História Quando O Amor Toca Os Corações - Capítulo 1


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Emma Swan, Regina Mills (Rainha Malvada)
Tags Swanqueen
Visualizações 882
Palavras 2.760
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Orange, Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Que comecem as fofuras, este livro é lindo e meigo!

Olá! OUAT, gente eu terminei de ler este livro maravilhoso e lindo, e toda vez que eu lia ele eu pensava em SQ e nossa eu gostaria de apresenta essa delicia de livro para vcs Swens, Sou louca por Emma e Regina e SwanQueen é minha vida, por isso eu vou publica essa historia aqui, mas com os personagens principais mudados para Emma e Regina.

A historia original foi escrita por Carol Marinelli e é uma Coleção da editora Harlequin Especial, nº 23

Os créditos da historia claro que são para ela a autora original e todos os personagens são dela eu apenas mudei os nomes para Emma e Regina e para alguns personagens da serie.

Capítulo 1 - Capítulo Um


Fanfic / Fanfiction Quando O Amor Toca Os Corações - Capítulo 1 - Capítulo Um

Um novo dia.

Um novo começo.

Mais um.

Caminhando pela praia, Emma Swan estava com a cabeça baixa e perdida demais em seus pensamentos para real­mente notar o magnífico céu cor-de-rosa sobre as águas calmas da Baía de Storybrook. Ela havia sido aceita como residente da Emergência no Hospital Magic Center e estaria lá em algumas horas para começar seu primeiro dia de traba­lho. Só que não havia o nervosismo típico do primeiro dia enquanto ela avançava ao longo da praia, afinal, ela tinha tido muitos recomeços antes. Esse seria seu quarto emprego nos três anos desde a morte de Elsa Frozen... Não, agora eram quase quatro anos.

O aniversário da morte dela estava se aproximando e Emma temia essa data. Tentando e falhando em não pensar sobre ela, tentando e falhando em não pensar constantemente sobre como a vida deveria ser, se elas tives­sem tido tempo de vivê-la. Se ela tivesse se estabelecido no Melbourne Central, se a vida para ela não tivesse mudado tão dramaticamente, agora ela estaria se candidatando a car­gos de consultora.

Mas permanecer lá não havia sido uma op­ção. Havia lembranças demais para ela. Após seis meses de tentativas, Emma havia percebido que não podia continuar tra­balhando no mesmo local onde um dia trabalhara com sua esposa e tinha aceitado depois alguma autoanálise, que as coisas nunca mais seriam as mesmas. Elas nunca mais pode­riam ser as mesmas.

Então, ela havia se mudado para Sidney, o que pareceu certo por um tempo, mas após 18 meses, bem, aquele sentimento de inquietação tinha começado novamen­te e ela mudou-se para outro hospital, em Sidney. Só que... Era a mesma melodia, apenas numa canção diferente. O lugar era ótimo, as pessoas também... Mas simplesmente não funcionou sem Elsa. Então, ela havia voltado para Storybrook, mas desta vez para um bairro afasta­do, e era bom estar de volta, mais perto de sua família e nova­mente entre seus velhos amigos.

Não, ela não estava nervosa sobre este recomeço. A dife­rença era que, desta vez, estava ansiosa por ele, pronto para ele, até mesmo animado com a perspectiva de seguir em fren­te. Já era tempo.

Ela tinha decidido viver perto da praia e fazer caminhadas rápidas ou correr toda manhã... Mas no terceiro dia após a mudança ela havia apertado o botão "soneca" de seu desperta­dor algumas vezes!

Emma aumentou a velocidade e começou a correr, sua estru­tura musculosa escondendo sua destreza, e bem rapidamente ela alcançou seu destino: a casa na qual ela estava de olho havia algumas semanas.

Enquanto cumpria seu período de aviso prévio em Storybrook, Emma fizera a viagem até lá para encontrar um lar perto do hos­pital. Procurando pela internet e conversando por telefone com corretores de imóveis, ela havia se deparado com várias possibilidades a serem visitadas durante o final de semana, pois estava determinada em conseguir uma casa antes de co­meçar seu novo trabalho, percebendo que, se fosse à dona de uma propriedade, talvez se mostrasse mais inclinada a acomo­dar-se por mais tempo.

O corretor tinha mostrado a ela um apartamento típico de solteira, um novo empreendimento junto à praia, com vista maravilhosa para a baía e a cidade. Era claro e arejado e tinha todos os confortos modernos com a vantagem de uma grande varanda, o que seria bom quando ela recebesse a visita de ami­gos ou da família.

