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História Quarantine Time - Supercorp AU - Capítulo 5


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Notas do Autor


Mais um capítulo hoje. Amanhã , infelizmente, será o último capítulo. Estou pensando se faço uma capítulo bônus. Mas isso vai depender se vocês quiserem.

Bora lá!

Capítulo 5 - Estou apaixonada por ela


Fanfic / Fanfiction Quarantine Time - Supercorp AU - Capítulo 5 - Estou apaixonada por ela

Os calafrios são como arrepios que causam contrações e relaxamento involuntário dos músculos de todo o corpo, sendo um dos mecanismos do organismo para gerar mais calor, quando se sente frio.

Kara sentia calafrios pelo corpo todo, começando nas pontas dos dedos e indo para cada extremidade de seu corpo. Ela não sabia como Lena havia sido capaz de mudar de ideia em poucas horas depois que a loira pediu para conversar. Mas tinha algo errado na fisionomia de Lena. A morena usava um robe na cor vinho, os cabelos estavam um pouco bagunçados e os olhos estavam vermelhos, Kara não sabia se era porque ela havia acabado de acordar ou por outro motivo.

– Tudo bem – Kara se ajeitou na cama, esperando que Lena se aproximasse do campo de força. A morena enxugou as mãos com um conteúdo que a loira não sabia dizer o que era, e pegou o tablet para desativar o campo. A CEO se aproximou em passos hesitantes, como se não tivesse certeza do que estava fazendo naquele momento.

– Eu venho tendo pesadelos há algum tempo, e eu sempre vejo você morrendo na minha frente – Kara não sabia o que dizer, ela percebeu, somente pelos poros do corpo da morena, que ela dizia a verdade. A loira apenas a olhava, esperando que a cientista continuasse a falar – No começo, pensei que era porque minha consciência estava pesando depois de ter roubado o Non Nocere, mas era muito mais que isso. Não era a culpa em si, mas também eu venho mentindo há um tempo pra você – A morena respirou fundo e se sentou na cadeira, logo abaixando cabeça.

O que Kara conseguia dizer? Todos possuem falhas, todos possuem suas mentiras. Mas a loira não conseguia identificar o que Lena estava dizendo. Por tantas vezes, a morena se abria com ela dizia o que estava sentindo e se deixava ser segurado pelos braços da amiga.

– E-eu não entendo. Fui eu que menti pra você – A Danvers encarava a figura acuada de Lena, que mexia constantemente em seus dedos. E a loira via, que a CEO estava prestes a contar alguma coisa – Eu não te culpo pelo o que aconteceu na Fortaleza da Solidão. Você se sentiu traída e usada, e tem todo o direito de se sentir assim – Kara deu um sorriso de conforto a morena, que respirou fundo mais e vez e se sentou na cama tomando a mão quente da loira entre as suas que estavam geladas.

– Quando perdi minha mãe me vi sem ninguém no mundo. Ainda consigo me lembrar de quando os bombeiros me levaram a um casarão enorme e uma moça abriu a porta dizendo que ali seria meu novo lar. Todas as noites eu dormia acreditando que minha mãe iria ir me buscar, mas sempre vivi em negação. Até Lionel me buscar. Ele me disse que eu teria uma nova mãe e um irmão mais velho, e foi tudo que eu sempre quis. Mas eu era muito nova para ver que nunca mais seria amada a partir dali – Kara limpou as lágrimas de Lena e deixou um leve afago em sua bochecha – Lionel nunca foi um pai presente, vivia viajando. Lilian me odiava, no caso, ainda me odeia por eu ser filha de um dos casos dele. E Lex, era o único que se lembrava de mim. Durante anos, eu vivi apegada a ele. Ele sempre se lembrava dos meus aniversários, sempre me presentava quando eu tirava a nota máxima na prova. Depois da morte da minha mãe, ele foi o mais próximo amor que eu senti. Mas era tudo mentira, ele nunca me amou – Lena voltou a chorar, mas dessa vez seus ombros tremiam em convulsão. 

