1. Spirit Fanfics >
  2. Quarantine >
  3. Capítulo 18: Ardente

História Quarantine - Capítulo 18


Escrita por: frostallen

Notas do Autor


primeiramente: já li muuuuitos hots, mas não sei se sou boa nisso...
bom, sem muitas delongas, conteúdo +18, caso alguém n se sinta confortável, não leia!!!

Capítulo 18 - Capítulo 18: Ardente


Caitlin Snow


Sinto seus lábios por toda a extensão do meu pescoço, e ombros. Eu imaginei tanto o momento em que eu e Barry aconteceriámos, sempre estive pronta para ele. Mas... Ao mesmo tempo parece surreal, é estranho estar aqui com ele. É estranho ter Barry para mim, mas é um estranho bom. Eu poderia sentir isso, viver isso milhares de vezes se fosse possível. É? Ou não? Não sei.

Todos os pelos do meu corpo se arrepiam quando sua mão agarra minha nuca, e nossas bocas novamente se juntam. É selvagem, é quente, é ardente. Nunca imaginei que Barry me beijaria assim, é melhor do que tudo. Tudo que eu imaginei. Prendo seu lábio inferior com meus dentes, mordo-o, o segurando por mais tempo em contato comigo. Gosto dele, como dito por Mrs. Darcy, gosto dele ardentemente. Quero ele, tanto... Quero ele ao ponto de ficar sem respirar só ao pensar no desejo que sinto por ele. Estou apaixonada por ele, mas mais que isso, eu o desejo. Desejo seus lábios, seus olhos me olhando, seu pescoço, ombros, braços, mãos, coxas, tornozelos, pés... E bom... Seu membro. Eu desejo cada parte do corpo dele. Eu nunca senti tamanha atração por ninguém assim antes. Ele tira as mãos das minhas coxas, tiro também minhas pernas do redor de sua cintura e coloco os pés no chão.

— Eu adoro o cheiro do seu cabelo. – Ele diz segurando meu rosto com as duas mãos, e cheirando minhas madeixas. E descendo novamente o rosto até meu colo. — E o cheiro que eu descobri aqui é delicioso. – Sua boca beija minha pele, e suas mãos são rápidas empurrando as alças da minha blusa e sutiã para o lado. Seguro o cós da sua calça, e o puxo em minha direção. Nossos corpos colidem, ainda estamos em pé no quarto de Barry. Pela dada aproximação, faz com que ele tenha que ficar reto também, o que impede que continue o que estava fazendo. A diferença de altura entre nós não é exatamente tão grande, vinte centímetros nos separam. Empurro seu corpo em direção a cama.

— Olhe pra mim, Caitlin. – Faço o que ele diz assim que o derrubo sobre o colchão. — Caramba, você me surpreende. – Ele pega em minha mão, sorrio. É tão gentil, é tão Barry. E inesperadamente, me agarra e eu caio em cima de seu corpo.

— Isso não doeu? – Pergunto. Nossos rostos estão próximos, sinto até sua respiração. O sorriso que ele abre é tão pecaminoso, que me deixa novamente sem ar.

— Não, querida. – Seus braços percorrem os meus, e ele só os para quando estão em minhas coxas. — É bom ter você aqui. Eu poderia já estar dentro de você, fazê-la gemer meu nome. Mas quero admirar a forma como você está aqui agora, Caitlin. Você é tão linda e gostosa, querida. – Ele sorri e sinto que está brilhando. Ele que é lindo. E eu definitivamente o amo.

Suas mãos se apertam em torno de minhas coxas, e então, ele está sobre mim. Primeiro, ele desabotoa minha blusa e a tira pelo meus braços, meu sutiã vai depois no processo. Mas ele parece incansável. Suas mãos tateiam o feixe da minha calça e a abrem, me libertando dela também. Em questão de segundos, estou nua e exposta para Allen. Ele parece querer me devorar por inteira.

— Não é uma situação muito justa, Henry. E eu adoro seu abdômen, então me mostre ele. – Mordo meu lábio. E ele faz o que quero que faça, tira toda a sua roupa, peça por peça, e por Einstein! Que homem é esse? Queria poder lamber, morder e beijar cada parte de seu corpo. Provar até que o gosto se materializasse em minha boca.

— O que acha agora? – Ele pergunta quando já está com seu peito nu sobre mim. Sinto seu membro tocar meu umbigo. Juro que vou queimar de tanto desejo. — Está justo pra você? – Antes que eu possa responder, sua boca está em meu seio, e caramba... Sua língua brinca com meu mamilo, mordiscando, chupando. Nesse momento eu me sinto até grata pelo meu leite ter secado cedo. É errado pensar isso?
Como se quisesse realmente deixar "as coisas" justas, ele faz o mesmo com o outro seio, enquanto passa sua mão em minha virilha. Bartholomew, por favor... Coloca essa mão no lugar que ela deve estar, homem. Escuto seu gemido rouco, devo ter exagerado quando toquei no seu pênis. Mas... Bom, se ele se contem em me tocar, eu não farei o mesmo. Felizmente ou infelizmente, a gravidez me rendeu um tesão que eu não costumo ter, e eu infelizmente o guardei muito bem guardado. Para esse momento. A cabeça de seu membro está molhada, o seguro e ele continua chupando meus seios, faço movimentos para baixo e para cima.

Mas paro assim que sinto sua mão sobre meu clitóris. Meus gemidos devem estar altos demais, desafinados demais, todavia são incontroláveis. Ninguém nunca encontrou meu ponto de prazer tão rápido. Talvez seja isso, talvez Barry seja o meu cara. Tipo aquele clichê de o homem da sua vida. Ou talvez seja um delírio de sexo. Ele faz movimentos circulares em mim, mas para e toca meus grandes e pequenos lábios. Consigo escutar o barulho que faz, estou terrivelmente molhada. Não que seja incomum, mas não é tão comum assim. Sei também que não tem a ver com Barry, tem a ver comigo. Faz tempo que não faço nada. Ele introduz dois dedos dentro de mim e eu novamente acabo gemendo.

Repentinamente, seu membro não está mais nas minhas mãos, e Barry não está mais sobre mim. Alguns segundos de confusão mental depois, noto que está colocando uma camisinha. Amém o bom senso. Obrigada a todos os envolvidos na criação desse belo rapaz. Belo mesmo... Eu ainda vou lamber cada pedacinho daquela barriga, aquele tanquinho lindo. Mas agora eu realmente só quero senti-lo. Ele volta pra mim, e antes de falar qualquer coisa, sinto-me preenchida pela dor e pelo prazer. Claro que muito mais prazer.

— Amor, eu queria que pudesse ver o que vejo agora. – Sua voz sai tão gentil e delicada. Não estamos fazendo apenas sexo, estamos fazendo amor. E por algum motivo, solto o ar que nem percebi ter prendido. Eu o amo. É isso.

Após mais uma onda de desejo e prazer, nos deitamos lado a lado, até ele me empurrar discretamente em direção ao seu peito.

— Talvez podemos durar. – Digo, me permitindo adormecer. Espero que ele esteja certo, que nosso futuro seja melhor se for possível ser melhor do que já é.

— Eu não tenho dúvidas disso. – Ele diz baixinho. — Fico feliz por estarmos nessa casa, já que do quarto de Emma não dá pra escutar o que acontece aqui. – Minhas bochechas esquentam, mas estou tonta de sono e cansaço. — Boa noite, snowflake.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...