Ela realmente tinha tudo, e Emma quase o comprara naquele mesmo dia, mas, enquanto esperava, na va­randa, que o corretor separasse os documentos, Emma viu casa ao lado. Ela era mais antiga e se projetava um tanto a mais para dentro da praia que o bloco de apartamentos. O jardim, que tinha acesso direto à praia, era um oásis verde coberto de ervas comparado com a varanda de assoalho enfeitado e pare­des claras onde ele estava. Em vez de olhar para a magnífica praia, Emma ficou encantada com o jardim do quase vizinho. Um enorme salgueiro projetava sua sombra em grande parte dele, havia um escorregador, um balanço e uma cama elástica ali, mas o que realmente chamou a atenção de Emma foi o barco estacionado junto à lateral da casa. Um homem por volta de seus 40 anos que jogava água no barco com uma mangueira olhou para cima e acenou quando eles saíram para a varanda, e Emma balançou a cabeça rapidamente num cumprimento, não percebendo que o homem na verdade estava acenando para o corretor e não para ela.

— Logo estarei com você, Doug — o corretor gritou, então, se sentou junto a uma mesa de vidro bem posicionada, colo­cando em ordem documentos e demais papéis e finalmente localizando o contrato.

— Ela está no mercado? — Emma perguntou.

— Desculpe?

— A casa ao lado. Ela está à venda?

— Ainda não — disse o corretor com um sorriso reservado. — Sente-se, Sra. Swan, e verificaremos os detalhes do contrato.

— Mas ela vai estar à venda? — Emma insistiu.

— Talvez. Embora, realmente, ela não tenha nenhuma das características que o senhor especificou. Aquela casa precisa de várias reformas, ainda tem a cozinha original e o jardim está uma selva.

Só que Emma não estava ouvindo, e o corretor de repente teve aquela sensação deprimente e terrível de que ele estava per­dendo o controle de venda que julgava certa.

— O conjunto de apartamentos recebe manutenção regular, possui academia de ginástica e piscina com raia para os inqui­linos — ele ressaltou, reforçando o que presumiu serem os benefícios de viver ali para essa moça solteira de aparência vigorosa, com título de doutora. Ele tivera tanta certeza que pouca necessidade de manutenção era a chave para esta venda. Ele estava errado.

Emma estava se dando conta rapidamente que grande neces­sidade de manutenção seria ótimo par ele!

Estes eram um jardim e uma casa onde ela poderia se es­quecer de si mesma, perdida em preocupações sobre conser­tos da casa e em passar óleo nas tábuas do deck. E que tal um barco? Seria muito melhor preencher o tempo livre que tinha reformando a casa ou ao ar livre, passeando de barco na baía, do que confinada às linhas modernas e polidas daquele aparta­mento ou queimando sua energia interminável numa piscina com raia! Pela primeira vez em muito tempo, Emma se viu inte­ressada em algo que não era trabalho, e encarando a casa, ela quase podia vislumbrar um futuro, um verdadeiro futuro... Por isso, em vez de fechar negócio e se mudar para o luxuoso pré­dio de apartamentos, para o aborrecimento óbvio do corretor, Emma assumiu o risco: colocou seus móveis num depósito e alugou uma das unidades de decoração barata no outro extremo da rua, preparada para esperar pacientemente até que a casa estivesse à venda.

Foi realmente vantajoso, Emma pensou naquela manhã, en­quanto caminhava ao longo do caminho de acesso à praia até a frente da casa. Em um curto espaço de tempo, o mercado imobiliário despencara e as incorporadoras estavam tendo problemas para vender os apartamentos de luxo. O preço já havia caído alguns milhares, assim, se nada acontecesse com a casa...

À Venda por Leilão

Ela viu a placa e deu um sorriso ao ler que o leilão seria em breve, na verdade, em apenas algumas semanas. E havia uma "visita para inspeção" prevista para o fim de semana. Cami­nhando de volta para a praia, desta vez ela prestou atenção no magnífico céu e na quietude da manhã, nas gaivotas sentadas como patos na água tranquila, no cão que correu para a água e as afugentou.

E então ela a viu, em pé no oceano vítreo, a água na altura de seus joelhos, pernas afastadas e alongando-se, suas mãos estendidas em direção ao céu. Ela ficou parada e manteve a posição para depois, vagarosamente, abaixar seus braços. E começou a fazer tudo de novo. Deus! Emma revirou os olhos. Ele estava em grande forma e tentava de maneira vaga se manter assim, confiando principalmente em caminhar mi­lhares de quilômetros dentro da Emergência do hospital e en­tão esgotar-se com natação, mas isso que a mulher estava fa­zendo era "Nova Era" demais, aquele tipo de atividade feita para saudar o dia, ou coisa parecida... Por favor!

Ainda assim, Emma admitiu que havia alguma coisa de espe­tacular sobre sua falta de inibição, e algo sobre ela fez Emma sorrir enquanto caminhava.