– Oh, Lena – Kara ignorou a dor de seu corpo e puxou a morena para um abraço. O que doía nela agora era ver a tristeza evidente nas íris esverdeadas da CEO – Pode chorar, eu estou aqui, sempre estarei aqui – A loira deixou um beijo nos cabelos negros, e começou a repetir uma mantra em kryptoniano baixinho. Uma que sua mãe sempre a usava para acalmar a loira.

Foram longos minutos, até que o choro de Lena passou a ser apenas fungadas.

– Desculpe por isso – Lena tirou a cabeça do ombro de Kara e limpou as lágrimas com as costas das mãos.

– Não precisa ser desculpa por desabafar – Kara deu um sorrio terno, e deixou que Lena continuasse a falar.

– Quando eu vim para National City, não espera que fosse ter amigos de novo. Pelo menos, não depois do que Lex havia feito. Eu tinha apenas um objetivo, era realizar uma reunião aqui e depois voltar para Metrópolis. E então, você apareceu. Realmente eu não procurava por amizades, mas você me cativou de tal forma que eu não via mal em ter alguém por aqui. O real motivo por eu ter ficado, foi por você – Lena olhava nos olhos da loira que estavam começando a ficar marejados pela fala da morena – Nunca pensei que seria digna do amor, não depois da minha mãe, não depois do Lex e nem depois do Jack. Me vi perdida, vivia no automático, apenas querendo transformar a L-Corp em uma potência do bem. Você apareceu e mudou tudo. Eu queria ver você, estar com você, pra mim não importava se eu estivesse atrasada para uma reunião ou se eu demorasse a chegar ao trabalho. Cada segundo com você fazia meu dia valer apena.

– O q-que quer dizer com isso, Lena? – Kara não achava que seria capaz de ser amada pela mulher o qual ela tanta queria.

– Isso assusta mais dizer em voz alta do que eu pensava – Lena respirou fundo e olho para o rosto confuso da heroína – Sentimentos sempre me assustaram, mas dizer sobre eles é pior ainda. Porém eu não consigo mais guardar isso pra mim, e não aguento mais viver nesse looping infernal onde tenho que ver você morrer nos meus braços para dizer que te amo – Kara não conseguia dizer nenhuma palavra, ainda olhava de forma atônita o rosto de sua amada. Não havia sequer um sinal de hesitação.

– V-você gosta de m-mim? – As palavras ainda ecoavam em sua mente como se não tivesse certeza se estava lúcida ou sonhando.

– Mais do que consigo colocar em palavras, Kara – A sinceridade de Lena nas palavras a assustava – Eu achei que estava ficando louca. Eu dizia pra mim mesma que não poderia me apaixonar por você e sempre tentei me afastar. Me castiguei por tantas vezes quando pensava em você, sempre lembrava das coisas horríveis que Lilian falava no meu ouvido. E, no fundo, sempre soube do seu segredo. Mas eu dei a desculpa pra se afastar de você e fiz tudo aquilo para que você me odiasse para não existir nenhuma possibilidade na minha cabeça de ter algo com você.

O silêncio se instalou no laboratório. Sua cabeça parecia que ia entrar em colapso a qualquer momento. Nunca imaginou, pelo menos não na terra, que seria capaz de encontrar alguém que fosse se apaixonar por ela. E muito menos achou que seria Lena. A morena tinha uma alma incrível, mesmo que ela nunca soubesse isso. Sempre achou Lena sua inspiração de vida. Era uma mulher forte e independente.

– Havia uma cultura em Krypton, que quando a pessoa que você estivesse apaixonada correspondesse seus sentimentos, Rao ascendia no universo e enviava coisas boas às pessoas. Porque significava que mais uma alma gêmea havia achado sua outra metade. Nós fazíamos uma festa em um dos salões do palácio em Argo, e agradecíamos as boas energias que recebíamos – Lena ouvia tudo atentamente – Aqui não podemos fazer uma festa. Mas eu tenho a dizer que sinto a mesma coisa – Kara pediu que a morena se aproximasse um pouco mais até que os lábios da loira tocassem o lóbulo de sua orelha – Eu sou apaixonada por você, Lena.

