História Quando os Anjos Caem - Capítulo 2


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Categorias Harry Potter
Personagens Blásio Zabini, Daphne Greengrass, Draco Malfoy, Fred Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Jorge Weasley, Luna Lovegood, Neville Longbottom, Personagens Originais
Tags Dark Harry, Evil Dumbledore, Harry Slytherin, Herança, Magia, Slytherin, Sonserina, Tomarry, Viagem No Tempo
Visualizações 93
Palavras 1.323
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Self Inserction, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, tentando levar esse projeto, mas apenas porque já tinha parte do capítulo escrito, já que meu celular resolver dar bug e não carregar mais.

Capítulo 2 - A Volta e Plantando Dúvidas


— Você sabe, irmãozinho, — A voz feminina infantil fez um Harry de 9 anos se assustar, largando as mudas de flores que estava plantando no quintal — eu vou ter que te encher de comida pra você crescer direito dessa vez.

— Já passou do meio-dia. — Respondeu o garoto — Você demorou tanto que eu achei que os últimos 10 anos fossem um sonho.

Antares bufou, movendo as mãos e fazendo as mudas se plantarem sozinhas.

— Você também demoraria se estivesse tentando encontrar alguém que venda uma varinha sem rastreador para uma criança de nove anos.

Harry soltou um risinho. Antares pareceria estranhamente adorável, mesmo com um enorme cicatriz no rosto, muito mais marcada do que quando se viram pela primeira vez no Expresso de Hogwarts. Claro, Harry nunca diria isso em voz alta, sabendo que ela lhe daria um chute onde não devemos mencionar.

— Tem alguma coisa que você queira levar? Eu tenho algum dinheiro para o Nôitibus e para um quarto no Caldeirão Furado, de lá, vamos direto para Gringotes.

Harry queria dizer não imediatamente, mas se lembrou que, pouco tempo depois da guerra, Duda lhe enviará algumas fotos de infância e objetos pessoais da mãe dele, que estavam escondidos no porão.

— Eu acho que tem algumas coisas da minha mãe no porão.

Antares assentiu, arrastando Harry pelo braço pra dentro da casa, agradecendo a Merlin por tio Valter estar no trabalho, Duda na casa de um amigo e tia Petúnia fofocando com a vizinha da rua de trás.

No porão, havia um baú do tamanho de uma caixa de sapatos com as iniciais L.E. cheio de poeira. Dentro do baú havia inúmeras fotos, desde a infância até de Hogwarts, junto a anotações e diários de Lily.

Harry, pegando uma mochila antiga de Duda, guardou o baú dentro e saíram, descendo algumas ruas até encontrar um lugar deserto.

Antares pegou alguns sicles e nuques de uma bolsinha da jaqueta que usava por cima do vestido preto e apontou a varinha ilegal no meio fio.

Segundos depois de guardar a varinha, o imenso ônibus roxo escuro de dois andares parou enfrente as crianças.

— Esse é o Nôitibus Andante, transporte para bruxos e bruxas perdidos… — Ele parou de repente ao notar que quem os chamou foram duas crianças — Como é que você nos chamaram?

— Transporte de emergência para bruxos menores de idade, somos menores de idade e precisamos sair daqui o mais rápido possível, eu não quero correr o risco de apanhar por causa de magia acidental de novo.

Os olhos do rapaz escureceram, e ele trouxe Harry e Antares para dentro do ônibus imediatamente.

— Meu nome é Stanislau Shunpike, Lalau, e ninguém aqui vai punir vocês por usarem magia.

Antares deu um suspiro aliviada. — Para o Caldeirão Furado, por favor.

E deu alguns sicles de prata enquanto ela e Harry sentavam nos bancos da frente.

Enquanto Ernesto dirigia, Harry pode notar o olhar de Lalau no hematoma na bochecha dele e em como ele era magro e apático. Os olhos deles também vagaram por Antares e ele franziu as sobrancelhas ao notar a mão esquerda enfaixada com pequenas manchas avermelhadas e a enorme cicatriz, que vinha um pouco acima da sobrancelhas até próximo ao queixo. Embora fosse fina, era notável que fora feita recentemente.

Puxando a varinha, ele murmurou algo rapidamente ser dar tempo para Harry reagir. O hematoma na bochecha desapareceu. Ele fez a mesma coisa no pulso de Antares.

Sem as faixas, era possível ver um fino, porém profundo corte, que ia do meio da palma da mão até um pouco abaixo do pulso. O corte se fechava lentamente, embora ainda sangra-se.

 

Meia hora depois, na porta do Caldeirão Furado, Lalau desceu com eles, trocou algumas palavras com Tom, que mudou para um semblante sério, e deu um sorriso ao se despedir deles.

