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História Quando o Inferno congela - Boku no Hero - Capítulo 13


Escrita por:


Notas do Autor


Alô alô
Talvez vcs sintam vergonha alheia????? Sla eu fiquei soft escrevendo isso
Enfim boa leitura

Capítulo 13 - Ps - Não tranque ninguém em um armário


Fanfic / Fanfiction Quando o Inferno congela - Boku no Hero - Capítulo 13 - Ps - Não tranque ninguém em um armário

Shinsou – Ponto de vista.



  Acordei no sofá, o Sr noite estava me dando tapinhas na testa, ronronando como um motor. Fiquei o acariciando até sentir falta do meu gato. Faz tempo que eu não o vejo, o que é estranho, ele sempre está em casa, rodeando a Shiro por onde quer que ela vá.

  Tirei Sr. Noite do meu colo e me levantei. Fui descalço até a cozinha, abri uma lata de peixe enlatado e coloquei num pote, onde Dr. Noite comia.


"– Atum?" — Eu li na lata. "– Isso é ração?" — Perguntei ao gato. Ele me encarou e virou o rosto, lambendo as coxas.


"– Entendi, só fala com a Shiro, hu?" — Coloquei o pote no chão, ele mal deu umas mordiscadas e foi embora.


"– Hora de acordar ela." — Eu disse indo até seu quarto, mas na metade do caminho, lembrei que ela já não morava mais comigo.

  Eu sorri, engoli a tristeza a seco e voltei para a sala. Lá eu peguei um dos papéis de Shiro —tinha o cheiro dos dedos dela— E os rasguei, depois, coloquei no lixo.


"– Estou com fome…" — Sussurrei olhando para o celular de Shiro. Ela o esqueceu! Eu preciso devolver, né? Ela não vive sem ele!


[...]


Shiro – Ponto de vista.




  Desde que acordei, o anel de Shinsou me deu não parou de brilhar rosa e roxo, Será que ele está pensando tanto assim em mim ou está com defeito?


'Pois bem.' — Pensei me levantando da minha cama, a minha nova cama! Dentro do meu quarto novo e da minha casa nova! Estiquei os músculos e fui para fora, respirei fundo para sentir o meu cheiro preferido, balas!


"– Espera… O cheiro mudou…" — Era um cheiro masculino… um cheiro forte, uma hora ou outra vou reconhecer ele.


  Fui até o centro da cidade. Ela era branca, um céu azul e limpo com nuvens fofas. Casas pequenas e bem decoradas, todas com janelas grandes, flores e luz. As ruas eram feitas com pedras, todas com formato diferente, com cores monocromáticas. Árvores em cada canto, cerejeiras, árvores de amora, ipês de todas as cores.


"– Shiro!" — Midoriya gritou de longe, ele estava no parque sentando junto com todos.


 Corri até eles, todos estavam bebendo, Momo e Uraraka estavam sentadas no chão, em cima de uma toalha, tinham pratos e potes de comida por todo o canto.


"– Parece uma cena de um filme romântico." — Eu falei.


"– A vida aqui é o filme que você quiser. É só pedir, e aparece, se for algo bom." — Ochako falou com olhos famintos enquanto cortava um pedaço de bolo.


"– Bem, isso é incrível..! Nem posso imaginar o que quero agora." — Me sentei no chão, um esquilo estava próximo a mim, me olhando com seus enormes olhos pidões. Estiquei meu dedo a ele, e ele subiu até meu cotovelo.


"– Olá, meu bem." — Sorri e aproximei meu rosto, foi quando notei uma mancha escura nas suas costas.


Um raio! Céus! — Encarei o Esquilo que tinha o mesmo símbolo que Kaminari. E ele parecia sorrir pra mim.


"– Preciso ir ao banheiro!" — Me levantei com ele subindo nos meus ombros e antes que pudesse andar até o banheiro mais próximo, eu já estava em um. Era grande, branco e limpo tinha até mesmo uma banheira. Isso é um banheiro publico aqui no céu?!


"– Kaminari?! O que faz aqui tão cedo?!" — O coloquei na pia, ele cresceu até se transformar no próprio.


