História Quando o amor acontece - Capítulo 41


Escrita por:

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Categorias Naruto
Tags Sasusaku
Visualizações 129
Palavras 2.126
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiii

Demorou mais saiu.

Desculpe a demora, minha avida está muito agitada.

Espero que gostem.

Boa leitura.

Capítulo 41 - Sequestro


 

 

Narrating de Eduarda:

 

 

— Yuriko, o que tá acontecendo com você. – Observava ele deitado no sofá olhando para o tento.

 

— Não é nada.

 

— Se não fosse nada você estaria me contando, desde que você conheceu seu pai anda assim.

 

— Assim como?

 

— Distante. – Sentei no chão ficando próximo ao rosto do Haruno. – Já tem duas semanas, já está na hora de você superar isso.

 

— Não é isso Duda. Eu sinto que minha mãe está escondendo alguma coisa de mim, só não sei o que é.

 

— O que faz você pensar isso?

 

— Ela anda um pouco estranha.  Eu sei quando ela tenta esconder alguma coisa de mim. – Ele virou o rosto me olhando, aproximando nossas faces.

 

— Se ela está escondendo alguma coisa de você é para seu bem. Yuriko você deveria esqueci isso e se concentrar no seu irmão.

 

— O que tem ele?

 

— Ele está se insolando, não percebeu? – Bufei ao notar a cara de confusão dele. – Ao contrario de você que está levando isso numa boa, o Sayuri não está... Ele é mais sentimental que você.

 

— O que você quis dizer com isso.

 

— Vai lá falar com ele. Sayuri precisa de você.

 

— Talvez você esteja certa.

 

— Então tá esperando o que para levantar o traseiro dai e ir lá falar com ele?

 

— Calma, estou indo. Não precisa enxotar.

 

 

Narrating de Yuriko:

 

 

Ao chegar no quarto o encontrei deitado na cama, ele se mantinha coberto e com um olhar distante. Entrei no quarto e fechei a porta, repousando as costas na porta:

 

— Terra chamando Sayuri. – Falei num tom meio irônico, ele me lançou um olhar desinteressado girando para outro lado da cama. – Por que está me ignorando?

 

— Não estou ignorando você, apenas quero ficar sozinho.

 

— E eu posso saber o motivo. – sentei na beirada da cama, Eduarda tinha razão ao falar que ele estava esquisito.

 

— È tão difícil assim adivinhar?

 

— A volta do pai?

 

— E o que mais poderia se?

 

— Está chateado com ele?

 

— Não chateado, mas confuso. – Ele sentou na cama. – Eu sempre sonhei em conhecer o papai, e agora que ele está na minha frente eu não sei o que fazer.

 

— Como assim?

 

— Daqui a alguns dias ele vai passar o dia com agente, mas como eu devo agir? E se ele não gosta de mim?

 

— Acho que ele deve está mais preocupado em ser aceito. Ele não tem direito de exigir nada, foi ele que nos abandonou e não o contrario.

 

— Mas-

 

— Você não disse que sempre sonhou em conhecer ele? – Falei retoricamente. – Então seja você mesmo.

 

— E a nossa irmã? Ela vai ficar triste comigo se eu tentar me aproximar dele?

 

— Tenho certeza que ela vai te apoiar.

 

— Obrigado.

 

 

 

Narrating de Sakura:

 

 

 

Minha vida não estava mais sendo a mesma depois do que Fubuki tinha feito aquela revelação, desde aquele dia eu tenho andado mais atenta. Ficava preocupada com os meninos 24 horas por dia, com medo de alguma coisa ruim acontecessem com eles. Mal conseguia descansar diante de tudo que estava acontecendo. Ainda enrolada na toalha me atirei na cama, estava cansada, para ser mais exata exausta. Os meninos ficaram um pouco abalados nos primeiros dias, mas com o tempo foram se acostumando com a notícia. Bufei girando para o lado, se dependesse de mim eu não levantaria da cama para nada hoje. Eu não só estava preocupada com minha meia irmã querer nos matar, mas também com o meu casamento:

 

— Está me fazendo um convite? – Questiona malicioso ao percebe que eu estava apenas de toalha.

 

— Só se for para deitar, estou morta.

 

— Eu imagino. – Sasuke deitou do meu lado, aproximando seu rosto do meu. – O dia do nosso casamento está bem próximo, logo você será Sakura Uchiha.

 

— Você está tão ansioso, parece até a noiva.

 

— Você é exagerada.

 

— Sou não, você fica checando cada detalhe a cada momento.

 

— Era para você está dessa maneira e não eu. – Brincou.

 

— Desculpe meu amor. – Suspiro. – Mas são tantas coisas que estão acontecendo, meu pai o-

 

—Não precisa se preocupar com isso amor, tem segurança os vigiando 24 horas por dia.