Nenhuma das duas preveria o que veria acontecer em seguida. Deixadas se levarem pelo desejo, ambas se encontraram no meio do caminho sedentas e apaixonadas.

O leve encostar de lábios, território desconhecido por elas. Mas um caminho o qual elas queriam trilhar mais vezes. Um simples selinho se intensificou para um beijo maior. Agora, línguas dançavam para saber quem tomava o controle da situação. As mãos de Kara desciam e subiam pelas costas da morena, e as mãos de Lena estavam entre os cabelos loiros dando leves puxadas.

– A-acho que devemos parar aqui, você não pode se esforçar muito – Lena conseguiu afastar os lábios de Kara, mesmo que relutante. Ela se sentou dessa vez na cadeira.

– S-sim, c-certo – Kara estava envergonhada, suas bochechas tinham um tom ruborizado, mas em seus lábios possuíam um sorriso satisfeito – Esse é o 'Eu te perdoo'? – A loira perguntou sorrindo.

– Sim e não – Kara a olhou confusa – Você já me conhece bastante, mas eu não conheço você direito, Kara Zor-El – A heroína sorriu aquela era a brecha que ela precisava para falar sem para de sua terra natal, e Lena não podia reclamar que estava adorando descobrir novas coisas de sua amada.

Agora sim, seria uma trégua entre as duas. E um possível amor

[...]

Uma semana depois...

Aos poucos tudo ia voltando ao normal. A recuperação de Kara seguia lenta, mas mesmo assim estava sendo um sucesso. Depois do primeiro beijo, as duas conversaram e se desculparam por erros que cometeram, prometendo melhorar e sempre dizer se havia algo incomodando.

Durante a tarde que se residia no laboratório, Lena e Kara conversavam sobre o passado uma da outra. Contando suas atrocidades e amizades. Lena viu na heroína que ela podia ser tão humana como qualquer outra pessoa. Seu coração era enorme e de ouro, e todas as escolhas fora sempre pensando no bem estar da humanidade. E Kara, enxergava a mais doce Lena de sua infância, a menininha que pregava peças na mãe, a menininha que corria em volta do lago. A loira viu que durante muito tempo a morena ficou reclusa ao amor. Ela foi negligenciada quando criança e não tivera a oportunidade de viver uma infância digna.

Ambas aprenderam com seus erros e viram que ainda tinha tempo para mudá-los. Bastava sentar e poder conversar, tendo a razão como amiga.

Lena estava terminando de ser arrumar, pois havia uma conferência marcada com um importante cliente e não poderia não comparecer ao lado de sua CFO. Kara não ficaria sozinha, Nia iria lá para poder conversar com a amiga e mentora.

– Kara, eu estou indo agora – A Luthor saiu de seu quarto usando um terno social preto, os cabelos presos e o seu famoso batom vermelho sangue – Seus medicamentos está do lado da cabeceira, quando o alarme tocar significa que você tem que toma-los. E se eu souber que você não tomou, mocinha, terei que te dar uma injeção – Kara fez um leve bico nos lábios enquanto Lena recolhi a bolsa em cima da mesa.

– Nia vai demorar muito? – A loira não queria ficar sozinha, e principalmente no laboratório que não tinha ninguém circulando.

– Ela já chegou, na verdade – A Luthor se virou para ir embora quando escutou um resmungo vindo de Kara – O que foi?

– Você não vai se despedir de mim? – O bico aumentou e a Danvers cruzou os braços emburrando a cara. Lena revirou os olhos desativando o campo e indo até a loira.

– Você é idiota – Lena deu um sorriso antes de inclinar e capturar os lábios de Kara com o seu. O momento não durou muito, pois o elevador apitou e lá de dentro saiu uma Nia animada.

– A salvação do seu tédio chegou... Ops! – Nia viu que estava interrompendo alguma coisa e se virou para o outro lado, o que gerou uma gargalhada na Luthor.

– Nia! – A Dreamer não sabia se o tom de Kara foi de surpresa ou repreensão. A mais nova virou dando um sorriso torto para a Danvers.