"– K-Kaminari…" — Fechei meus olhos e coloquei minha mão na frente.


"– Você me chamando de 'meu bem' lá, foi bem fofo."


"– Kaminari, suas roupas!" — Gritei tímida. O seu corpo era bonito, por sorte não vi nada abaixo de sua barriga.


"– Merda!" — Ele gritou, logo ouvi ele caindo no chão, talvez tenha quebrado algo que tinha em cima da pia.


"– Pode olhar." — Ele disse ofegante.


O olhei com vergonha, já vestido com a mesma roupa de sempre. Um o rosto vermelho, sem saber o que dizer.


"– Por que está aqui?! Eu não o chamei!" — Falei sem o olhar nos olhos.


"– Queria te ver. E agora que eu sei onde o céu fica, vou dar uma explorada na minha forma de esquilinho fofo e inocente." — Ele tocou meu pescoço.


"– É uma boa coleira." — Ele apertou.


Merda, agora o Shinsou vai aparecer!


"– Kaminari, se esconde AGORA." — Gritei, ele foi até o armário que guardavam as vassouras e entrou. Em seguida, Shinsou apareceu atrás de mim.


"– S-Shinsou…" — Gaguejei nervosa, seus olhos estavam sérios até demais.


"– Como está a sua vidinha no céu?" — Ele perguntou, andando até a frente do armário, escorando a mão nele, meu coração quase saiu pela boca.


"– O céu é muito diferente. Eu gostei. Mas e você? Como vai?" — Manti a calma e sorri frouxo pra ele.


"– Estou com fome." — Ele soltou o armário e se aproximou.


 Eu não posso! Ainda mais agora que Kaminari está aqui, ouvindo tudo! Mas… confesso que sinto falta disso…


"– Pra ser sincera… Eu espero que possa te ajudar nessa situação…" — Suas roupas estavam tão lindas… Seus olhos tão cansados e sexys, a boca úmida, o cabelo bagunçado com cheiro de amoras. Fiquei a sua frente e sentei na beirada da banheira, que ficava na frente do armário.

  Shinsou colocou meus cabelos para trás e chupou o meu pescoço fervorosamente, pressionando com força minha cintura contra sua barriga. Coloquei a mão em seu cabelo e apoiei minha cabeça em seus ombros,foi quando ele começou a pôr a mão por dentro da minha blusa.


Kaminari – Ponto de visão 


 O que a Shiro tá fazendo? Tá deixando ele tocar no seu corpo assim tão fácil?! E por que eu não consigo ver também?! – Tentei me mexer para ver sua blusa levantada. Shinsou estava beijando ela, conseguia ver seu rostinho fofo e vulgar, os olhos pedindo por mais, as mordidas que ela dava no lábio inferior, o jeito que ela segurava com força suas costas, uma verdadeira obra de arte. Queria estar no lugar dele e dar eu mesmo um trato nessa garota. – e-epa, eu tinha que ficar nessa situação logo agora?! – Olhei para baixo, o volume na minha calça preta era vergonhoso. Como posso estar assim para uma humana? Inaceitável.


 Bom… melhor fazer isso sumir logo. – Falei colocando a mão por cima dele. O movi um pouco para cima e para baixo. Acariciei a ponta até eu sentir vontade de gemer. Quando fui tampar minha boca para me conter, bati meu cotovelo numa vassoura, que bateu nas outras, fez um barulho enorme, mordi minha língua e tive que me segurar para não gritar, aconteceu no mínimo oito desastres em 5 segundos!


Shiro – Ponto de vista.


 Eu iria impedir Shinsou de tocar nos meus seios, mas Ouvi um estrondo de dentro do armário. Kaminari, seu mongol! – Chutei a lixeira do banheiro.