E então, ela se virou e o sorriso dela desapareceu quando ela se inclinou... dobrou-se em duas na verdade. Emma viu o abdômen inchado dela e percebeu que ela estava grávida e visivelmente com dor. Ganhando velocidade, caminhou rapi­damente pela areia, tentando não parecer muito afobada, já que aquilo também poderia apenas ser parte da rotina de exer­cícios dela. Mas não era, ela estava caminhando com visível desconforto para fora da água rasa, ainda curvada num ângulo estranho, e Emma começou a correr, até alcançá-la na beira do mar. Ela viu os cachos escuros no alto da cabeça dela enquan­to ela, ainda dobrada, agarrava seus próprios joelhos.

— Você está bem? — Emma perguntou, preocupado.

— Ótima — ela gemeu, e então olhou para ela. Os olhos dela eram cor de âmbar, usava grandes brincos prata e estava rangendo seus dentes muito brancos. — Ioga idiota!

— Você está tendo uma contração? — Ela a estava exami­nando, mas não quis se aproximar e colocar a mão na barriga dela. Ela achou que precisava se apresentar primeiro. — Meu nome é Emma, e eu sou médica.

— E o meu é Regina... — Ela respirou fundo, e relaxou, aos poucos. — E eu não estou tendo uma contração, é só uma câimbra.

— Você tem certeza? — ela insistiu.

— Certeza absoluta! — Ela se esticou e estremeceu, pas­sando a mão no lugar onde sentira a pontada. — São essas bobagens de "Nova Era". — Ela não pôde evitar um sorriso e, então, ela também sorriu. — De acordo com meu obstetra, isso deveria relaxar tanto a mim quanto ao bebê. Só que é mais provável que acabe nos matando.

De repente, Emma foi catapultada para o passado de novo. Exatamente como acontecia quase todos os dias, e todas as noites. Não todo o tempo, como antes, mas, já que haviam se passado quatro anos, com frequência demais.

— Bom, já que você está bem... — Ela não terminou a frase e se virou para ir embora. Mas de repente, ela estava segurando a barriga com as duas mãos, e expirando longa e lentamente.

— Isso — disse Emma, com firmeza — não é uma câimbra.

— Não. — Ela fechou os olhos e desta vez ela colocou a mão no abdômen dela, sentiu o estiramento fraco ao redor do útero. Manteve a mão ali até que passasse, satisfeito em verificar que aquilo nada mais era do que uma contração Brazton-Hicks.

— É só o bebê praticando para o grande dia. — Ela sorriu. — Sinceramente, eu estou bem.

— Você tem certeza? — ela pressionou.

— Absoluta.

— Se elas se tornarem mais fortes, ou ficarem...

— Mais regulares, eu sei, eu sei. — Ela deu a ela um enor­me sorriso. O sol estava alto agora e ela podia ver a cor bron­zeada dela e seu rosto forte. Ela realmente tinha um sorriso incrível. — Emma, de qualquer modo, obrigada — ela disse.

— Sem problema.

Ela se virou e começou a caminhar ao longo da praia, na mesma direção que ela deveria ir, então, Emma começou a cami­nhar atrás dela e meio que a observava para ter certeza que não ia parar de novo, mas ela agora parecia bem. Ela vestia short branco e uma camiseta regata branca justa, e tinha curvas por toda parte. Emma sentiu um leve desconforto quando ela virou a cabeça para trás.

— Eu não estou seguindo você. Eu moro lá em cima — ela explicou.

— Que legal! — Ela diminuiu o ritmo da caminhada. — Onde?

— Num dos apartamentos pequenos ali no fim da praia.

— Desde quando? — ela perguntou.

— Desde o final de semana.

— Então nós somos vizinhos. — Ela sorriu. — Eu sou Regina Mills, moro na Unidade 3.

— Emma, Emma Swan. Estou no número 22.

— Então, você está do lado calmo. — Regina revirou os olhos.

— Você tem certeza disso? — Emma disse, levantando uma sobrancelha. — Certamente não foi calmo nas últimas duas noites. Brigas, festas...

— Isso não é nada comparado aos meus vizinhos — ela retrucou.

Eles estavam lá, na frente da fileira de unidades de um dor­mitório que era um tanto de feiura num cenário tão encantador.

Sem dúvida, um dia uma incorporadora jogaria tudo no chão e construiria um prédio luxuoso ou um hotel, mas agora elas eram apenas umas fileiras de unidades velhas e bastante degradadas, que ofereciam aluguel barato e acesso à praia, e estavam cheias de mochileiros procurando um canto por algu­mas semanas e o eventual inquilino comum, o que era obvia­mente o caso de Regina.

Ao chegarem à unidade dela, ficou claro que ela se destaca­va das outras, a pequena faixa de grama na frente havia sido aparada e havia vasos de girassóis na pequena entrada. Ficava claro que aquilo era um lar.

— Obrigada novamente pelo seu interesse. — Ela deu um grande sorriso. — E se você precisar de uma xícara de açúcar...