– Bom, agora que você está em boas mãos, eu estou indo. Nia, se certifique que ela tome todos os remédios, ok? – A mais nova apenas assentiu e esperou que a Luthor pegasse um elevador para soltar um grito animado.

– Eu sabia! Eu sabia! – Nia deu uns pulinhos antes de chegar perto de Kara e a puxar para um abraço – Céus, você não sabe o quanto eu senti sua falta.

– Eu também senti, baby – A Danvers apertou os braços em volta da menor – Mas o que você sabia?

– Você não me engana, Danvers. Conseguiu se declarar para a Luthor? – Nia se sentou na cadeira que tinha ali do lado, e ficou esperando em expectativa a resposta da mais velha.

– Nossa, mas estava tão na cara assim? – Nal apenas concordou – Na verdade, foi ela que se declarou primeiro.

– Ah não, perdi cem dólares pra Alex – Nia fez um biquinho e enxugou os olhos de brincadeira como se estivesse chorando.

– Você apostou com a Alex? – Kara estava perplexa pela irmã ter apostado contra ela.

– Sempre fazemos apostas. Mas dessa vez você falhou comigo, Kara Danvers – Nia fez uma expressão divertida e logo depois gargalhou.

– Idiota – A loira deu a língua para a repórter júnior, que devolveu a implicância. Infantil? Sim, mas era um tratamento carinhoso – Então, como está a Catco?

– A Rojas falta pouco arrancar o pescoço do William – Nia puxou um pacote de dentro da bolsa, e na hora a loira soube que era donuts. Mesmo que Lena tivesse dito para a mais nova não dar doces para Kara, ela não iria conseguir resistir aos pedidos da Danvers. Então, antes de chegar ao laboratório ela passou na cafeteria rapidamente, e comprou os donuts favoritos de Kara. Os olhos da heroína brilharam e ela logo pegou um enfiando tudo na boca.

– O que ele fez dessa vez? – Kara já estava indo para o segundo donuts.

– Ele estava investigando a Lena – A loira soltou o donuts na hora.

– Ele o que? – A voz de Kara subiu quatro oitavas.

– Ações suspeitas num antigo galpão que é da L-Corp começou a ser contadas. Ele achou que Lena tivesse algum envolvimento com essas ações. Mas quando ele foi postar a matéria para o povo poder investigar e atacar a Lena, Andrea suspendeu e deu uma correção nele.

– Eu vou matar esse Dey – Kara afastou o lençol da cama para se levantar quando Nia a impediu

– Pode parando aí, Supergirl. Eu sei que você quer salvar sua namoradinha, mas seu corpo não está cem por cento pra isso. E, aliás, Lena já o denunciou por acusações falsas – A Dreamer ajudou Kara a se sentar na cama e a cobriu com o cobertor novamente.

– Bom, ela não é minha namorada – Kara se endireitou na cama.

– Mas queria que fosse – A mais nova deu uma piscada para a Danvers.

– Ainda temos muito que nos acertar – Kara soltou um muxoxo.

– Kara – Nia se sentou do lado de Kara e a puxou para um abraço – Eu sei que vocês acabaram de confessar seus sentimentos uma pela outra, mas o tempo é curto demais para colocarmos tudo dentro de pequenas caixas. Temos que sentir, temos que viver.

– Você falou isso por causa do Brainy também? – A loira tirou a cabeça do ombro da mais nova.

– Eu ainda o amo – Nia tinha um olhar perdido.

– Ele se afastou de você, porque ele te ama e tudo o quer fazer é te proteger, Nia. Mas você precisa lembrar a ele, que nessa batalha ele não precisa lutar sozinho – A Danvers deixou um beijo na testa de Nia que soltou algumas lágrimas.

– Ok, chega de chorar. Eu quero saber como aconteceu – Nia voltou a se sentar na cadeira.

– Aconteceu o que?

– O primeiro beijo das minhas mães ué – Nia disse o que parecia ser o óbvio e a Danvers soltou uma gargalhada.

Aquela tarde ia ser longa.

[...]

