História Quando você chegou... - L3DDY - Capítulo 21


Escrita por:

Visualizações 119
Palavras 1.040
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiii, estou aqui! Antes tarde do que nunca.

Vocês quase me mataram, senhor. Gente, eu tento, eu juro!

Enfim, boa leitura!👿

Capítulo 21 - Cap. XXI


Luba P.O.V.

Vejo o médico se aproximando e olho para Lucas, ele não apresenta emoção alguma. Não parece estar triste, bravo ou feliz, sua expressão é séria e neutra. Também não sei como reagir

— Então, Lucas... Seu pai está em estado gravíssimo, ele fraturou vários ossos, bateu a cabeça e também foi quebrada uma costela, ela infelizmente perfurou levemente o pulmão, se apenas tirarmos o osso, ele vai morrer. Mas há uma chance de conseguirmos manter-lo vivo com uma cirurgia. Esse é o caso mais grave, o resto pode ser concertado com o tempo. — o médico solta um suspiro e para de falar um pouco. Olho para Lucas e ele continu com a mesma expressão séria de antes, parece estar pensativo. — Então, como é o único familiar que apareceu aqui dos vários que chamamos, quero perguntar se temos a sua autorização para fazer a cirurgia ou quer que tiremos o sofrimento dele já? Como eu disse, as chances são poucas mas ele ainda pode viver.

Coloco uma mão no ombro de Lucas e o mesmo me olha, parece não saber o que fazer

— Faça o que achar certo... — sussuro ao seu ouvido.

— Ah, já ia esquecendo, foi achado dentro do carro do paciente uma pistola e como ele não tinha porte, vai ser penalizado logo em seguida que ganhar alta.

Arregalo meus olhos. Não é possível que seja coincidência, o meu beijo com o Lucas vazado na internet e algumas horas depois o pai dele sofre um acidente, estava em alta velocidade com uma arma no carro... Céus, o pai dele tinha a intenção de mata-lo?!

— Façam a cirurgia.

— Ok, eu preciso que assine uns papéis... — ele leva o Lucas até a sala dele, fico esperando sentado na sala de espera, logo ele volta e se senta ao meu lado.

O olho e seguro uma de suas mãos com as minhas duas.

— Está bem? — pergunto, meio receoso. Na verdade, não sei porquê perguntei, é óbvio que não!

— Eu não sei, não sinto nada... Não me importo se ele vai morrer ou não, eu tô meio foda-se. — Ele suspira e para de falar por algum tempo, mas depois começo a ouvir sua voz novamente. — Eu não sei se me sentir assim é certo, mas não me vem a cabeça uma memória boa com ele. Não me lembro de ele ter me levado para jogar futebol, ao cinema... Ele nunca me levou para nos divertirmos. Apenas me lembro de brigas, vezes que ele me bateu, espancou até me deixar roxo e eu implorar para que parasse. — ele abaixa a cabeça. Não sei o que dizer. — Eu sempre fiz de tudo para deixá-lo feliz, orgulhoso... mas nunca era o suficiente, sempre havia algo errado, eu sempre fazia algo de errado... Ele me culpa pela morte da minha mãe, diz que se não fosse por mim, ela não teria morrido... — Percebo uma lágrima rolar em seu rosto. — Eu sempre, na minha vida toda me perguntei porque eu não nasci numa família normal, porque não tive um pai que fizesse realmente o papel de pai, não que me tratasse como escravo e alívio para a sua raiva. E agora, mesmo com meu esforço, ele queria me matar, apenas pelo simples motivo de eu ter sido eu mesmo e ter tido orgulho disso.

Várias lágrimas correm pelo seu rosto, devo confessar que chorei juntamente com ele.

Lucas Olioti é uma das pessoas mais fortes que conheço.

— Eu me orgulho de você. — o abraço de lado. — Você é forte, passou por tanta coisa... e mesmo assim, sorri e faz os outros sorrirem. Você é um anjo, eu prometo que as coisas vão melhorar... Você é uma pessoa incrível, Lucas. Eu nunca vou me arrepender de ter te conhecido. — Me aproximo de seu ouvido e sussuro. — E eu te amo. — percebo o rosto do outro se movimentando, formando um sorriso, o que me fez sorrir também.

— Eu também te amo. — ouço seu sussuro. Ele me abraça. — Você é maravilhoso.

— Eu tento. — ri fraco.

Vejo por cima do ombro do Lucas o médico se aproximando, logo desfaço o abraço e aponto para o médico com a cabeça para que ele o veja. Ele se vira para o médico.

— Então, Lucas. O procedimento vai demorar algumas horas, por isso, se quiser ir para casa, apenas dê seu número de contato na recepção e está liberado. Ligaremos para você quando o procedimento for realizado. — Lucas se levanta, então faço o mesmo.

— Ok, eu acho mesmo que preciso descansar... hoje o dia não está sendo muito bom. — diz olhando pra mim e abaixo um pouco a cabeça, suspirando.

— Fica tranquilo, se Deus quiser vai dar tudo certo.

— Éh... Vai sim. — forçou um sorriso. — obrigado. — disse ao médico e logo saímos dali.

Dirijo até minha casa, contamos tudo o que aconteceu à minha mãe.

— Nossa, então ele queria... — assenti com a cabeça e Lucas abaixa a dele. Suspiro. — e como você está?

— Não sei muito bem, minha convivência com ele em todos esses anos, me fez não ligar muito pra isso... — suspiro.

— Entendo. Não se sinta mal, você não tem culpa de se sentir assim. — ela sorriu sem mostrar os dentes, ele olhou pra ela e fez o mesmo.

— Obrigado.

— Enfim, o dia deve ter cansado vocês. Deveriam descansar...

— Sim, vamos fazer isso... Vamos, Lucas? — olho pra ele.

— Oh, sim. Vamos.

Pego a mão dele e subimos até meu quarto.

— Aonde vou dormir? — diz, se sentando na minha cama e faço o mesmo.

— Se importa de... — coro. — dormir comigo? — observo um sorriso surgir em seus lábios, então sorrio também.

— Não. Tudo bem, por mim.

— Ah, ok. Hm... Vou tomar banho, depois você vai... Pode usar minhas roupas se quiser. — pego uma toalha e roupas.

— Ok, obrigado. — sorriu e retribui.

Tomo banho e me visto — samba canção e uma camiseta larga, volto ao quarto.

— Pronto. — ele me olha de cima a baixo.

— Está bem estiloso. — rimos e ele entra no banheiro para tomar banho, já me deito. Não demora muito e caio no sono.

O dia foi terrível...


Notas Finais


Qual será o resultado dessa cirurgia?


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...