 

— O que foi isso? — Murmurou Harry, enquanto caminhavam lentamente até o balcão, onde Tom olhava compadecido para eles.

— Acho que Lalau disse que pedimos transporte de emergência e que estavamos feridos. — Respondeu, e depois sussurrou ao ouvido de Harry: — Melhor ser uma criança que precisa de ajuda, será mais fácil conseguir um quarto sem um adulto.

Pararam em frente ao balcão. — Com licença?

Tom parou o que fazia e se aproximou das crianças com um sorriso tenso.

— Olá, podemos alugar um quarto com duas camas de solteiro?

— Claro, claro, crianças, só um minuto. — Imediatamente, Tom virou-se, pegando uma chave prateada presa com outras na parede. Era o número 7. Ah, a ironia do número 7.

— Muito obrigada, senhor. — Disse Antares, dando as mãos com Harry.

— Será que o senhor poderia abrir a passagem para o beco mais tarde senhor? — Harry tinha graças por parecer tão vulnerável e angelical. — A varinha que minha irmã tem pertenceu a mãe dela, mas ela não pode usar porque é muito jovem…

— Claro, crianças! — Deu um sorriso brilhante, mas assumiu uma expressão confusa — Mas, você disse, “mãe dela”? São filhos de mães diferentes? Meio-irmãos?

Antares deu um sorriso brilhante. — Não senhor, somos irmãos por sangue e magia, de acordo com os ritos antigos.

Os olhos de Tom se arregalaram e o queixo caiu, assim como alguns bruxos que estavam próximos e ouviram. O ritual de adoção era raro nos dias de hoje, e pelo poder bruto que as crianças emanavam, o ritual deveria ter sido feito por ambos os casais, tornando as crianças membros ativos de mais de uma família.

— Qual seu nome, criança? — Perguntou um bruxo, de forma arrogante, provavelmente pensando que eram duas famílias menores.

— Meu nome é Hadrian James Potter-Black, — A balbúrdia cessou imediatamente, e todos olharam para o menino desnutrido e com aparência macilenta. — e essa é minha irmã, Antares Euphemia Potter-Black.

Ao contrário da primeira ‘vida’ de Harry, não foi ele o alvo das atenções, e sim o fato dele ser mágica e sanguinamente ligado a pessoa que, supostamente, traiu seus pais, além das dúvidas plantadas pelo fato da filha do dito homem estar tão ligada ao jovem.

— De qualquer forma, — A voz suave de Antares fez um aturdido Tom sair do estupor e prestar atenção nas crianças. — o senhor pode abrir a passagem, por favor?

— Precisamos ir a Gringotes para resolver alguns assuntos pendentes e nos livrar do bloco central que foi colocado nos nosso núcleos.

Isso fez todos oferegarem, colocar um bloco central no núcleo mágico de alguém era, além de ilegal, extremamente cruel.

— Quem? — A voz conhecida chamou a atenção das duas crianças, que viraram para dar de cara com Narcisa Malfoy acompanhada de um jovem Draco. — Quem colocaria blocos em crianças? Isso é altamente ilegal.

Antares e Harry se olharam, os olhos, nesse momento compartilhavam a mesma cor do Avada Kedrava. Um aceno imperceptível e Harry se virou para ela.

— Não temos certeza senhora, por isso precisamos chegar a Gringotes.

— Sem contar do Glamour de sangue e outros bloqueios que eu consigo sentir, senhora — Completou Antares, e se virou para Tom. — Pode abrir a passagem, por favor?

— Pode deixar, Tom, eu acompanho eles. — Tom olhou assustado para Narcisa — São ambos filhos do meu primo.

Acabou dessa forma, com Narcisa guiando silenciosamente as crianças, com uma expressão como se fosse matar alguém, e com Draco conversando animadamente com Antares e Harry sobre quadribol, qual Harry fingiu nunca ouvir falar e Antares fingindo que nunca jogou ou viu um jogo. Quando perguntado o motivo, Narcisa ficou ainda mais furiosa ao saber que seus “primos em segundo grau” terem sido enviados ao mundo trouxa, e não dados a uma família bruxa, e ficou pior ainda ao saber que Antares foi criada em um orfanato trouxa da igreja (o que explicava as cicatrizes, quando a garota disse perder a conta de quantas vezes foi ‘exorcizada’) e Harry mandado para parentes abusivos (que a garota fez questão de frizar os longos períodos de fome e encarceramento).

 

Ao entrar em Gringotes, a atenção dos globins foi imediatamente para as crianças, afinal, a magia e a presença da morte é extremamente marcante e sensível.


Notas Finais


Não teve cena bônus, mas quem sabe quando meu celular cooperar eu não faça um especial?


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