 

— Mas isso não muda que tem uma assassina atrás deles e de mim. – Ele repousou a mão sobre minha face acariciando com o polegar. – Que tal você levantar da cama, colocar e irmos vê as coisas do nosso casamento?

 

— Sabe de uma coisa?

 

— O que?

 

— Eu acho uma ótima ideia.

 

 

...

 

 

Não dava para acreditar que eu iria me casar daqui á dois meses, parecia ser tão surreal. Eu não me reconhecia ao me olhar no espelho... O vestido era tão bonito, me sentia como uma princesa:

 

— Por que está chorando? – Ino ajeitava a aba do meu vestido.

 

— Eu queria que minha mãe estivesse aqui para me vê vestida. Ela sempre me imaginou casando. – passei a mão pelo rosto secando a lágrima que deslizou.

 

— Tia Mebuki estaria feito louca, do jeito que ela é apresada. – Ino ri ao lembrar. – Ela ficaria emocionada se vise a mulher forte e linda que você se tornou.

 

— Ela faz tanta falta.

 

— Eu sei que eu não posso substituir tia Mebuki. –  segurou meu ombro. – Mas prometo que serei uma ótima irmã mais velha, te garanto.

 

— Você eu sei que vai, agora a Tenten.

 

— Essa ai vai tacar é fogo no seu casamento, melhor providenciar um esquadrão antibomba.

 

— Os bombeiros também devem fazer parte do pacote. – Ri ao imaginar o estrago que Tenten poderia fazer senão ficássemos de olho nela. – Eu ao invés de imaginar que tudo vai da certo, estou imaginando o estrago.

 

— palhaça.

 

 

Não dava para acreditar que eu iria me casar daqui dois meses, eu sentia uma sensação tão estranha, boa. Nunca imaginei me casando ainda mais depois que minha mais se foi, achava que essa coisa chamada ‘casamento’ não era para mim... Mas depois que conheci o Sasuke o meu ponto de vista mudou, eu queria está do lado dele não somente agora ou amanhã, mas para sempre. A pesar de do nada saber que tem uma assassina que é minha meia irmã atrás de mim e dois meus irmãos, eu estava feliz de ter conhecido meu pai. Não seria fácil reatar meus laços com ele, porém eu deveria pelo menos tentar depois de tudo o que ele fez por nós, mesmo distante ele não parava de pensar na gente e nos proteger... Eu entendia o sacrifício que ele fez e por isso deveria da tudo de mim para ter uma boa relação, mesmo não sendo nada fácil.

 

O dia estava passando rápido, ia a vários lugares diferentes conferindo se estava tudo certo para meu grande dia, não queria que nada desse errado. Eu amava tanto o Sasuke que sentia meu coração doe e só de imaginar ficar longe dele sentia um enorme vazio. Estava quase anoitecendo quando paramos para fazer uma pausa para o lanche, Ino basicamente controlava tudo o que eu comia. Dizia que tinha que estava magra e bonita para entrar no vestido de noiva e então basicamente estava passando fome. Suspirei mexendo na salada, isso com certeza não vai matar minha fome – para ter noção eu tinha que comer coisas escondidas no banheiro para não ser pega no fraga. Eu sei que minha amiga está fazendo isso pelo meu bem, mas devo confessar que já estava achando um exagero.

 

Como o dia tinha sido muito cansativo e só faltava verificar mais uma coisa então dispensei a Ino, para que ela pudesse descansar um pouco e recuperar energia para quando seu marido chegasse, aquela lá tem um fogo que só. “será que os meninos estão bem?” Caminhava devagar para o ponto do ônibus enquanto refretai sobre os últimos acontecimentos... Não tinha um só momento que não pensava nos meninos, mesmo não querendo ficava preocupada com eles a todo o momento, são apenas crianças e estão passando por tantas coisas.

 

Solto outro suspiro enquanto aguardo o ônibus, já deveria ser quase sete da noite e tudo o que eu queria era abraçar meus irmãos e ver aqueles sorrisos maravilhosos enquanto os apertos. Pena que ainda tinha que ir a mais um lugar e isso me deixava extremamente desanimada, e como não bastasse o ônibus estava demorando um século:

 

— Com licença. Você pode me informa as horas? – Olhei para o rapaz, ele sorriu meio sem graça ajeitando os óculos.

 

— Só um momento – abro a bolsa pegando o celular - sete horas e dez minutos.

 

— Obrigado – sentou do meu lado – esperando alguém?

 

— Não. Só o ônibus mesmo.

 

— Que bom... Haruno Sakura.

