História Quando o Amor Acontece - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bill Skarsgård
Personagens Bill Skarsgård, Personagens Originais
Tags Bill Skarsgard
Visualizações 32
Palavras 1.643
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi oi mores... desculpem a demora pra postar, Eu andei um pouco enrolada, Mas aqui está, espero que gostem 🤗

Capítulo 2 - The Date


Fanfic / Fanfiction Quando o Amor Acontece - Capítulo 2 - The Date

Era a noite do encontro com Bill, E eu nunca estive tão nervosa em toda a minha vida. Faltava meia hora para o horário combinado e eu estava ainda brigando com meu armário, nada servia, nada estava bom. Ele era um homem elegante, requintado, eu devia estar à altura, ele certamente me levaria a um lugar chique, caro, e eu não queria desapontar. Depois de muito vasculhar o armário, encontrei um vestido frente única de comprimento médio, que era o melhor que eu podia encontrar, fiz uma maquiagem leve e deixei os cabelos soltos e levemente ondulados, coloque sandálias brancas pra dar uma clareada no look, e estava pronta. Ainda mais nervosa.

Bill se atrasou alguns minutos, mas logo meu celular vibrou com uma mensagem avisando que ele estava na portaria. Não tive coragem de chama-lo pra entrar, meu apartamento não era um cubículo qualquer, mas era modesto demais para alguém como ele. Apenas pedi que esperasse na portaria, peguei minhas chaves, bolsa e desci. Quase não acreditei quando vi a enorme limusine azul parada na porta do prédio, o motorista, assim que me viu, imediatamente correu até mim, me estendendo a mão e me ajudando a descer da calçada, abriu a porta de carro e me ajudou a entrar, nunca tive tamanha atenção em toda minha vida. Bill estava lá dentro, saboreando uma taça de champanhe que tenho certeza que custa um mês do meu salário, nunca me faltou conforto na vida, boas roupas, boas escolas, mas naquele momento me senti uma pedinte, tamanho era o luxo que ele ostentava orgulhosamente.

- Você está linda. - ele sorriu beijando gentilmente minha mão, me fazendo corar no mesmo instante

- Obrigada. - sibilei envergonhada - Você também está muito elegante. - economizei nos elogios pois não queria parecer oferecida, mas ele estava maravilhoso com um blazer cinza, e camisa preta, tão sexy - Onde vamos? - depositei as mãos nas pernas um pouco nervosa com tudo aquilo, o interior do carro era mais luxuoso que minha casa, bancos de couro branco, luzes ambiente, uma mesinha de centro toda em vidro, champanhe, chocolates, morangos - Se bem que podemos comer aqui mesmo. - brinquei o observando sorrir

- Faço questão de te levar a um lugar. - sorri levando a mão até minha perna, senti uma corrente elétrica percorrer todo meu corpo, suspirei encarando e estrada e sorri o observando pelo reflexo da janela - Sua timidez me encanta. - sua voz me causa arrepios a medida que sua mão ser firma em minha coxa, vejo pelo reflexo seu sorriso insinuativo que percorre todo o meu ser

Chegamos a um restaurante no centro da cidade, era lindo, uma luz ambiente muito aconchegante, chique, só havia pessoas bem vestidas, elegantes, me deixando um pouco constrangida, mas Bill não parecia se importar com isso. Um garçom nos encaminhou até nossa mesa, em um lugar mais calmo, que eu percebi que era onde Bill sempre ficava, já que o rapaz o tratava de uma forma mais intimista, e lhe disse que logo traria sua bebida, assim o fez minutos mais tarde. Tivemos uma noite muito agradável, compartilhamos histórias de infância, família, sonhos de criança. Bill era tão gentil e atencisoso, me fazia sentir a mulher mais especial do mundo naquele momento, sua atenção voltada inteiramente pra mim. Era como um sonho, um príncipe encantado. O jantar estava maravilhoso, provei sabores que nunca havia experimentado, drinks, sobremesa, tudo tão perfeito. Quando terminamos, Bill se levantou e caminhou até o garçom, conversou alguns minutos com ele e saímos.

- Gostou da noite? - ele sorriu segurando minha mão e a beijando gentilmente

- Maravilhosa. - sorri sentindo meu rosto corar - Muito obrigada pelo convite.

- Eu é que agradeço pela companhia. Foi muito agradável. - leva a mão delicadamente ao meu rosto, me causando arrepios com seu toque

- Foi, muito agradável para mim também. - fechei os olhos sentindo seu toque macio e quente, aos poucos seu hálito tocou meu rosto e seus lábios tomaram os meus em um beijo calmo e doce, suas mãos seguraram meu rosto o intensificando lentamente, fazendo com que eu me entregasse por completo àquele momento que eu queria tanto, segurei sua nuca e suguei seus lábios o mais forte que pude, o fazendo sorri entre o beijo e descer as mãos até minha cintura a agarrando com força, soltei um suspiro e agarrei seus cabelos o fazendo arfar

- Chegamos, senhor. - o motorista pigarreou me fazendo saltar de seu colo

- Então, está entregue. - ele murmurou ajeitando meu cabelo e sorriu

- Obrigada pela noite. - sorri me preparando para sair assim que o motorista abriu a porta - Você, quer subir? Tomar um café? - mordi os lábios sorrindo

