela não merece!

A abraço, e tento a aconchegar, tento ser um refúgio, e a partir daquele momento prometo a mim mesmo que cuidarei dela como se fosse minha, cuidarei do seu filho como se fosse meu, e pode parecer loucura, mas farei tudo o que for possível para fazê-la feliz.

Na hora de ir embora me sinto mal, queria poder continuar aqui, para protegê-la de qualquer coisa, mas isso não é possível. Deixo um simples bilhete, e torço para o dia que poderei vê-la novamente.


Notas Finais


Desculpem o capítulo pequeno, tentarei melhorar nesse aspecto! ♥️


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...