Ela riu.

— Eu saberei aonde vir.

— Eu ia dizer que você terá que bater na porta ao lado. O médico acabou de me colocar numa dieta.

Ela riu novamente e acenou um adeus. Dirigindo-se para a sua unidade, entrou, ligou a cafeteira elétrica e observou em torno de si o interior sombrio antes de dirigir-se para o chu­veiro fraco, imaginando se ele jorraria água quente ou fria essa manhã.

Emma esperava que o apartamento de Regina fosse melhor que o dela. Era um pensamento estranho para aparecer de repente em sua cabeça, mas ela só esperava que fosse melhor, isso era tudo. Com certeza, do lado de fora ela era extremamente bem cuidado. Talvez o marido dela o tivesse pintado. E ela tinha esperanças de que a mobília dela fosse mais bonita do que a fornecida pelo senhorio. Ainda assim, isso não compensaria o barulho...

Saindo do chuveiro, ela podia ouvir seus vizinhos brigan­do novamente, e para Emma, quanto mais cedo fosse o leilão, melhor.

Ela fez um pouco de café e sorriu novamente enquanto co­locava colheres de açúcar nele.

Ela não precisava fazer dieta, ela era curvilínea, sim, mas estava grávida.

Ela pensou naquele traseiro arredondado adorável, reque­brando pela praia na frente dela, e apenas a imagem dela, tão clara em sua memória, deixou-a sobressaltada, então, ela ime­diatamente voltou sua mente para pensamentos mais práticos.

A taxa glicêmica dela estava provavelmente alta. Ela deve­ria estar no sétimo mês de gravidez, ou quase isso...

Ela forçou-se a empurrá-la para fora de sua cabeça, e não iria permitir-se outro pensamento com ela, mas mesmo assim, sentiu-se desconfortável quando, dirigindo pela escorregadia entrada de sua garagem, viu Regina regando seus girassóis e acenando para ela.

Ela acenou de volta, um tanto relutante. Emma não gostava de acenar para os vizinhos ou, apesar de sua brincadeira, aparecer para pedir açúcar, ou procurando bater papo. Se Regina não pare­cesse precisar de ajuda na praia, ela teria continuado direto na caminhada, fechado. Era exatamente como ela gostava que as coisas fossem.

Uau!

À medida que ela dirigia passando por ela, Regina podia sentir seu rosto ficar vermelho mesmo enquanto ela, ah, ace­nava tão despreocupadamente.

Ela. Era. Linda!

Linda! Uma loira alta bem acima 1,65m com ombros retos, pernas longas e grossas, como as de uma jogadora de futebol, cabelos loiros, longo e lisos caindo pesado sobre seus olhos enquanto ela a encarava na praia, já a fazia querer acariciá-las. E quanto àqueles olhos verdes... Por que diabos não havia médicas como Emma onde ela trabalhava?

Então, ela parou de sentir-se com 24 anos e solteira e se lembrou que havia jurado manter relacionamentos afastados pela pró­xima década, no mínimo. E também, em algumas semanas ela iria ser mãe.

Engraçado, por um momento ela havia esquecido. Con­versando com Emma, batendo papo enquanto caminhavam por um momento ela havia esquecido que estava grávida, e tinha apenas se sentindo como, bem, como uma mulher nor­mal! O que ela era, claro, não havia nada mais feminino ou normal do que uma gravidez. Mas naquela manhã ela havia fantasiado e corado, e dito todas as coisas erradas na frente de uma mulher muito sexy.

Regina tinha suposto, embora ela não tivesse lido ou alguém tivesse dito isso, que o "botão fantasia" ficava desligado durante a gravidez, que se entra­va num estado de reclusão hormonal no qual os homens e mulheres não eram atraentes, e você não flertava ou mesmo olhava duas vezes. E por seis meses havia sido daquele jeito...

E ficaria daquele jeito, Regina disse a si mesma com firme­za. Não que ela devesse se preocupar. Um chute vigoroso de seu bebê a lembrou que naquele assunto ela não tinha escolha, dificilmente ela era candidata a qualquer tipo de romance.


Notas Finais


—SQ - universo alternativo.
— Fanfic com romance lésbico, se não é do seu interesse, aconselho não ler a história.
—Por favor não favoritem esta fanfic por que é simplesmente uma fanfic tirada de um livro já existente, então por favor não favoritem se quiserem pondem me sgue para acompanha a fanfic... Seria uma grande injustiça com as outras autoras que ralam para escreve uma boa fanfic.
Fanfic será publica todas as segundas feiras.

A Capa foi criada especial para esta fanfic é minha capa, caso vocês gostaram ou se interessaram pela capa vou indica um twitter recém-construído de uma galera fera, bom chamem no MD deles, que eles entraram em comunicação com vcs.
@ReloadedManip

ATE A PRÓXIMA PESSOAL


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