– Pensei que tivesse ido para o laboratório – Lena saiu de seus pensamentos ao escutar a voz de Sam.

A Luthor mais nova estava pensando que agora tudo iria mudar. Depois da declaração de Kara, ela estaria vivendo uma nova vida dessa vez com a loira como mais que amiga.

– Nia está lá com a Kara, vou deixar as duas conversarem sozinha – Lena voltou a bebericar um pouco de whisky.

– Como você está depois disso tudo? – Sam se sentou ao lado da amiga.

– Um pouco confusa ainda, eu conversei com Kara, mas uma parte de mim parece que ainda não perdoou ela – A CEO deixou o copo sobre a mesa e soltou um suspiro.

– Você ainda se sente traída com o segredo dela? – A Árias foi cuidadosa ao proferir as palavras para a Luthor.

– Não, não exatamente. Eu sabia que ela era a Supergirl, mas durante muito tempo eu acreditei que ela fosse me contar não que alguém precisasse me dizer – Lena se virou para encarar a amiga.

– Isso é normal, Lena. Mesmo que durante uma amizade nós desconfiamos de alguma coisa, e no fundo sabemos que a pessoa não contou tudo sobre si. Muitas vezes não é questão de confiança, mas sim de se sentir confortável ao dizer. Você e a Kara possuiu uma amizade linda, não por serem uma Luthor e uma Super, mas por serem totalmente diferentes e mesmo assim terem se atraído uma pela outra – A CFO acariciou as mãos da Luthor.

– Depois de todas as perdas e traições que sofri, e ainda não entendo o porquê dela ter doido mais que as outras.

– Porque você idealizou uma Kara Danvers perfeita na sua mente, e achou que ela não errasse, não mentisse, não escondesse coisas. Você esteve tanto tempo ferida, que achou que modelar alguém perfeito em sua mente seria a resposta para as suas frustrações – Sam sorriu em compreensão.

– Inferno! Eu odeio quando você tem razão – Lena soltou uma risada com as lágrimas presas em seus olhos.

– Então você me odeia sempre – As duas gargalharam juntas – Mas me diga, ela beija bem? – Os olhos de Sam brilharam.

– Sam! Quem disse que nós nos beijamos? – Lena arqueou uma das sobrancelhas.

– Eu sei que sim, você não resistiria. Quem se declarou você ou ela?

– Não entendi o motivo da pergunta, mas fui eu – Sam bufou e bateu a mão na testa – O que foi?

– Eu devo cem dólares a Alex

– Espera, o que?! Vocês estavam apostando? – Lena estava incrédula.

– Claro que apostamos, vocês demoraram demais nessa dança – Sam se levantou e foi buscar um copo de água.

– Por que não apostou em mim? – A Luthor fez uma cara de brava.

– Oras, Kara vivia falando o quanto sentia falta de você, de que não aguentava mais essa briga entre vocês duas. Ela enchia meu saco me perguntando se você não estava pulando refeições. Você sempre foi fechada em questão de sentimentos e ela não. Eu apenas deduzi – Sam deu de ombros.

– Bom saber que ela sempre se preocupou comigo – Lena nem percebeu que tinha deixado um sorrisinho escapar.

– Uh, que nojo! Sem essa cara de safada pro meu lado – A Luthor voltou a olhar para Sam, e pegou uma almofada tacando na direção da mesma.

– Idiota, até parece que você não é assim com a Alex – Lena devolveu a provocação.

– Eu namoro, você não – Sam tacou a almofada de volta – Mas, você confessou seus sentimentos?

– Eu tive medo, mas a todo o instante ela me mostrou apoio e não me interrompeu. Vi que o tempo é curto demais para esconder coisas o qual deveríamos ser tão transparentes – Lena virou o olhar para a janela do lado de fora, olhando o dia que já estava começando a anoitecer.

– Tipo o quê?

– Você quer que eu diga em voz alta? – Sam deu um sorrisinho de lado para a amiga.

– Claro, não teria graça se eu não pedisse. Para enfrentar os seus medos tem que bater de frente com eles.

– Estou apaixonada por ela.


Notas Finais


Até a próxima ;)


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