As mãos de Bill percorriam todo meu corpo enquanto nossas roupas ficavam pelo chão, durante o tortuoso percurso até meu quarto. Seus lábios quentes e molhados passeavam por meu queixo, pescoço até meu colo, minhas mãos arranhavam suas costas e ombros. Ele apertava meus seios com força me fazendo arfar e logo se livrou da última peça que faltava, os sugando com desejo, em seguida seus lábios tomaram os meus em um beijo feroz e ardente, ele então me suspendeu nos braços e caminhando comigo até a cama, me deitando calmamente sobre ela, na sequência seus lábios passaram a explorar cada centímetro do meu corpo, com uma calma prazerosa e tortuosa, eu já não tinha controle de meus gritos e gemidos a medida que sua língua penetrava loucamente minha intimidade me fazendo tremer deu prazer, suas mãos apertavam meus seios e desciam até meus quadris, que seguiam seu ritmo louco, agarrei seus ombros sentindo um orgasmo sublime tomar conta do meu ser. Bill sorriu trilhando um caminho de beijos até meus mamilos que ele abocanhou, me penetrando com urgência. Soltei um gemido rouco e agarrei suas costas envolvendo minhas pernas em seus quadris que ele logo agarrou me estocando forte e intensamente, nossos gritos de prazer poderiam ser ouvidos à distância, eu podia afirmar tamanho o calor e urgência daquele momento. As estocadas de Bill eram precisas, me fazendo delirar eu um prazer absurdo que eu nunca havia sentido antes, seus beijos quentes, suas mãos firmes apertando meu corpo, eu sabia que logo explodiria em outro orgasmo sublime, e que ele viria junto.

...............

Eu estava ficando cada vez mais encantado por Mariana, sua simplicidade, sua delicadeza eram algo que me hipnotizava. Estávamos saindo a alguns dias e eu poderia ousar dizer que estava me apaixonando. Eu, Bill Skarsgård, que sempre gostei de ser solto, que ostentava orgulhosamente minha liberdade, que gritava aos quatro cantos que não me prenderia tão cedo a alguém. Estava perdidamente apaixonado, por uma garota fantástica, do sorriso doce e contagiante, de alma pura, simples, de conversas agradáveis, que me fazia sorrir simplesmente por ouvir sua voz, seu nome, por me lembrar de sua existência. Aquela garota estava me tirando do prumo, e eu estava adorando a sensação.

- Eu nunca o vi assim. - Phill me analisava rindo - Você está apaixonado pela tal garçonete.

- Não fale dela assim. Como se a profissão a fizesse inferior. - protestei o encarando

- Me desculpe, não quis ser preconceituoso, ou algo do tipo. - se retratou e se sentou ao meu lado - É que é algo realmente novo, e estranho ver você tão encantado assim por uma garota.

- Até para mim é algo estranho. Mas aconteceu. - sorri me ajeitando na poltrona - E eu estou gostando disso.

Meus encontros com Mari se tornaram mais frequentes, eu ansiava por vê-la, todos os dias, a todo instante. Ela se tornou a funcionária do mês de tantos pedidos que eu fazia ao longo do dia em seu trabalho. Eu adorava a ver sorrindo admirada nos lugares que eu a levava, restaurantes, museus, parques. Passei a levá-la nos jantares e eventos da empresa como minha namorada, ela ficava emcabulada de começo, mas acabou se habituando, e até gostando. Ela era do tipo de garota que encantava a todos em sua volta, chamava atenção por sua espontaneidade, seu jeito extrovertido de ser, e eu amava isso. Amava estar em sua companhia, amava vê-la sorrir, amava ouvir suas gargalhadas, suas histórias. Tudo nela era encantador, e eu a queria cada vez mais perto.

- Morar com você? - ela me olhava assustada e chocada

- Sim, morar. - respondi calmante a deixando ainda mais perplexa - Já estamos juntos a um tempo, e Mari, eu amo você, quero estar ao seu lado todos os dias. - segurei suas mãos e a beijei

- Eu também amo você, Bill. Mas isso não é muito precipitado?

- Precipitado por que? Se nós nos amamos. Queremos estar juntos, é o natural a se fazer.

- Eu sei, mas...

- Você não quer?

- Sim, eu quero. - ela sorriu me abraçando - Mas eu tenho medo que você se arrependa.

- Eu não vou me arrepender. Eu amo você. - a beijei fixamente a fazendo sorrir

Mari se mudou para a minha casa e eu a convenci, depois de muito custo a trabalhar comigo, como minha assistente. Ela era uma garota muito inteligente, esforçada, merecia uma oportunidade. Obviamente, Phill esternou sua preocupação em minhas atitudes, me acusando de estar sendo passional. Mas era mais que isso, eu realmente acreditava no potencial dela, acredita que ela tinha algo a agregar na empresa. E como eu aprendi com meu avô, se você vê alguém com algo a mais para oferecer, não pode deixar escapar. Mari era realmente muito esforçada, não se acomodava pelo status de namorada do chefe, estava sempre disposta a trabalhar duro, se dedicar e aprender. Meu pai estava prestes a vir para uma reunião extraordinária, junto aos meus irmãos e eu tinha certeza que todos gostariam dela, não havia como não gostar. Mari era incrível.


Notas Finais


Essa semana n tem vídeo do cap, pq eu tô realmente enrolada. Mas na próxima tem 🤗❤

Não esqueçam de dizer oq acharam


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