"– D-Desculpa, não consegui controlar as pernas…" — Sorri tímida, Shinsou olhou o lixo que eu espalhei no chão e me encarou dúbio. Segurei a sua mão que segurava meu seio e apertei seus dedos em mim. Ele sorriu como um cão, Colocou sua outra mão no meu rosto e espremeu minhas bochechas, moveu a mão a minha boca e enfiou seus dedos em mim, fez movimentos de vai e vem e então, quando eu já estava eufórica o suficiente, ele tirou seu dedo de mim e o desceu até minha calcinha. A moveu para o lado e enfiou o dedo lubrificado dentro de mim. Agarrei suas costas com força e o encarei nervosa, implorando para que tudo acabasse logo, mas que ele terminasse o que começou.


"– Seja breve." — Sussurrei na frente de sua boca, com a respiração pesada bem próxima a ela, o fazendo ter mais desejo ainda.


  Ele moveu seu único dedo dentro de mim lentamente, depois que me acostumei não era não interessante. E ele notou que eu já não estava tão no controle como ele queria. Foi quando ele colocou mais dois, sem avisar.

  Eram dedos longos, e com três deles, parecia triplicar tudo o que eu sentia naquele instante: Dor, desconforto e prazer, tudo misturado. Comecei a ter uma respiração forte, e infelizmente não tinha controle nenhum ali, os sons eram totalmente acidentários e eu tinha certeza que Kaminari podia ouvi-los.


Kaminari – Ponto de vista.


 Parece que as coisas estão mais quentes ali, mas não vejo nada! O que há de errado com esse maldito ângulo, Sai da frente, Shinsou! Deixe eu apreciar também!

Ela fechou os olhinhos e sua pele se avermelhou, ela colocou a mão na boca e mordeu seu dedo indicador. Foi quando Shinsou saiu da frente e enfiou seu dedo na boca dela. Minha audição de aguçou e eu ouvia perfeitamente os sons úmidos e os seus gemidos inaudíveis, parecia que estavam sendo feitos no meu ouvido.


  Merda, isso tem que acabar logo! – Apertei minha calça, eu estava latejando, suando frio novamente.

 Tudo piorou desde então, Shinsou voltou a estar na sua frente, mas eu por sorte vi sua saia de levantar, não via sua pele nem sua calcinha, mas foi o suficiente para deixar minha imaginação tomar conta de tudo. Sedento, comecei a me apalpar, mordendo a gola da minha blusa, até porque, vai saber como é a audição desse homem.

  Fitei-a mais uma vez, consegui vê-la no momento exato que gemeu alto, sua boca abrindo com delicadeza e seus olhinhos cheios de vergonha.


 Isso foi o pico de tudo. Eu sujei minha roupa. Sou tão fraco assim?  Preciso voltar pra casa antes que me encontrem. – por sorte tinha uns papéis higiênicos, tirei o excesso do que eu tinha expelido, e fui para casa.



Shiro – Ponto de visão.



  Que merda de situação eu fui me meter, tá tudo dando errado, e eu não tô nem irritada por isso! Na verdade esse azar todo foi uma puta sorte. Mas eu tenho que acabar com tudo antes que desconfiem que eu estou no banheiro faz meia hora.


"– Posso voltar amanhã e ver você, se quiser." – Disse secando as mãos.


"– Eu estou deveras chateada com você."


"– Hm, e resolveu dizer isso só quando gozou? Você é uma safada. Não adianta bancar o anjo limpo que não sente desejo algum." — Ele me encarou. "– Logo você, com todos esses fetiches e vontades." – Ele sorriu debochado, beijou meu nariz e apenas atravessou o chão. Tive que me limpar e esperar até minha voz e respiração voltarem ao normal.


Fui até o piquenique, todos estavam lá ainda.


"– Céus, você demorou!" — Momo falou limpando sua boca com um lencinho.


"– E-Eu fui dar uma volta e conhecer o lugar melhor." – Dei um sorriso sem graça e me sentei desgastada ao lado de Izuku. Escorei meu rosto nele e quase me derreti ali.


Nota: Não deixar ele ter total liberdade sobre mim em lugares públicos.





Notas Finais


Talvez eu tenha exagerado? É, talvez
Mas eu li um livro e me inspirei Ent fzer oqq

Obrigada por ler! Me digam de eu n fui longe demais ;')


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