 

 

Arregalei levemente os olhos e o olhei espantada. Não conseguir falar nenhuma palavra quando ele me atacou colocando um pano úmido no meu rosto atrapalhando minha respiração. Debatia-me tentando me soltar, mas ele era mais forte do que eu. Olhei em volta a procura de alguém que pudesse me socorre, porém a rua estava completamente deserta, sem força aos poucos perdia a consciência:

 

— Boa garota... Tem alguém que vai adorar te vê.

 

 

 

Narrating Sayuri:

 

 

— Duda, sabe me dizer se minha irmã chegou? – perguntava olhando em volta.

 

— Acho que não. Por quê?

 

— Quero amostrar o desenho que fiz a ela.

 

— Me deixa vê – ela fala puxando meu caderno – isso parece que foi feito por uma criança do jardim – zombou rindo – é o que? Uma bola é quatro palitos?

 

— Você só sabe criticar. Me da! Só minha irmã intende.

 

— Ela te conforta – Yuriko retruca ficando do lado da Uchiha – nossa irmã sempre vai falar que tudo o que você faz é lindo. Filho da irmãzinha.

 

— Vocês são um bando de chatos. Olha, até que é bonitinho – Uyara falou puxando o caderno – Olha que gracinha, um cachorrinho!

 

— Casal melação.

 

— Não é um cachorro, é um sofá.

 

— Serio? Parece um cachorro.

 

— Mas é um sofá. Olha desse ângulo – expliquei, a ruiva colocou a mão no queixo e fez uma cara pensativa.

 

— Não importa o ângulo. È um sofá.

 

Meu irmão e a Uchiha riram:

 

— Esquece. – bufei fechando o caderno. – De qualquer forma quando a minha irmã chega vou mostrar a ela.

 

— Falando nisso, já era para ela ter chegado. Já são quase dez horas. – Yuriko informou mexendo do celular, bufei. Controlador.

 

 

 

Narrating de Sasuke:

 

 

O dia tinha sido bem cansativo e não via a hora de chegar em casa e abraça minha rosada. A cada minuto que passava longe dela eu poderia jurar que iria morre de ansiedade, afrouxei a gravada abrindo os primeiro botões da camisa. Entrando em casa reparei que as crianças estavam na sala assistindo televisão e sem falar nada fui para meu quarto, queria encontrar logo a minha Haruno e matar as saudades. Joguei a maleta na cama e tirei o casaco, olhei em volta reparando que a Sakura não estava no local então voltei para a sala, as crianças estavam tão concentradas assistindo anime que nem havia notado minha presença:

 

— Boa noite.

 

— Pai eu estou com fome – Duda resmungou passando a mão na barriga – tia Sakura não veio com você?

 

— Não. Ela não está aqui?

 

— Não, por isso achamos que ela estivesse com você – Uyara falou ironicamente e depois bufou – Será que ela está com a minha mãe?

 

— Eu vou checar isso – falei voltando pro quarto, peguei o celular e disquei o número da Yamanaka.

 

Eu não queria preocupar as crianças então tranquei a porta para que elas não pudessem xeretar. A cada toque que dava parecia que meu coração iria sair pela boca com tamanho nervosismo, ainda mais depois daquela revelação e ressente ameaça de morte que segundo Fubuki, meia irmã da Haruno tramava:

 

— Alô?

 

— Ino. Sou eu Sasuke. A Sakura está ai? – batia os dedos levemente no meu joelho devido ao nervosismo, olhei o relógio, já iria da meia noite.

 

— Claro que não. Você fez alguma coisa?

 

— Ela ainda não chegou.

 

— Como não? A Sakura iria no cabelereiro quando me separei dela, e isso foi lá para seis, já era para ela ter chegado faz tempo. Tem certeza que ela não está ai?

 

Eu sabia que Sakura não era de desaparecer assim sem deixar nenhum recado e também sabia que minha intuição estava certa. Alguma coisa tinha acontecido com a Sakura e tinha certeza que a maldita da irmã dela estava por trás de tudo, e eu estava assustado e com medo que acontecesse alguma coisa com ela:

 

— Sasuke não me diga que a meia irmã d –

 

— Sim. Acho que foi ela.

 

— Meu Deus – falou assustada e quase num sussurro – eu vou sair daqui agora. Já chegou ai.

 

Eu não sabia exatamente o que fazer ou o que pensar sobre isso, tudo o que passava na minha cabeça era se ela estava bem, se estava machucada ou pior que isso. Eu só tinha certeza de uma coisa, de uma maneira ou de outra eu acharia a minha mulher, nem que isso fosse a última coisa que iria fazer:

 

— Aqui é da policia. No que posso ajudar?

 

— Quero denunciar um desaparecimento e um possível sequestro.

 

 



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